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Miss huroko x mister Reiner

Fandom: Fundamental paper education FPE

Criado: 29/08/2026

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Tinta, Suor e Desejo

O corredor do segundo andar da Paper School estava silencioso, mergulhado naquela penumbra cinzenta que só as instituições de ensino têm após o sinal da última aula. Miss Huroko caminhava com uma elegância felina, seus passos fazendo um eco suave contra o chão de papel rígido. O rabo de cavalo rosa-azulado balançava ritmicamente, e seus olhos brilhavam com uma faísca de travessura pura.

Ela sabia exatamente onde encontrá-lo.

Mister Reiner estava encostado nos armários de aço, massageando as têmporas. O número "09" em seu peito parecia mais pesado hoje. Ele tinha tido um dia terrível: alunos desobedientes, pilhas de provas mal resolvidas e a pressão constante de manter a ordem naquela escola caótica.

— Ora, ora, se não é o nosso professor mais dedicado — cantarolou Huroko, aproximando-se com um sorriso malicioso. Ela parou a poucos centímetros dele, deixando a mão direita em forma de garra preta roçar de leve no braço dele. — Você parece... tenso, Reiner. Quer que eu ajude a relaxar?

Reiner soltou um suspiro pesado, sem abrir os olhos.

— Huroko, agora não. Eu tive um dia longo e minha paciência está no limite.

— Ah, mas é exatamente quando a paciência acaba que as coisas ficam interessantes — ela sussurrou, inclinando-se para perto do ouvido dele, a falta de pescoço dando a ela um ângulo de movimento quase sobrenatural. — Você é tão rígido, tão sério... me pergunto o que aconteceria se você simplesmente quebrasse.

Ela soltou uma risadinha baixa, provocadora, e passou a garra pelo contorno da gravata preta dele. Reiner abriu os olhos, e havia um fogo perigoso neles. Ele não estava apenas estressado; ele estava no limite de sua sanidade.

Em um movimento súbito e violento, Reiner agarrou o pulso de Huroko e a empurrou contra a parede de concreto. O impacto fez os grampos "X" na franja dela tremerem.

— Você não sabe a hora de parar, não é? — rosnou Reiner, encurralando-a com seu corpo robusto. As garras pretas dele cravaram-se na parede de cada lado da cabeça dela.

A malícia de Huroko evaporou instantaneamente, substituída por um choque genuíno. Ela não esperava uma reação tão bruta. O coração dela disparou, mas não de prazer — de irritação.

— O que pensa que está fazendo, Reiner?! — ela gritou, tentando empurrá-lo com o braço que lhe restava. — Me solta agora! Você está passando dos limites!

Reiner, no entanto, não recuou. Ao ver a irritação dela, algo nele mudou. O estresse se transformou em uma possessividade ardente. Ele a olhou de cima a baixo, admirando as pernas longas e finas e o contraste do cabelo colorido contra a roupa preta. Um sorriso sombrio e apaixonado surgiu em seus lábios.

— Você adora provocar, Huroko — disse ele, a voz descendo uma oitava, carregada de um desejo súbito. — Mas não gosta quando a presa resolve morder de volta?

Ele levou a mão ao queixo dela, forçando-a a olhar diretamente em seus olhos. Huroko sentiu o rosto queimar. Ela estava corada, o rosa de suas bochechas quase competindo com a cor de seu cabelo. O medo inicial se misturou a uma excitação proibida. Ela estava assustada, sim, mas a intensidade de Reiner era inebriante.

— Reiner... — ela começou, mas a voz falhou.

Sem dizer mais nada, Reiner aproximou o rosto. Huroko, em um transe de desejo, imitou o gesto. Ambos colocaram as línguas para fora, um convite silencioso e cru, antes de se selarem em um beijo quente e desesperado. Não era um beijo delicado; era uma batalha de línguas e dentes, um reconhecimento de toda a tensão que vinham acumulando nos corredores da escola.

Eles se beijavam com uma fome voraz, as mãos de Reiner explorando as curvas de Huroko enquanto ela se agarrava aos ombros dele. O corredor parecia pequeno demais para o que estava acontecendo.

— Pro meu quarto — ofegou Reiner entre os beijos.

Eles praticamente tropeçaram pelo caminho, sem desviar os lábios um do outro por mais de um segundo. Assim que entraram, Huroko chutou a porta, fechando-a com um estrondo que ecoou pelo quarto silencioso. A atmosfera mudou instantaneamente; o ar estava pesado, carregado de feromônios e eletricidade.

Com uma força que surpreendeu Reiner, Huroko o empurrou em direção à cama. Ele caiu de costas, os cabelos pretos espetados espalhando-se pelo travesseiro. Antes que ele pudesse reagir, ela já estava sobre ele, sentando-se em seu colo com uma confiança renovada. A malícia havia voltado, mas agora estava temperada com uma paixão avassaladora.

— Agora você é meu — ela sussurrou, passando a língua pelos lábios, provocando-o enquanto suas mãos começavam a desabotoar a camisa branca com o número 09.

— Eu sempre fui, Huroko — respondeu Reiner, a voz rouca, ajudando-a a se livrar das roupas.

Em poucos minutos, as roupas pretas e brancas estavam jogadas pelo chão em um rastro de pressa. A nudez no quarto era um contraste de sombras e curvas sob a luz fraca.

Huroko se moveu, sentindo a ereção rígida de Reiner contra ela. Ela o provocou, rebolando devagar, assistindo aos olhos dele se revirarem de prazer. Então, com um movimento fluido, ela o guiou para dentro de si.

O gemido que escapou da garganta de Huroko foi alto e agudo. Ela estava corada, a pele brilhando de suor, balançando os seios conforme o ritmo aumentava. Reiner segurou a cintura dela com firmeza, suas garras pretas deixando marcas leves na pele pálida dela.

— Mais... Reiner, mais! — ela implorou, a provocação dando lugar a uma necessidade primitiva.

Reiner sorriu, o olhar malicioso fixo nela.

— Você queria o Reiner estressado? Aqui está ele.

Ele começou a estocar com força, cada movimento mais profundo e rápido que o anterior. Huroko jogou a cabeça para trás, o rabo de cavalo balançando freneticamente. O som da carne batendo contra a carne preenchia o quarto. Ela estava delirando, provocando-o mesmo no auge do ato, desafiando-o a ir mais rápido, a ser mais bruto.

Reiner atendeu ao pedido. Ele aumentou a velocidade, suas estocadas tornando-se um borrão de movimento e prazer. Huroko sentiu o clímax chegando como uma onda gigante.

— Reiner! Eu vou... ah! — ela gritou, o corpo arqueando-se enquanto ela gozava alto, as paredes de sua intimidade contraindo-se fortemente ao redor dele.

O sêmen jorrou em abundância, sujando as coxas dela e a cama. Reiner, atingindo seu próprio ápice logo em seguida, não conseguiu conter a intensidade. O rosto de Huroko, que estava próximo ao dele, acabou sendo atingido pelo excesso de sêmen, o líquido branco contrastando com sua pele ruborizada.

Ela respirava pesadamente, os olhos semicerrados. Com um sorriso travesso, Huroko passou o dedo pelo rosto, limpou um pouco do sêmen e lambeu, olhando fixamente para Reiner.

— Delicioso — ela provocou, soltando uma risadinha.

Reiner ainda estava tentando recuperar o fôlego, mas Huroko não tinha terminado. Ela desceu pelo corpo dele, sua mão direita em forma de garra movendo-se com uma delicadeza surpreendente ao redor do pênis dele, que ainda estava pulsante.

— O que você está fazendo agora? — perguntou Reiner, um gemido escapando quando ela começou a masturbá-lo ritmicamente.

— Apenas garantindo que você esqueça completamente aquele dia ruim — ela respondeu, subindo novamente para ficar sobre o rosto dele.

Ela o beijou novamente, um beijo longo e profundo, enquanto o quarto se tornava palco de um acasalamento frenético e apaixonado. Gemidos, sussurros e o som de respirações curtas eram a única trilha sonora.

Em um momento de pura audácia, Huroko esticou o braço e puxou um vibrador de uma gaveta próxima. Ela virou Reiner de costas, sua expressão cheia de uma dominação brincalhona.

— Minha vez de brincar atrás — disse ela com uma piscadela.

Ela deu um tapa sonoro nas nádegas dele, fazendo Reiner gemer alto, uma mistura de choque e prazer.

— Huroko... você é impossível — ele murmurou, embora seu corpo estivesse implorando por mais.

— E é por isso que você me ama — ela retrucou, provocando-o enquanto iniciava uma nova rodada de prazer que duraria até que o sol começasse a nascer sobre a Paper School.

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