
Oliver
Fandom: Fundamental paper education FPE
Criado: 11/09/2026
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Aula de Anatomia Prática
A luz azulada da tela do celular iluminava o rosto de Edward, que girava uma chave de fenda entre os dedos enquanto esperava a chamada de vídeo ser atendida. Ele queria mostrar a Oliver o novo protótipo de drone que estava montando com Zip, mas o amigo estava demorando mais do que o normal para atender. Quando finalmente o ícone de conexão desapareceu e a imagem surgiu, Edward não viu o rosto sorridente e travesso de sempre.
A câmera estava posicionada em um ângulo estranho, focando no teto e em parte do cabelo branco monumental de Oliver. O som que saiu dos alto-falantes, no entanto, foi o que travou o cérebro de Edward. Um gemido baixo, arrastado e carregado de um prazer óbvio ecoou pelo quarto.
— Oliver? — Edward franziu o cenho, aproximando o rosto da tela.
Oliver deu um pulo, o celular quase escorregando de sua mão de lápis. O rosto dele, geralmente pálido, estava tomado por um tom de vermelho tão intenso que parecia que a marca de "A+" em seu cabelo ia começar a brilhar. Ele ofegava, os olhos arregalados e as pupilas dilatadas.
— E-Edward! O que... o que você quer? — Oliver gaguejou, tentando ajeitar a câmera freneticamente.
— O que você estava fazendo? Você parecia estar... bem, morrendo ou algo assim — Edward perguntou, embora uma suspeita começasse a crescer.
Oliver mordeu o lábio inferior com força, hesitando. Em um momento de impulsividade ou talvez pelo delírio do prazer que sentia, ele inclinou a câmera para baixo, revelando sua anatomia íntima. Edward sentiu o rosto esquentar, mas sua curiosidade científica e a natureza peculiar da Paper School o impediam de desviar o olhar. Ele viu a forma única de Oliver, uma característica física que poucos conheciam, pulsando e úmida.
— Eu... eu estava me cuidando — Oliver murmurou, a voz trêmula.
Sem dizer mais nada, Edward desligou a chamada. Oliver ficou encarando a tela preta, o coração batendo na garganta. Ele achou que tinha estragado tudo, que o bullying e as brincadeiras de valentão com sabonetes seriam substituídos por um silêncio constrangedor. Mas, menos de dez minutos depois, a campainha de sua casa tocou com insistência.
Oliver levantou-se, ajeitando a camisa preta e as bermudas brancas como pôde. Ele abriu a porta tentando manter a compostura, o rosto agora voltando à cor normal. Edward estava parado ali, com sua expressão habitual, dando um simples sinal de "joia" com a mão, como se nada tivesse acontecido.
— Vim ver o resto do show — Edward disse de forma direta.
Oliver deu passagem, mas quando Edward passou por ele para entrar no quarto, a visão das nádegas do amigo, marcadas pelo corte da calça, fez o sangue de Oliver ferver novamente. Ele ficou instantaneamente vermelho, perdendo toda a pose de valentão.
Dentro do quarto, o clima mudou. Edward não era de rodeios. Ele se aproximou de Oliver e, com a curiosidade de quem examina um novo invento, tocou a genitália exposta do amigo. Oliver soltou um suspiro pesado, o corpo tremendo. Edward se abaixou e, por um breve momento, usou a boca para explorar Oliver, arrancando dele um gemido que ecoou pelas paredes de papel da casa.
— Você está suando, Oliver — Edward observou, limpando o canto da boca enquanto via o amigo arfar.
Edward então se virou, abrindo a própria calça e revelando suas nádegas. Ele as balançou levemente, um gesto provocativo que Oliver nunca esperaria do garoto dos inventos. Edward se posicionou, começando a esfregar-se contra o membro de Oliver, criando uma fricção que fazia o valentão de cabelos brancos morder o lábio até quase sangrar.
— Edward... eu não... — Oliver tentou falar, mas as palavras se perderam em um gemido.
Oliver não aguentou mais a tortura deliciosa. Ele segurou as nádegas de Edward, abrindo espaço, e descobriu a intimidade oculta do amigo. Sem mais delongas, Oliver penetrou Edward com uma estocada firme e profunda. O grito de prazer de Edward foi abafado pelo travesseiro, enquanto ele sentia a preenchimento total.
O ritmo tornou-se frenético. Oliver, impulsionado pela adrenalina e pelo desejo acumulado, dava estocadas fortes, o braço de lápis cravado no colchão para dar apoio. O som da pele batendo contra a pele e os gemidos sincronizados preenchiam o quarto. Ambos estavam no limite.
— Oliver! Agora! — Edward exclamou, as costas arqueando.
Eles chegaram ao ápice juntos. O alívio e o prazer explodiram, e o sêmen transbordou da intimidade de Edward, sujando os lençóis e as pernas de ambos. Eles caíram um ao lado do outro, ofegantes, os rostos vermelhos como pimentas, processando a intensidade do que acabara de acontecer.
Foi nesse exato momento que a porta do quarto se escancarou.
— Ei, idiotas, vocês esqueceram a porta da frente abert...
Zip parou no meio da frase. Seus olhos amarelos se arregalaram ao ver a cena: Oliver e Edward desgrenhados, suados, em uma posição que não deixava dúvidas sobre o que estavam fazendo.
O rosto de Zip passou por várias fases. Primeiro, o choque puro, ficando tão vermelha quanto os amigos. Depois, um sorriso lento e malicioso começou a surgir em seus lábios. Ela cruzou os braços, encostando-se no batente da porta.
— Ora, ora... — disse ela, o tom de voz carregado de malícia. — Parece que a lição de casa hoje foi bem interessante. Eu perdi o começo ou posso me juntar à revisão?
Oliver cobriu o rosto com o braço de lápis, querendo desaparecer, enquanto Edward apenas tentava recuperar o fôlego, sabendo que nunca mais teria paz nas mãos de Zip.
