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Fandom: vicious lost boys

Criado: 23/08/2026

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Sombras e Promessas na Terra do Nunca

A noite na Terra do Nunca não trazia descanso, apenas desejos mais profundos e perigosos. Nina sabia disso melhor do que ninguém. Sendo irmã de Vane e Roc, ela crescera cercada por homens que não conheciam a palavra "limite", mas nada a preparara para a intensidade dos gêmeos, filhos da própria Tinker Bell.

Ela estava sentada na beira da cama de madeira bruta, a luz da lua filtrando-se pelas frestas do esconderijo subterrâneo. Seus irmãos estavam fora, caçando ou vigiando as fronteiras, deixando-a vulnerável — ou assim eles pensavam. Nina sabia que não era a presa, mas o centro de uma tempestade iminente.

A porta rangeu. Kas entrou primeiro, com aquele sorriso arrogante que sempre parecia esconder um segredo sujo. Logo atrás dele, Bash, sua imagem espelhada, mas com um olhar que queimava com uma fome mais crua, mais imediata.

— Você não deveria estar sozinha aqui, Nina — disse Kas, fechando a porta atrás de si. — É perigoso.

— Eu sei me cuidar — respondeu ela, embora sua voz tenha falhado levemente quando Bash se aproximou por trás, as mãos grandes e calejadas pousando em seus ombros.

— Nós sabemos que sabe — sussurrou Bash contra o seu pescoço. — Mas quem vai cuidar do que você está sentindo agora?

O toque dele era elétrico. Nina sentiu o corpo reagir instantaneamente. Ela era conhecida por sua beleza estonteante, uma figura que parava o tempo na ilha, mas ali, entre os dois, ela se sentia apenas um amontoado de nervos e desejo.

Kas ajoelhou-se entre as pernas dela, as mãos subindo pelas coxas firmes de Nina, levantando a borda do vestido curto.

— O que você quer, Kas? — perguntou ela, arfando.

— O que eu sempre quis — respondeu ele, a voz rouca. — Quero ver se você é tão deliciosa quanto Bash diz nos sonhos dele.

Sem mais avisos, Kas puxou a calcinha de Nina para o lado. A visão da intimidade dela, úmida e pronta, fez o ar sair dos pulmões de Bash com força. Kas não perdeu tempo. Ele mergulhou o rosto entre as pernas dela, a língua ágil encontrando o clitóris de Nina com uma precisão cirúrgica.

— Oh, deuses... — gemeu Nina, jogando a cabeça para trás, encontrando o peito largo de Bash para se apoiar.

Bash não ficou apenas assistindo. Ele começou a beijar o pescoço dela, as mãos descendo para apertar os seios de Nina por cima do tecido fino.

— Você é tão apertada, Nina — murmurou Kas entre as lambidas. — Tão doce.

O prazer era avassalador. A língua de Kas trabalhava com uma voracidade que a deixava sem fôlego, enquanto os dedos de Bash a exploravam por cima, criando uma sinfonia de sensações. Nina sentia o ápice chegando, a tensão crescendo em seu ventre até que ela desabou, o corpo tremendo enquanto Kas bebia cada gota de seu prazer.

— Apenas o começo — disse Bash, virando-a de frente para ele.

Ele se desfez das calças com pressa. Quando seu membro saltou, Nina não pôde deixar de arregalar os olhos. Eram vinte e três centímetros de puro músculo e desejo latejante. Kas, já despido também, não ficava atrás. A genética de Tinker Bell lhes dera mais do que apenas magia; dera-lhes uma virilidade que beirava o sobrenatural.

— Minha vez de entrar — disse Bash, a voz carregada de uma urgência sombria.

Ele a posicionou de quatro na cama. Nina sentiu o frio do ar e logo em seguida o calor das mãos de Kas, que se posicionou à frente dela, oferecendo o próprio pau para que ela o ocupasse.

— Chupe, Nina — ordenou Kas. — Quero sentir sua boca enquanto meu irmão te fode.

Nina obedeceu, envolvendo a glande de Kas com os lábios, sentindo o gosto salgado e o tamanho impressionante preencher sua boca. Ao mesmo tempo, sentiu a ponta do membro de Bash pressionar sua entrada anal.

— Vai doer um pouco — avisou Bash, a voz tensa — mas depois você não vai querer que eu pare.

Ele empurrou lentamente. Nina soltou um som abafado contra o pau de Kas enquanto sentia a expansão dolorosa e prazerosa de Bash a preenchendo. Era demais, uma plenitude que ela nunca imaginara ser possível. Bash movia-se com cuidado no início, mas a lubrificação natural e o relaxamento de Nina permitiram que ele afundasse cada vez mais fundo.

— Isso... — Bash rosnou, as mãos prendendo os quadris dela. — Você é perfeita. Quero essa xota também, mas primeiro vou marcar seu rabo como meu.

O ritmo aumentou. O som da carne batendo contra a carne preenchia o quarto. Nina estava em transe, alternando entre o prazer da penetração anal profunda e a sucção rítmica que fazia em Kas.

De repente, Kas a puxou pelos cabelos, fazendo-a soltar seu membro.

— Chega de esperar — disse ele.

Ele a virou de costas, deitando-a na cama. Bash continuou atrás, mas agora Kas se posicionou sobre ela. Nina estava aberta, exposta. Kas entrou na vagina dela com uma estocada poderosa, fazendo-a gritar o nome dele.

— Sim! — gritou ela, as unhas cravando-se nos ombros de Kas.

Eram dois. Dois homens gigantescos a preenchendo por todos os lados. A sensação de ter Bash em seu ânus e Kas em sua vagina era uma sobrecarga sensorial. Ela se sentia dividida, possuída e, pela primeira vez em muito tempo, completa.

— Você é nossa, Nina — disse Kas, os olhos fixos nos dela enquanto ele se movia com uma força bruta. — Os órfãos não mandam aqui esta noite.

— Mais... por favor, mais! — implorou ela.

Bash acelerou o ritmo atrás, seus dedos encontrando o clitóris de Nina pela frente, estimulando-a enquanto os dois irmãos a usavam. O prazer era um incêndio. Nina sentia que ia desintegrar.

— Vou gozar dentro — avisou Bash, a voz falhando pelo esforço.

— Eu também — ecoou Kas.

Eles atingiram o ápice quase simultaneamente. Nina sentiu o calor do sêmen de Bash preenchê-la por trás, enquanto Kas despejava sua carga profundamente dentro de sua xota. Ela teve um orgasmo tão violento que sua visão escureceu por alguns segundos, o corpo arqueado, recebendo tudo o que eles tinham a oferecer.

Quando finalmente se separaram, o silêncio retornou ao esconderijo, quebrado apenas pela respiração pesada dos três.

— Vane vai nos matar se descobrir — comentou Bash, limpando o suor da testa, mas com um sorriso satisfeito no rosto.

— Deixe que tente — respondeu Kas, deitando-se ao lado de Nina e puxando-a para perto. — Valeu cada segundo.

Nina fechou os olhos, sentindo o latejar de seu corpo e a marca dos gêmeos nela. Na Terra do Nunca, as regras eram poucas, e naquela noite, ela havia reescrito todas elas.

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