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Harry Potter

Fandom: Harry Potter

Criado: 31/08/2026

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O Eco do Prazer no Expresso de Hogwarts

O som rítmico das rodas do Expresso de Hogwarts contra os trilhos parecia estranhamente alto, uma percussão metálica que tentava abafar as batidas frenéticas do coração de Hermione Granger. Ela estava encostada na porta fria da cabine dos monitores, o metal gelado em suas costas contrastando violentamente com o calor abrasador que ainda emanava de seu próprio corpo. Harry estava a poucos centímetros dela, a respiração ainda pesada, os óculos levemente embaçados e o cabelo, se é que era possível, ainda mais bagunçado do que o habitual.

O ar entre eles estava saturado com o cheiro de sexo, suor e magia crua. Hermione sentiu um tremor percorrer suas coxas quando deu o primeiro passo para se recompor. Foi nesse momento que a sensação física a atingiu com força total: um calor líquido, viscoso e profundo, escorrendo lentamente pelas paredes internas de sua feminilidade. Harry a havia preenchido completamente, e agora, o sêmen dele, quente e denso, parecia pulsar dentro dela a cada movimento.

Ela fechou os olhos por um segundo, soltando um suspiro trêmulo. A sensação de estar carregando uma parte dele dentro de si era avassaladora. Não era apenas físico; era como se a essência de Harry estivesse ancorada em seu ventre, um peso morno e satisfatório que a fazia se sentir marcada, reivindicada. Ela podia sentir o líquido deslizando, ameaçando manchar sua calcinha de algodão, e a consciência de que aquele fluido fértil estava ali, tão perto de sua barriga, a fazia sentir um formigamento elétrico que subia pela espinha.

— Hermione... — Harry sussurrou, a voz ainda rouca, estendendo a mão para tocar seu ombro. — Você está bem?

— Sim — respondeu ela, a voz saindo mais aguda do que pretendia. Ela rapidamente ajeitou a saia do uniforme, sentindo o atrito do tecido contra sua pele sensível. — Só... precisamos nos apressar. O trem já está diminuindo a velocidade. Hogsmeade está logo ali.

Ela se virou para o pequeno espelho pendurado na parede da cabine e soltou um arquejo abafado. A imagem que a devolvia o olhar era a de uma mulher que acabara de ser possuída com intensidade. Seus lábios estavam inchados e vermelhos, quase feridos pelos beijos vorazes de Harry. Suas bochechas ostentavam um rubor escarlate que nenhuma maquiagem ou frio de inverno conseguiria replicar. E os olhos... seus olhos castanhos brilhavam com uma lucidez perigosa, as pupilas ainda dilatadas pelo prazer recente.

— Meu cabelo — murmurou ela, tentando desesperadamente domar os fios rebeldes que escapavam do coque. — Harry, eu pareço... eu pareço...

— Você está linda — interrompeu ele, aproximando-se por trás e selando a nuca dela com um beijo casto, mas que a fez vacilar nas pernas.

— Eu pareço alguém que acabou de fazer algo proibido em um trem cheio de alunos — corrigiu ela, embora um sorriso involuntário brincasse em seus lábios.

Com alguns feitiços rápidos de limpeza e um "Tergeo" bem direcionado para garantir que nenhuma evidência física manchasse suas vestes, eles saíram da cabine. Hermione caminhava com uma rigidez cuidadosa. A cada passo, ela sentia a viscosidade morna de Harry se deslocar dentro dela, uma lembrança constante e úmida do que haviam feito. Sua barriga parecia carregar um segredo pesado, um calor que irradiava para o resto do corpo, mantendo-a aquecida apesar do vento frio que começava a entrar pelas janelas abertas do corredor.

Quando chegaram à cabine onde Ron os esperava, Hermione sentiu uma onda de adrenalina. O risco de serem descobertos era o que tornava tudo mais excitante e, ao mesmo tempo, aterrorizante.

Ron estava esparramado no banco, cercado por embalagens vazias de Sapos de Chocolate e Feijõezinhos de Todos os Sabores. Ele levantou os olhos quando a porta correu.

— Onde é que vocês se enfiaram? — perguntou Ron, a boca meio cheia de um caldeirão de chocolate. — A patrulha de monitores deveria durar vinte minutos, não uma hora!

Hermione sentiu o sêmen de Harry dar um pequeno solavanco dentro dela quando ela se sentou à frente de Ron. Ela apertou as coxas, tentando conter a sensação.

— Houve... um problema no vagão da Sonserina — disse ela, sua voz soando estranhamente formal. — Tivemos que lidar com alguns alunos do terceiro ano que decidiram testar fogos de artifício do Dr. Filibusteiro.

Ron franziu o cenho, olhando para ela com mais atenção.

— Você está bem, Mione? Está vermelha como um pimentão. E seu cabelo... parece que você levou um choque de um Puffskein.

Harry sentou-se ao lado dela, e Hermione pôde sentir a tensão emanando dele. Ela abriu seu livro de Aritmancia, usando-o como um escudo, embora as letras parecessem dançar diante de seus olhos.

— O corredor estava muito abafado — disse ela, sem desviar os olhos das páginas. — E a discussão com os alunos foi desgastante. Você sabe como eu fico quando as pessoas desobedecem às regras.

— Sei, sei — resmungou Ron, voltando sua atenção para uma figurinha de bruxo famoso. — Mas sério, você parece... diferente. Meio brilhante.

Hermione sentiu um espasmo involuntário em seus músculos pélvicos. O líquido dentro dela parecia queimar suavemente. Ela olhou para Ron, e por um segundo, sentiu uma pontada de culpa, mas essa culpa foi rapidamente soterrada pela memória das mãos de Harry em seus quadris e da força com que ele a preenchera. Ela podia sentir o cheiro de Harry em si mesma — não o cheiro de sabão de Hogwarts, mas o cheiro de homem, de esforço, dele.

— Deve ser a expectativa para o banquete — interveio Harry, sua voz surpreendentemente calma. — Todos estamos um pouco ansiosos este ano, não é?

Ron deu de ombros, aceitando a explicação. Hermione, porém, não conseguia se desligar das sensações físicas. Ela sentia a calcinha ficando cada vez mais úmida, o sêmen de Harry agora começando a vazar lentamente, criando uma sensação de preenchimento que a fazia querer fechar os olhos e gemer ali mesmo, na frente do melhor amigo deles. A pressão em seu baixo ventre era uma mistura de saciedade e uma fome renovada.

Ela olhou de soslaio para Harry. Ele estava olhando pela janela, mas sua mão estava descansando no assento, a poucos centímetros da coxa dela. Hermione moveu a mão por baixo da mesa de leitura e tocou os dedos dele. O contato elétrico a fez morder o lábio inferior.

— Você está com fome, Hermione? — perguntou Ron, oferecendo um pacote de varinhas de alcaçuz. — Você não comeu nada desde Londres.

— Eu... — Ela engoliu em seco, sentindo o calor de Harry pulsar dentro de sua barriga mais uma vez. — Não muito, Ron. Na verdade, me sinto estranhamente satisfeita.

Harry soltou um tossido abafado que soou suspeitosamente como uma risada reprimida. Hermione lançou-lhe um olhar de advertência, mas seus olhos brilhavam com diversão e luxúria compartilhada.

O trem começou a parar com um rangido metálico prolongado. A plataforma de Hogsmeade estava iluminada por lanternas que balançavam ao vento.

— Finalmente! — exclamou Ron, levantando-se e pegando suas malas. — Mal posso esperar pelo purê de batatas.

Hermione levantou-se devagar. A mudança de posição fez com que mais do fluido de Harry escorresse. Ela sentiu a umidade quente descer pela parte interna de sua coxa, escondida pela saia longa e grossa. Ela teve que se apoiar no encosto do banco por um momento, a respiração falhando.

— Hermione? — Harry estava ao lado dela, sua mão encontrando a curva de sua cintura, oferecendo apoio enquanto Ron já saía para o corredor.

— Ele está dentro de mim, Harry — sussurrou ela, apenas para os ouvidos dele, a voz carregada de uma urgência pecaminosa. — Eu sinto você em cada passo que dou.

O olhar de Harry escureceu, a luxúria voltando a incendiar suas íris verdes. Ele se inclinou, fingindo pegar a bolsa dela, e sussurrou de volta:

— Guarde essa sensação. Porque quando as luzes do dormitório se apagarem, eu vou garantir que você sinta muito mais.

Hermione sentiu um calafrio de antecipação percorrer seu corpo, ignorando o frio da noite escocesa que entrava pela porta aberta. Ela ajeitou a postura, limpou o suor imaginário da testa e caminhou em direção à saída do trem. Ela era Hermione Granger, a aluna exemplar, a monitora-chefe, a mente mais brilhante de sua era. Mas, enquanto caminhava em direção às carruagens puxadas pelos testrálios, ela sabia que era, acima de tudo, uma mulher marcada pelo prazer de Harry Potter, carregando o segredo quente e úmido dele dentro de si, bem debaixo do nariz de todo o mundo bruxo.

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