
Entre Geometria e Desejos Proibidos
O corredor do Colégio Estadual estava lotado, um caos de uniformes azuis e cheiro de desinfetante barato. Ana tentava equilibrar seus livros de literatura enquanto desviava de um grupo de garotos do terceiro ano que ocupava todo o espaço. Ela era baixa, o que não ajudava em nada naquelas situações, mas suas curvas acentuadas e o rosto de anjo sempre atraíam olhares, mesmo que ela tentasse passar despercebida.
Foi quando um esbarrão mais forte a fez perder o equilíbrio.
— Opa! Cuidado aí, pequena. — Uma mão firme e quente segurou seu braço, impedindo que ela fosse direto para o chão.
Ana olhou para cima e sentiu o ar escapar. Pablo estava ali, sorrindo de lado. Ele era o terror das mães e o sonho das garotas: alto, moreno, com ombros largos que pareciam mal caber na camiseta da escola e um par de olhos castanhos que pareciam ler a alma dela.
— Obrigada — respondeu Ana, sentindo o rosto esquentar. — Esse corredor parece um formigueiro hoje.
— É o povo ansioso pro intervalo — Pablo disse, sem soltar o braço dela imediatamente. Ele deslizou o olhar pelo corpo de Ana, notando como o uniforme realçava o busto farto e o quadril largo dela. — Você é a Ana, da sala 204, né?
— Sou eu mesma. E você é o Pablo, que vive levando bronca do professor de física.
Ele soltou uma risada rouca, um som que vibrou no peito de Ana.
— A física não me entende, Ana. Mas acho que a gente pode se entender. Quer sentar comigo no intervalo?
Aquele foi o começo. O que começou com lanches compartilhados e colas de matemática evoluiu rapidamente para uma amizade intensa. Pablo era educado e gentil com ela, mas havia um brilho de malícia em cada palavra, um flerte constante que deixava Ana com as pernas bambas. Ele a chamava de "minha gordinha gostosa" nos sussurros pelo corredor, e ela, embora tímida, adorava o jeito que ele a fazia se sentir desejada.
Três meses depois, o pedido de namoro veio no terraço do prédio dele, sob as estrelas. Mas a amizade e o carinho eram apenas a ponta do iceberg. A tensão sexual entre os dois era uma corda esticada prestes a arrebentar.
— Eu não aguento mais só te dar selinho na frente da escola, Ana — Pablo murmurou contra o pescoço dela, enquanto estavam sozinhos no quarto dele, numa tarde chuvosa de terça-feira.
— E o que você quer fazer, Pablo? — ela perguntou, a voz falhando enquanto sentia a mão dele apertar sua coxa grossa por cima da calça jeans.
— Quero te comer inteira, porra. Quero ver cada centímetro desse corpo que me deixa louco.
Ele a puxou para um beijo faminto. Não era um beijo de colégio; era um beijo de posse, de desejo bruto. A língua de Pablo explorava a boca dela com urgência, enquanto suas mãos grandes desciam para o quadril de Ana, apertando a carne macia com força.
— Pablo... — ela arquejou, sentindo o volume rígido dele pressionando sua barriga.
— Você é tão gostosa, Ana. Sabia que eu passo as aulas imaginando você pelada na minha frente? — Ele sussurrou no ouvido dela, a voz carregada de luxúria. — Imaginando o peso dessas tuas tetas na minha mão, o aperto dessa tua bunda...
Ele não esperou resposta. Com uma agilidade surpreendente, Pablo puxou a camiseta dela para cima, revelando o sutiã de renda que mal continha os seios fartos de Ana. Ele soltou um gemido baixo, admirando a pele morena e as curvas generosas.
— Puta que pariu, você é perfeita — disse ele, levando as mãos aos seios dela, apertando-os com vontade.
— Ah, sim... mais forte, Pablo — Ana pediu, jogando a cabeça para trás. Ela levou as mãos ao cabelo curto dele, puxando-o para mais perto.
Pablo desceu os beijos pelo pescoço, deixando marcas avermelhadas, até chegar aos seios. Ele abocanhou um dos mamilos por cima da renda, sugando com força, fazendo Ana dar um solavanco na cama. O prazer era agudo, elétrico.
— Tira essa calça, Ana. Agora. — A voz dele era um comando.
Ela obedeceu, os dedos trêmulos lutando com o botão do jeans. Quando a peça caiu, revelando a calcinha minúscula enterrada em suas curvas, Pablo sentiu o sangue latejar em seu pau. Ele rapidamente se livrou da própria roupa, revelando um corpo atlético, forte e um membro que já estava completamente ereto e pulsante.
— Caralho, Pablo... — Ana murmurou, os olhos arregalados de desejo.
— Vem aqui, sua safada.
Ele a puxou para o centro da cama e se posicionou entre as pernas dela. A mão dele desceu, encontrando a intimidade de Ana já completamente encharcada. Ele deslizou dois dedos para dentro dela, ouvindo o som úmido que o deixou ainda mais excitado.
— Olha como você está molhadinha pra mim — ele provocou, aumentando o ritmo dos dedos. — Está querendo o meu pau, não está? Fala, Ana.
— Estou... eu quero muito, Pablo! Me fode, por favor! — Ela implorou, arqueando as costas enquanto o prazer subia em ondas.
Pablo não a fez esperar. Ele pegou um preservativo na gaveta, colocou-o com pressa e se posicionou na entrada dela. Ele olhou nos olhos de Ana, vendo a luxúria pura ali.
— Eu vou te rasgar no meio, morena.
Ele empurrou de uma vez. Ana soltou um grito abafado, sentindo-se completamente preenchida. O tamanho dele era intimidador, mas a sensação de tê-lo dentro de si era a melhor coisa que já havia sentido. Pablo começou a se mover, estocadas lentas e profundas que faziam a cama ranger.
— Puta que pariu, Ana! Que buceta apertada! — Ele rosnou, aumentando a velocidade. — Você é muito gostosa, caralho!
— Ahhh, Pablo! Mais... mais rápido! — Ela cravou as unhas nas costas dele, sentindo os músculos dele se contraírem a cada movimento.
O som da carne batendo contra a carne preenchia o quarto. Pablo não tinha delicadeza agora; ele a possuía com uma fome animal. Ele segurou as pernas de Ana e as jogou sobre seus ombros, permitindo uma penetração ainda mais profunda.
— Gosta assim, né? Gosta de ser usada como a vadiazinha que você é entre quatro paredes? — Ele falava baixarias no ouvido dela, sabendo que isso a deixava ainda mais excitada.
— Gosto! Eu sou sua, Pablo! Me fode com força, seu gostoso!
Ana sentia que ia explodir. O atrito, o calor, o cheiro de sexo no ar. Ela via o suor escorrer pelo peito definido de Pablo e aquilo a levava ao delírio. Ela começou a gozar, as paredes de sua vagina contraindo-se violentamente em volta do pau dele.
— Isso, goza pra mim, Ana! Goza na minha pica! — Pablo gritou, sentindo o aperto final.
Ele deu mais três estocadas brutais, sentindo o próprio ápice chegar. Ele urrou de prazer enquanto descarregava tudo dentro dela, o corpo tremendo sobre o dela. Eles ficaram ali, ofegantes, os corações batendo na mesma frequência frenética.
Pablo se deitou ao lado dela, puxando-a para o seu peito largo.
— Você ainda está inteira? — perguntou ele, dando um beijo carinhoso no topo da cabeça dela, a voz voltando ao tom educado de sempre, mas com um brilho de satisfação nos olhos.
— Acho que sim — Ana riu, sentindo-se completa. — Mas acho que vou precisar de ajuda pra caminhar até a escola amanhã.
— Não se preocupa, morena. Eu te levo no colo se precisar. Mas saiba que amanhã tem mais.
— Mal posso esperar — ela sussurrou, fechando os olhos e se aninhando no calor do namorado, sabendo que aquela era apenas a primeira de muitas tardes inesquecíveis.
