
Família vôlei
Fandom: Vôlei
Criado: 14/09/2026
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Entre o Ciúme e o Fogo Carioca
A viagem havia sido uma verdadeira maratona de vinte horas, mas finalmente o avião tocou o solo do Rio de Janeiro. Julia Bergmann respirou fundo, sentindo o ar quente e acolhedor de sua terra natal invadir seus pulmões assim que cruzaram o desembarque. Ao seu lado, Ekaterina Antropova empurrava o carrinho duplo enquanto tentava manter os olhos abertos, claramente exausta pelo fuso horário, mas sustentando aquele sorriso tranquilo e charmoso nos lábios.
Junto delas, Gabi Guimarães vinha carregando duas mochilas, animada como se não tivesse acabado de passar quase um dia inteiro enfiada em poltronas de avião, enquanto Léo, o primogênito de sete anos, herdando os cabelos ruivos e os expressivos olhos verdes de Julia, pulava ao redor fazendo perguntas sem parar sobre a praia e os avós. No colo de Julia, o pequeno Noah, com apenas cinco meses, exibia seus raros fios loiros e impressionantes olhos azuis idênticos aos de Kate, balbuciando para as luzes do aeroporto.
Ao chegarem ao espaçoso apartamento dos pais de Julia, a recepção foi calorosa. A porta mal se abriu e os avós já se derreteram por completo. Noah abriu um sorriso banguela e radiante que arrancou suspiros imediatos, enquanto Léo disparou a contar sobre as nuvens que viu da janelinha do avião.
— Minha nossa, Kate, você é ainda mais alta pessoalmente! — brincou a mãe de Julia, abraçando a nora carinhosamente.
— E você achou o quê, tia? A Julia não ia arrumar qualquer baixinha não, olhe o padrão! — disparou Gabi, piscando para Antropova e arrancando gargalhadas de todos na sala. — Se bem que altura não é documento, né? Eu continuo sendo a capitã de vocês!
Após longos minutos de conversas soltas e abraços apertados, o cansaço do corpo começou a pesar. O grupo se dividiu para tomar banho e se arrumar antes de saírem para jantar. Gabi ficou acomodada no quarto de hóspedes, enquanto Julia, Kate e os meninos foram para a suíte principal disponibilizada pela família.
Com a sincronia de anos de convivência, dividiram as tarefas. Julia levou Noah para o banheiro, dando-lhe um banho morno e relaxante na banheirinha portátil, enquanto Kate cuidava de Léo no chuveiro, entre brincadeiras de espumas e risadas altas. Logo em seguida, os meninos estavam vestidos e cheirosos. As duas atletas tomaram seus respectivos banhos e se arrumaram com roupas leves, ideais para a noite abafada da capital fluminense.
O restaurante escolhido ficava a poucos minutos dali, de frente para a brisa do mar. A mesa já estava reservada quando a família chegou. Pouco tempo depois, Lucas, o irmão mais novo de Julia, apareceu direto do treino, ainda com a pele brilhando de suor, pedindo desculpas pelo atraso antes de correr até o banheiro para se ajeitar e se juntar a eles.
A comida típica brasileira foi pedida com fartura, acompanhada por sucos frescos e cervejas geladas. No entanto, o clima leve começou a mudar para Julia assim que seus olhos correram pelo salão. Na mesa imediatamente ao lado, uma mulher jovem, de vestido justo, não fazia a menor questão de disfarçar os olhares cravados em Kate. Eram encaradas descaradas, de cima a baixo, apreciando a imponência loira e atlética da russa.
Julia travou o maxilar. A ruiva, naturalmente possessiva e dramática, sentiu o sangue ferver nas veias. Seus dedos apertaram o copo de suco com força, e sua expressão fechou em uma carranca imediata.
Kate, percebendo a mudança brusca de energia ao seu lado, franziu a testa e virou-se para a esposa, falando em um tom baixo e curioso:
— Por que você está encarando aquela mesa e fechando essa cara linda, meu bem?
— Não é nada — Julia respondeu com a voz ríspida, sem olhar diretamente nos olhos da esposa.
Kate soltou um riso anasalado, irônica e perspicaz. Não precisava de mais do que dois segundos para entender o drama da ruiva. Ela se inclinou lentamente na direção do ouvido de Julia, roçando os lábios na concha da orelha alheia antes de sussurrar:
— Para que esse ciúme de novo, meu amor? Elas só estão olhando. Deixa olharem. Eu sou toda sua, e você sabe muito bem disso.
Julia apenas murmurou um som inaudível pelo nariz, cruzando os braços e mantendo a postura defensiva.
O jantar não se estendeu tanto, pois Noah começou a ficar inquieto. Com os primeiros dentinhos despontando na gengiva inchada, o bebê resmungava de dor e pedia colo constante. Decidiram pagar a conta e voltar para o apartamento.
Quando entraram em casa, já passava da meia-noite. Noah havia adormecido no colo de Julia, e Léo mal conseguia manter os passos firmes de tanto sono. Gabi se despediu rapidamente com um bocejo e foi direto para o seu quarto. Lucas, com jeito protetor, pegou Léo nos braços e o levou para dormir em sua cama, liberando espaço para as mães descansarem. Os pais de Julia também se recolheram.
No quarto do casal, Julia ajeitou Noah com todo o cuidado em uma rede de algodão armada entre as paredes, balançando-a suavemente até ter certeza de que o pequeno estava em sono profundo. Enquanto isso, Kate já estava jogada sobre a cama macia, alongando as pernas compridas e suspirando de cansaço.
Julia trocou de roupa no closet e voltou vestindo um pijama de seda curta, decotado e justo, que destacava cada curva de seu corpo esguio e desenhado pelo esporte. Ao vê-la deitar-se ao seu lado, Kate sorriu de lado, encantada, e esticou os braços para puxá-la para perto.
Julia, no entanto, esquivou-se com agilidade, virando as costas para a loira de forma fria.
— O que foi dessa vez, Juli? — perguntou Kate em um tom doce, quase paciente demais, estendendo a mão para acariciar o ombro ruivo.
— Eu não vou responder. Não quero começar a discutir agora — rebateu a brasileira, com o queixo empinado contra o travesseiro.
Kate deu uma risadinha provocadora, encostando o peito nas costas de Julia.
— Tá bom, você que sabe. Mas você fica incrivelmente gostosa quando está brava... e ainda mais com esse pijama minúsculo.
Antes que Julia pudesse protestar verbalmente, a palma larga e forte de Kate desceu com precisão sobre sua nádega por cima da seda fina, estalando no silêncio do quarto.
— Kate! — Julia chiou entre os dentes, virando-se com os olhos chispando de raiva contida. — Fica quieta! O Noah tá dormindo!
Kate apenas piscou, puxou o lençol e fechou os olhos com a calma de quem sabia exatamente o efeito que causava.
A manhã seguinte começou devagar. Julia levantou cedo quando Noah acordou faminto e desceu para a cozinha, aproveitando um café da manhã tranquilo com os pais. Kate permaneceu na cama até mais tarde, completamente derrotada pelas vinte horas de viagem e pela troca drástica de fuso horário.
A tarde correu leve e cheia de risadas na sala ampla do apartamento. Gabi não perdeu uma única oportunidade de fazer piadas sobre o sono pesado da russa e de imitar as reações dramáticas de Julia. Noah teve alguns episódios de manha por conta dos dentinhos, exigindo carinho em dobro, mas nada que tirasse a paz do ambiente.
Ainda assim, o clima entre as duas continuava gélido. Julia permanecia irredutível, tratando Kate com uma formalidade cortante e evitando toques.
Ao cair da noite, toda a família se arrumou para ir à missa de domingo na paróquia do bairro. Chegando à igreja, o interior já estava cheio. Léo, querendo ficar perto dos avós, entrou de mãos dadas com eles para encontrar lugares nos bancos de madeira. Do lado de fora, no pátio arejado sob as árvores, ficaram Julia, Kate, Gabi, Lucas e o pequeno Noah no carrinho.
Passados alguns minutos, Léo reapareceu correndo do interior da igreja, inquieto e hiperativo, pulando ao redor do grupo e puxando a barra da blusa de Julia.
— Kate, segura ele, por favor — pediu Julia, com um tom seco, abusado e impaciente, fuzilando a esposa com o olhar.
Kate, sem se abalar pela acidez da ruiva, puxou o menino para si com um abraço carinhoso, rindo baixo enquanto bagunçava os cabelos ruivos do filho.
— Vem cá, furacão. Deixa sua mãe respirar um pouco — disse a loira com paciência.
Nesse exato momento, Noah começou a choramingar no carrinho, esfregando o rosto com as mãozinhas e buscando o peito da mãe. Julia conferiu a bolsa e percebeu que havia esquecido a fralda de tecido que costumava usar para cobrir o seio em público. Desconfortável em amamentar ali no meio de tantas pessoas desconhecidas sem a proteção do pano, ela tentou acalmar o bebê apenas balançando-o.
Kate percebeu o impasse na mesma hora. Abaixou-se ao lado de Julia e falou em tom firme, mas baixo o suficiente para não chamar atenção:
— Juli, você não vai deixar o menino berrar de fome por causa disso. Leva ele para o carro agora. Eu fico aqui de olho no Léo.
Julia bufou, irritada por Kate estar certa, e caminhou a passos largos até o veículo da família estacionado na esquina, trancando as portas para amamentar Noah com privacidade.
O trajeto de volta para casa foi silencioso entre elas. Assim que pisaram no apartamento, Kate aproveitou que Julia se distraía na cozinha ajeitando as mamadeiras e tocou o ombro de Gabi, falando em um murmúrio quase inaudível:
— Gabi, faz um favor enorme para mim. Pega o Noah por meia hora. Preciso resolver essa palhaçada com a Julia agora.
Gabi olhou para a loira, mediu a determinação em seus olhos azuis e soltou um sorriso de canto, cúmplice.
— Deixa comigo, grandona. Vai lá domar a fera.
Segundos depois, Gabi entrou na cozinha com passos tranquilos.
— Juli, passa o gordinho aqui. Ele tá com sono e eu quero mimar meu afilhado um pouco. A propósito, a Kate tá te chamando lá no quarto, parecia importante.
Julia entregou o bebê sem desconfiar de nada e limpou as mãos no pano de prato. Na sala, seus pais, Lucas e Léo já estavam concentrados em preparar o jantar. Subindo as escadas com a postura altiva e o semblante endurecido, Julia empurrou a porta da suíte e entrou, fechando-a atrás de si.
— O que você quer, Kate? — perguntou ela, cruzando os braços.
Kate não respondeu de imediato. Caminhou com passos lentos e predatórios, trancando a fechadura da porta antes de se voltar completamente para a brasileira. Seus olhos azuis brilhavam com uma intensidade que fez o coração de Julia disparar contra a caixa torácica.
— Não é possível que você ainda esteja nesse clima ridículo por causa daquela menina no restaurante — Kate começou a falar, a voz rouca e baixa, aproximando-se lentamente. — Nós viemos até o outro lado do mundo para eu conhecer a sua família, para a gente se divertir, e você vai estragar tudo com essa cara amarrada?
Julia deu um passo para trás, mas suas costas encontraram a parede.
— Eu não estou estragando nada, você que...
— Pare com isso, Julia — interrompeu a loira, encurralando-a sem dar espaço para fuga. — Um mulherão desses, dona de um corpo desses, fazendo drama por causa de olhares vazios de quem não significa nada? Você sabe perfeitamente que eu não rebato. Eu só tenho olhos para você. Você é minha, completamente minha, exatamente como eu sou sua.
Antes que Julia pudesse retrucar, Kate avançou. Com uma das mãos, segurou com força a cintura fina da ruiva, colando os corpos até que Julia sentisse todo o calor de Antropova. A outra mão desceu certeira e apertou com brutal possessividade a nádega direita de Julia, arrancando-lhe um suspiro agudo que beirou um gemido surpreso.
Os lábios se colidiram com violência. O beijo não teve nada de delicado; foi faminto, agressivo, as línguas se chocando com uma urgência represada por dias. Kate mordeu com força o lábio inferior de Julia, sugando-o antes de descer a boca para a curva do pescoço, deixando marcas avermelhadas contra a pele alva da ruiva.
— Kate... para... vai marcar demais, cuidado... — Julia arquejou, a respiração entrecortada, tentando encontrar o ar enquanto suas próprias unhas cravavam nas costas da camisa da russa.
Mal deu tempo de terminar a frase. A mão pesada de Kate desceu mais uma vez em sua bunda, um estalo sonoro que ecoou pelo quarto, fazendo as pernas de Julia fraquejarem instantaneamente.
Sem quebrar o ritmo, Kate segurou Julia pela cintura com firmeza descomunal, girou-a e a empurrou sobre a cama king size, deixando-a de quatro contra o edredom escuro. Antes que a brasileira tentasse se mover, Kate envolveu a nuca de Julia com os dedos longos, puxando de leve seus cabelos ruivos e colando a boca quente contra a concha de sua orelha:
— Eu sou sua e você é minha, entendeu, Julia Bergmann? — sussurrou a russa, a voz vibrando de luxúria e autoridade. — E a partir desta noite você vai parar com esses ciúmes bobos. Entendeu?
Julia não conseguiu articular uma única palavra. Seus lábios apenas entreabriram em um gemido submisso e necessitado enquanto seu corpo ardia em expectativa.
Ainda mantendo a esposa naquela posição vulnerável, Kate puxou o short e a calcinha de Julia com agilidade, livrando-a das peças inferiores e apreciando a visão da pele arrepiada. Com uma das mãos firme na base do pescoço de Julia, entre os fios ruivos, Kate começou a desferir palmadas ritmadas e fortes contra a carne macia das nádegas da brasileira. O som dos tapas estalando pela suíte misturava-se aos gemidos roucos e contínuos de Julia, que afundava o rosto nos travesseiros para conter os próprios gritos.
— Você gosta disso, não gosta? — Kate provocou, ofegante.
Sem esperar resposta, a loira desceu o corpo. Ajoelhou-se atrás de Julia, afastou suas coxas com as mãos firmes e mergulhou a língua com avidez. Kate trabalhou sem pressa e sem pudores, chupando a entrada anal com voracidade antes de deslizar a língua quente e molhada para o centro da intimidade de Julia, que já pingava em desejo puro.
Julia arqueou a coluna para cima, cravando os dedos nos lençóis enquanto se debatia contra o contato devastador.
— Kate... meu Deus... mais, por favor... — a ruiva implorava entre dentes, perdida na onda de prazer brutal que a invadia.
Sentindo o clímax da esposa se aproximar com velocidade perigosa, Kate mudou a tática. Puxou Julia pelos quadris, virou-a de costas na cama e, em um movimento fluido, deitou-se de barriga para cima, puxando a ruiva para cima de seu rosto.
— Senta aqui, Juli. Anda — ordenou Antropova, com os olhos vidrados de volúpia.
Tonta, dominada pelo calor e pela vertigem do desejo, Julia obedeceu sem hesitar. Montou sobre o rosto de Kate, apoiando os joelhos no colchão e os braços na cabeceira da cama. Começou a rebolar e descer o quadril com ritmo, enquanto a língua implacável de Kate a encontrava de frente, intercalando lambidas profundas com os dedos longos que penetravam e esticavam Julia por dentro.
O ritmo foi acelerando até se tornar insuportável. Julia perdeu completamente o controle de si mesma, seus quadris tremendo em espasmos incontroláveis até que ela desabou em um orgasmo violento, derramando-se inteira sobre a boca e o queixo de Kate, soltando um grito abafado que ecoou pelas paredes do quarto.
Minutos se passaram até que a respiração de ambas desacelerasse. Kate, ainda com um sorriso vitorioso no rosto molhado, puxou Julia pelos braços e a levou direto para o banheiro da suíte. Sob a água quente do chuveiro, o clima esfriou para uma ternura profunda; trocaram carícias lentas, beijos úmidos com gosto de paixão e abraços demorados que lavaram qualquer resquício de amargura.
Depois do banho, Kate carregou Julia de volta para a cama. A ruiva permaneceu completamente nua, exausta e relaxada, enrolando-se sob o edredom pesado enquanto Kate deitava ao seu lado, puxando-a para o peito.
Ficaram ali, olhando-se nos olhos no silêncio acolhedor do quarto escurecido.
— Já passou essa raiva toda? — Kate perguntou baixinho, traçando círculos carinhosos na bochecha de Julia. — Você sabe muito bem que não precisa se preocupar com ninguém. Eu já fiz a melhor escolha da minha vida há muito tempo, e foi você, meu amor.
Julia sorriu pequeno, sentindo o peito se aquecer, e aninhou o rosto na curva do pescoço da loira.
— Eu sei... desculpa o drama — admitiu a ruiva, vencida.
Kate riu baixo, deixando um beijo no topo da cabeça de Julia antes de brincar com seu humor característico:
— E olha... eu só não chupo esses seus seios perfeitos agora porque eles estão cheios de leite de neném e tem gosto de peixe. Então, por enquanto, eu me contento muito bem com esse seu bundão maravilhoso.
— Kate! Que horror! — Julia deu um tapa frouxo no ombro da esposa, rindo abertamente contra o peito dela.
Antes que a conversa continuasse, duas batidinhas firmes soaram na porta de madeira do quarto, seguidas pela voz inconfundível de Gabi:
— Ô de casa! Posso entrar ou ainda tem gente viva aí?
A porta se abriu devagar. Gabi surgiu segurando Noah no colo, enquanto Léo vinha logo atrás, segurando a mão da capitã. Ao olhar para a cama e ver Julia completamente coberta até o pescoço e Kate com a mão pousada folgadamente na cintura da ruiva, Gabi abriu um sorriso sarcástico de orelha a orelha.
— Olha só, Noah... — disse Gabi, erguendo o bebê na direção da cama. — Fala pras suas mães que o jantar já tá na mesa esfriando e que você também tá querendo mamar... porque pelo visto aqui no quarto a sobremesa já foi servida e devorada faz tempo!
Julia escondeu o rosto vermelho de vergonha sob o travesseiro, enquanto Kate gargalhava alto, sem se abalar nem um pouco.
— Já estamos descendo, capitã! — respondeu Antropova, divertida.
Após vestirem roupas confortáveis, as duas desceram para a cozinha, onde a família inteira se reuniu ao redor da mesa cheia. O jantar transcorreu entre risadas, elogios aos pratos e planos para o dia seguinte na praia. Noah mamou tranquilamente no colo de Julia, saciado e calmo.
Mais tarde, quando todos finalmente se recolheram em definitivo, Julia acomodou o bebê novamente em sua rede ao lado da cama. Deslizou para debaixo dos lençóis e aninhou-se nos braços abertos de Kate, que a acolheu de imediato.
Passando a ponta dos dedos pelas marcas arroxeadas que contrastavam com sua pele clara no pescoço, Julia ergueu os olhos e reclamou em tom dengoso:
— Olha o que você fez aqui, Kate... amanhã nós vamos à praia e a Gabi não vai me deixar em paz por causa dessas marcas.
Kate sorriu com malícia, puxando o queixo de Julia para selar seus lábios mais uma vez.
— Deixa ela falar, meu bem. Assim todo mundo na praia vai saber exatamente de quem você é.
