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Não geme vc vai acordar os vizinhos
Fandom: Enhpeyn Nishimura riki
Criado: 29/12/2025
Tags
RomanceHistória DomésticaRealismoLinguagem ExplícitaLirismoPWP (Enredo? Que enredo?)
O Sussurro da Água
A banheira estava cheia, o vapor dançava no ar, criando uma névoa íntima que envolvia o banheiro. O cheiro de sabonete de lavanda e o aroma cítrico do meu gel de banho misturavam-se, preenchendo o espaço com uma fragrância inebriante. Nishimura Riki, meu Riki, estava sentado, suas pernas longas esticadas, a água batendo em seu peito musculoso. Seus cabelos pretos, agora molhados, caíam sobre seus olhos emoldurando seu rosto perfeitamente esculpido. Ele me olhava com aquele sorriso safado que só ele sabia dar, um sorriso que prometia travessuras e paixão.
"Vem, amor," ele sussurrou, estendendo a mão para mim. Seu tom de voz era baixo, rouco, e fez um arrepio percorrer minha espinha.
Eu não hesitei. Deslizei para dentro da banheira, meus braços envolvendo seu pescoço. A água quente me acolheu, e o corpo de Riki, firme e quente, era um convite irresistível. Sentei-me em seu colo, minhas pernas em cada lado de sua cintura, sentindo a dureza de sua ereção contra mim. Um gemido baixo escapou dos meus lábios.
"Você não perde tempo, não é?" ele riu, seus braços me apertando mais contra ele. Seus dedos brincavam com as mechas molhadas do meu cabelo, e seus olhos, escuros e intensos, não se desviavam dos meus.
"Com você, não tem como," eu respondi, minha voz um pouco ofegante. A proximidade dele, o calor do seu corpo, a forma como ele me olhava... tudo isso me incendiava.
Comecei a quicar devagar, sentindo a fricção da minha intimidade contra a dele. Cada movimento era um convite, uma provocação. Riki gemeu, sua respiração acelerando. Suas mãos desceram para a minha cintura, apertando-a firmemente enquanto eu aumentava o ritmo. A água da banheira balançava com nossos movimentos, respingando nas bordas, criando pequenas ondas que refletiam a intensidade do nosso desejo.
"Ah, assim mesmo," ele murmurou, a voz embargada. Seus lábios encontraram os meus em um beijo profundo e faminto. Sua língua explorou cada canto da minha boca, e eu correspondi com a mesma intensidade, minhas mãos agarrando seus cabelos molhados.
O beijo era molhado, salgado, e cheio de desejo. Nossos corpos se moviam em um ritmo primal, a água nos envolvendo, amplificando as sensações. Eu quicava mais rápido, meus quadris balançando, o prazer crescendo a cada impacto. Riki arqueava as costas, seus músculos tensos, e seus gemidos se misturavam aos meus.
Não era a primeira vez que fazíamos amor na banheira. Era, na verdade, um dos nossos lugares favoritos. A água quente, a intimidade do espaço, a forma como nossos corpos se encaixavam perfeitamente, tudo contribuía para uma experiência inesquecível. Como idol de K-pop, a vida de Riki era cercada por flashes, câmeras e a atenção constante do público. Nossos momentos a sós eram preciosos, e fazíamos questão de torná-los memoráveis.
Ele era Nishimura Riki, o maknae do Enhypen, um dançarino e performer incrível, com uma presença de palco que hipnotizava. Mas para mim, ele era apenas Riki, meu namorado, o homem que fazia meu coração disparar com um simples olhar. E nesse momento, ele era o homem que me levava ao céu.
"Você é tão linda," ele sussurrou, quebrando o beijo por um instante para me olhar nos olhos. Seus dedos traçaram o contorno do meu rosto, e eu senti um calor se espalhar por todo o meu corpo.
"E você é tão... safado," eu respondi, um sorriso brincando nos meus lábios. Eu amava essa faceta dele, essa ousadia que ele só mostrava para mim.
Ele riu, um som rouco e sexy. "Só para você, amor. Só para você."
E ele me beijou de novo, suas mãos descendo para minhas coxas, apertando-as com força. Eu acelerei o ritmo, sentindo a pressão aumentar, o prazer se tornando quase insuportável. Minha cabeça estava jogada para trás, meus olhos fechados, enquanto eu me entregava completamente às sensações.
A água escorria pelos nossos corpos, misturando-se com o suor que começava a surgir. O som dos nossos corpos se chocando, da água se movendo, dos nossos gemidos, preenchia o ambiente. Era uma sinfonia de prazer, uma melodia que só nós dois podíamos ouvir.
Senti Riki se levantar um pouco, me ajustando mais em seu colo. Ele queria mais profundidade, e eu estava mais do que disposta a dar a ele. Ele começou a mover seus quadris, encontrando o meu ritmo, impulsionando-se para cima e para baixo, seus golpes firmes e profundos.
"Ah, Riki," eu gemi, meu corpo tremendo. Eu estava tão perto, tão perto daquele ápice que me consumia.
Ele continuou, seus lábios em meu pescoço, mordiscando gentilmente, enviando ondas de prazer por todo o meu corpo. Suas mãos subiram pelas minhas costas, apertando minha cintura, puxando-me ainda mais para ele. Eu podia sentir cada músculo do seu corpo se contraindo, sua força, sua paixão.
A intensidade era avassaladora. Senti um nó se formar no meu estômago, espalhando-se rapidamente para o resto do meu corpo. Meus músculos se tensionavam, meus dedos cravando-se em seus cabelos.
"Eu... eu vou..." eu conseguia mal falar, a voz embargada pelo prazer.
Riki aumentou ainda mais o ritmo, seus golpes se tornando mais urgentes, mais desesperados. Seus olhos estavam fechados, sua testa franzida em concentração, em pura, indomável paixão.
E então, o mundo explodiu em cores. Um grito escapou dos meus lábios enquanto meu corpo se contorcia em um orgasmo intenso, e eu senti Riki me seguir logo em seguida, seu corpo rígido contra o meu, um gemido profundo escapando de sua garganta.
Nós desabamos um contra o outro, ofegantes, nossos corações batendo descompassados. A água da banheira ainda balançava levemente, mas agora o ritmo era mais calmo, mais suave. Meus braços ainda estavam em volta do seu pescoço, e minha cabeça repousava em seu ombro, meu corpo exausto, mas completamente satisfeito.
Riki beijou meu ombro, seus lábios macios e quentes. "Isso foi... incrível," ele sussurrou, sua voz ainda rouca.
Eu sorri, sentindo o calor do seu corpo contra o meu. "Sempre é, com você."
Ficamos ali por um tempo, apenas aproveitando a proximidade um do outro, o calor da água, o eco do prazer que ainda ressoava em nossos corpos. O vapor da banheira ainda dançava, mas agora era um vapor de contentamento, de amor.
Nossos momentos a sós eram assim. Cheios de paixão, de risadas, de uma intimidade que ia além do físico. Riki, apesar de sua fama e da vida agitada, sempre encontrava tempo para nós, para esses momentos roubados que eram só nossos. Ele era atencioso, carinhoso, e incrivelmente romântico, mesmo com toda a sua faceta "safada".
Lembro-me da primeira vez que nos conhecemos. Eu era uma fã, como tantas outras, e o destino, de alguma forma, conspirou para que nossos caminhos se cruzassem. Foi em um evento de fãs, e eu estava tão nervosa que mal conseguia falar. Mas ele, com sua gentileza e seu sorriso cativante, conseguiu me deixar à vontade. A partir daí, uma amizade improvável floresceu, e lentamente, transformou-se em algo mais profundo, algo que nenhum de nós esperava, mas que ambos acolhemos de braços abertos.
Nosso relacionamento era um segredo bem guardado. A vida de idol é complicada, e a pressão para manter uma imagem perfeita é imensa. Riki era cuidadoso, e eu também. Nossos encontros eram discretos, nossos momentos juntos eram preciosos. Mas nunca duvidei do seu amor, nem ele do meu. O que tínhamos era real, e isso era o que importava.
Ele começou a brincar com meus cabelos novamente, seus dedos traçando padrões em minha pele molhada. "Sabe... eu amo quando você quica em mim," ele disse, sua voz um pouco mais animada agora.
Eu ri, empurrando-o de leve. "Eu sei que ama, seu pervertido."
Ele soltou uma risada contagiante. "Mas é que você faz isso tão bem. É tão... excitante."
Eu senti minhas bochechas corarem um pouco, mas não pude evitar sorrir. Ele sempre conseguia me fazer sentir especial, desejada.
"Você é um homem de sorte, Nishimura Riki," eu disse, levantando minha cabeça para olhá-lo nos olhos.
Ele me beijou na testa. "E você é a mulher mais incrível do mundo. Eu sou o homem mais sortudo."
Nossos olhos se encontraram, e naquele momento, eu soube que tudo estava certo. A fama, o segredo, a distância às vezes... nada disso importava quando estávamos juntos. Nosso amor era um refúgio, um porto seguro em meio à tempestade que era a vida de Riki.
Saímos da banheira juntos, a água escorrendo pelos nossos corpos. Riki me enrolou em uma toalha grande e macia, e eu fiz o mesmo por ele. O espelho do banheiro estava embaçado, refletindo nossas silhuetas borradas, mas eu podia ver o sorriso em seu rosto, e sabia que o meu também estava lá.
"Vamos para a cama, amor?" ele perguntou, sua voz suave, um convite implícito.
Eu assenti, aninhando-me em seus braços enquanto ele me guiava para fora do banheiro. A noite ainda era jovem, e eu sabia que nossos momentos juntos ainda não haviam terminado. Com Riki, cada momento era uma aventura, uma descoberta, uma celebração do nosso amor. E eu não trocaria isso por nada no mundo.
Deitados na cama, sob o edredom macio, Riki me abraçou apertado. Sua respiração estava calma e constante contra a minha nuca. Eu podia sentir o calor do seu corpo, o cheiro de sabonete e de Riki, uma mistura que eu amava.
"Pensando em quê?" ele sussurrou, beijando meu cabelo.
"Em nós," eu respondi, minha voz abafada pelo travesseiro. "Em como tudo isso é real."
Ele apertou meu abraço. "É mais do que real. É a coisa mais real que eu já tive."
Seu tom era sincero, e eu senti um aperto no coração. Eu sabia o quanto ele valorizava nosso relacionamento, o quanto ele se esforçava para mantê-lo. A vida de um idol era solitária de muitas maneiras, e eu era a pessoa para quem ele podia se abrir, para quem ele podia ser apenas Riki, sem máscaras, sem a pressão do mundo.
"Eu te amo, Riki," eu disse, virando-me para encará-lo.
Seus olhos estavam brilhando, mesmo na penumbra do quarto. "Eu te amo mais, minha vida."
E ele me beijou, um beijo suave e terno, completamente diferente da intensidade de mais cedo, mas igualmente significativo. Era um beijo de amor, de promessa, de um futuro que eu mal podia esperar para viver com ele.
Os raios da manhã começaram a espreitar pelas cortinas, pintando o quarto com tons dourados. Eu me espreguicei, sentindo os braços de Riki ainda ao meu redor. Ele ainda dormia profundamente, seu rosto relaxado, um contraste com a energia que ele exibia no palco.
Eu observei seu rosto por um tempo, traçando o contorno de seus lábios com o polegar. Ele era tão lindo, tão perfeito. E era meu.
Lembrei-me dos momentos na banheira, do calor, da paixão, da forma como nossos corpos se moviam em sintonia. Era mais do que apenas sexo; era uma forma de nos conectar em um nível mais profundo, de expressar nosso amor sem palavras.
Ele abriu os olhos lentamente, piscando algumas vezes antes de focar em mim. Um sorriso sonolento apareceu em seus lábios.
"Bom dia, amor," ele murmurou, a voz rouca pelo sono.
"Bom dia, meu dorminhoco," eu respondi, beijando sua testa.
Ele me puxou para mais perto, aninhando meu corpo contra o seu. "Fico feliz que você esteja aqui."
"Eu também," eu disse, sentindo o calor e o conforto de seus braços.
A vida de idol era uma montanha-russa, cheia de altos e baixos, de desafios e recompensas. Mas com Riki ao meu lado, eu sabia que poderíamos enfrentar qualquer coisa. Nosso amor era nosso segredo, nosso refúgio, e a cada dia, ele se tornava mais forte, mais profundo, mais real.
E enquanto eu me perdia em seus braços, no calor do seu corpo e no amor que sentíamos um pelo outro, eu sabia que cada momento, cada beijo, cada sussurro, cada toque, era um tesouro. Especialmente os sussurros na água, que eram só nossos.
