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Meu padrasto

Fandom: padrasto rico e gostoso

Criado: 24/08/2026

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RomanceDramaSombrioCiúmesLinguagem ExplícitaMenção de Incesto
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Curvas Perigosas em Mônaco

A luz do sol de Mônaco refletia nas águas cristalinas do Mediterrâneo, invadindo a cobertura luxuosa de Lando Norris através das imensas janelas do chão ao teto. Para Lily Dimond, de dezoito anos, a mudança para o principado ainda parecia um sonho febril. Há apenas alguns meses, sua vida era confortável, mas agora, como enteada do recém-coroado campeão mundial de Fórmula 1, o luxo havia atingido um patamar quase obsceno.

Hannah, sua mãe, circulava pelo salão com a elegância de uma rainha. O casamento com Lando fora um acordo de conveniência perfeito: ele limpava sua imagem de "playboy festeiro" perante a mídia e os patrocinadores da McLaren, adotando a postura de um homem de família, e Hannah ganhava a estabilidade e o poder necessários para expandir seu império na moda. Entre eles, havia um respeito mútuo, uma parceria comercial sólida e uma amizade genuína. Mas amor? Não, o amor não estava no contrato.

Lily, por outro lado, sentia que estava brincando com fogo desde o dia em que pisou naquela casa.

— Lily, querida, você não vai se atrasar? — Hannah perguntou, ajeitando o bracelete de diamantes enquanto olhava o cronograma no celular. — O filho dos Al-Fayed está esperando por você no clube de iatismo, não está?

— Vou sim, mãe. O Julian é fofo, a gente só vai tomar um drink e ver o pôr do sol — Lily respondeu, terminando de aplicar um gloss rosado que realçava seus lábios cheios.

Ela usava um vestido de seda branco, curto e justo, que abraçava suas curvas em formato de violão, uma herança genética que ela sabia muito bem como usar. Ela estava pronta para sair quando a porta principal se abriu, revelando o homem que ocupava seus pensamentos muito mais do que Julian jamais ocuparia.

Lando Norris entrou no apartamento exalando a confiança de quem acabara de conquistar o mundo. Seus cabelos castanhos estavam levemente bagunçados, e ele usava um relógio Richard Mille que custava mais do que a maioria das casas. Ao ver a enteada, seus olhos claros brilharam com uma intensidade que Lily conhecia bem — e que a fazia estremecer.

— Indo a algum lugar, Lily? — Lando perguntou, a voz casual, mas o olhar fixo nela.

— Ela tem um encontro com o Julian — Hannah respondeu por ela, dando um beijo rápido na bochecha de Lando. — Eu preciso ir para a sessão de fotos da Vogue, nos vemos no jantar?

— Claro, querida. Vá com cuidado — Lando sorriu para a esposa, aquele sorriso marcante que estampava outdoors por todo o mundo.

Assim que a porta se fechou e Hannah saiu, o silêncio no apartamento tornou-se denso, carregado de uma eletricidade que Lily tentava ignorar. Lando jogou as chaves do carro sobre a mesa de mármore e caminhou lentamente em direção a ela.

— Julian, hein? — Ele parou a poucos centímetros de distância, invadindo o espaço pessoal dela. O cheiro de seu perfume caro e um toque de adrenalina da pista a envolveram. — O menino que dirige um Porsche de entrada e acha que sabe o que é velocidade?

— Ele é gentil, Lando — Lily rebateu, tentando manter a voz firme, embora seu coração estivesse martelando contra as costelas. — E tem a minha idade.

Lando soltou uma risada curta, rouca, e deu mais um passo, forçando-a a recuar até que suas costas tocassem a parede fria.

— A idade é apenas um número, Lily. Mas a experiência... ah, a experiência é o que realmente conta. — Ele estendeu a mão, afastando uma mecha de cabelo do rosto dela. Seus dedos roçaram a pele do pescoço de Lily, enviando uma onda de choque pelo corpo da jovem. — Você realmente acha que um garoto como ele sabe como cuidar de uma mulher como você?

— E você sabe? — Lily desafiou, o olhar fixo nos olhos azuis dele. — Você é o marido da minha mãe, Lando. Deveria estar preocupado com a sua reputação, não com quem eu saio.

Lando inclinou o corpo, aproximando o rosto do dela até que seus lábios estivessem a milímetros de distância. O ar entre eles parecia estar prestes a entrar em combustão.

— Minha reputação está ótima, pequena. O mundo me vê como o padrasto perfeito. Mas entre estas quatro paredes... — Ele baixou o olhar para o decote do vestido dela, um sorriso predatório brincando nos lábios. — Eu sou apenas um homem que sabe exatamente o que quer. E eu não gosto de dividir meus brinquedos.

— Eu não sou um brinquedo — sussurrou ela, embora sua respiração estivesse ofegante.

— Não, você é muito mais do que isso. — Lando deslizou a mão pela cintura dela, apertando a curva do quadril com uma possessividade que a deixou bamba. — Você é a distração mais perigosa que eu já tive.

O celular de Lily vibrou na bolsa. Era uma mensagem de Julian dizendo que já estava no local combinado. Ela tentou se afastar, mas Lando não se moveu, mantendo-a presa entre seu corpo e a parede.

— Eu tenho que ir — disse ela, a voz falhando.

— Vá — Lando murmurou, a voz carregada de segundas intenções. — Mas lembre-se de uma coisa, Lily. Você pode sair com quantos meninos quiser. Pode dançar, pode rir, pode até deixá-los beijar você. Mas no final da noite, é para esta casa que você volta. É para mim que você olha quando acha que ninguém está vendo.

Ele se afastou subitamente, voltando à sua postura descontraída de sempre, como se a tensão de segundos atrás nunca tivesse existido.

— Divirta-se no encontro. E tente não chegar muito tarde. As ruas de Mônaco podem ser traiçoeiras à noite.

Lily saiu do apartamento quase correndo, as pernas trêmulas. O encontro com Julian foi, como esperado, tedioso. O rapaz falava incessantemente sobre suas viagens de iate e seus seguidores no Instagram, enquanto Lily só conseguia pensar no toque de Lando em sua pele. Ela olhava para o mar, mas via os olhos claros do padrasto.

Duas horas depois, ela já estava farta.

— Julian, eu não estou me sentindo muito bem, acho que vou pedir um Uber — mentiu ela, interrompendo um monólogo dele sobre golfe.

— Eu te levo, claro! — Julian se prontificou.

— Não precisa, eu quero tomar um pouco de ar.

Ela caminhou pela marina, sentindo a brisa noturna, mas não demorou muito para perceber um carro esportivo preto, silencioso e ameaçador, seguindo-a à distância. Quando o carro parou ao seu lado, o vidro escurecido baixou, revelando Lando ao volante de sua McLaren Senna.

— O encontro foi tão ruim assim? — Ele perguntou, um brilho de triunfo nos olhos.

— Você estava me seguindo? — Lily perguntou, indignada, mas secretamente aliviada.

— Eu estava apenas dando uma volta. Mônaco é pequena, lembra? — Ele inclinou a cabeça para o banco do passageiro. — Entra.

Lily hesitou por um segundo antes de abrir a porta e se sentar no couro luxuoso do carro. Assim que ela fechou a porta, Lando arrancou, a aceleração jogando o corpo dela contra o banco. Ele dirigia com uma precisão cirúrgica, a mesma que o tornou campeão mundial, serpenteando pelas curvas do circuito de rua mais famoso do mundo.

— Você é louco — Lily disse, segurando-se no apoio de braço enquanto ele fazia uma curva fechada perto do cassino.

— Sou louco por velocidade, Lily. E por adrenalina. — Ele diminuiu a marcha ao entrar em uma área mais isolada, perto das falésias. O carro rugiu antes de silenciar quando ele estacionou em um mirante deserto.

Lando desligou o motor, mas não saiu do carro. Ele virou-se para ela, a luz da lua iluminando as linhas de seu rosto jovem, mas marcado pela determinação.

— Por que você faz isso? — Lily perguntou, a voz baixa. — Por que flerta comigo desse jeito? Você tem tudo. Tem a glória, tem o dinheiro, tem a minha mãe.

— Eu tenho um contrato com a sua mãe — Lando corrigiu, a voz séria agora. — Hannah é uma mulher incrível, e eu a respeito mais do que qualquer pessoa. Mas o que acontece entre eu e você... isso não está em contrato nenhum. Isso é real.

— Isso é errado, Lando.

Ele soltou o cinto de segurança e inclinou-se sobre o console central, reduzindo a distância entre eles novamente.

— O que é errado, Lily? Sentir essa eletricidade toda vez que entramos na mesma sala? Querer você desde o primeiro momento em que sua mãe nos apresentou? — Ele passou o polegar pelo lábio inferior dela. — Eu vi como você me olha nas corridas. Eu vi como você fica quando eu ganho. Você não quer um menino como o Julian. Você quer um homem que saiba como é estar no limite.

Lily fechou os olhos, entregando-se ao toque.

— Minha mãe vai descobrir...

— Hannah é inteligente, Lily. Ela sabe que o nosso casamento é uma fachada para o mundo. Ela vive a vida dela, e eu vivo a minha. — Ele aproximou o rosto do pescoço dela, depositando um beijo casto logo abaixo da orelha, fazendo Lily soltar um suspiro trêmulo. — A única regra entre nós é a discrição. E eu sou muito bom em manter segredos.

Lily virou o rosto, encontrando os olhos dele. A determinação competitiva de Lando, a mesma que o fazia ultrapassar rivais a 300 km/h, estava agora focada inteiramente nela. E ela percebeu, naquele momento, que não queria mais lutar.

— Prove — desafiou ela, a voz num sussurro audacioso.

Lando não precisou de um segundo convite. Ele selou seus lábios nos dela em um beijo que era tudo o que Lily imaginava e muito mais: urgente, experiente e carregado de uma fome que estava guardada há meses. As mãos dele, firmes e calejadas pelo volante, exploravam as curvas de seu corpo com uma autoridade que a deixava sem fôlego.

Quando se afastaram, ambos estavam ofegantes. Lando sorriu, aquele sorriso brincalhão que enganava o mundo inteiro, mas que agora era carregado de uma promessa perigosa.

— Isso foi só a volta de aquecimento, Lily — disse ele, voltando a ligar o motor do carro. — O GP de verdade ainda nem começou.

Ele engatou a marcha e acelerou de volta para a cobertura, deixando para trás as luzes de Mônaco. Lily olhou para o perfil dele, sentindo o perigo e a excitação correndo em suas veias. Ela sabia que estava entrando em uma zona de colisão, que o escândalo poderia destruir tudo o que eles haviam construído.

Mas, enquanto a McLaren voava pelas ruas desertas, ela percebeu que, ao lado de Lando Norris, a única coisa que importava era a velocidade do momento. E ela estava pronta para correr aquele risco.

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