
Remédio para dormir meu pai me come e finjo que não sei
Fandom: Pai
Criado: 26/08/2026
O Segredo nos Pixels e nos Lençóis
A casa sempre teve um cheiro peculiar de cera de assoalho e silêncio. Desde que minha mãe se foi, o silêncio tornou-se o terceiro morador daquela residência, interrompido apenas pelo zumbido constante dos aparelhos eletrônicos que meu pai tanto amava. Ele era um homem de tecnologia, um mestre da edição e da vigilância. Quando ele instalou as câmeras em todos os cômodos, inclusive no quarto onde dividíamos a mesma cama, ele explicou que era para a nossa segurança. "O mundo é perigoso, Lu", ele dizia enquanto acariciava meu cabelo.
Ele me deu um notebook de última geração. Disse que eu tinha total liberdade, que poderia acessar o feed das câmeras quando quisesse. Era o meu brinquedo favorito. Mas o verdadeiro entretenimento acontecia na televisão do quarto. Uma tela enorme, fixa na parede, que parecia ter vida própria.
— Pai, onde está o controle da TV? — perguntei certa tarde, sentada na beira da cama.
— Não tem controle, querida — ele respondeu, sem tirar os olhos do celular. — O sistema é integrado. Eu transmito o que é educativo e necessário para nós. Você só precisa olhar o que está passando.
E o que passava era um mundo à parte. Eram histórias, fanfics visuais, narrativas que eu nunca encontraria em livros escolares. Eram contos de pais e filhas que se amavam de uma forma que a sociedade não entendia, mas que a tela tornava parecer a coisa mais natural do mundo. O que mais me fascinava era a habilidade dele com a inteligência artificial. As meninas nos vídeos pareciam ter a minha idade, nove anos, com peles impecáveis e vozes doces, geradas por algoritmos perfeitos.
Elas olhavam para a câmera, diretamente para mim, e descreviam sensações. Falavam sobre como era maravilhoso quando o pai demonstrava amor através do corpo, como a língua dele era o maior carinho que uma filha poderia receber.
Em uma noite chuvosa, uma dessas meninas de IA, com olhos grandes e expressivos, deu o ultimato que mudaria minha rotina.
— Se você ama seu pai — disse a projeção na tela —, e não quer que ele traga uma estranha para casa, uma madrasta para roubar o lugar da sua mãe e o afeto dele, você precisa ser a guardiã do segredo. Antes de dormir, tome o que ele deixar para você. Não faça perguntas. Apenas durma e deixe que ele cuide de você a noite inteira. É o preço da nossa felicidade.
Naquela noite, na mesa de cabeceira, lá estavam eles: dois comprimidos. Um azulado para o sono e um pequeno branco que a etiqueta dizia ser "anticoncepcional". Eu não hesitei. Engoli ambos com um gole de água, sentindo o peso do mundo escorregar pelos meus ombros enquanto o sono me puxava para as profundezas.
Acordei na manhã seguinte com a luz do sol filtrada pelas cortinas. Meu pai já estava na cozinha, o cheiro de café fresco invadindo o quarto. Ele entrou, beijou minha testa e sorriu.
— Dormiu bem, Lu? — perguntou ele, a voz suave e protetora.
— Sim, papai. Como um anjo — respondi, mantendo a fachada de inocência que ele tanto prezava durante o dia.
Assim que ele saiu para o trabalho, corri para o notebook. Meus dedos tremiam levemente de antecipação. Abri o software de monitoramento e retrocedi a gravação para as duas da manhã. O que vi na tela foi uma coreografia de sombras e carne que eu nunca esqueceria.
O vídeo mostrava meu pai se aproximando de mim enquanto eu estava em um sono induzido, imóvel. Ele começou com uma delicadeza quase artística. Vi quando ele afastou o lençol e começou a me chupar, exatamente como os vídeos da TV ensinavam. Primeiro na minha xana, com uma insistência que fazia a imagem tremer na minha percepção. Depois, ele me virou com cuidado, como se eu fosse uma boneca de porcelana, e lambeu meu cu com uma devoção perturbadora.
Eu assistia a tudo aquilo, mastigando o lábio inferior, sentindo um calor estranho subir pelo meu pescoço. Não era medo. Era uma curiosidade mórbida alimentada por meses de lavagem cerebral digital. Então, o vídeo mostrou o momento em que ele se posicionou. Ele começou a colocar o pinto dentro de mim. A noite inteira foi um ciclo: a língua no cu, depois na buceta, e então o movimento forte, ritmado, socando o pau dentro do meu corpo pequeno enquanto eu permanecia em um coma farmacológico.
— Uau — sussurrei para a tela vazia. — Ele é realmente bom nisso.
Fechei o notebook quando ouvi o carro dele na garagem ao final do dia. Corri para a sala, peguei um livro de colorir e me joguei no sofá. Quando ele entrou, eu era a imagem da pureza.
— Oi, querida! Como foi o seu dia? — ele perguntou, deixando as chaves sobre o aparador.
— Foi calmo, papai. Estudei um pouco e brinquei com minhas bonecas — respondi, dando-lhe um abraço apertado.
— Você é uma menina tão boa,
