
← Voltar à lista de fanfics
0 curtida
Lesbica
Fandom: Safico
Criado: 14/03/2026
Tags
RomanceDramaSombrioLinguagem ExplícitaCiúmesProsa RoxaPWP (Enredo? Que enredo?)
Vingança em Quadra: A Noite de Madu e Mariana
Madu e Mariana saíram do campo de vôlei com os rostos contraídos em pura frustração. A derrota tinha sido humilhante, um placar que elas preferiam esquecer. O suor escorria por seus corpos atléticos, mas não era o cansaço que as consumia, e sim a raiva borbulhante. Madu, com sua cabeleira loira grudada na testa, chutou uma garrafa d'água vazia com força, enquanto Mariana, sua parceira de quadra e de vida, bufava ao lado.
– Que porra foi essa, Madu?! – Mariana esbravejou, a voz rouca. – A gente não jogou nada!
– Eu sei, Mari, eu sei! – Madu respondeu, o tom igualmente irritado. – Meus saques estavam uma merda, e você… você parecia que estava com a cabeça nas nuvens!
As duas se entreolharam, um lampejo de mágoa nos olhos. Era raro elas discutirem assim, mas a derrota tinha mexido com os nervos de ambas. O time adversário, que elas consideravam inferior, havia tirado sarro delas durante o jogo inteiro, e a humilhação ainda ardia.
Chegaram ao vestiário em silêncio, a tensão palpável. Começaram a se despir com movimentos bruscos, a raiva ainda fervendo. Mariana jogou a camiseta molhada no chão, e Madu bateu a porta do armário com força.
Foi então que Madu viu a mensagem no celular. Era de Luisa.
"Saudades, Madu. Tô louca pra te ver."
Um sorriso malicioso se formou nos lábios de Madu. Ah, Luisa… A morena atrevida, com seus seios fartos e seu jeito provocante, que a fazia esquecer de tudo. E que, por um acaso, estava namorando um homem. Um homem que Madu odiava com todas as suas forças, principalmente porque ele tinha a posse de Luisa, mesmo que de fachada.
– O que foi? – Mariana perguntou, percebendo a mudança no semblante de Madu.
– A Luisa… – Madu murmurou, os olhos brilhando com uma ideia perigosa.
Mariana arqueou uma sobrancelha, um brilho de curiosidade misturado à raiva ainda presente. Ela sabia do caso de Madu com Luisa, e, embora desaprovasse o fato de Luisa estar com outro, não podia negar a atração que a morena exercia sobre elas.
– O que ela quer? – perguntou Mariana, já imaginando a resposta.
– Ela quer me ver – Madu respondeu, um sorriso provocante se abrindo em seu rosto. – E eu acho que a gente podia… desabafar um pouco nela, não acha?
Mariana demorou um instante para processar a ideia, mas quando entendeu, um sorriso perverso se formou em seus lábios. Seus olhos verdes, geralmente doces, agora tinham um brilho de malícia.
– Eu gosto disso – Mariana disse, a voz rouca. – Gosto muito.
As duas se olharam, um pacto silencioso sendo selado. A frustração da derrota, a raiva do jogo, tudo seria canalizado para uma noite de pura libertinagem com Luisa. Seria a vingança perfeita.
Madu pegou o celular e mandou uma mensagem para Luisa.
"Estou com a Mari. A gente perdeu o jogo e estamos muito putas. Vem pra cá. Precisamos de você."
Luisa respondeu quase imediatamente.
"Uhm, putas? Gosto disso. Chego em 20 minutos."
Vinte minutos depois, Luisa tocou a campainha do apartamento que Madu e Mariana dividiam. Ela estava vestida com um short jeans curto e uma blusa decotada que realçava seus seios fartos. Os cabelos morenos estavam soltos, e um sorriso inocente brincava em seus lábios. Inocente, mas com um toque de malícia que Madu e Mariana conheciam bem.
Madu abriu a porta, e seus olhos encontraram os de Luisa. Um arrepio percorreu o corpo da morena. Madu estava vestida apenas com uma toalha enrolada no corpo, os cabelos loiros ainda úmidos do banho. Seus olhos, geralmente dominadores, agora tinham um brilho de raiva e desejo que Luisa achou irresistível.
– Oi, Madu – Luisa disse, a voz um pouco mais baixa do que o normal.
– Entra, Luisa – Madu disse, dando espaço para a morena entrar.
Luisa entrou, e a porta se fechou atrás dela. O apartamento estava escuro, iluminado apenas por algumas luzes indiretas. Mariana estava sentada no sofá, também vestida apenas com uma toalha, os cabelos castanhos molhados e os olhos fixos em Luisa.
– Oi, Mari – Luisa disse, um pouco intimidada pela intensidade do olhar de Mariana.
– Oi, Luisa – Mariana respondeu, a voz rouca. – Fiquei sabendo que você gosta de apimentar as coisas.
Luisa sentiu um calafrio percorrer a espinha. O tom de voz de Mariana, o brilho em seus olhos… Ela sabia que aquela noite seria diferente. E, de alguma forma, ela gostava da ideia.
– Eu gosto de tudo que me tira da rotina – Luisa disse, um sorriso travesso em seus lábios.
Madu se aproximou de Luisa, seus olhos fixos nos dela. Ela podia sentir o cheiro do perfume de Luisa, uma mistura de doçura e mistério que a enlouquecia.
– A gente perdeu feio hoje, Luisa – Madu disse, a voz baixa e rouca. – E estamos com muita raiva.
– E o que vocês pretendem fazer com essa raiva? – Luisa perguntou, a voz um pouco trêmula, mas com um toque de desafio.
Madu e Mariana trocaram um olhar cúmplice.
– A gente vai descontar em você – Mariana disse, um sorriso perverso em seus lábios.
Luisa sentiu um arrepio de excitação. A ideia de ser o objeto da raiva e do desejo das duas mulheres a deixou completamente excitada.
Madu se aproximou ainda mais de Luisa, até que seus corpos se tocaram. Ela levou a mão aos cabelos de Luisa, puxando-a para um beijo. O beijo foi urgente, faminto, cheio de raiva e desejo. Luisa retribuiu com a mesma intensidade, suas mãos agarrando a cintura de Madu.
Enquanto Madu a beijava, Mariana se levantou do sofá e se aproximou das duas. Ela começou a beijar o pescoço de Luisa, descendo para o seu ombro, deixando uma trilha de arrepios por onde passava.
Luisa estava no meio das duas, sentindo os corpos quentes e suados de Madu e Mariana contra o seu. A raiva delas era palpável, e a transformava em uma onda de excitação.
Madu separou o beijo, seus olhos fixos nos de Luisa.
– Você está com medo, Luisa? – Madu perguntou, a voz rouca.
– Não – Luisa respondeu, a voz ofegante. – Eu estou… excitada.
Um sorriso de satisfação se abriu nos lábios de Madu.
– Ótimo – Madu disse. – Porque a gente vai te fazer esquecer o seu namorado, a gente vai te fazer esquecer de tudo.
Mariana riu, um som baixo e sexy.
– Você é nossa hoje, Luisa – Mariana disse, beijando o pescoço da morena novamente. – E a gente não vai ter piedade.
Madu pegou Luisa pela mão e a puxou para o quarto. Mariana as seguiu de perto, os olhos fixos na morena. O quarto estava escuro, iluminado apenas pela luz da lua que entrava pela janela.
Madu empurrou Luisa na cama, e a morena caiu no colchão macio. Antes que Luisa pudesse se levantar, Madu subiu em cima dela, prendendo suas mãos acima da cabeça.
– Você é bem ousada, não é, Luisa? – Madu disse, a voz carregada de malícia. – Provoca a gente, senta no meu colo…
– E eu gosto quando você me provoca – Mariana disse, sentando ao lado de Luisa e começando a beijar sua barriga.
Luisa sentia o corpo em chamas. A raiva e o desejo das duas mulheres a estavam levando à loucura. Ela podia sentir os seios de Madu pressionando contra os seus, e a boca de Mariana explorando cada centímetro de sua pele.
– Eu… eu gosto de vocês duas – Luisa disse, a voz um gemido. – Eu gosto muito.
Madu sorriu, um sorriso selvagem.
– A gente sabe – Madu disse. – E a gente vai te mostrar o quanto a gente quer você.
Madu começou a beijar o pescoço de Luisa, descendo para o colo, explorando cada curva de seu corpo. Luisa arqueou as costas, seus gemidos se misturando aos beijos e toques das duas mulheres.
Mariana, por sua vez, continuou a explorar o corpo de Luisa com a boca, descendo para a parte interna de suas coxas. Luisa sentiu um arrepio percorrer seu corpo inteiro.
– Ah, Madu… Mari… – Luisa gemeu, a voz quase inaudível.
Madu levantou a cabeça, seus olhos fixos nos de Luisa.
– Você gosta disso, não é, Luisa? – Madu perguntou, a voz rouca. – Gosta de ser nossa, de ser dominada por nós.
– Sim… sim… – Luisa respondeu, a voz um gemido. – Eu gosto.
Madu sorriu. A vingança estava sendo doce. Ela e Mariana estavam descontando toda a sua raiva e frustração em Luisa, e a morena estava adorando cada segundo.
Mariana se levantou, e Madu a encarou. As duas trocaram um olhar, um entendimento silencioso.
– Vamos brincar um pouco mais com ela, não é, Mari? – Madu perguntou, um sorriso perverso em seus lábios.
– Com certeza – Mariana respondeu, os olhos brilhando com malícia.
Madu se inclinou e sussurrou no ouvido de Luisa.
– Você vai gemer o nosso nome hoje à noite, Luisa. E vai implorar por mais.
Luisa sentiu um arrepio percorrer seu corpo. Ela sabia que aquela noite seria inesquecível. E, de alguma forma, ela estava ansiosa para ver o que Madu e Mariana tinham reservado para ela.
A noite estava apenas começando, e a vingança em quadra se transformaria em uma noite de prazer indomável, onde a raiva e o desejo se misturariam em uma dança sensual e proibida. Luisa seria o centro de tudo, um brinquedo nas mãos das duas mulheres que a queriam mais do que tudo. E ela, por sua vez, as queria ainda mais.
– Que porra foi essa, Madu?! – Mariana esbravejou, a voz rouca. – A gente não jogou nada!
– Eu sei, Mari, eu sei! – Madu respondeu, o tom igualmente irritado. – Meus saques estavam uma merda, e você… você parecia que estava com a cabeça nas nuvens!
As duas se entreolharam, um lampejo de mágoa nos olhos. Era raro elas discutirem assim, mas a derrota tinha mexido com os nervos de ambas. O time adversário, que elas consideravam inferior, havia tirado sarro delas durante o jogo inteiro, e a humilhação ainda ardia.
Chegaram ao vestiário em silêncio, a tensão palpável. Começaram a se despir com movimentos bruscos, a raiva ainda fervendo. Mariana jogou a camiseta molhada no chão, e Madu bateu a porta do armário com força.
Foi então que Madu viu a mensagem no celular. Era de Luisa.
"Saudades, Madu. Tô louca pra te ver."
Um sorriso malicioso se formou nos lábios de Madu. Ah, Luisa… A morena atrevida, com seus seios fartos e seu jeito provocante, que a fazia esquecer de tudo. E que, por um acaso, estava namorando um homem. Um homem que Madu odiava com todas as suas forças, principalmente porque ele tinha a posse de Luisa, mesmo que de fachada.
– O que foi? – Mariana perguntou, percebendo a mudança no semblante de Madu.
– A Luisa… – Madu murmurou, os olhos brilhando com uma ideia perigosa.
Mariana arqueou uma sobrancelha, um brilho de curiosidade misturado à raiva ainda presente. Ela sabia do caso de Madu com Luisa, e, embora desaprovasse o fato de Luisa estar com outro, não podia negar a atração que a morena exercia sobre elas.
– O que ela quer? – perguntou Mariana, já imaginando a resposta.
– Ela quer me ver – Madu respondeu, um sorriso provocante se abrindo em seu rosto. – E eu acho que a gente podia… desabafar um pouco nela, não acha?
Mariana demorou um instante para processar a ideia, mas quando entendeu, um sorriso perverso se formou em seus lábios. Seus olhos verdes, geralmente doces, agora tinham um brilho de malícia.
– Eu gosto disso – Mariana disse, a voz rouca. – Gosto muito.
As duas se olharam, um pacto silencioso sendo selado. A frustração da derrota, a raiva do jogo, tudo seria canalizado para uma noite de pura libertinagem com Luisa. Seria a vingança perfeita.
Madu pegou o celular e mandou uma mensagem para Luisa.
"Estou com a Mari. A gente perdeu o jogo e estamos muito putas. Vem pra cá. Precisamos de você."
Luisa respondeu quase imediatamente.
"Uhm, putas? Gosto disso. Chego em 20 minutos."
Vinte minutos depois, Luisa tocou a campainha do apartamento que Madu e Mariana dividiam. Ela estava vestida com um short jeans curto e uma blusa decotada que realçava seus seios fartos. Os cabelos morenos estavam soltos, e um sorriso inocente brincava em seus lábios. Inocente, mas com um toque de malícia que Madu e Mariana conheciam bem.
Madu abriu a porta, e seus olhos encontraram os de Luisa. Um arrepio percorreu o corpo da morena. Madu estava vestida apenas com uma toalha enrolada no corpo, os cabelos loiros ainda úmidos do banho. Seus olhos, geralmente dominadores, agora tinham um brilho de raiva e desejo que Luisa achou irresistível.
– Oi, Madu – Luisa disse, a voz um pouco mais baixa do que o normal.
– Entra, Luisa – Madu disse, dando espaço para a morena entrar.
Luisa entrou, e a porta se fechou atrás dela. O apartamento estava escuro, iluminado apenas por algumas luzes indiretas. Mariana estava sentada no sofá, também vestida apenas com uma toalha, os cabelos castanhos molhados e os olhos fixos em Luisa.
– Oi, Mari – Luisa disse, um pouco intimidada pela intensidade do olhar de Mariana.
– Oi, Luisa – Mariana respondeu, a voz rouca. – Fiquei sabendo que você gosta de apimentar as coisas.
Luisa sentiu um calafrio percorrer a espinha. O tom de voz de Mariana, o brilho em seus olhos… Ela sabia que aquela noite seria diferente. E, de alguma forma, ela gostava da ideia.
– Eu gosto de tudo que me tira da rotina – Luisa disse, um sorriso travesso em seus lábios.
Madu se aproximou de Luisa, seus olhos fixos nos dela. Ela podia sentir o cheiro do perfume de Luisa, uma mistura de doçura e mistério que a enlouquecia.
– A gente perdeu feio hoje, Luisa – Madu disse, a voz baixa e rouca. – E estamos com muita raiva.
– E o que vocês pretendem fazer com essa raiva? – Luisa perguntou, a voz um pouco trêmula, mas com um toque de desafio.
Madu e Mariana trocaram um olhar cúmplice.
– A gente vai descontar em você – Mariana disse, um sorriso perverso em seus lábios.
Luisa sentiu um arrepio de excitação. A ideia de ser o objeto da raiva e do desejo das duas mulheres a deixou completamente excitada.
Madu se aproximou ainda mais de Luisa, até que seus corpos se tocaram. Ela levou a mão aos cabelos de Luisa, puxando-a para um beijo. O beijo foi urgente, faminto, cheio de raiva e desejo. Luisa retribuiu com a mesma intensidade, suas mãos agarrando a cintura de Madu.
Enquanto Madu a beijava, Mariana se levantou do sofá e se aproximou das duas. Ela começou a beijar o pescoço de Luisa, descendo para o seu ombro, deixando uma trilha de arrepios por onde passava.
Luisa estava no meio das duas, sentindo os corpos quentes e suados de Madu e Mariana contra o seu. A raiva delas era palpável, e a transformava em uma onda de excitação.
Madu separou o beijo, seus olhos fixos nos de Luisa.
– Você está com medo, Luisa? – Madu perguntou, a voz rouca.
– Não – Luisa respondeu, a voz ofegante. – Eu estou… excitada.
Um sorriso de satisfação se abriu nos lábios de Madu.
– Ótimo – Madu disse. – Porque a gente vai te fazer esquecer o seu namorado, a gente vai te fazer esquecer de tudo.
Mariana riu, um som baixo e sexy.
– Você é nossa hoje, Luisa – Mariana disse, beijando o pescoço da morena novamente. – E a gente não vai ter piedade.
Madu pegou Luisa pela mão e a puxou para o quarto. Mariana as seguiu de perto, os olhos fixos na morena. O quarto estava escuro, iluminado apenas pela luz da lua que entrava pela janela.
Madu empurrou Luisa na cama, e a morena caiu no colchão macio. Antes que Luisa pudesse se levantar, Madu subiu em cima dela, prendendo suas mãos acima da cabeça.
– Você é bem ousada, não é, Luisa? – Madu disse, a voz carregada de malícia. – Provoca a gente, senta no meu colo…
– E eu gosto quando você me provoca – Mariana disse, sentando ao lado de Luisa e começando a beijar sua barriga.
Luisa sentia o corpo em chamas. A raiva e o desejo das duas mulheres a estavam levando à loucura. Ela podia sentir os seios de Madu pressionando contra os seus, e a boca de Mariana explorando cada centímetro de sua pele.
– Eu… eu gosto de vocês duas – Luisa disse, a voz um gemido. – Eu gosto muito.
Madu sorriu, um sorriso selvagem.
– A gente sabe – Madu disse. – E a gente vai te mostrar o quanto a gente quer você.
Madu começou a beijar o pescoço de Luisa, descendo para o colo, explorando cada curva de seu corpo. Luisa arqueou as costas, seus gemidos se misturando aos beijos e toques das duas mulheres.
Mariana, por sua vez, continuou a explorar o corpo de Luisa com a boca, descendo para a parte interna de suas coxas. Luisa sentiu um arrepio percorrer seu corpo inteiro.
– Ah, Madu… Mari… – Luisa gemeu, a voz quase inaudível.
Madu levantou a cabeça, seus olhos fixos nos de Luisa.
– Você gosta disso, não é, Luisa? – Madu perguntou, a voz rouca. – Gosta de ser nossa, de ser dominada por nós.
– Sim… sim… – Luisa respondeu, a voz um gemido. – Eu gosto.
Madu sorriu. A vingança estava sendo doce. Ela e Mariana estavam descontando toda a sua raiva e frustração em Luisa, e a morena estava adorando cada segundo.
Mariana se levantou, e Madu a encarou. As duas trocaram um olhar, um entendimento silencioso.
– Vamos brincar um pouco mais com ela, não é, Mari? – Madu perguntou, um sorriso perverso em seus lábios.
– Com certeza – Mariana respondeu, os olhos brilhando com malícia.
Madu se inclinou e sussurrou no ouvido de Luisa.
– Você vai gemer o nosso nome hoje à noite, Luisa. E vai implorar por mais.
Luisa sentiu um arrepio percorrer seu corpo. Ela sabia que aquela noite seria inesquecível. E, de alguma forma, ela estava ansiosa para ver o que Madu e Mariana tinham reservado para ela.
A noite estava apenas começando, e a vingança em quadra se transformaria em uma noite de prazer indomável, onde a raiva e o desejo se misturariam em uma dança sensual e proibida. Luisa seria o centro de tudo, um brinquedo nas mãos das duas mulheres que a queriam mais do que tudo. E ela, por sua vez, as queria ainda mais.
