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O sexo a duas

Fandom: Pessoas normais

Criado: 13/01/2026

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SombrioEstuproLinguagem ExplícitaPsicológicoPWP (Enredo? Que enredo?)Estudo de PersonagemProsa Roxa
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O Demônio da Carne

Felipe observava as duas mulheres à sua frente, um sorriso predatório brincando em seus lábios. Seus olhos, normalmente de um castanho quente, agora pareciam arder com uma intensidade quase sobrenatural, refletindo a luxúria que o consumia. Ele gostava delas assim, rendidas, ansiosas. A adrenalina de ter duas corpos a seus pés era um vício que ele não pretendia largar.

– Prontas para brincar, minhas lindas? – Sua voz era um sussurro rouco, carregado de promessas e ameaças veladas.

As duas, Sofia e Clara, trocaram olhares nervosos, mas havia um brilho de excitação em seus olhos também. Elas sabiam o que esperar de Felipe. Sabiam que ele não era como os outros. Ele não era gentil, não era delicado. Ele era uma força da natureza, um demônio da carne, e era exatamente isso que as atraía.

Felipe se aproximou, suas mãos grandes e fortes pousando nas cinturas de ambas. Ele as puxou para perto, seus corpos se chocando contra o dele. O cheiro de suor e perfume se misturava no ar, criando uma mistura inebriante que só servia para atiçar ainda mais seus instintos.

– Vamos para o quarto. – A ordem foi dada com uma autoridade que não deixava espaço para objeções.

No quarto, a penumbra reinava, apenas a luz fraca da lua que entrava pela janela iluminava os contornos dos corpos. Felipe as empurrou gentilmente na cama, seus olhos fixos em cada movimento, cada curva. Ele gostava de saborear o momento, de construir a tensão, de ver a antecipação crescer nos olhos delas.

Ele começou com Sofia, seus lábios encontrando os dela em um beijo selvagem e possessivo. Suas mãos exploravam cada centímetro de seu corpo, desnudando-a com uma pressa quase violenta. Sofia arqueava as costas, seus gemidos abafados pelo beijo profundo. Enquanto isso, Clara observava, a respiração presa na garganta, o desejo crescendo dentro dela.

Quando Felipe se afastou de Sofia, seus olhos brilharam, e ele se virou para Clara.

– Sua vez. – A voz era um comando.

Clara não hesitou. Ela se aproximou, seus dedos tremendo levemente enquanto desabotoava a camisa de Felipe. Ele a deixou fazer, observando-a com um sorriso satisfeito. Ele gostava da submissão delas, da forma como se entregavam a ele sem reservas.

Uma vez nu, Felipe era uma visão imponente. Seus músculos tensos, sua virilidade pulsando com desejo. Ele pegou Clara em seus braços, erguendo-a com facilidade e a deitando ao lado de Sofia.

– Agora, a diversão realmente começa. – Ele sussurrou, suas mãos já explorando os corpos nus de ambas.

Ele começou com carícias sensuais, seus dedos percorrendo a pele macia de Sofia, depois a de Clara. Seus toques eram firmes, exploratórios, provocantes. Ele se deleitava com os gemidos que escapavam dos lábios delas, com a forma como seus corpos se contorciam sob suas mãos.

Felipe era um mestre na arte da sedução e da provocação. Ele sabia exatamente onde tocar, como tocar, para levar suas amantes ao limite. Ele as masturbava com um ritmo implacável, seus dedos ágeis e experientes. Os gemidos se tornaram mais altos, mais urgentes.

– Mais, Felipe! – Sofia implorou, sua voz embargada pelo prazer.

– Não pare! – Clara ecoou, seu corpo tremendo.

Mas Felipe não parava. Ele intensificava o ritmo, seus dedos trabalhando em ambas simultaneamente. Ele gostava de ver a forma como seus corpos se retorciam, como seus rostos se contorciam em êxtase. Era um espetáculo que o excitava profundamente.

Quando ele sentiu que elas estavam no auge, à beira do clímax, ele se posicionou. Ele se moveu entre elas, sua virilidade pulsando, pronta para a penetração.

Ele entrou em Sofia primeiro, com um impulso forte e profundo. Sofia arqueou as costas, um grito abafado escapando de seus lábios. A sensação era avassaladora, a dor inicial rapidamente se transformando em um prazer intenso e profundo.

Enquanto Felipe se movia dentro de Sofia, ele pegou a mão de Clara e a guiou até sua própria entrada, seus dedos abrindo caminho para ele. Ele queria sentir as duas, queria possuir as duas ao mesmo tempo.

Com um segundo impulso, ele penetrou Clara também. Um gemido alto escapou de seus lábios, seus olhos se revirando de prazer. Agora, Felipe estava entre elas, seus quadris se movendo em um ritmo selvagem, possuindo ambas com uma ferocidade que era tanto aterrorizante quanto excitante.

Ele não era gentil. Ele não era suave. Ele as penetrava com uma força que beirava a brutalidade, seus corpos se chocando contra os delas. Os gemidos se misturavam com os dele, criando uma sinfonia de prazer e paixão.

– Ah, Felipe! – Sofia gritou, suas unhas cravando nas costas dele.

– Mais forte! – Clara implorou, sua voz rouca de desejo.

E Felipe as atendeu. Ele as fodia com uma selvageria que as deixava ofegantes, seus corpos se contorcendo em êxtase. Ele gostava de sentir a resistência delas, a forma como seus músculos se contraíam ao redor dele. Era um desafio, uma batalha de vontades que ele sempre vencia.

Ele as virou, as colocou em diferentes posições, explorando cada ângulo, cada sensação. Ele as fodia por trás, de lado, de frente, sempre com a mesma intensidade implacável. Ele as masturbava enquanto as penetrava, suas mãos explorando cada parte de seus corpos, cada ponto sensível.

Os gemidos se tornaram gritos, os gritos se tornaram choros de prazer. Elas estavam completamente entregues a ele, suas mentes nubladas pelo êxtase. Felipe sentia o poder que tinha sobre elas, a forma como ele podia levá-las ao limite, e além.

Em um determinado momento, Clara gritou, seus olhos cheios de lágrimas.

– P-para, Felipe! Está doendo!

Mas Felipe não parou. Ao contrário, ele intensificou o ritmo, seus quadris batendo contra os dela com mais força. Um sorriso cruel brincou em seus lábios. Ele gostava da dor, gostava de sentir a resistência delas, gostava de ver a forma como elas se rendiam a ele, mesmo quando doía.

– Não vamos parar, minha linda. – Sua voz era um sussurro rouco, quase um rosnado. – Você queria isso, não queria? Queria o demônio.

Clara chorou, mas em meio às lágrimas, havia um brilho de excitação. Ela odiava a dor, mas amava a forma como Felipe a dominava, a forma como ele a levava a lugares que ninguém mais conseguia.

Sofia, por outro lado, parecia estar em um transe. Seus olhos estavam fechados, seus lábios se movendo em orações silenciosas. Ela estava completamente perdida no prazer, seu corpo se contorcendo sob os toques e penetrações de Felipe.

Felipe as fodia por horas, sem descanso, sem piedade. Ele as levava ao clímax repetidamente, apenas para puxá-las de volta, para continuar a tortura prazerosa. Ele era incansável, um verdadeiro demônio da carne.

Seus corpos estavam úmidos de suor, seus gemidos ecoavam pelo quarto. A cama rangia sob a intensidade de seus movimentos. Felipe as possuía completamente, suas mentes e corpos rendidos a ele.

Quando ele finalmente sentiu o clímax se aproximar, ele se inclinou, seus lábios roçando os ouvidos de ambas.

– Vocês são minhas. – Ele sussurrou, a voz carregada de possessividade. – Só minhas.

E então, com um último impulso poderoso, ele se derramou dentro delas, sentindo o calor e a contração de seus corpos ao seu redor. Um grito final de prazer escapou de seus lábios, seus corpos se convulsionando em êxtase.

Ele permaneceu dentro delas por um tempo, sua respiração pesada, seus músculos relaxando lentamente. As duas mulheres estavam exaustas, seus corpos moles e trêmulos. Mas havia um sorriso em seus lábios, um brilho nos olhos que denunciava a satisfação.

Felipe se retirou, limpando-se com um lençol. Ele as observou, seus corpos marcados por suas mãos e sua virilidade. Havia arranhões em suas costas, marcas de mordidas em seus pescoços. Mas elas não se importavam. Elas queriam mais.

Ele se deitou entre elas, puxando-as para perto. Seus corpos estavam doloridos, mas a satisfação era palpável. Ele havia as levado ao limite, as havia possuído completamente, e elas o amavam por isso.

– Vocês são as melhores, minhas lindas. – Ele sussurrou, beijando a testa de cada uma.

Sofia e Clara se aninharam contra ele, seus corpos ainda tremendo de exaustão e prazer. Elas sabiam que, com Felipe, não havia limites. Ele era o demônio que as levava ao inferno e ao paraíso ao mesmo tempo, e elas estavam mais do que dispostas a segui-lo.

Ele fechou os olhos, um sorriso satisfeito em seus lábios. Ele era um demônio da carne, e elas eram suas vítimas voluntárias. E ele não poderia estar mais feliz. A noite ainda era jovem, e ele sabia que em breve, a luxúria voltaria a arder, e ele as possuiria novamente, com a mesma intensidade, com a mesma selvageria. Porque ele era Felipe, o demônio da carne, e elas eram suas amantes. E a dança da luxúria nunca terminaria.
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