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O amor

Fandom: Pessoas normais

Criado: 13/01/2026

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O Triunfo da Deusa do Prazer

O ar pesado da noite em Sligo parecia vibrar com uma energia diferente. Não era a brisa salgada do Atlântico que trazia consigo o cheiro de algas e a promessa de chuva, mas sim algo mais visceral, mais primordial. Livia, com seus vinte e poucos anos, uma figura que desafiava a melancolia intrínseca da paisagem irlandesa com sua vivacidade, sentia essa energia pulsando em suas veias. Ela não era uma personagem de Connell e Marianne, com suas complexidades e sofrimentos silenciosos. Livia era uma força da natureza, uma mulher que abraçava seus desejos com uma franqueza que muitos considerariam chocante, mas que para ela era apenas a forma mais honesta de existir.

Ela estava no pub, o Red Lobster, um lugar que cheirava a cerveja derramada, fumaça de cigarro e segredos sussurrados. Seus olhos verdes, que pareciam absorver a luz ambiente e devolvê-la com um brilho próprio, varriam o salão. Não estava procurando por amor, nem por companhia para uma conversa frívola. Livia buscava algo mais fundamental: o prazer. E não um prazer morno e contido, mas algo que a consumisse por inteiro, que a levasse ao limite e a trouxesse de volta, renovada.

Seus olhos pousaram em dois homens sentados em um canto, rindo de alguma piada interna. Eram diferentes, mas complementares. Um, com cabelos escuros e desgrenhados, ombros largos sob uma camisa de flanela, exalava uma aura de força bruta e um certo mistério. O outro, mais esguio, com um sorriso fácil e olhos claros que brilhavam com inteligência, parecia mais acessível, mas não menos intrigante. Livia sentiu um arrepio de excitação. A combinação era perfeita.

Ela se aproximou da mesa deles, um sorriso sedutor brincando em seus lábios. Seus quadris balançavam com uma confiança inabalável, e o vestido justo que usava parecia ter sido feito para realçar cada curva de seu corpo. Os dois homens pararam de rir e a observaram, suas conversas internas silenciando diante de sua presença.

"Posso me juntar a vocês?", ela perguntou, sua voz rouca e convidativa. Não havia timidez ou rodeios. Livia era direta em seus desejos.

O homem de cabelos escuros, que ela viria a saber que se chamava Declan, foi o primeiro a se recuperar. "Claro", ele disse, sua voz grave, um leve rubor subindo por seu pescoço. Ele puxou uma cadeira para ela.

O homem de olhos claros, cujo nome era Finn, sorriu abertamente. "É um prazer", ele disse, seus olhos percorrendo-a com uma admiração óbvia.

Livia se sentou, cruzando as pernas e deixando que a fenda de seu vestido revelasse um pouco mais de sua coxa. Ela não se importava com as convenções. A vida era muito curta para se esconder.

"Livia", ela se apresentou, estendendo a mão para cada um deles. As palmas de suas mãos eram macias, mas seus apertos eram firmes, cheios de uma energia que os dois homens sentiram.

A conversa fluiu facilmente, impulsionada pela curiosidade mútua e pela tensão sexual palpável que pairava no ar. Livia não escondia sua intenção. Ela os provocava com olhares, com toques sutis em seus braços quando ria, com a maneira como mordiscava o lábio inferior enquanto os ouvia. Declan e Finn, por sua vez, respondiam com uma mistura de fascínio e excitação. Eles não eram estranhos ao desejo, mas Livia era algo diferente. Ela era uma promessa de uma experiência que eles nunca haviam tido.

Depois de algumas cervejas, quando a noite estava em seu auge e o pub começava a esvaziar, Livia se inclinou para perto deles. "Meus caros", ela sussurrou, seus olhos brilhando no penumbra, "que tal continuarmos a noite em um lugar mais... privado?"

A sugestão não precisava ser decifrada. Declan engoliu em seco, seus olhos escuros fixos nos dela. Finn sorriu, um brilho travesso em seus olhos claros. Ambos assentiram, quase em uníssono.

O apartamento de Livia era simples, mas aconchegante, com uma cama grande no centro do quarto que parecia convidativa e promissora. A luz fraca do abajur criava um ambiente íntimo, e o cheiro suave de incenso pairava no ar. Não havia constrangimento ou hesitação quando eles entraram. A atração era muito forte para isso.

Livia se virou para eles, seus olhos percorrendo seus rostos. "Tirem suas roupas", ela disse, sua voz um pouco mais rouca agora, cheia de autoridade sensual.

Declan e Finn se entreolharam por um instante, um reconhecimento silencioso de que estavam prestes a embarcar em algo extraordinário. Então, sem mais delongas, começaram a se despir. As camisas foram jogadas no chão, os jeans desabotoados e as cuecas caíram, revelando seus corpos. Declan era musculoso, com um peito largo e braços fortes. Finn era mais magro, mas bem definido, com um abdômen tonificado. Ambos estavam claramente excitados, seus membros já duros e pulsantes.

Livia os observou com um prazer evidente. Ela não se apressou em se despir. Em vez disso, ela estendeu a mão e acariciou o peito de Declan, seus dedos traçando os contornos de seus músculos. Ele arfou, seus olhos se fechando por um momento. Então, ela se virou para Finn, seus dedos deslizando pela linha de seu abdômen, fazendo-o estremecer.

"Vocês estão prontos para uma noite que nunca esquecerão?", ela perguntou, sua voz um sussurro sedutor.

Ambos assentiram, suas vozes presas na garganta.

Livia então começou a se despir, lentamente, deliberadamente. Cada movimento era uma provocação, uma promessa. O vestido escorregou de seus ombros, revelando a pele macia de seus braços, depois suas costas. Ela o deixou cair no chão, e então seus sutiã e calcinha seguiram o mesmo caminho. Seu corpo era uma obra de arte: seios fartos e firmes, um abdômen liso, quadris arredondados e coxas torneadas. Ela era a personificação do desejo.

Nuas, as três figuras se olharam, a tensão sexual no quarto quase insuportável. Livia deu um passo à frente, pegando as mãos de Declan e Finn. "Venham", ela disse, levando-os para a cama.

Eles se deitaram, um de cada lado de Livia, seus corpos quentes e ansiosos. Livia se virou para Declan primeiro, seus lábios encontrando os dele em um beijo profundo e faminto. Sua língua explorou a boca dele com uma paixão avassaladora, e suas mãos fortes se entrelaçaram nos cabelos dela. Enquanto isso, Finn acariciava suavemente a coxa de Livia, seus dedos subindo cada vez mais.

Livia se separou do beijo com Declan, um gemido escapando de seus lábios. Ela se virou para Finn, seus lábios encontrando os dele. Este beijo era mais suave, mais exploratório, mas não menos intenso. A cada toque, a cada beijo, Livia sentia o desejo crescer dentro dela, um fogo que ameaçava consumi-la.

Ela se moveu para o meio da cama, sentando-se e deixando seus seios balançarem livremente. Declan e Finn se ergueram, um de cada lado dela, seus olhos fixos em seus seios. Livia pegou as mãos deles e as guiou até seus mamilos, incentivando-os a tocar, a apertar, a explorar. Gemidos de prazer escaparam de seus lábios enquanto eles obedeciam, seus dedos massageando e estimulando seus seios.

"Eu quero sentir vocês", Livia sussurrou, seus olhos brilhando. "Eu quero sentir tudo."

Ela se inclinou para Declan, pegando seu membro ereto em sua mão. Sua pele era quente e macia, e ela o acariciou com carinho, fazendo-o gemer. Então, ela se inclinou para Finn, pegando o membro dele em sua outra mão, repetindo o movimento. Livia era a maestrina de sua própria orquestra de prazer, conduzindo cada nota, cada crescendo.

Ela começou a masturbar os dois homens ao mesmo tempo, suas mãos se movendo em um ritmo sincronizado. Seus dedos eram habilidosos, seus toques precisos, e logo os gemidos dos dois homens preencheram o quarto. Livia observava suas expressões de prazer, sentindo-se empoderada. Ela era a causa de sua excitação, a fonte de seu deleite.

Enquanto os masturbava, Livia se inclinou e beijou Declan no pescoço, depois Finn no ombro. Ela queria que eles se sentissem desejados, adorados. Ela queria que eles soubessem que estavam ali para ela, para seu prazer, e que ela os recompensaria com o mesmo fervor.

Quando sentiu que estavam à beira do clímax, Livia parou. Os dois homens arfaram, seus olhos cheios de uma mistura de frustração e antecipação.

"Ainda não", ela disse, um sorriso malicioso em seus lábios. "Ainda há muito mais para sentir."

Ela se ajoelhou na cama, posicionando-se entre os dois homens. Ela olhou para Declan, seus olhos fixos nos dele, e então, lentamente, ela pegou seu membro em sua boca. O calor e a umidade a envolveram, e ela começou a chupar com um fervor que o fez arquear as costas e gemer.

Enquanto estava ocupada com Declan, Livia estendeu a mão e pegou o membro de Finn, começando a masturbá-lo novamente, seus dedos se movendo com uma velocidade e precisão que o fizeram ofegar. Ela alternava entre os dois, um ato de adoração oral e manual que os levava à loucura.

Declan e Finn, por sua vez, não ficaram parados. As mãos de Declan exploravam as costas de Livia, seus dedos traçando a curva de sua coluna. As mãos de Finn acariciavam suas coxas, subindo e descendo, provocando-a.

Livia sentiu um formigamento crescente entre suas pernas. O clitóris dela pulsava com o desejo, clamando por atenção. Ela se separou de Declan, seus lábios úmidos e vermelhos.

"Eu quero que vocês me toquem", ela sussurrou, sua voz embargada. "Eu quero que me façam sentir."

Declan e Finn não precisaram de mais incentivo. As mãos de Declan desceram para sua intimidade, seus dedos encontrando sua vulva úmida e inchada. Ele a massageou suavemente, depois com mais firmeza, fazendo-a gemer. Ao mesmo tempo, Finn se inclinou e começou a beijar seus seios, sua língua traçando o contorno de seus mamilos, fazendo-os endurecer.

Livia se inclinou para trás, suas mãos nos ombros dos dois homens, seus olhos fechados em êxtase. Ela sentia o toque de Declan em sua intimidade, a boca de Finn em seus seios, e o prazer era avassalador.

"Mais", ela sussurrou, sua voz quase inaudível. "Eu quero mais."

Declan intensificou suas carícias, seus dedos explorando sua entrada, fazendo-a se retorcer na cama. Finn desceu para seu abdômen, beijando e lambendo seu caminho para baixo, até que sua boca encontrou sua intimidade. Livia arfou, seus quadris se levantando para encontrá-lo.

A língua de Finn era macia e habilidosa, e ele a lambeu com uma devoção que a fez tremer. Declan, por sua vez, continuou a masturbá-la com seus dedos, adicionando uma dimensão extra ao prazer. Livia estava sendo adorada de todas as maneiras possíveis, e ela se entregou completamente à sensação.

Seu corpo tremia, seus gemidos se tornaram mais altos e mais frenéticos. Ela estava à beira do abismo, o prazer tão intenso que era quase doloroso.

"Eu vou... eu vou", ela ofegou, seus quadris se contorcendo.

E então, ela explodiu. Um orgasmo poderoso e avassalador a atingiu, fazendo-a gritar em prazer. Seu corpo se contraiu, seus músculos se apertaram, e ela se agarrou a Declan e Finn, seus dedos cravados em sua pele.

Os dois homens a observaram, seus olhos cheios de admiração e desejo. Eles haviam testemunhado a força de seu prazer, e isso os excitava ainda mais.

Depois que o tremor diminuiu, Livia se sentiu renovada, mas ainda faminta por mais. Ela olhou para Declan, seus olhos verdes brilhando com uma nova intensidade.

"Agora é a sua vez", ela disse, sua voz rouca de prazer.

Ela se posicionou sobre ele, guiando seu membro para sua entrada. Declan gemeu quando ela o recebeu, e Livia se moveu lentamente, sentindo-o preencher cada parte dela. A sensação era incrível, o calor de seu corpo dentro do dela, a pressão em seu clitóris.

Enquanto Livia cavalgava Declan, ela estendeu a mão para Finn, que estava ajoelhado ao lado da cama. Ela o puxou para perto, seus lábios encontrando os dele em um beijo apaixonado. Finn a beijou de volta com a mesma intensidade, suas mãos explorando suas costas, seus quadris.

Livia se movia para cima e para baixo em Declan, seus quadris balançando em um ritmo hipnótico. Ela gemia a cada impulso, e Declan gemia de volta, seu prazer evidente em sua voz. Finn, por sua vez, começou a beijar seu pescoço, sua língua traçando a curva de sua clavícula, fazendo-a arrepiar.

"Eu quero que vocês me apertem", Livia sussurrou, seus olhos fechados em prazer. "Eu quero sentir vocês dois."

Declan apertou seus quadris, seus dedos cravados em sua pele. Finn, por sua vez, desceu para suas coxas, seus dedos apertando-as com força. Livia sentiu-se cercada, adorada, o centro de um universo de prazer.

De repente, Livia sentiu um desejo incontrolável de sentir Finn dentro dela também. Ela se separou de Declan por um momento, seus olhos brilhando.

"Finn", ela sussurrou, sua voz cheia de urgência. "Eu quero você também."

Finn não hesitou. Ele se ajoelhou entre as pernas de Livia, que estava sentada sobre Declan, e guiou seu membro para a boca de Livia. Ela o recebeu com um gemido, começando a chupar com fervor, enquanto Declan continuava a impulsionar dentro dela.

A sensação era esmagadora, mas Livia a abraçou. Ela tinha um homem dentro dela, e outro em sua boca, e ela estava no controle de tudo. Ela era a deusa do prazer, e eles eram seus devotos.

Livia alternava seu foco, beijando Declan em um momento, depois sugando Finn no outro, enquanto sentia Declan dentro dela, ela não queria perder nenhum segundo dos prazeres. O quarto estava cheio de gemidos, suspiros e o som úmido de corpos se encontrando.

Livia sentiu o segundo clímax se aproximando, mais forte e mais poderoso do que o primeiro. Ela apertou Declan com mais força, seus músculos se contraindo, e a sucção em Finn se intensificou.

"Eu vou... eu vou de novo!", ela gritou, seus olhos se fechando em um êxtase avassalador.

Ela explodiu em um segundo orgasmo, seu corpo tremendo e se contorcendo. Declan e Finn sentiram a força de seu prazer, e isso os levou ao limite. Declan impulsionou uma última vez, e então, com um gemido gutural, ele se derramou dentro dela. Finn, por sua vez, se derramou na boca de Livia, que o engoliu com um prazer evidente.

Os três ofegavam, seus corpos suados e exaustos, mas satisfeitos. Livia se deitou entre os dois homens, seus braços ao redor de seus pescoços, seus lábios curvados em um sorriso de triunfo.

"Isso", ela sussurrou, sua voz rouca e satisfeita, "foi exatamente o que eu precisava."

Declan e Finn a abraçaram, seus corpos ainda tremendo levemente. Eles haviam sido levados a um lugar de prazer que nunca haviam conhecido antes, e Livia era a responsável por isso.

A noite continuou, com mais beijos, mais toques, mais carícias. Livia explorou cada centímetro de seus corpos, e eles exploraram cada centímetro do dela. Não havia vergonha, apenas desejo e entrega.

Ao amanhecer, quando o céu de Sligo começou a clarear, Livia se sentiu completamente satisfeita. Ela havia abraçado seus desejos, e os havia compartilhado com dois homens que estavam dispostos a se entregar a ela. Ela não era uma personagem de um romance melancólico. Livia era a personificação da vida, do prazer, e da liberdade de ser quem ela realmente era. E naquele momento, ela era a mulher mais feliz do mundo.
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