
Putari* no colégio pra vida
Fandom: Professor, aluna e diretor
Criado: 18/08/2026
Lições Extracurriculares no Gabinete da Direção
O silêncio do corredor do colégio era quebrado apenas pelo som dos passos de Ana. Ela apertava os livros contra o peito, sentindo o suor frio descer pelas costas. Ana era uma jovem de contrastes: a timidez escondida atrás dos óculos de armação grossa e dos cabelos cacheados que moldavam seu rosto moreno não conseguia ocultar as curvas acentuadas de seu corpo. Ela sabia que chamava atenção, embora tentasse se diminuir nos cantos das salas de aula.
Ao chegar à porta da diretoria, ela hesitou. Tinha sido convocada por Pablo, o diretor, para discutir suas notas em matemática, disciplina lecionada por Lailson.
— Pode entrar, Ana — a voz grave de Pablo ressoou de dentro da sala antes mesmo que ela batesse.
Ana abriu a porta e sentiu o ar condicionado gelado contrastar com o calor de seu corpo. Pablo estava sentado atrás de sua mesa de carvalho, a camisa branca levemente apertada nos braços fortes. Ao lado dele, encostado na mesa com uma postura relaxada, estava Lailson. O professor, com sua pele morena e olhar atento, sorriu de um modo que fez o estômago de Ana revirar.
— Sente-se, por favor — disse Pablo, indicando a cadeira de couro à frente dele.
Ana obedeceu, ajeitando a saia que parecia curta demais para aquele ambiente. Ela se sentia pequena diante daqueles dois homens imponentes.
— O professor Lailson me trouxe algumas preocupações sobre o seu desempenho — Pablo começou, inclinando-se para frente. — Ou melhor, sobre a sua distração em sala.
— Eu... eu sinto muito, diretor — gaguejou Ana, ajustando os óculos. — Eu tenho me esforçado.
Lailson deu um passo à frente, aproximando-se da cadeira dela. Ele colocou uma mão no ombro de Ana, um toque que começou delicado, mas que carregava uma firmeza possessiva.
— Você é muito inteligente, Ana — Lailson sussurrou perto do ouvido dela. — Mas seus olhos estão sempre fugindo do quadro. O que tanto te distrai? Sou eu? Ou é o pensamento do que o diretor faz aqui dentro?
O rosto de Ana ardeu em um vermelho profundo. Ela olhou para Pablo e viu um brilho predatório nos olhos dele. O diretor se levantou, contornando a mesa com passos lentos.
— Não precisa ter medo, Ana — Pablo disse, parando diante dela. — Nós decidimos que você precisa de uma monitoria especial. Algo que não está nos livros.
Ele estendeu a mão e tocou o queixo de Ana, forçando-a a olhar para ele.
— Você é uma delícia, sabia? — Pablo falou com uma crueza que a fez estremecer. — Esse corpo gordinho, essas curvas... você acha que a gente não percebe como você fica molhada na aula do Lailson?
Ana tentou protestar, mas as palavras morreram na garganta quando Lailson começou a massagear seus ombros, descendo as mãos para o início dos seus seios.
— O diretor é um homem rude, Ana — Lailson comentou com uma voz sedutora. — Mas ele tem razão. Nós passamos a reunião inteira falando sobre como queríamos te foder nesta mesa.
A honestidade brutal das palavras chocou Ana, mas um calor líquido começou a se espalhar por entre suas pernas. A timidez estava sendo sufocada pelo desejo latente que ela sentia por ambos.
— O que... o que vocês vão fazer comigo? — perguntou ela, a voz falhando.
— O que você nasceu para receber, sua putinha inteligente — Pablo respondeu, puxando-a pela cintura para que ela se levantasse.
Lailson rapidamente desabotoou a blusa de Ana, revelando o sutiã que mal continha a fartura de seus seios. Ele soltou um suspiro pesado, admirando a pele morena e macia.
— Olha só isso, Pablo — Lailson disse, apertando a carne de Ana. — Ela é perfeita.
— Tira o resto — ordenou Pablo, sentando-se novamente na beira da mesa. — Quero ver cada detalhe desse corpo gostoso antes de rasgá-la ao meio.
Com as mãos trêmulas de excitação, Ana terminou de se despir sob os olhares famintos dos dois homens. Ela se sentia exposta, mas a forma como eles a devoravam com os olhos a fazia se sentir a mulher mais desejada do mundo.
Lailson a pegou no colo com facilidade, a força de seus braços evidente, e a colocou deitada sobre a mesa fria de Pablo. O contraste do tampo gelado com sua pele quente a fez arquear as costas.
— Agora — Pablo disse, aproximando-se e abrindo o cinto — vamos ver se você aprende rápido.
Lailson se posicionou entre as pernas de Ana, abrindo caminho com os dedos, enquanto Pablo se aproximava do rosto dela, oferecendo sua virilidade já pulsante.
— Abre a boca, Ana — Pablo ordenou. — Quero ouvir você engasgar enquanto o Lailson te prepara lá embaixo.
Ana obedeceu, entregando-se ao domínio daqueles dois homens que, entre a delicadeza do toque e a grosseria das palavras, começaram a transformar a diretoria no cenário de sua maior perdição.
— Isso, chupa como a vadia que você esconde atrás desses óculos — rosnou Pablo, enquanto sentia a língua dela.
Lá embaixo, Lailson não teve mais paciência. Ele se posicionou e, com um impulso firme, penetrou Ana, preenchendo-a completamente. O grito dela foi abafado pela boca de Pablo.
— Você é tão apertada, Ana — Lailson gemeu, movendo-se com força, os músculos das costas tensionados. — Vou te foder até você esquecer o próprio nome.
A sala foi preenchida pelo som de corpos se chocando e respirações pesadas. Pablo alternava entre a boca de Ana e seus seios, mordendo os mamilos dela com uma agressividade que a levava à loucura, enquanto Lailson mantinha um ritmo frenético, estocando fundo contra o colo do útero dela.
— Mais... por favor, mais — Ana conseguiu articular, perdendo-se no prazer obsceno.
— Você quer mais, sua safada? — Pablo perguntou, trocando de lugar com Lailson. — Então aguenta o diretor agora.
A troca foi rápida e brutal. Pablo a possuiu com uma força que fez a mesa ranger, enquanto Lailson se posicionou atrás dela, usando a boca e as mãos para explorar cada centímetro de sua pele. Ana estava no centro de um furacão de luxúria, sendo usada e adorada por dois homens que não tinham a menor intenção de serem gentis.
— Você é nossa, Ana — Lailson sussurrou no ouvido dela, enquanto Pablo a atingia com estocadas violentas. — A partir de hoje, suas aulas serão sempre aqui.
O clímax veio como uma explosão. Ana sentiu seu corpo convulsionar enquanto Pablo despejava sua semente dentro dela, seguido por Lailson que, em um último esforço, também alcançou seu limite.
Exaustos, os três permaneceram em silêncio por alguns instantes, apenas o som da respiração pesada ecoando na sala. Ana, com o cabelo bagunçado e os óculos caídos de lado, olhou para os dois homens.
— Notas excelentes, Ana — Pablo disse, limpando o suor da testa com um sorriso cínico. — Vejo você na próxima aula.
Lailson apenas beijou a testa dela, a delicadeza voltando momentaneamente ao seu toque.
— Esteja pronta, aluna. Temos muito o que revisar.
