
Armitage!! :3
Fandom: Fundamental paper education Advanced Class
Criado: 24/08/2026
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O Eclipse da Nobreza Aracnídea
A escuridão era um manto pesado, sufocante, que Armitage costumava dominar com a arrogância de quem se sente o predador no topo da cadeia alimentar. No entanto, o jogo havia virado de forma drástica. O aristocrata aracnídeo, cujos passos costumavam ecoar com autoridade e cuja presença fazia até mesmo Mister Barrel tremer em tempos passados, agora se via em uma posição de vulnerabilidade absoluta. O metal frio da cama de operações queimava contra sua pele nua, um contraste violento com a elegância do terno branco que agora jazia descartado em algum canto escuro daquela sala úmida.
Armitage tentou se debater, mas a resistência era inútil. Seus quatro braços, antes ferramentas de controle e medo, estavam esticados e presos por tiras de couro reforçadas. Suas pernas pontiagudas, semelhantes a anzóis, raspavam inutilmente contra a base da cama metálica, produzindo um som estridente que ecoava pelas paredes de concreto. Ele estava completamente exposto, sua anatomia única e privada à mercê de seus antigos aliados.
— Vocês perderam o juízo? — rosnou Armitage, suas mandíbulas negras estalando de raiva enquanto ele tentava morder Benedict Ignis, que se aproximava com um sorriso predatório. — Eu vou estraçalhar cada um de vocês! Vou garantir que suas mortes sejam lentas e...
A ameaça foi interrompida bruscamente. Sean Landis, com uma agilidade cruel, pegou um rolo de fita adesiva industrial. Sem um pingo de hesitação, ele envolveu a boca de Armitage, selando as mandíbulas negras que tentavam abocanhá-lo.
— Você fala demais para alguém que está tão... aberto — comentou Sean, com um tom de voz que misturava escárnio e desejo.
Armitage soltou um som abafado, um protesto gutural que vibrou em seu peito. Seus olhos vermelhos, desiguais em tamanho e altura, brilhavam com um ódio maníaco. Para piorar a situação, Bullseye Foxtrot aproximou-se com um pano grosso e escuro. Ele o dobrou meticulosamente e o forçou por baixo da fita, preenchendo o espaço entre as mandíbulas de Armitage, garantindo que nenhum som inteligível, nem mesmo um grito de comando, pudesse escapar.
— Assim está melhor — murmurou Bullseye, inclinando-se sobre o rosto de Armitage. — O grande líder, reduzido a um brinquedo silencioso. O que foi, Armitage? Quer pedir ajuda?
Armitage se debateu com uma força renovada, o metal da cama rangendo sob a tensão. Seus olhos gritavam promessas de morte, jurando que, se ele saísse dali, Bullseye seria o primeiro a ter o pescoço partido por suas garras negras. A humilhação de estar nu, com sua intimidade exposta e balançando conforme ele se movia freneticamente, fazia seu rosto arder em um tom profundo de carmesim.
— Não fique tão agitado — disse Benedict, sua voz descendo para um sussurro perigoso enquanto ele se posicionava entre as pernas de Armitage. — Você sabe que nós sempre admiramos sua... estrutura. É uma pena esconder algo tão fascinante sob aquele terno pomposo.
Sean Landis reapareceu no campo de visão de Armitage, mas desta vez ele não segurava apenas fita. Em sua mão, o brilho frio de uma faca de combate refletia a luz fraca da sala. O coração de Armitage deu um salto violento contra as costelas. O trauma e a fúria colidiram em sua mente, resultando em sons abafados e agressivos que pareciam rosnados de um animal encurralado.
— Cale a boca — ordenou Sean, a voz fria como o aço que ele segurava.
Armitage congelou. A autoridade súbita na voz de Sean e a proximidade da lâmina o fizeram silenciar, embora seus olhos continuassem a disparar adagas de ódio. Sean deslizou a ponta da faca pela bochecha de Armitage, descendo lentamente até o pescoço, sentindo a vibração dos gemidos contidos do aracnídeo. O aristocrata quase gritou internamente, o medo genuíno começando a se infiltrar em sua fachada de nobreza.
— Veja como ele treme — provocou Sean, dando um tapinha leve e humilhante na boca amordaçada de Armitage. — Onde está sua coragem agora, "líder"?
Bullseye, em um gesto falsamente terno, começou a acariciar o rosto de Armitage, limpando uma gota de suor que escorria por sua testa branca.
— Não tenha medo, querido Armitage — sussurrou Bullseye. — Nós só queremos apreciar o que você tem a oferecer. Não seja tímido.
Benedict, incapaz de esperar mais, focou sua atenção na vagina de Armitage, que estava exposta e vulnerável. O contraste da pele pálida com a anatomia exótica do ser aracnídeo era demais para ele ignorar.
— Tão perfeita — murmurou Benedict, antes de levar os dedos à entrada úmida.
Armitage arqueou as costas, um gemido de dor e choque sendo abafado pelo pano e pela fita. Ele sentiu o dedo de Benedict penetrar a abertura inferior, enquanto, simultaneamente, o outro homem começou a usar a boca na parte superior de sua genitália. A sensação era avassaladora, uma mistura de dor, invasão e uma excitação involuntária que ele odiava com todas as suas forças.
— Isso — disse Sean, observando a cena com prazer malicioso. — Deixe-nos entrar.
O prazer e a dor se misturavam conforme Benedict se perdia no corpo de Armitage. O aristocrata sentia o sêmen quente ser depositado dentro de si, uma marca de possessão que ele nunca imaginou que teria que suportar. Benedict se afastou por um momento, a boca suja com o fluido esbranquiçado, exibindo um sorriso triunfante para o prisioneiro.
— Você é delicioso, Armitage — disse Benedict, limpando o canto da boca com o polegar.
A tortura, no entanto, estava longe de terminar. Sean e Bullseye soltaram os pulsos de Armitage, mas antes que ele pudesse sequer pensar em reagir, Sean o virou bruscamente de bruços na cama de metal. A posição era ainda mais degradante.
— Onde você pensa que vai? — perguntou Sean, provocando-o enquanto se posicionava atrás das nádegas de Armitage.
Armitage tentou se apoiar nos quatro braços para se levantar, mas Bullseye segurou seu queixo com força, forçando sua cabeça para trás e mandando-o abrir a boca, mesmo com a mordaça ainda parcialmente ali. Sem aviso, Sean Landis penetrou a vagina anal de Armitage com um impulso violento.
O grito de Armitage foi um som lancinante, abafado pelo pano, mas carregado de uma agonia pura. Suas garras arranharam o metal da cama, deixando sulcos profundos. Ele sentia-se sendo rasgado ao meio, a brutalidade do ato despojando-o de qualquer resquício de dignidade.
— Abre — rosnou Bullseye, forçando seu pênis contra a boca de Armitage, que, em meio ao espasmo de dor causado pela penetração de Sean, acabou sugando o membro de Bullseye sem querer.
Bullseye soltou um gemido de prazer profundo, fechando os olhos enquanto Armitage fazia sons abafados e irritados, sua língua e mandíbulas reagindo por puro instinto biológico ao objeto em sua boca. Sean, atrás dele, continuava o movimento rítmico e cruel, cada estocada fazendo o corpo de Armitage estremecer.
— Olhe para ele — disse Sean entre dentes, rindo da desgraça do companheiro. — O grande Armitage, servindo a todos nós ao mesmo tempo.
Benedict se juntou a eles, sussurrando palavras obscenas no ouvido de Armitage, provocando-o sobre como ele parecia gostar da atenção, apesar de toda a sua resistência. Armitage soltava gemidos de irritação e desespero, suas pernas aracnídeas tremendo violentamente.
O clímax veio em uma onda de calor e humilhação. Sean e Bullseye chegaram ao ápice simultaneamente. O sêmen jorrou dentro da vagina das nádegas de Armitage e preencheu sua boca, transbordando pelos cantos da fita adesiva que ainda prendia parte de seu rosto.
Quando finalmente se afastaram, Armitage desabou contra o metal frio, o corpo trêmulo e a mente em frangalhos. O fluido branco escorria por suas coxas e por seu queixo, um lembrete viscoso de sua derrota total.
— Acho que ele aprendeu a lição — disse Sean, limpando-se com descaso. — Por hoje, isso é tudo.
Eles saíram da sala, deixando Armitage sozinho na escuridão, nu, sujo e quebrado, o silêncio da sala sendo quebrado apenas pelo som de sua respiração pesada e pelos soluços secos que ele se recusava a deixar escapar. A nobreza de Armitage havia sido enterrada sob camadas de luxúria e crueldade, e ele sabia que, na Paper School ou em qualquer outro lugar, ele nunca mais seria o mesmo.
