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Os meninos

Fandom: Stray kids

Criado: 14/10/2026

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O Eclipse da Alcateia

A sala de ensaio do Stray Kids estava mergulhada em uma penumbra densa, iluminada apenas pelos reflexos das luzes da cidade que atravessavam as persianas semicerradas. O ar estava pesado, carregado com o cheiro de suor, perfume caro e uma tensão sexual tão espessa que poderia ser cortada com uma faca. No centro do círculo formado pelos oito homens, Minji permanecia de pé. Seus cabelos curtos, cortados logo acima dos ombros, emolduravam um rosto que oscilava entre o desafio e a entrega absoluta. Ela sabia que, naquela noite, não haveria espaço para delicadezas.

Bang Chan deu um passo à frente, a liderança emanando de cada poro de sua pele. Ele tocou o queixo de Minji, forçando-a a olhar em seus olhos escuros.

— Você pediu por isso, Minji — rosnou ele, a voz vibrando baixo. — Pediu para ser nossa. De todos nós. E nós não sabemos brincar com calma.

— Eu não quero calma, Chan — respondeu ela, a respiração já curta. — Eu quero que vocês me destruam.

O sinal foi dado. Como se fossem predadores famintos, o grupo se fechou sobre ela. Minho e Hyunjin foram os primeiros a agir, agarrando seus braços e forçando-a a se ajoelhar no centro do tapete felpudo. As mãos de Minho eram firmes, quase dolorosas, enquanto ele puxava a cabeça dela para trás pelos cabelos curtos, expondo a garganta dela para os outros.

— Olhe para nós — ordenou Minho, seu olhar frio e predatório. — Hoje você é apenas o nosso brinquedo.

Changbin não perdeu tempo. Ele já estava com as calças arriadas, o pau latejando e completamente ereto, apontado para o rosto dela. Sem aviso, ele segurou a nuca de Minji e a forçou a abrir a boca, empurrando a cabeça dele goela abaixo até que ela engasgasse.

— Engole tudo, vadia — sibilou Changbin, observando as lágrimas de reflexo surgirem nos olhos dela.

Enquanto ela era obrigada a servir Changbin, Han e Felix se posicionaram atrás dela. Felix rasgou a blusa de Minji com um puxão violento, expondo seus seios que subiam e desciam freneticamente. Han começou a morder seus ombros, deixando marcas roxas profundas, enquanto suas mãos desciam para abrir o zíper da calça dela.

— Ela está tão molhada — comentou Han, enfiando três dedos de uma vez dentro dela sem qualquer lubrificação prévia, arrancando um gemido abafado pelo pau de Changbin. — Está implorando para ser arrombada.

Seungmin e I.N observavam de perto, a luxúria transformando suas feições geralmente doces em algo sombrio. I.N se aproximou, ajoelhando-se ao lado dela e começando a lamber o pescoço de Minji enquanto Felix massageava os seios dela com força, quase esmagando a carne.

— Minha vez — disse Hyunjin, a voz carregada de urgência.

Ele afastou Changbin, que se posicionou atrás dela junto com Han. Hyunjin se ajoelhou na frente de Minji, substituindo o membro de Changbin pelo seu, mas desta vez ele não teve paciência. Ele a segurou pelos cabelos e começou a foder a boca dela com movimentos violentos, batendo a base do pau contra os lábios dela, fazendo o som de carne contra carne ecoar pela sala silenciosa.

Atrás dela, a situação era ainda mais brutal. Bang Chan e Minho trocaram um olhar de entendimento. Eles queriam testar os limites dela.

— Abram ela — ordenou Chan.

Minho e Han seguraram as pernas de Minji, abrindo-as o máximo que podiam, enquanto ela continuava sendo fodida na boca por Hyunjin. Chan se posicionou na entrada da buceta dela, enquanto Minho se preparava para o cu. Mas Chan tinha outros planos.

— Não — disse Chan, a voz rouca. — Quero os dois no mesmo buraco.

O choque percorreu o corpo de Minji, mas o desejo de ser preenchida era maior. Changbin e Chan se alinharam. Sem qualquer aviso ou cuidado, eles pressionaram as cabeças de seus paus contra a entrada estreita da buceta dela.

— Vai doer, Minji — avisou Chan, um sorriso cruel nos lábios. — E você vai adorar.

Com um empurrão coordenado e violento, os dois entraram de uma vez. O grito de Minji foi abafado pela boca de Hyunjin, que continuava a foder sua garganta. A sensação de ter dois paus grossos rasgando seu interior, esticando as paredes de sua buceta até o limite absoluto, era uma agonia deliciosa. Ela sentia a pele arder, os músculos cedendo sob a força bruta dos dois líderes.

— Puta merda, ela é tão apertada — rosnou Changbin, as veias de seu pescoço saltadas enquanto ele começava a bombear junto com Chan.

Os movimentos eram descompassados e selvagens. Eles não estavam tentando ser gentis; estavam tentando marcá-la. Minji sentia que ia partir ao meio. O volume duplo dentro dela não deixava espaço para ar, apenas para a dor latejante que se transformava em um orgasmo violento e involuntário.

Enquanto Chan e Changbin a destruíam por dentro, Felix e Seungmin se revezavam para foder o cu dela. Felix entrou primeiro, sem dó, usando apenas a própria saliva como lubrificante. Ele empurrava com força, cada estocada fazendo o corpo de Minji chacoalhar contra os outros dois que a preenchiam pela frente.

— Olhe para mim, Minji! — gritou Felix, puxando o rosto dela para longe de Hyunjin por um momento. — Sinta o que estamos fazendo com você!

A sala era um caos de corpos suados, gemidos guturais e o som constante de tapas e estocadas. I.N, o mais novo, parecia possuído. Ele se aproximou por cima, masturbando-se e deixando seu gozo cair sobre o rosto de Minji enquanto ela tentava recuperar o fôlego.

— Você é nossa vadia particular — sussurrou I.N no ouvido dela, a voz carregada de malícia.

Han, que estava esperando sua vez, não aguentou mais. Ele afastou Hyunjin da boca dela e, em vez de usar o pau, começou a enfiar o punho fechado na boca de Minji, forçando-a a aceitar a invasão enquanto Chan e Changbin continuavam a foder sua buceta com uma fúria animal.

— Mais rápido! — ordenou Minho, que agora havia assumido o lugar de Felix no cu dela. — Eu quero sentir ela quebrar!

O ritmo aumentou. A violência do ato era palpável. Minji já não sabia onde começava um e terminava o outro. Ela era um receptáculo de carne, sendo usada por oito homens que não tinham intenção de parar tão cedo. O cheiro de sexo e suor era inebriante.

Chan e Changbin deram as últimas estocadas profundas, atingindo o colo do útero de Minji com uma força que a fez revirar os olhos. Eles gozaram simultaneamente, inundando o interior dela com jatos quentes de porra, preenchendo-a até que o excesso começasse a escorrer pelas suas coxas, misturando-se ao sangue de pequenas fissuras causadas pela brutalidade.

— Minha vez de preencher esse buraco — disse Han, retirando a mão da boca dela e substituindo o lugar de Chan e Changbin, que se afastaram apenas para deixá-lo entrar com Seungmin.

Novamente, dois paus tentaram a entrada única. Minji soltou um grito rouco, a garganta já ferida. A dor era excruciante, mas a luxúria que emanava daqueles homens a mantinha consciente, desejando cada centímetro de invasão. Eles a fodiam como se quisessem atravessar seu corpo, as mãos de todos eles apertando sua pele, deixando marcas de dedos em seus quadris, seios e coxas.

— Você aguenta mais, não aguenta? — perguntou Seungmin, a voz doce contrastando com a violência de seus movimentos dentro dela.

— Sim... por favor... mais... — implorou ela, a voz quase sumindo.

Minho, que ainda estava no cu dela, aumentou a velocidade, suas mãos grandes apertando a cintura de Minji com tanta força que ficaria roxo por dias. Ele gozou fundo dentro dela, um rosnado escapando de sua garganta, seguido logo por Felix que gozou em suas costas, cobrindo sua pele pálida com sêmen espesso.

Hyunjin voltou para a frente, ajoelhando-se entre as pernas dela assim que Han e Seungmin se retiraram, exaustos. Ele não usou o pau desta vez; ele usou a língua, limpando o excesso de gozo dos outros enquanto olhava para ela com uma adoração doentia.

— Você está tão linda assim, toda suja de nós — sussurrou Hyunjin.

Bang Chan se aproximou novamente, observando o estado deplorável e excitante de Minji. Ela estava jogada no tapete, as pernas abertas e trêmulas, o corpo coberto de marcas, suor e porra. Seus cabelos curtos estavam bagunçados e colados na testa.

— Acabamos por agora — disse Chan, embora seus olhos ainda brilhassem com desejo. — Mas você sabe que isso é apenas o começo. Você pertence à alcateia agora.

Minji tentou sorrir, um gesto fraco e satisfeito. Ela sentia o peso do sêmen de oito homens dentro de si, a dor latejante em seus orifícios e a exaustão profunda em seus músculos.

— Eu não... iria a lugar nenhum — conseguiu dizer.

Um por um, eles começaram a se limpar, mas a atmosfera na sala permanecia carregada. Eles a cercaram novamente, não para foder, mas para possuir. I.N deitou a cabeça no colo dela, enquanto Felix e Han se aninhavam aos seus lados. Chan sentou-se atrás dela, puxando o corpo pequeno de Minji contra o seu peito largo.

— Boa menina — murmurou Chan, beijando o topo da cabeça dela.

A noite estava longe de terminar, e Minji sabia que, enquanto estivesse com eles, a linha entre prazer e dor seria permanentemente apagada. Ela era a boneca deles, a rainha deles, e o sacrifício de sua carne era o preço que ela pagava de bom grado para pertencer àquele caos chamado Stray Kids. A violência daquela entrega havia selado um pacto silencioso: ela seria o centro do eclipse deles, e eles seriam a escuridão que a consumiria sempre que a luz se apagasse.

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