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Alem de amor dito
Fandom: nenhum
Criado: 03/03/2026
Tags
RomanceDramaGravidez Não Planejada/IndesejadaRealismoDor/ConfortoHistória DomésticaAngústia
O Gosto Do Proibido
Natalia e Elias estavam na cozinha, o aroma de alho e manjericão pairando no ar, um convite silencioso ao conforto e à intimidade. A música suave de jazz preenchia o ambiente, criando uma atmosfera aconchegante que era quase palpável. Elias, com o avental manchado de farinha, riu enquanto Natalia tentava girar a massa de pizza no ar, um esforço desajeitado que resultou em um pedaço grudento caindo em seu cabelo.
– Ai! – exclamou Natalia, rindo junto, tentando tirar a massa do cabelo.
Elias se aproximou, os olhos brilhando com um misto de diversão e desejo.
– Deixa que eu te ajudo, minha atrapalhada.
Ele a segurou pela cintura, os dedos longos e fortes deslizando por sua pele exposta onde a camiseta levantou. O toque era elétrico, uma corrente de calor que percorria o corpo de Natalia, fazendo-a estremecer. Ela sentiu o hálito quente dele em seu pescoço enquanto ele delicadamente retirava a massa, seus lábios roçando sua pele.
– Melhor assim? – sussurrou Elias, a voz rouca, enviando arrepios por sua espinha.
Natalia virou-se em seus braços, os olhos fixos nos dele. O mundo pareceu diminuir, o som da música e os aromas da cozinha desvanecendo-se, deixando apenas eles dois.
– Perfeito.
Os lábios dele encontraram os dela em um beijo lento e profundo, um beijo que prometia mais do que apenas um jantar. As mãos de Elias desceram pelas costas dela, apertando-a contra si, e Natalia sentiu o corpo dele endurecer. Ela arqueou as costas, o corpo respondendo ao dele com uma urgência que a surpreendia a cada vez.
Ele a ergueu sem esforço, colocando-a sentada na bancada de mármore fria, o contraste entre o frio da pedra e o calor que se acendia entre eles era embriagador. As pernas de Natalia envolveram a cintura dele, e ela sentiu a rigidez de Elias pressionando contra ela através das roupas.
– Elias… – ela gemeu, a voz quase inaudível, os dedos emaranhados nos cabelos dele.
As mãos dele começaram a subir pela coxa dela, por baixo do vestido leve de verão. Cada toque era lento e deliberado, uma tortura doce que a deixava ofegante. Os dedos dele roçaram a barra de sua calcinha, e Natalia sentiu um calor úmido se espalhar por sua intimidade. Ela se contorceu, o desejo a consumindo.
– Você está molhada, meu amor – sussurrou Elias, a boca em seu ouvido, a voz carregada de malícia.
Natalia não conseguiu responder, apenas ofegou enquanto os dedos dele avançavam, deslizando sob o tecido, encontrando a umidade que a invadia. Ele a acariciou suavemente, o polegar roçando seu clitóris, e Natalia sentiu um arrepio percorrer todo o seu corpo. Seus quadris se moveram instintivamente, buscando mais daquele toque.
– Ah, Elias…
Ela sentiu uma onda de prazer se espalhar, e os lábios dele desceram para seu pescoço, beijando e mordiscando, deixando um rastro de fogo. Natalia se inclinou para trás, a cabeça caindo, os olhos fechados, entregue à sensação.
– Vamos para o quarto – Elias murmurou, a voz rouca de desejo.
Ele a ergueu novamente, e Natalia se agarrou a ele, sentindo-se leve e flutuante. O caminho até o quarto foi rápido, uma sequência de beijos apressados e toques ávidos. Elias a deitou na cama, o corpo dela afundando nos lençóis macios. Ele a cobriu com seu corpo, os lábios dela novamente presos aos dele.
As mãos dele se moveram para o zíper do vestido, que deslizou para baixo, revelando o sutiã de renda preta e a calcinha combinando. Os olhos de Elias a devoraram, um fogo intenso queimando em seu olhar.
– Você é linda, Natalia – ele sussurrou, beijando cada parte do corpo dela que ele descobria.
Natalia sentiu o rosto corar, mas o desejo era mais forte que a timidez. Ela estendeu a mão para a camisa de Elias, desabotoando-a com dedos trêmulos, sentindo o calor da pele dele sob seus toques. A camisa voou para o chão, e depois a calça, revelando a ereção pulsante de Elias.
Natalia engoliu em seco, o coração batendo forte no peito. Ela o amava, amava cada parte dele, e queria se entregar completamente. Mas havia algo que a impedia, uma insegurança que a atormentava.
– Elias… – ela começou, a voz baixa e hesitante.
Ele a olhou, os olhos cheios de paixão.
– O que foi, meu amor?
– Eu… eu nunca fiz isso antes – ela confessou, o rosto queimando de vergonha. – Eu sou virgem.
Elias a olhou surpreso, a paixão em seus olhos misturada com uma nova emoção. Ele não esperava por isso.
– Virgem? – ele repetiu, a voz mais suave.
Natalia assentiu, desviando o olhar.
– Eu sei que é bobo, mas…
Elias ergueu o queixo dela, forçando-a a olhar para ele.
– Não é bobo, Natalia. É lindo.
Ele a beijou novamente, um beijo terno e reconfortante. Natalia sentiu um alívio, mas a apreensão ainda estava lá.
– Talvez seja melhor não… – ela murmurou, a voz embargada. – Eu não quero que seja… estranho.
Elias a abraçou apertado, o corpo quente contra o dela.
– Não vai ser estranho, meu amor. Eu prometo. Eu vou ser gentil.
Ele a beijou no pescoço, sua boca descendo para os seios dela, sugando e mordiscando suavemente. Natalia sentiu o corpo responder, a resistência diminuindo diante do prazer. Ela queria Elias, queria sentir-se completa com ele.
– Mas… e se doer? – ela perguntou, a voz quase um sussurro.
– Eu vou com calma, meu amor. Você me diz se doer. Eu paro se você pedir.
Ele a beijou na boca novamente, e Natalia se rendeu. Ela confiou nele. Ela o amava.
Elias começou a se mover, beijando cada centímetro de sua pele, suas mãos explorando cada curva de seu corpo. Ele se demorou em seus seios, sugando e lambendo, fazendo-a gemer de prazer. Seus dedos desceram, massageando suas coxas, e então ele se posicionou entre as pernas dela.
Natalia sentiu o calor do corpo dele, a ponta de sua ereção roçando sua intimidade. Ela prendeu a respiração, o coração batendo descompassado. Elias a olhou nos olhos, um misto de ternura e desejo em seu olhar.
– Confia em mim, meu amor? – ele sussurrou.
Natalia assentiu, as lágrimas nos olhos.
– Confio.
Elias se inclinou, beijando-a suavemente, e então começou a pressionar. Natalia sentiu uma dor aguda, um rasgo, e um grito escapou de seus lábios. Ela apertou as mãos nos ombros dele, as unhas cravando em sua pele.
– Elias! – ela choramingou.
Ele parou imediatamente, o rosto contorcido de preocupação.
– Eu te machuquei? – ele perguntou, a voz cheia de culpa.
Natalia balançou a cabeça, as lágrimas escorrendo pelo rosto.
– Não… só doeu um pouco.
Ele a abraçou apertado, beijando seus cabelos.
– Eu sinto muito, meu amor.
Ele esperou, dando-lhe tempo para se recuperar. Natalia sentiu a dor diminuir, substituída por uma sensação de plenitude e um desejo crescente.
– Está tudo bem – ela sussurrou, os lábios roçando o pescoço dele. – Continua.
Elias a olhou, os olhos brilhando com um desejo renovado. Ele começou a se mover novamente, devagar, com cuidado, permitindo que ela se acostumasse à sensação. A cada movimento, Natalia sentia a dor diminuir e o prazer aumentar. Ela se agarrou a ele, os quadris se movendo em sincronia com os dele.
O ritmo aumentou, e Natalia sentiu uma onda de sensações se espalhar por seu corpo. Os gemidos escapavam de seus lábios, e Elias a beijava com fervor, suas bocas se encontrando em uma dança de paixão. Ela sentiu o corpo dele endurecer, e uma sensação de calor se espalhou por sua intimidade.
Elias gemeu, o corpo tremendo, e Natalia sentiu um jorro quente dentro dela. Ela se apertou contra ele, sentindo o prazer se espalhar, misturado com a doçura daquele momento.
Ele se deitou ao lado dela, o corpo suado e ofegante, puxando-a para perto. Natalia aninhou-se em seus braços, a cabeça em seu peito, ouvindo o batimento cardíaco acelerado dele.
– Você está bem? – Elias perguntou, a voz rouca.
Natalia assentiu, um sorriso nos lábios.
– Mais do que bem.
Eles ficaram ali, abraçados, o silêncio preenchido apenas pelo som de suas respirações e o bater de seus corações. Natalia sentiu-se completa, amada, e uma sensação de paz a invadiu. Ela nunca imaginou que o sexo pudesse ser assim, tão íntimo, tão profundo.
Elias a beijou no topo da cabeça.
– Eu te amo, Natalia.
– Eu também te amo, Elias.
Elias fechou os olhos, um sorriso no rosto, sentindo o corpo de Natalia relaxar em seus braços. Ele a beijou novamente, um beijo longo e apaixonado.
De repente, Elias abriu os olhos, o sorriso desaparecendo. Um arrepio percorreu seu corpo. Ele sentiu um frio na espinha, uma sensação de pânico se instalando em seu peito.
Ele havia esquecido.
Ele havia esquecido completamente.
Natalia sentiu a mudança no corpo dele, a tensão que o invadia.
– O que foi? – ela perguntou, erguendo a cabeça para olhá-lo.
Elias se sentou, o rosto pálido, os olhos arregalados.
– Natalia… – ele começou, a voz embargada.
– O que aconteceu? Você está me assustando.
Elias passou as mãos pelos cabelos, o pânico evidente em seus olhos.
– Eu… eu esqueci do mais importante.
Natalia o olhou confusa.
– O que você esqueceu?
Elias engoliu em seco, o coração batendo descompassado. Ele não conseguia acreditar que havia sido tão estúpido, tão descuidado.
– A camisinha – ele sussurrou, a voz quase inaudível. – Eu não usei camisinha.
Natalia sentiu o sangue gelar nas veias. O sorriso desapareceu de seus lábios, substituído por uma expressão de choque e medo. Ela se sentou, o corpo tremendo.
– O quê? – ela sussurrou, as palavras mal saindo de sua boca.
Elias a olhou, os olhos cheios de desespero.
– Eu sinto muito, meu amor. Eu juro que não foi intencional. Eu só… eu me deixei levar. Eu estava tão…
Natalia não o ouviu. Sua mente estava em branco, preenchida apenas por uma única palavra: gravidez.
Duas semanas depois, Natalia estava no banheiro, olhando para o calendário. A data da sua menstruação já havia passado, e nada. Ela sentiu um nó na garganta, o pânico se instalando em seu peito. Ela sempre foi regular, como um relógio.
Ela sentiu o corpo tremer, as mãos suadas. A imagem de Elias, o rosto pálido e desesperado, voltou à sua mente. O esquecimento dele, a imprudência, a irresponsabilidade.
Ela se lembrou da dor, do prazer, da entrega. E agora, o medo.
Natalia pegou o celular, as mãos trêmulas. Ela precisava falar com Elias. Precisava contar a ele. Mas o que ela diria? Como ela diria?
Ela discou o número dele, o coração batendo forte no peito. Cada toque do telefone era um martelo em sua cabeça.
– Alô? – a voz de Elias atendeu, soando um pouco sonolenta.
– Elias… – a voz de Natalia saiu em um sussurro, embargada pelas lágrimas.
– Natalia? O que aconteceu? Você está chorando?
– Eu… eu acho que estou atrasada.
Um silêncio pesado pairou no ar. Natalia podia sentir a tensão do outro lado da linha.
– Atrasada para quê? – Elias perguntou, a voz baixa, quase inaudível.
– Minha menstruação.
O silêncio se estendeu, e Natalia sentiu as lágrimas escorrerem pelo rosto. Ela sabia o que aquilo significava. Ela sabia que a vida deles estava prestes a mudar, de uma forma que eles nunca poderiam ter imaginado.
– Eu estou indo para aí – Elias disse, a voz cheia de urgência. – Eu já estou indo.
Natalia desligou o telefone, as mãos tremendo. Ela olhou para o próprio reflexo no espelho, os olhos vermelhos e inchados. Ela não se reconhecia. A garota que havia se entregado à paixão, que havia sentido o gosto do proibido, agora estava diante de um futuro incerto, de uma responsabilidade que a assustava até a alma.
Ela tocou a barriga, um gesto instintivo. Uma nova vida, talvez, crescendo dentro dela. Uma consequência de uma noite de paixão, de um momento de esquecimento. O que eles fariam agora? Como eles lidariam com isso?
Natalia sentou-se no chão frio do banheiro, as lágrimas escorrendo livremente. O silêncio da casa era opressor, preenchido apenas pelo som de seus próprios soluços. Ela estava com medo, mas no fundo, uma pequena chama de esperança começava a brilhar. Uma nova vida. Um novo começo. Um desafio que ela e Elias teriam que enfrentar juntos.
A campainha tocou, e Natalia se levantou, enxugando as lágrimas. Era Elias. A hora da verdade havia chegado.
– Ai! – exclamou Natalia, rindo junto, tentando tirar a massa do cabelo.
Elias se aproximou, os olhos brilhando com um misto de diversão e desejo.
– Deixa que eu te ajudo, minha atrapalhada.
Ele a segurou pela cintura, os dedos longos e fortes deslizando por sua pele exposta onde a camiseta levantou. O toque era elétrico, uma corrente de calor que percorria o corpo de Natalia, fazendo-a estremecer. Ela sentiu o hálito quente dele em seu pescoço enquanto ele delicadamente retirava a massa, seus lábios roçando sua pele.
– Melhor assim? – sussurrou Elias, a voz rouca, enviando arrepios por sua espinha.
Natalia virou-se em seus braços, os olhos fixos nos dele. O mundo pareceu diminuir, o som da música e os aromas da cozinha desvanecendo-se, deixando apenas eles dois.
– Perfeito.
Os lábios dele encontraram os dela em um beijo lento e profundo, um beijo que prometia mais do que apenas um jantar. As mãos de Elias desceram pelas costas dela, apertando-a contra si, e Natalia sentiu o corpo dele endurecer. Ela arqueou as costas, o corpo respondendo ao dele com uma urgência que a surpreendia a cada vez.
Ele a ergueu sem esforço, colocando-a sentada na bancada de mármore fria, o contraste entre o frio da pedra e o calor que se acendia entre eles era embriagador. As pernas de Natalia envolveram a cintura dele, e ela sentiu a rigidez de Elias pressionando contra ela através das roupas.
– Elias… – ela gemeu, a voz quase inaudível, os dedos emaranhados nos cabelos dele.
As mãos dele começaram a subir pela coxa dela, por baixo do vestido leve de verão. Cada toque era lento e deliberado, uma tortura doce que a deixava ofegante. Os dedos dele roçaram a barra de sua calcinha, e Natalia sentiu um calor úmido se espalhar por sua intimidade. Ela se contorceu, o desejo a consumindo.
– Você está molhada, meu amor – sussurrou Elias, a boca em seu ouvido, a voz carregada de malícia.
Natalia não conseguiu responder, apenas ofegou enquanto os dedos dele avançavam, deslizando sob o tecido, encontrando a umidade que a invadia. Ele a acariciou suavemente, o polegar roçando seu clitóris, e Natalia sentiu um arrepio percorrer todo o seu corpo. Seus quadris se moveram instintivamente, buscando mais daquele toque.
– Ah, Elias…
Ela sentiu uma onda de prazer se espalhar, e os lábios dele desceram para seu pescoço, beijando e mordiscando, deixando um rastro de fogo. Natalia se inclinou para trás, a cabeça caindo, os olhos fechados, entregue à sensação.
– Vamos para o quarto – Elias murmurou, a voz rouca de desejo.
Ele a ergueu novamente, e Natalia se agarrou a ele, sentindo-se leve e flutuante. O caminho até o quarto foi rápido, uma sequência de beijos apressados e toques ávidos. Elias a deitou na cama, o corpo dela afundando nos lençóis macios. Ele a cobriu com seu corpo, os lábios dela novamente presos aos dele.
As mãos dele se moveram para o zíper do vestido, que deslizou para baixo, revelando o sutiã de renda preta e a calcinha combinando. Os olhos de Elias a devoraram, um fogo intenso queimando em seu olhar.
– Você é linda, Natalia – ele sussurrou, beijando cada parte do corpo dela que ele descobria.
Natalia sentiu o rosto corar, mas o desejo era mais forte que a timidez. Ela estendeu a mão para a camisa de Elias, desabotoando-a com dedos trêmulos, sentindo o calor da pele dele sob seus toques. A camisa voou para o chão, e depois a calça, revelando a ereção pulsante de Elias.
Natalia engoliu em seco, o coração batendo forte no peito. Ela o amava, amava cada parte dele, e queria se entregar completamente. Mas havia algo que a impedia, uma insegurança que a atormentava.
– Elias… – ela começou, a voz baixa e hesitante.
Ele a olhou, os olhos cheios de paixão.
– O que foi, meu amor?
– Eu… eu nunca fiz isso antes – ela confessou, o rosto queimando de vergonha. – Eu sou virgem.
Elias a olhou surpreso, a paixão em seus olhos misturada com uma nova emoção. Ele não esperava por isso.
– Virgem? – ele repetiu, a voz mais suave.
Natalia assentiu, desviando o olhar.
– Eu sei que é bobo, mas…
Elias ergueu o queixo dela, forçando-a a olhar para ele.
– Não é bobo, Natalia. É lindo.
Ele a beijou novamente, um beijo terno e reconfortante. Natalia sentiu um alívio, mas a apreensão ainda estava lá.
– Talvez seja melhor não… – ela murmurou, a voz embargada. – Eu não quero que seja… estranho.
Elias a abraçou apertado, o corpo quente contra o dela.
– Não vai ser estranho, meu amor. Eu prometo. Eu vou ser gentil.
Ele a beijou no pescoço, sua boca descendo para os seios dela, sugando e mordiscando suavemente. Natalia sentiu o corpo responder, a resistência diminuindo diante do prazer. Ela queria Elias, queria sentir-se completa com ele.
– Mas… e se doer? – ela perguntou, a voz quase um sussurro.
– Eu vou com calma, meu amor. Você me diz se doer. Eu paro se você pedir.
Ele a beijou na boca novamente, e Natalia se rendeu. Ela confiou nele. Ela o amava.
Elias começou a se mover, beijando cada centímetro de sua pele, suas mãos explorando cada curva de seu corpo. Ele se demorou em seus seios, sugando e lambendo, fazendo-a gemer de prazer. Seus dedos desceram, massageando suas coxas, e então ele se posicionou entre as pernas dela.
Natalia sentiu o calor do corpo dele, a ponta de sua ereção roçando sua intimidade. Ela prendeu a respiração, o coração batendo descompassado. Elias a olhou nos olhos, um misto de ternura e desejo em seu olhar.
– Confia em mim, meu amor? – ele sussurrou.
Natalia assentiu, as lágrimas nos olhos.
– Confio.
Elias se inclinou, beijando-a suavemente, e então começou a pressionar. Natalia sentiu uma dor aguda, um rasgo, e um grito escapou de seus lábios. Ela apertou as mãos nos ombros dele, as unhas cravando em sua pele.
– Elias! – ela choramingou.
Ele parou imediatamente, o rosto contorcido de preocupação.
– Eu te machuquei? – ele perguntou, a voz cheia de culpa.
Natalia balançou a cabeça, as lágrimas escorrendo pelo rosto.
– Não… só doeu um pouco.
Ele a abraçou apertado, beijando seus cabelos.
– Eu sinto muito, meu amor.
Ele esperou, dando-lhe tempo para se recuperar. Natalia sentiu a dor diminuir, substituída por uma sensação de plenitude e um desejo crescente.
– Está tudo bem – ela sussurrou, os lábios roçando o pescoço dele. – Continua.
Elias a olhou, os olhos brilhando com um desejo renovado. Ele começou a se mover novamente, devagar, com cuidado, permitindo que ela se acostumasse à sensação. A cada movimento, Natalia sentia a dor diminuir e o prazer aumentar. Ela se agarrou a ele, os quadris se movendo em sincronia com os dele.
O ritmo aumentou, e Natalia sentiu uma onda de sensações se espalhar por seu corpo. Os gemidos escapavam de seus lábios, e Elias a beijava com fervor, suas bocas se encontrando em uma dança de paixão. Ela sentiu o corpo dele endurecer, e uma sensação de calor se espalhou por sua intimidade.
Elias gemeu, o corpo tremendo, e Natalia sentiu um jorro quente dentro dela. Ela se apertou contra ele, sentindo o prazer se espalhar, misturado com a doçura daquele momento.
Ele se deitou ao lado dela, o corpo suado e ofegante, puxando-a para perto. Natalia aninhou-se em seus braços, a cabeça em seu peito, ouvindo o batimento cardíaco acelerado dele.
– Você está bem? – Elias perguntou, a voz rouca.
Natalia assentiu, um sorriso nos lábios.
– Mais do que bem.
Eles ficaram ali, abraçados, o silêncio preenchido apenas pelo som de suas respirações e o bater de seus corações. Natalia sentiu-se completa, amada, e uma sensação de paz a invadiu. Ela nunca imaginou que o sexo pudesse ser assim, tão íntimo, tão profundo.
Elias a beijou no topo da cabeça.
– Eu te amo, Natalia.
– Eu também te amo, Elias.
Elias fechou os olhos, um sorriso no rosto, sentindo o corpo de Natalia relaxar em seus braços. Ele a beijou novamente, um beijo longo e apaixonado.
De repente, Elias abriu os olhos, o sorriso desaparecendo. Um arrepio percorreu seu corpo. Ele sentiu um frio na espinha, uma sensação de pânico se instalando em seu peito.
Ele havia esquecido.
Ele havia esquecido completamente.
Natalia sentiu a mudança no corpo dele, a tensão que o invadia.
– O que foi? – ela perguntou, erguendo a cabeça para olhá-lo.
Elias se sentou, o rosto pálido, os olhos arregalados.
– Natalia… – ele começou, a voz embargada.
– O que aconteceu? Você está me assustando.
Elias passou as mãos pelos cabelos, o pânico evidente em seus olhos.
– Eu… eu esqueci do mais importante.
Natalia o olhou confusa.
– O que você esqueceu?
Elias engoliu em seco, o coração batendo descompassado. Ele não conseguia acreditar que havia sido tão estúpido, tão descuidado.
– A camisinha – ele sussurrou, a voz quase inaudível. – Eu não usei camisinha.
Natalia sentiu o sangue gelar nas veias. O sorriso desapareceu de seus lábios, substituído por uma expressão de choque e medo. Ela se sentou, o corpo tremendo.
– O quê? – ela sussurrou, as palavras mal saindo de sua boca.
Elias a olhou, os olhos cheios de desespero.
– Eu sinto muito, meu amor. Eu juro que não foi intencional. Eu só… eu me deixei levar. Eu estava tão…
Natalia não o ouviu. Sua mente estava em branco, preenchida apenas por uma única palavra: gravidez.
Duas semanas depois, Natalia estava no banheiro, olhando para o calendário. A data da sua menstruação já havia passado, e nada. Ela sentiu um nó na garganta, o pânico se instalando em seu peito. Ela sempre foi regular, como um relógio.
Ela sentiu o corpo tremer, as mãos suadas. A imagem de Elias, o rosto pálido e desesperado, voltou à sua mente. O esquecimento dele, a imprudência, a irresponsabilidade.
Ela se lembrou da dor, do prazer, da entrega. E agora, o medo.
Natalia pegou o celular, as mãos trêmulas. Ela precisava falar com Elias. Precisava contar a ele. Mas o que ela diria? Como ela diria?
Ela discou o número dele, o coração batendo forte no peito. Cada toque do telefone era um martelo em sua cabeça.
– Alô? – a voz de Elias atendeu, soando um pouco sonolenta.
– Elias… – a voz de Natalia saiu em um sussurro, embargada pelas lágrimas.
– Natalia? O que aconteceu? Você está chorando?
– Eu… eu acho que estou atrasada.
Um silêncio pesado pairou no ar. Natalia podia sentir a tensão do outro lado da linha.
– Atrasada para quê? – Elias perguntou, a voz baixa, quase inaudível.
– Minha menstruação.
O silêncio se estendeu, e Natalia sentiu as lágrimas escorrerem pelo rosto. Ela sabia o que aquilo significava. Ela sabia que a vida deles estava prestes a mudar, de uma forma que eles nunca poderiam ter imaginado.
– Eu estou indo para aí – Elias disse, a voz cheia de urgência. – Eu já estou indo.
Natalia desligou o telefone, as mãos tremendo. Ela olhou para o próprio reflexo no espelho, os olhos vermelhos e inchados. Ela não se reconhecia. A garota que havia se entregado à paixão, que havia sentido o gosto do proibido, agora estava diante de um futuro incerto, de uma responsabilidade que a assustava até a alma.
Ela tocou a barriga, um gesto instintivo. Uma nova vida, talvez, crescendo dentro dela. Uma consequência de uma noite de paixão, de um momento de esquecimento. O que eles fariam agora? Como eles lidariam com isso?
Natalia sentou-se no chão frio do banheiro, as lágrimas escorrendo livremente. O silêncio da casa era opressor, preenchido apenas pelo som de seus próprios soluços. Ela estava com medo, mas no fundo, uma pequena chama de esperança começava a brilhar. Uma nova vida. Um novo começo. Um desafio que ela e Elias teriam que enfrentar juntos.
A campainha tocou, e Natalia se levantou, enxugando as lágrimas. Era Elias. A hora da verdade havia chegado.
