Fanfy
.studio
Imagem de fundo

A briga resolvida

Fandom: Harry poter

Criado: 02/10/2026

≡ Índice

Faíscas e Sedas na Torre da Grifinória

O Salão Comunal da Grifinória estava mergulhado em um silêncio tenso, interrompido apenas pelo estalar da lenha na lareira. Ana estava parada junto à janela, observando a neve cair sobre os terrenos de Hogwarts. Seus cabelos castanhos escuros e lisos caíam como uma cascata sedosa pelas costas, contrastando com a pele clara que parecia brilhar sob a luz da lua. Ela sentia o sangue ferver, uma mistura de irritação e algo que ela se recusava a admitir.

— Você é simplesmente impossível, Welyson! — disparou ela, virando-se bruscamente.

Welyson estava jogado em uma das poltronas de couro, a postura relaxada e aquele sorriso de canto que sempre a tirava do sério. Os cabelos com luzes brancas, meticulosamente bagunçados, brilhavam sob a luz das chamas. Ele era marrento, engraçadinho e sabia exatamente quais botões apertar para fazê-la perder a compostura.

— E você é linda quando está brava, Ana — respondeu ele, a voz carregada de um deboche charmoso. — Mas convenhamos, você sabe que eu tinha razão sobre aquele feitiço.

— Razão? Você quase explodiu o caldeirão da Neville! — Ela caminhou até ele, os olhos amendoados faiscando de raiva. — Você não leva nada a sério. É tudo uma piada para você, não é?

Welyson levantou-se lentamente. Ele era mais alto, e a proximidade fez o coração de Ana falhar uma batida. O cheiro de pergaminho e algo cítrico que emanava dele a envolvia.

— Talvez eu só goste de ver você perder o controle — sussurrou ele, aproximando o rosto do dela. — Você fica tão... intensa.

— Eu te odeio — disse ela, embora a voz tivesse saído menos firme do que pretendia.

— Odeia nada — retrucou ele, passando a mão pelo cabelo branco. — Você está louca para que eu cale a sua boca.

Ana sentiu o rosto esquentar. Sem dizer mais nada, ela deu as costas e subiu as escadas em direção ao dormitório feminino, ouvindo a risada abafada dele ecoar pelo salão.

No quarto, a mente de Ana era um caos. Ela precisava se acalmar. A briga havia deixado seus nervos à flor da pele. Ela começou a se despir, deixando o uniforme escolar cair no chão. Ficou apenas de calcinha, sentindo o ar frio do quarto contra a pele branca. Ela se olhou no espelho, ajeitando os fios castanhos, tentando ignorar a pulsação acelerada em seu ventre.

A porta do dormitório se abriu com um estalo suave. Ana se virou assustada, cobrindo os seios com os braços, mas era tarde demais. Welyson estava parado no batente, os olhos percorrendo cada curva do corpo dela com uma intensidade predatória.

— O que você está fazendo aqui? — perguntou ela, a voz trêmula. — Os meninos não podem subir!

Welyson fechou a porta atrás de si e trancou-a com um movimento rápido da varinha. Ele não disse nada de imediato. Apenas caminhou em direção a ela, o olhar fixo na calcinha rendada que ela usava. O ar entre eles parecia ter sido sugado.

— Eu disse que você estava louca para que eu calasse a sua boca — disse ele, a voz agora rouca e desprovida de qualquer brincadeira.

Ele a alcançou, segurando-a pela cintura e puxando-a para perto. O contato da pele dele contra a dela foi como um choque elétrico. Welyson não perdeu tempo. Suas mãos, grandes e quentes, exploraram o corpo de Ana, descendo até a curva de seus quadris.

— Você é tão teimosa — murmurou ele contra o pescoço dela, deixando um beijo úmido ali.

Ana arqueou as costas, soltando um suspiro pesado. A raiva de minutos atrás havia se transformado em um desejo avassalador. Ela sentiu a mão dele deslizar para baixo, por dentro da calcinha, alcançando a intimidade já úmida.

Welyson começou a se tocar diante dela, os olhos cravados nos dela, mantendo o domínio da situação. Quando ele retirou a mão, seus dedos estavam cobertos pelo gozo, brilhando sob a luz fraca das velas. Com um sorriso marrento, ele começou a passar os dedos cheios de gozo na parte do meio da buceta dela, espalhando a umidade com movimentos lentos e deliberados que faziam Ana tremer.

— Gosta disso, não gosta? — perguntou ele, a voz carregada de luxúria.

— Sim... por favor — gemeu ela, agarrando-se aos ombros dele.

Ele a jogou na cama com uma urgência selvagem. A briga anterior servira apenas como combustível. Welyson se livrou das roupas rapidamente, revelando um corpo tenso e pronto. Ele se posicionou entre as pernas dela, os olhos amendoados de Ana estavam dilatados de expectativa.

Sem aviso, ele a penetrou. Foi um estalo de prazer e dor deliciosa.

— Ah, Welyson! — gritou ela, a cabeça jogada para trás.

Ele começou a enfiar o pau forte, com estocadas rítmicas e profundas que faziam a cama ranger. Ana gemia muito, o som preenchendo o quarto silencioso. O ritmo dele era implacável, cada investida parecia querer marcar o território dentro dela.

No auge da paixão, a natureza marrenta de Welyson aflorou. Ele a olhou nos olhos e, com um movimento rápido, deu um tapa estalado na cara dela, não para machucar, mas para incendiar ainda mais o momento. O choque fez Ana soltar um grito agudo, e ela respondeu cravando as unhas nas costas dele, puxando-o para mais perto.

— Isso... mais forte! — implorou ela entre gemidos.

O suor brilhava na pele de ambos. O movimento era frenético, um embate de corpos que buscavam a liberação total. Welyson aumentou a velocidade, os tapas e os beijos brutos se misturando em uma sinfonia de desejo.

— Você é minha, Ana — rosnou ele, a voz vibrando contra o peito dela. — Sempre foi.

— Sou... eu sou sua — respondeu ela, antes que o prazer a levasse ao limite.

Eles atingiram o ápice juntos, um choque de sensações que os deixou exaustos e trêmulos. Welyson desabou sobre ela, a respiração ofegante ecoando no quarto. O silêncio voltou a reinar, mas agora era um silêncio preenchido pela satisfação.

Ele se afastou um pouco, olhando para ela com aquele sorrisinho engraçadinho de volta, embora os olhos ainda brilhassem com o resquício da luxúria.

— Então — disse ele, passando a mão pelos cabelos castanhos dela —, ainda acha que eu estava errado sobre aquele feitiço?

Ana soltou uma risada fraca, puxando o lençol para se cobrir.

— Você é um idiota, Welyson.

— Mas sou o seu idiota — retrucou ele, beijando-a suavemente na testa antes de se acomodar ao lado dela, a marra finalmente dando lugar a um raro momento de ternura.

≡ Índice

Quer criar seu próprio fanfic?

Cadastre-se na Fanfy e crie suas próprias histórias!

Criar meu fanfic

Novidades do Fanfy

Um novo modelo para suas histórias

Atualizamos o modelo de geração para deixar suas histórias ainda melhores. O novo modelo já está ativado.

Se preferir a versão anterior, escolha «Anterior» no menu do perfil: clique no seu avatar no canto superior direito.

Seus capítulos já escritos serão mantidos. Sua escolha vale para as próximas gerações.