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Waist

Fandom: Basquete

Criado: 07/09/2026

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Seda, Renda e o Peso do Domínio

O treino no ginásio dos Hornets havia terminado há pouco, mas Moussa Diabate não conseguia tirar os olhos da figura esguia que se alongava do outro lado da quadra. LaMelo Ball sempre teve uma aura diferente; era uma mistura hipnotizante de talento bruto e uma delicadeza que beirava o etéreo. Enquanto o armador se curvava, a camiseta de treino subia levemente, revelando a curva acentuada de sua cintura — uma linha tão fina e graciosa que parecia esculpida para as mãos grandes e possessivas de Moussa. O francês sentiu um aperto familiar no baixo ventre. Para o mundo, LaMelo era a estrela ousada, mas para ele, aquele homem era sua bonequinha particular, uma criatura doce que escondia uma luxúria devota sob camadas de carisma.

O trajeto até a residência de Diabate foi marcado por um silêncio carregado de tensão sexual. Moussa mantinha uma mão firme na coxa do namorado, apertando a carne macia ocasionalmente, apenas para ouvir os suspiros curtos que escapavam dos lábios rosados de Ball. Ao chegarem, a ordem foi dada com aquela voz grave e rouca que sempre fazia as pernas do mais baixo fraquejarem.

— Vá para o quarto, meu anjo — sussurrou o pivô, encostando os lábios na orelha do armador. — Quero que você se prepare. Quero ver a garotinha safada que você guarda só para mim. Você sabe exatamente o que eu gosto. Use a seda, use o brilho... e não esqueça de se deixar bem bonita para o seu homem.

Sozinho no quarto luxuoso, LaMelo sentia o coração martelar contra as costelas. Havia algo profundamente libertador em se entregar àquela feminização, em ser o objeto de adoração e controle de alguém tão imponente quanto Moussa. Ele abriu a gaveta secreta que mantinha na casa do namorado, sentindo o toque frio da renda contra os dedos trêmulos. Com movimentos lentos e ritualísticos, ele começou a transformação.

Primeiro, a calcinha de renda branca, tão pequena que mal cobria o essencial, ajustando-se perfeitamente aos seus quadris estreitos. Por cima, uma saia plissada curtíssima, que mal chegava ao meio das coxas, enfatizando a extensão de suas pernas de atleta, agora suavizadas pela luz difusa do abajur. Ele sentou-se diante da penteadeira, aplicando um gloss de cereja que deixava seus lábios com um aspecto úmido e convidativo. LaMelo olhou-se no espelho, a imagem da submissão doce: os olhos brilhando de antecipação, a pele levemente corada e o desejo de ser possuído transbordando em cada poro.

Quando a porta se abriu, o impacto foi imediato. Moussa parou no umbral, observando a visão diante de si. O contraste era magnífico: a fragilidade estética daquelas roupas femininas contra a estrutura física de um jogador profissional.

— Venha aqui, boneca — comandou o francês, a voz vibrando com um desejo sombrio.

LaMelo caminhou até ele, o balançar da saia revelando vislumbres da renda branca. Moussa o puxou pela cintura, as mãos enormes cobrindo quase toda a extensão daquela região tão cobiçada.

— Olhe para você... tão perfeita, tão vadia — rosnou Moussa, inclinando-se para capturar o aroma do pescoço do namorado. — Você se vestiu toda para mim, não foi? Para ser a minha garotinha?

— Sim, Moussa... tudo o que você quiser — respondeu Ball, a voz falhando enquanto sentia as mãos fortes apertarem suas nádegas por cima do tecido fino.

Sem mais delongas, o maior o guiou até a cama, deitando-o de bruços e levantando a saia com uma reverência quase religiosa. A visão da calcinha de renda afundando entre as bochechas firmes de LaMelo foi o estopim. Com destreza, Moussa removeu a peça, expondo a intimidade rosada e vulnerável do submisso.

— Você está tão ansioso, não está? — Moussa perguntou, enquanto seus dedos começavam a acariciar a entrada apertada. — Quero provar o quão doce você é por inteiro.

O pivô se posicionou entre as pernas do armador, inclinando a cabeça para realizar o rimming. Quando a língua quente e experiente de Moussa encontrou o ânus de LaMelo, o mais novo soltou um grito abafado contra o travesseiro. Era uma sensação avassaladora de entrega. A língua de Diabate trabalhava com precisão, traçando círculos, explorando cada vinco, penetrando levemente para relaxar o músculo contraído.

— Oh, Deus... Moussa... — gemia LaMelo, o corpo arqueando-se instintivamente para oferecer mais acesso. — Por favor, continue... é tão bom...

— Você gosta que eu te lamba assim, não gosta? — Moussa murmurou entre as lambidas, a voz abafada pela carne macia. — Gosta de ser tratado como a vadiazinha que você é. Tão limpa, tão pronta para mim.

Após minutos de uma estimulação oral intensa que deixou Ball tremendo e implorando por mais, Moussa o virou de frente. Ele não perdeu tempo em atacar os mamilos do namorado, sugando-os com força através da camisa fina que ele ainda vestia, até que o tecido estivesse encharcado. O som da sucção preenchia o quarto, misturado aos suspiros agudos de LaMelo.

— Veja como seus peitinhos ficam duros para mim — provocou o francês, mordiscando a ponta sensível antes de voltar a sugar com vontade. — Você é a minha garota, LaMelo. Minha bonequinha safada que adora ser usada.

O armador estava em transe, as mãos perdidas nos cabelos escuros de Moussa, puxando-o para mais perto. O desejo de ser preenchido era uma dor física agora.

— Por favor, Moussa... eu preciso de você dentro de mim. Me usa como você quiser, me faz sua garotinha... eu sou sua, só sua.

O francês sorriu, um brilho de possessão total nos olhos. Ele se posicionou, a ponta de seu membro encontrando a entrada que ele acabara de preparar com tanto cuidado. Com um empurrão lento e deliberado, ele penetrou, sentindo o aperto incrível de LaMelo.

— Tão apertada... — Moussa rosnou, começando a se mover em estocadas profundas e ritmadas. — Você foi feita para isso, não foi? Para receber o seu homem, para ser preenchida até não aguentar mais.

— Sim! — gritou LaMelo, as pernas envolvendo a cintura poderosa de Moussa, a saia agora amassada entre seus corpos. — Sou sua vadia, Moussa! Me fode como uma garota, me quebra no meio!

O som dos corpos colidindo era rítmico e carnal. Moussa não tinha pressa, cada estocada era projetada para atingir o ponto mais profundo, para marcar o território dentro do corpo do namorado. O linguajar sujo continuava, uma torrente de elogios degradantes e declarações de posse que alimentavam a chama da submissão de Ball.

— Olhe para esse rosto... tão doce com esse gloss borrado — disse Moussa, segurando o queixo dele enquanto continuava o movimento implacável. — Você é a coisa mais linda que eu já vi, e é toda minha. Ninguém mais sabe o quão safada a minha garotinha é entre quatro paredes.

LaMelo estava no limite, o prazer atingindo níveis insuportáveis. Ele sentia cada centímetro de Moussa dentro de si, a força do namorado dominando seus sentidos, a feminização completando a entrega de sua alma.

— Eu te amo, Moussa... me faz gozar... por favor, meu dono... — implorou ele, os olhos revirando de êxtase.

Com um último esforço, Moussa aumentou a velocidade, as mãos grandes apertando a cintura fina de LaMelo com tanta força que deixariam marcas — marcas que o armador exibiria com orgulho no dia seguinte sob o uniforme. Eles atingiram o ápice juntos, um emaranhado de suor, seda e gemidos altos que ecoaram pelo quarto.

Exaustos, Moussa deitou-se sobre o peito de LaMelo, beijando a testa suada e ajeitando os cabelos bagunçados da sua "garotinha".

— Você foi perfeita, meu anjo — sussurrou o pivô, o tom dominador agora suavizado por um carinho imenso. — A melhor garotinha que um homem poderia ter.

LaMelo sorriu, sentindo-se completo, amado e, acima de tudo, inteiramente pertencente ao homem que o segurava com tanto zelo.

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