
primeira vez
Fandom: f1
Criado: 12/10/2026
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O Segredo Sob a Malha de Monza
A adrenalina de Monza ainda pulsava nas veias de Lando Norris. O pódio, o champanhe, os gritos da tifosi — embora ele estivesse de McLaren e não de Ferrari — e o caos glorioso do GP da Itália. Mas nada disso se comparava à eletricidade que sentia agora, no silêncio do seu quarto de hotel, sabendo que Alicia estava lá dentro.
Seis meses. Meio ano escondendo o que tinham do mundo. Escondendo de Charles, que provavelmente mataria Lando se soubesse que ele estava tocando sua irmã caçula, e escondendo das redes sociais para proteger Alicia do veneno das fãs mais obcecadas. Mas, acima de tudo, Alicia escondia algo dele. Lando sentia que havia uma barreira, um muro invisível que ela erguia toda vez que as coisas esquentavam.
Lando saiu do banheiro, o vapor ainda escapando pela porta entreaberta. Uma toalha branca estava enrolada em seus quadris, baixa o suficiente para revelar a linha em "V" do seu abdômen, e ele secava os cabelos bagunçados com uma toalha menor.
Alicia estava deitada na cama king-size, apoiada nos cotovelos. Ela usava apenas uma camiseta preta da McLaren, três números maior que o seu, que cobria quase tudo, exceto pelas pernas longas e a curva provocante do quadril, onde a renda branca da sua calcinha fio-dental aparecia timidamente.
Ela o observava com uma intensidade que o fez parar no lugar. Pela primeira vez, Alicia não desviou o olhar. Ela mapeou cada detalhe: os ombros largos de quem passava horas no simulador e na academia, os braços definidos, o peito firme. E, inevitavelmente, seu olhar desceu para o volume por baixo da toalha. Mesmo em repouso, a anatomia dele era impressionante.
— Meu Deus, Lando... — sussurrou ela, a voz falhando. — Você é... você é enorme.
Lando soltou uma risada rouca, jogando a toalha pequena de lado. Um sorriso convencido e travesso surgiu em seu rosto.
— Gostou do que viu, darling? — Ele caminhou lentamente em direção à cama, cada passo calculado. — Você está me olhando como se quisesse me devorar.
Alicia sentiu um calor súbito subir pelo rosto, mas a sensação entre suas pernas era mais forte. Ela sentiu a umidade começar a manchar a renda branca, um latejar que nunca tinha sentido com tanta força.
— Talvez eu queira — rebateu ela, embora sua voz estivesse trêmula.
Lando subiu na cama, engatinhando por cima dela como um predador. Ele se posicionou entre as pernas dela, mas sem colocar o peso total.
— Então por que você sempre foge, Alicia? — Ele sussurrou perto do ouvido dela, o hálito fresco de menta arrepiando cada pelo do corpo dela. — Por que você para exatamente quando fica bom?
Alicia não respondeu. Em vez disso, ela estendeu a mão, hesitante, e tocou os gomos do abdômen dele. As unhas curtas arranharam levemente a pele quente. Mas, no segundo seguinte, a memória da mão pesada de seu ex-namorado veio à mente, e ela recolheu o braço como se tivesse se queimado.
Lando percebeu. Ele segurou o pulso dela com delicadeza, levando a mão dela de volta ao seu corpo.
— Não precisa ter medo de mim — ele disse, a voz subitamente suave, perdendo o tom de provocação. — Eu sou seu, lembra?
Ele começou a beijar o pescoço dela, enquanto sua mão descia pela lateral da coxa dela, subindo por baixo da camiseta larga. Quando os dedos dele tocaram a lateral da calcinha de renda, ele soltou um gemido baixo.
— Você está encharcada, Alicia... — Lando afastou-se um pouco para olhar nos olhos dela. — Tão excitada por mim.
Ele deslizou a mão para dentro da calcinha, encontrando a intimidade dela pela primeira vez. Alicia soltou um suspiro agudo, os olhos se arregalando. O toque dele era firme, mas exploratório. Ele sentiu o quanto ela estava apertada, o quanto parecia "fechada", mas atribuiu aquilo apenas ao desejo acumulado.
— Nunca... ninguém... — ela começou a dizer, mas a voz morreu na garganta quando ele começou a esfregar o clitóris dela com o polegar.
— Ninguém o quê? — Lando perguntou, focado no prazer dela. Ele inseriu um dedo, sentindo a resistência das paredes dela, o calor que o envolvia. — Você é tão apertada, amor. Parece que foi feita sob medida para mim.
Alicia estava em transe. O prazer era uma onda avassaladora, algo que ela sempre temera por causa das experiências passadas, onde o toque era sinônimo de dor ou obrigação. Ela desceu a mão, tocando o volume por cima da toalha dele. Estava rígido agora, latejando sob o tecido.
Assustada com o tamanho e a reação do próprio corpo, ela tentou recuar, mas Lando a impediu.
— Não foge. Coloca a mão por baixo — ele comandou, a voz carregada de desejo.
— Eu... eu não sei se sei fazer isso — ela confessou, a voz pequena.
Lando parou por um segundo, surpreso, mas logo sorriu com ternura. Ele pegou a mão dela e a guiou para dentro da toalha, fechando os dedos dela em torno de seu membro ereto.
— É fácil. Só segue o meu ritmo — ele sussurrou. — Isso... aperta um pouco. Agora desliza.
Ele a guiou em um movimento de vaivém, ensinando-a a velocidade e a pressão que ele gostava. Alicia observava, fascinada pela reação dele, pelos gemidos que ele soltava contra o seu pescoço.
Lando, impulsionado pelo prazer, subiu a camiseta dela.
— Quero ver você — ele disse.
Alicia tentou puxar o tecido de volta, os olhos cheios de pânico.
— Lando, não... as luzes...
— Você é linda, Alicia. Deixa eu ver.
Ele ignorou os protestos e puxou a camiseta até o pescoço. Os seios dela estavam firmes, os bicos enrijecidos pelo frio e pelo tesão. Lando passou os polegares por eles, e Alicia arqueou as costas.
— Olha como eles reagem a mim — ele provocou, antes de levar um dos mamilos à boca, sugando com vontade enquanto a outra mão apertava a nádega dela, puxando-a para mais perto.
Foi nesse momento, quando ele a puxou com mais força, que a luz do abajur incidiu sobre as costelas e a parte inferior das costas de Alicia. Lando congelou. Havia manchas. Cicatrizes pálidas e algumas marcas amareladas que não deveriam estar ali.
Ele se afastou, o desejo dando lugar a uma preocupação fria.
— Alicia... o que é isso? — Ele passou os dedos levemente sobre uma marca arroxeada perto da costela dela.
Ela tentou se cobrir, as lágrimas inundando os olhos instantaneamente. O segredo estava exposto.
— Não é nada, Lando. Por favor, continua.
— Não é nada? — Ele se sentou, a voz tremendo de raiva contida. — Quem fez isso com você? Foi aquele... aquele desgraçado com quem você saía em Mônaco?
Alicia soluçou, escondendo o rosto nas mãos.
— Ele... ele não aceitava quando eu dizia não. Ele dizia que, se eu era namorada dele, eu tinha obrigações. E quando eu me recusava, ou quando eu estava bêbada e tentava fugir... ele perdia a cabeça.
Lando sentiu um ódio que nunca imaginou ser capaz de sentir. Ele a puxou para um abraço apertado, envolvendo-a com seus braços fortes, protegendo-a do mundo.
— Eu nunca faria isso com você. Nunca — ele jurou, beijando o topo da cabeça dela. — Por isso você estava com medo? Por isso nunca avançamos?
— Eu sou virgem, Lando — ela confessou contra o peito dele. — Eu tive tanto medo que, se eu contasse, você me acharia um fardo. Ou que você me machucaria como ele fez.
Lando se afastou o suficiente para olhar nos olhos dela, limpando as lágrimas com os polegares.
— Você não é um fardo. Você é a coisa mais preciosa da minha vida. E se você quiser parar agora, nós paramos. Eu só quero que você esteja segura.
Alicia olhou para ele, vendo a sinceridade e o amor nos olhos azuis-esverdeados do piloto. Ela se sentiu, pela primeira vez, verdadeiramente no controle.
— Eu não quero parar — ela disse com firmeza. — Eu quero que seja você.
Lando a beijou com uma doçura que a fez derreter. Ele se livrou da toalha e voltou para entre as pernas dela. Ele não tinha camisinha à mão — não esperava que chegariam tão longe hoje —, mas o desejo de estar unido a ela era maior que qualquer lógica naquele momento.
— Vai ser devagar, eu prometo — ele sussurrou.
Ele se posicionou e, com um movimento lento e cuidadoso, começou a entrar. Alicia soltou um gemido abafado, as mãos cravadas nos ombros dele. O aperto era inacreditável. Lando sentiu a resistência do hímen e parou, esperando que ela se acostumasse com a sensação de preenchimento.
— Respira, amor. Só respira — ele dizia, beijando sua testa, seu nariz, seus lábios.
Quando ele finalmente rompeu a barreira e se enterrou completamente nela, ambos soltaram um suspiro de alívio e descoberta. Lando ficou imóvel por um longo tempo, deixando que ela sentisse cada centímetro dele dentro dela.
— Você está bem? — ele perguntou, a voz rouca.
— Sim... — ela sorriu entre as lágrimas, desta vez de felicidade. — É... é muito melhor do que eu imaginei.
Lando começou a se mover, movimentos curtos e lentos, focados inteiramente no conforto dela. A cada estocada, ele sussurrava o quanto ela era linda, o quanto ele a amava, transformando o que antes era um trauma em algo sagrado.
O ritmo aumentou conforme Alicia começou a implorar por mais, as pernas dela enlaçando a cintura dele, puxando-o para as profundezas de seu corpo. O prazer era tão intenso que as marcas no corpo dela pareciam desaparecer sob o calor do toque de Lando.
Quando o ápice chegou, Lando se derramou dentro dela, um juramento silencioso de que, daquele momento em diante, ele seria o seu porto seguro. Eles ficaram ali, entrelaçados, enquanto a respiração voltava ao normal.
— Charles vai me matar se descobrir que eu tirei a pureza da irmãzinha dele — Lando brincou, tentando aliviar o peso do momento, embora ainda a abraçasse como se ela fosse quebrar.
Alicia riu, encostando a cabeça no ombro dele.
— Ele não precisa saber. Por enquanto, esse é só o nosso segredo.
Lando a apertou mais forte, sabendo que, em meio ao caos da Fórmula 1, ele finalmente tinha encontrado sua maior vitória.
