
Armitage!! :3
Fandom: Fundamental paper education FPE
Criado: 21/08/2026
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O Banquete da Humilhação Nobre
A escuridão do local parecia pulsar no ritmo da respiração pesada de Armitage. O que antes era uma caminhada de autoridade e frieza transformara-se em um pesadelo de carne e metal. Ele, o líder, o estrategista aracnídeo que outrora aterrorizava Mister Barrel, agora se via reduzido a um estado de vulnerabilidade que jamais imaginou. Preso àquela cama de metal fria, a ausência de suas vestes aristocráticas era como a perda de sua própria alma. O contraste de sua pele pálida contra o ferro gelado era um lembrete constante de sua queda.
Benedict Ignis, com um sorriso que mesclava crueldade e luxúria, não dava tréguas. Ele se posicionou atrás de Armitage, sua presença emanando um calor opressor que contrastava com a frieza do ambiente. Sem qualquer aviso ou delicadeza, Benedict forçou a entrada, penetrando a vagina inferior de Armitage com uma brutalidade que fez a criatura aracnídea arquear as costas violentamente.
— AAAH! Maldito... Benedict, eu vou te matar! — gritou Armitage, sua voz falhando entre a dor aguda e o ódio puro. Seus olhos vermelhos, desiguais em tamanho, brilhavam com uma fúria impotente, enquanto suas mandíbulas de aranha estalavam freneticamente, tentando morder o ar.
Benedict soltou uma risada baixa, um som gutural que reverberou contra as costas de Armitage.
— Guarde o fôlego, "líder" — provocou Benedict, movendo-se com uma cadência implacável. — Você sempre gostou de estar no controle, não é? Vamos ver quanto tempo essa sua pose de nobreza dura enquanto eu te quebro.
Ao lado deles, Sean Landis observava a cena com um prazer sádico, masturbando o próprio membro com lentidão deliberada, os olhos fixos na agonia de Armitage. O som dos movimentos rítmicos e os gemidos de dor criavam uma sinfonia perturbadora naquela sala sombria. Armitage tentava se debater, mas a estrutura de metal e a força de seus antigos aliados o mantinham fixo no lugar. O rubor em seu rosto não era apenas de esforço, mas de uma vergonha profunda que queimava mais do que a própria dor física.
— Olhe para você, Armitage — disse Sean, aproximando-se com um olhar predatório. — Tão imponente com sua cartola e seus quatro braços... e agora, não consegue nem esconder o que tem entre as pernas.
— Cale a boca, Sean! — Armitage rosnou, embora o som tenha terminado em um gemido estrangulado quando Benedict aumentou a intensidade dos movimentos. — Eu... eu vou acabar com todos vocês!
Benedict, sentindo a resistência e a fúria de Armitage, decidiu quebrar ainda mais sua vontade. Com a mão livre, ele desferiu três tapas sonoros e pesados diretamente na região exposta de Armitage. O som da carne atingindo a carne ecoou, seguido imediatamente por um grito lancinante do aracnídeo.
— ISSO! Grita mais! — Benedict exclamou, sua voz carregada de uma malícia doentia. — Não fique tímido agora. Você não era o mestre do bullying? Mostre-nos como você aguenta a pressão.
Armitage estava em seu limite. A dor dos tapas ardia como fogo, e a sensação de invasão era constante. Suas pernas bifurcadas tremiam violentamente, batendo contra o metal da cama. Antes que ele pudesse recuperar o fôlego, Sean Landis decidiu que era hora de participar ativamente daquela profanação.
Sean aproximou-se da parte frontal de Armitage. Com dedos ágeis e cruéis, ele forçou a abertura da vagina superior, enquanto Benedict continuava seu ataque por baixo. A dualidade da invasão fez Armitage perder o sentido de direção. Ele sentiu o membro de Sean pressionar a entrada superior, e a realidade de ser preenchido por dois de seus subordinados simultaneamente o fez entrar em um estado de choque e irritação extrema.
— Não... Sean, pare! Dois de uma vez é... — As palavras de Armitage foram cortadas quando Sean empurrou-se para dentro dele.
O grito que escapou de Armitage foi abafado quase instantaneamente. Benedict, prevendo a reclamação, cobriu a boca do aracnídeo com sua mão grande e calejada. Armitage tentou morder, suas mandíbulas negras raspando na pele de Benedict, mas a pressão era demais. Ele agora só conseguia produzir sons abafados, ruídos de protesto e agonia que morriam contra a palma da mão de seu captor.
— Shhh... — sussurrou Benedict em seu ouvido, um contraste arrepiante com a violência do ato. — Fique quieto e aproveite o que você mesmo cultivou. Nós somos apenas o resultado da sua própria crueldade, Armitage.
Sean e Benedict começaram a se mover em uníssono, um ritmo frenético e coordenado que visava destruir qualquer resquício de dignidade que Armitage ainda tentasse manter. As estocadas eram rápidas, profundas e impiedosas. O corpo de Armitage, esguio e nobre, era sacudido violentamente na cama de metal. Suas quatro mãos negras arranhavam as laterais da cama, deixando marcas profundas no ferro enquanto ele lutava contra as sensações conflitantes de dor extrema e uma estimulação indesejada que começava a nublar sua mente.
O estresse e a raiva atingiram o ápice. Armitage sentiu uma onda de calor percorrer sua espinha, uma pressão insuportável que culminou em um espasmo violento de todo o seu ser. Ele gozou alto, um som que, mesmo abafado pela mão de Benedict, carregava a exaustão de sua alma. Sêmen quente jorrou de ambos os canais, misturando-se aos fluidos de seus agressores.
Armitage jogou a cabeça para trás, os cabelos branco-prateados espalhando-se como uma teia desfeita sobre o metal frio. Suas pupilas estavam dilatadas, e o suor escorria por seu rosto, misturando-se às lágrimas de ódio. Assim que Benedict retirou a mão de sua boca, Armitage não perdeu tempo.
— Seus... seus vermes! — ele cuspiu, a voz rouca e carregada de veneno. — Sean, Bullyseye, Benedict... eu vou garantir que vocês sofram dez vezes mais do que isso! Vocês não passam de lixo!
Sean Landis apenas riu, limpando o suor da testa enquanto observava o estado deplorável do líder.
— Você fala muito para alguém que está coberto por nós — Sean provocou, passando a mão pelas pernas de Armitage, onde o sêmen escorria lentamente, traçando caminhos brancos sobre a pele pálida.
Bullyseye, que até então observava e participava de forma mais periférica, aproximou-se, segurando o queixo de Armitage com força, forçando-o a olhar para o caos que haviam causado. Armitage estava fisicamente exausto, mas seu espírito ainda tentava lutar, soltando gemidos de irritação e dor conforme os espasmos pós-orgásmicos o atingiam.
— Olhe para você — Benedict disse, agarrando Armitage por trás mais uma vez, não para penetrar, mas para mantê-lo cativo em um abraço opressor. — O grande mestre das sombras, reduzido a uma poça de fluidos e insultos inúteis.
Armitage sentia o sêmen escorrer por suas pernas, uma sensação viscosa e humilhante que ele não conseguia limpar. Cada movimento que fazia para tentar se soltar resultava em mais gemidos de dor, já que seu corpo estava sensível ao extremo. A provocação contínua de Benedict era como sal na ferida.
— Por que o silêncio agora, Armitage? — Benedict sussurrou, lambendo a orelha do aracnídeo. — Onde estão seus planos cruéis? Onde está sua autoridade?
Armitage fechou os olhos com força, tentando se desligar daquela realidade. Ele era uma criatura de nobreza, de medo, de controle. Mas ali, naquela sala escura, cercado por aqueles que um dia liderou, ele não era nada além de um objeto de prazer e vingança. O sêmen continuava a escorrer, um lembrete líquido de sua derrota total, enquanto os três homens ao seu redor se deleitavam com o espetáculo de sua ruína.
A noite estava longe de acabar, e Armitage sabia que, embora suas cordas tivessem sido soltas em momentos anteriores, ele nunca esteve tão preso quanto naquele momento, cativo da malícia daqueles que ele mesmo ensinara a serem crueis.
