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Armitage!! :3

Fandom: Fundamental paper education FPE

Criado: 21/08/2026

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Teias de Humilhação e a Queda do Aristocrata

A escuridão nunca fora um problema para Armitage Acreana. Pelo contrário, ele se sentia o mestre das sombras, uma criatura de nobreza distorcida que caminhava com a elegância de um predador antigo. Seus quatro membros afiados, que brotavam de sua cabeça como chifres de aranha, cortavam o ar frio enquanto ele avançava, o terno branco impecável brilhando levemente na penumbra. Ele era o arquiteto do caos, o líder que outrora transformara a vida do recruta Barrel em um inferno de bullying e crueldade.

No entanto, o silêncio do corredor escuro foi subitamente quebrado. Sem qualquer aviso, uma mão pálida e fria emergiu do vazio, agarrando o colarinho de seu casaco caro com uma força descomunal.

— Mas o que significa isso?! — Armitage rosnou, suas mandíbulas negras estalando em um som seco e ameaçador.

Ele tentou reagir com seus quatro braços, as garras prontas para dilacerar quem quer que fosse o atrevido, mas a mão o puxou para trás com uma violência avassaladora. O mundo girou e, antes que pudesse processar a agressão, a escuridão o engoliu por completo.

Quando a consciência retornou, Armitage não sentiu o chão sob suas patas bifurcadas. O que sentiu foi o contato frio e implacável de metal contra suas costas. Ao abrir os olhos vermelhos e desiguais, o pânico começou a borbulhar sob sua fachada de superioridade. Ele estava preso a uma cama de metal, seus pulsos e tornozelos contidos por tiras de couro reforçadas.

Pior do que a imobilidade era a sensação de exposição. O ar frio da sala batia diretamente em sua pele. Armitage olhou para baixo e seu rosto, normalmente pálido, inflamou-se em um tom escarlate de fúria e vergonha. Ele estava completamente nu. Seu traje aristocrático, sua cartola, tudo havia sumido. Sua anatomia aracnídea e íntima estava exposta, e o movimento frenético de suas pernas tentando se soltar fazia com que sua genitália balançasse de forma humilhante.

— Soltem-me agora! — ele gritou, a voz falhando pela indignação. — Eu vou estripar cada um de vocês!

Risadas baixas e carregadas de malícia ecoaram pelos cantos da sala iluminada por uma lâmpada solitária e oscilante. Das sombras, três figuras familiares emergiram: Benedict Ignis, Bullseye Foxtrot e Sean Landis. Seus antigos cúmplices, aqueles que seguiam suas ordens cruéis, agora o olhavam com um brilho predatório que Armitage conhecia bem — o brilho de quem tem o controle total.

— Ora, ora... o grande líder parece um pouco... desprotegido — zombou Benedict, aproximando-se com passos lentos.

— Fica quieto, Armitage — sussurrou Sean Landis, inclinando-se sobre o ouvido do aracnídeo. O hálito quente fez Armitage estremecer. — Você sempre gostou de dar as ordens. Vamos ver como você se sai recebendo algumas.

Benedict parou entre as pernas abertas de Armitage, seus olhos fixos na genitália exposta do aristocrata. Armitage soltou um grito de puro ódio, tentando fechar as pernas, mas as amarras eram curtas demais.

— Não olhe para mim! — berrou Armitage, as mandíbulas tremendo. — Benedict, eu vou matar você!

— Você não está em posição de exigir nada — Benedict respondeu friamente. Ele olhou para os outros dois. — Sean, Bullseye, segurem-no. Ele está se mexendo demais.

Sean e Bullseye avançaram, usando seus braços para pressionar o corpo de Armitage contra o metal frio. As garras negras de Armitage arranhavam o ar inutilmente. Ele estava aterrorizado, embora sua mente se recusasse a aceitar a derrota.

— Não seja tímido, Armitage — provocou Benedict, estendendo a mão. — Nós conhecemos cada detalhe dos seus planos. É justo que conheçamos cada detalhe do seu corpo agora.

Sem aviso, Benedict pressionou um dedo na abertura inferior de Armitage, enquanto simultaneamente inclinava a cabeça para usar a boca na parte superior. O choque da invasão fez Armitage arquear as costas, um gemido agudo de dor e surpresa escapando entre seus dentes inexistentes, substituídos pelas mandíbulas negras.

— Pare... ah! — Armitage tentou protestar, mas o prazer distorcido e a dor se misturavam. Seu rosto estava em chamas, as lágrimas de raiva nublando sua visão.

Sean Landis ria, observando o sofrimento do líder. Benedict não parou até que, em um espasmo de luxúria cruel e domínio, ele se libertou dentro do corpo de Armitage. O fluido quente e viscoso escorreu, sujando a pele pálida do aracnídeo, enquanto Benedict se afastava com a boca suja, exibindo um sorriso vitorioso.

— Você é patético assim — disse Benedict, limpando o canto da boca.

De repente, a pressão nos pulsos de Armitage desapareceu. Sean e Bullseye haviam soltado as tiras superiores, mas antes que Armitage pudesse sequer tentar se levantar, Sean Landis o virou bruscamente de bruços na mesa de metal.

— Onde pensa que vai? — Sean murmurou, posicionando-se atrás das nádegas de Armitage.

— Solte-me, seu verme! — Armitage gritou, tentando empurrar a mesa com seus quatro braços, mas a fraqueza o dominava.

A dor que se seguiu foi lancinante. Sean Landis penetrou a abertura traseira de Armitage sem qualquer delicadeza. O grito de Armitage ecoou pelas paredes de metal, um som de agonia pura que parecia alimentar o prazer de seus agressores.

Enquanto Armitage lidava com a invasão por trás, Bullseye Foxtrot agarrou seu queixo com força, forçando sua cabeça para cima.

— Abra a boca, "mestre" — ordenou Bullseye.

Armitage tentou resistir, mas a dor lá baixo o fez arfar, e nesse momento de vulnerabilidade, Bullseye forçou sua entrada. O aristocrata, agora reduzido a um objeto de escárnio, emitia sons abafados e irritados, seus olhos vermelhos arregalados em choque enquanto era usado por dois lados.

— Veja só — disse Benedict, observando a cena de braços cruzados —, o mestre das marionetes virou o brinquedo.

Sean Landis continuava seus movimentos rudes, cada estocada arrancando gemidos de irritação e dor de Armitage, que sentia sua dignidade ser estraçalhada junto com sua resistência física. O prazer dos agressores atingiu o ápice quase simultaneamente.

Armitage sentiu o calor do sêmen preenchê-lo por trás, escorrendo por suas pernas trêmulas, enquanto sua boca também era inundada pelo fluido amargo de Bullseye. Quando finalmente o soltaram, Armitage desabou sobre o metal frio, o corpo tremendo violentamente, o rosto manchado e os olhos perdidos em um abismo de humilhação.

Ele, que sempre se considerou o topo da cadeia alimentar, o arquiteto da dor alheia, agora não passava de uma criatura quebrada, marcada pelo sêmen e pela traição daqueles que um dia liderou. O silêncio voltou à sala, mas para Armitage, o eco de sua própria queda seria eterno.

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