
Miss huroko x Edward
Fandom: Fundamental paper education FPE
Criado: 28/08/2026
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Experimento Proibido na Sala de Ciências
O silêncio nos corredores da Paper School era sempre enganoso. Por trás das paredes de papel e das dobraduras geométricas, o perigo espreitava em cada sala de aula. Miss Huroko, com seu porte esguio e sua presença autoritária, estava sozinha na sala de arquivos, procurando desesperadamente por um conjunto de relatórios de desempenho que pareciam ter evaporado.
Seu longo cabelo rosa-azulado balançava levemente conforme ela se abaixava para revirar as gavetas inferiores de um armário de metal. Os grampos em sua franja — o "X" e o traço reto — brilhavam sob a luz fria das lâmpadas fluorescentes. Huroko sentia o peso de sua condição; a garra preta em sua mão direita arranhava o metal, enquanto o vazio onde deveria estar seu braço esquerdo, extirpado por aquela tesoura gigante no passado, ainda latejava com uma memória fantasmagórica.
O que ela não sabia era que não estava sozinha.
No topo de um dos armários altos, camuflado pelas sombras e pelo ângulo, Edward observava. O garoto prodígio da ciência, com seus cabelos brancos espetados e seus chifres demoníacos, estava agachado como um predador curioso. Seus óculos redondos estavam empoleirados no topo da cabeça, e sua cauda preta e retorcida balançava lentamente de um lado para o outro.
Edward sempre fora travesso, mas naquele momento, sua curiosidade científica havia tomado um rumo muito mais instintivo e carnal. De sua posição privilegiada, ele tinha uma visão direta para a professora. Conforme Huroko se inclinava mais para alcançar o fundo do armário, seus shorts esportivos pretos, com aquelas fendas laterais provocantes, realçavam suas curvas. As nádegas da professora balançavam suavemente com o esforço de sua busca.
O rosto de Edward esquentou instantaneamente. Ele sentiu o sangue subir, tornando sua pele tão vermelha quanto um fogo ardente. Seus olhos, geralmente arregalados de astúcia, semicerraram-se em uma expressão de desejo puro e travessura proibida. Ele não conseguiu mais se conter.
Com a agilidade de quem está acostumado a escalar estruturas de laboratório, Edward desceu silenciosamente. Huroko estava tão distraída que nem percebeu a aproximação. De repente, ela sentiu mãos pequenas, mas firmes, apertando suas nádegas com força.
— Uhn?! — O corpo de Huroko travou. Um tremor percorreu sua espinha, e seu rosto atingiu um tom de carmesim que rivalizava com o cabelo.
Ela tentou se virar, mas Edward foi mais rápido. Ele a manteve naquela posição, usando seu peso para impedi-la de se levantar completamente. Huroko sentiu o toque atrevido do garoto, e o choque inicial começou a se transformar em algo muito mais denso e quente. Ela percebeu, pelo reflexo no metal do armário, que era Edward. O pequeno demônio da ciência estava indo longe demais.
Edward, com a língua para fora e a respiração pesada, separou as nádegas da professora com audácia. Ele não hesitou. O garoto mergulhou sua língua na intimidade de Huroko, explorando-a com uma voracidade que ela nunca esperaria de um aluno.
— Ah... Edward... o que você... ahnn! — Huroko soltou um gemido alto, que ecoou pelas paredes de papel da sala.
Ela tentou se apoiar com sua garra preta, mas o prazer era avassalador. Edward parecia querer engoli-la por inteiro, sua língua trabalhando com uma precisão quase científica, encontrando cada ponto sensível. Huroko fechou os olhos, a cabeça pendendo para trás. A autoridade da professora havia sido completamente desmantelada pela língua incansável do garoto travesso.
Após alguns minutos de uma intensidade insuportável, Edward se afastou, ofegante, com um fio de saliva conectando-os e um sorriso vitorioso no rosto. Ele achou que tinha vencido o jogo.
Huroko, no entanto, respirava de forma pesada, o peito subindo e descendo. Ela se virou lentamente. Seus olhos não mostravam apenas luxúria, mas uma centelha de malícia perigosa. Ela era uma professora da Paper School, afinal, e a punição era parte da disciplina.
— Você acha que pode simplesmente fazer isso e sair impune, Edward? — A voz dela saiu rouca, carregada de um desejo sombrio.
Ela se aproximou dele, sua silhueta alta e esguia pairando sobre o garoto. Com um movimento rápido, ela o empurrou contra a mesa de metal. Edward, agora corado e confuso, tentou recuar, mas Huroko era mais rápida.
Como vingança, ela não usou as mãos. Ela pegou a tesoura gigante que costumava carregar — a mesma ferramenta que, ironicamente, simbolizava sua perda — e a posicionou de forma provocante. Com um olhar apaixonado e meio malvado, ela começou a tocar a região íntima de Edward, entre suas nádegas, usando a ponta fria e afiada da tesoura com uma precisão cruel e excitante.
— Vamos ver como o pequeno cientista reage a um estímulo... diferente — provocou ela, roçando o metal frio contra a pele quente dele.
— H-Huroko... espere! — Edward soltou um gemido agudo, o corpo arqueando sob o toque do metal. — Isso é... ahnn!
— Shhh — sibilou ela, aproximando o rosto do dele, seus cabelos rosa-azulados caindo sobre os ombros de Edward. — Você começou este experimento, agora vamos levá-lo até o fim.
Huroko movia a tesoura com uma maestria maliciosa, provocando reações intensas no garoto. Edward, que antes se sentia o mestre da situação, agora estava completamente à mercê dela. Ele gemia de prazer, o rosto enterrado no braço enquanto a professora o levava ao limite da sanidade.
— Você gosta disso, não gosta? — perguntou ela, a voz carregada de uma doçura venenosa.
— Sim... ah, sim! — Edward confessou, a cauda preta agitando-se freneticamente, enquanto o prazer e o medo se misturavam em uma sinfonia proibida dentro da sala de arquivos.
Naquela tarde, a Paper School aprendeu que, entre professores e alunos, as lições mais profundas nem sempre estavam nos livros, mas nos jogos perigosos de poder e desejo que aconteciam quando as luzes se apagavam.
