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Armitage!! :3

Fandom: Fundamental paper education Advanced Class

Criado: 24/08/2026

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Teias de Humilhação e a Queda do Aristocrata

Armitage caminhava com a elegância predatória que lhe era inerente. O ambiente ao seu redor era um vazio absoluto, um corredor de trevas onde o som de seus membros pontiagudos e bifurcados batendo contra o chão ecoava como o tique-taque de um relógio antigo. Ele não conhecia o medo; sua presença era, por si só, uma personificação do terror. A cartola branca, com seus olhos vermelhos vigilantes, parecia observar o nada, enquanto suas quatro mandíbulas negras permaneciam cerradas em uma expressão de desprezo aristocrático. Ele pensava em Mister Barrel, o segurança da Paper School, e em como costumava atormentá-lo quando eram mais jovens. A crueldade era o seu passatempo favorito.

De repente, a quietude foi quebrada. Uma mão pálida e fria emergiu da escuridão densa, agarrando o braço superior de Armitage com uma força sobrenatural.

— Mas o que significa isso?! — rugiu ele, a voz saindo como um sibilo distorcido pelas mandíbulas.

Antes que pudesse reagir com suas garras afiadas, a mão o puxou violentamente para trás. O mundo girou, as sombras o engoliram por completo e, por um breve momento, o líder dos planos cruéis sentiu o que raramente impunha aos outros: a perda total de controle.

Quando Armitage recuperou a consciência, a primeira coisa que sentiu foi o frio. Um frio metálico e implacável que subia por suas costas. Ele tentou se mexer, mas seus pulsos e membros estavam presos. Ao abrir os olhos vermelhos e assimétricos, a percepção do seu estado o atingiu como um soco. Ele não estava apenas preso; ele estava completamente despido. Seu terno branco impecável, a cartola, a gravata cinza... tudo havia sumido. Pela primeira vez em sua existência, sua fisiologia aracnídea estava totalmente exposta, incluindo sua intimidade mais profunda, que agora balançava levemente com suas tentativas inúteis de se soltar.

— Maldição! Quem se atreve a tal infâmia?! — Armitage gritou, o rosto pálido tornando-se violentamente escarlate de fúria e vergonha.

— Ora, ora... parece que a aranha finalmente caiu na própria teia — uma voz familiar e carregada de escárnio ecoou pelo quarto mal iluminado.

Das sombras, três figuras emergiram. Benedict Ignis liderava o grupo, com um olhar que misturava malícia e uma curiosidade perversa. Logo atrás, Bullseye Foxtrot e Sean Landis exibiam sorrisos provocativos, observando a figura esguia e vulnerável de seu antigo líder.

— Benedict? Sean? Bullseye? — Armitage rosnou, tentando esconder sua genitália ao encolher as pernas pontiagudas, mas as correntes o impediam. — Soltem-me agora! Isso não é uma brincadeira que eu vá tolerar!

Benedict aproximou-se lentamente, ignorando as ameaças. Ele se inclinou sobre a cama de metal, o calor de sua respiração atingindo a orelha de Armitage.

— Você sempre foi tão altivo, Armitage — sussurrou Benedict. — Sempre o mestre das marionetes. Mas olhe para você agora... tão exposto. Tão... rosado.

Benedict baixou o olhar, focando diretamente na genitália de Armitage. O aracnídeo soltou um grito de indignação, tentando se contorcer.

— Não olhe para aí, seu verme! — Armitage exclamou, as mandíbulas estalando freneticamente.

— Sean, Bullseye — chamou Benedict, sem desviar os olhos. — Segurem-no. Ele está um pouco agitado demais para o meu gosto.

Sean e Bullseye avançaram prontamente. Cada um agarrou dois dos braços de Armitage, pressionando-os contra o metal frio. Armitage sentiu o pânico subir pela garganta enquanto sua força era subjugada por aqueles que ele considerava seus subordinados.

— Não fique tímido, "chefe" — provocou Benedict, tocando levemente a coxa de Armitage. — Nós apenas queremos ver do que você é feito por baixo de todo aquele pano caro.

Benedict não perdeu tempo. Com uma precisão cruel, ele inseriu um dedo na abertura inferior de Armitage, enquanto simultaneamente inclinava a cabeça para usar a boca na parte superior de sua intimidade.

Armitage arqueou as costas, um gemido agudo e dolorido escapando de entre suas mandíbulas negras. O contraste entre a dor da invasão e a humilhação da situação fez suas lágrimas de raiva arderem nos olhos.

— Pare... eu vou matar vocês... eu juro que vou... — os protestos de Armitage tornaram-se incoerentes à medida que Benedict continuava a provocação, culminando em um orgasmo forçado e invasivo.

Benedict afastou-se por um momento, limpando o canto da boca que agora estava manchada com o sêmen de Armitage, enquanto o excesso escorria pelas pernas do aracnídeo. Armitage estava ofegante, o rosto escondido pelo cabelo branco-prateado que agora estava desgrenhado e úmido de suor.

— O que foi? — Sean Landis riu, movendo-se para trás das nádegas de Armitage enquanto Bullseye e ele soltavam os pulsos do prisioneiro, embora mantivessem uma pressão intimidadora sobre o corpo dele. — Achei que você gostasse de jogos cruéis.

Armitage tentou se cobrir com os quatro braços, mas Sean foi mais rápido. Ele o virou levemente de lado, expondo a entrada traseira do aristocrata.

— Não... Sean, não ouse! — Armitage implorou, a voz falhando.

Ignorando o apelo, Sean penetrou-o com força bruta. Armitage soltou um grito dilacerante, a dor rasgando sua compostura. No mesmo instante, Bullseye agarrou o queixo de Armitage com uma mão firme, forçando sua cabeça para trás.

— Abra a boca, aranhinha — ordenou Bullseye.

Armitage tentou resistir, mas a dor da penetração de Sean o fez abrir a boca involuntariamente para buscar ar. Bullseye aproveitou a oportunidade, forçando seu pênis para dentro da cavidade onde as mandíbulas negras tentavam, sem sucesso, morder. Sons abafados e irritados saíam da garganta de Armitage, enquanto ele era usado por ambos os lados.

— Veja só como ele se encaixa bem — comentou Benedict, observando a cena com os braços cruzados, deliciando-se com a queda do nobre.

O ritmo aumentou. Armitage sentia-se quebrado, sua dignidade pisoteada enquanto Sean o usava por trás e Bullseye preenchia sua boca. Gemidos de pura irritação e sofrimento escapavam dele, abafados pela carne e pela humilhação.

Finalmente, o clímax dos agressores chegou. Sean soltou um rosnado baixo enquanto gozava profundamente dentro da vagina das nádegas de Armitage. Quase ao mesmo tempo, Bullseye preencheu a boca do aracnídeo com seu sêmen quente.

Quando finalmente o soltaram, Armitage desabou sobre a cama de metal, trêmulo. O líquido branco escorria de sua boca e de suas nádegas, manchando a superfície fria. Ele olhou para cima, os olhos vermelhos agora nublados por uma mistura de ódio e derrota absoluta.

— Isso... — Armitage tentou dizer, limpando a boca com uma das mãos negras — ...isso não acabou.

— Ah, Armitage — disse Benedict, pegando a cartola branca do chão e colocando-a sobre a cabeça do aracnídeo nu, em um gesto de deboche final. — Para nós, isso é apenas o começo da lição.

Os três saíram das sombras, deixando Armitage sozinho no escuro, tremendo e marcado, não mais o líder intocável, mas uma presa capturada em uma teia que ele nunca imaginou que existiria.

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