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Um amor improvável
Fandom: Hashirama x Madara
Criado: 23/03/2026
Tags
DramaEstudo de PersonagemRomanceCenário CanônicoDivergênciaFatias de VidaPsicológicoHistória DomésticaLinguagem Explícita
Onde o Fogo Encontra a Floresta
A noite em Konoha carregava o cheiro de madeira úmida e o som constante dos grilos, mas dentro do escritório privado do Hokage, o ar estava denso por um motivo completamente diferente. As cortinas de seda balançavam levemente com a brisa, revelando o rosto de Madara Uchiha, que observava a vila do alto da varanda. Ele estava em silêncio, sua postura rígida escondendo a tempestade que sempre parecia rugir sob sua pele.
Hashirama Senju, sentado à mesa coberta de pergaminhos, não conseguia se concentrar em uma única linha de texto. Seus olhos castanhos, geralmente cheios de uma bondade infinita e uma calma inabalável, estavam fixos na silhueta do homem à sua frente. Madara usava apenas uma túnica de seda escura, frouxa o suficiente para revelar a linha poderosa de seus ombros e a curva de seu pescoço.
— Você está muito quieto hoje, Madara — disse Hashirama, sua voz saindo mais profunda do que o pretendido, quebrando o silêncio da sala.
Madara não se virou imediatamente. Ele fechou os olhos, sentindo a presença de Hashirama como uma força da natureza, uma raiz que se prendia à sua própria alma.
— O silêncio é a única coisa que me resta quando você insiste em me manter preso a esta paz burocrática — respondeu Madara, embora não houvesse veneno em suas palavras, apenas uma fadiga quente.
Hashirama levantou-se. Seus passos eram silenciosos, mas Madara sentia cada centímetro de aproximação. O Senju parou logo atrás dele, a diferença de altura e a aura de dominância natural que ele possuía envolvendo o Uchiha como um manto.
— Você sabe que não é apenas a paz que me faz querer você por perto — murmurou Hashirama, aproximando-se o suficiente para que Madara sentisse o calor emanando de seu peito.
Madara finalmente se virou. Seus olhos escuros encontraram os de Hashirama, e por um momento, a máscara de seriedade vacilou. Ele era um homem de guerra, de chamas e de orgulho, mas sob o toque de Hashirama, ele sempre parecia se tornar algo mais... vulnerável, embora nunca fraco. O corpo de Madara era uma obra de arte esculpida por anos de batalhas; cada músculo era definido, sua pele tinha um brilho bronzeado sob a luz da lua, e a forma como a túnica caía sugeria a força latente que ele possuía.
— Suas palavras são sempre tão humildes, Hashirama — Madara deu um passo à frente, diminuindo o espaço restante —, mas suas mãos são as de um conquistador.
Hashirama sorriu, aquele sorriso calmo que desarmava exércitos, mas seus olhos brilharam com uma intensidade faminta. Ele levou a mão ao rosto de Madara, o polegar acariciando a maçã do rosto marcada por tantas lutas.
— Eu não quero conquistar o mundo, Madara. Eu já disse isso.
— Eu sei — Madara inclinou o rosto levemente para o toque, um gesto quase imperceptível de rendição. — Você quer apenas o que está diante de você.
Sem aviso, Hashirama envolveu a cintura de Madara com um braço firme, puxando-o para selar a distância. O contraste era absoluto: a calma verdejante de Hashirama contra o calor vulcânico de Madara. O Uchiha soltou um suspiro baixo, suas mãos subindo para o peito de Hashirama, sentindo o batido rítmico e poderoso do coração do Hokage.
— Você é tão quente — sussurrou Hashirama contra os lábios de Madara.
— E você é persistente como as raízes de uma árvore — Madara respondeu, sua voz falhando levemente quando Hashirama mordeu seu lábio inferior de forma possessiva.
O beijo que se seguiu não foi uma negociação; foi uma colisão. Hashirama dominava com uma calma avassaladora, suas mãos grandes descendo pelas costas de Madara, sentindo a musculatura firme sob a seda. Madara, apesar de sua natureza feroz, permitiu-se ser guiado. Havia algo de inebriante em deixar que Hashirama tomasse as rédeas, em ser o fogo que era contido e alimentado pela floresta.
Hashirama empurrou Madara suavemente em direção à mesa larga de madeira, afastando pergaminhos importantes com um movimento descuidado da mão. Madara sentou-se na borda, as pernas se abrindo naturalmente para acomodar Hashirama entre elas.
— Os anciãos ficariam horrorizados se vissem o que você faz com os tratados de paz — Madara disse, a respiração ofegante, enquanto a boca de Hashirama descia para seu pescoço.
— Deixe que eles se preocupem com o papel — Hashirama murmurou contra a pele quente do Uchiha. — Eu prefiro me preocupar com você.
As mãos de Hashirama subiram pelas coxas de Madara, a pele do Uchiha era macia, mas firme, um corpo que exalava uma masculinidade poderosa e, ao mesmo tempo, um convite silencioso. Madara jogou a cabeça para trás, expondo a garganta, soltando um gemido baixo quando sentiu os dedos de Hashirama encontrarem a abertura de sua túnica.
— Hashirama... — o nome soou como uma prece e um aviso.
— Eu estou aqui — respondeu o Senju, olhando nos olhos de Madara com uma seriedade que beirava a adoração. — Eu sempre estarei aqui para você.
O clima na sala mudou de uma tensão política para uma luxúria crua. Hashirama despiu Madara com uma reverência cuidadosa, como se estivesse revelando um tesouro escondido. O corpo do Uchiha era magnífico; o peito largo, o abdômen definido e as pernas fortes. Madara, por sua vez, ajudou Hashirama a se livrar de suas vestes, seus dedos ágeis tremendo levemente pela antecipação.
Quando ambos estavam despidos, a atmosfera parecia vibrar com o chakra de dois dos ninjas mais poderosos da história, mas ali, naquele momento, eles eram apenas dois homens. Hashirama pressionou Madara contra a madeira, seus corpos se encaixando perfeitamente.
— Você é lindo, Madara — disse Hashirama, sua voz carregada de uma sinceridade que sempre desarmava o outro.
— Cale a boca e termine o que começou — Madara retrucou, embora suas bochechas estivessem levemente coradas e seus olhos brilhassem com desejo.
Hashirama riu baixo, um som vibrante que Madara sentiu contra seu próprio peito. Ele começou a preparar Madara com uma paciência torturante, seus dedos longos e habilidosos trabalhando com uma delicadeza que contrastava com sua força. Madara arqueou as costas, suas mãos agarrando os ombros largos de Hashirama, as unhas cravando-se levemente na pele do Senju.
— Hashirama... por favor — Madara implorou em um sussurro, sua voz perdendo a habitual autoridade.
— Calma, meu fogo — Hashirama disse, beijando a testa de Madara. — Eu não vou a lugar nenhum.
Quando Hashirama finalmente se uniu a ele, Madara soltou um grito abafado contra o ombro do Hokage. A sensação de preenchimento era avassaladora, uma conexão que ia além do físico. Hashirama começou a se mover com um ritmo constante e dominante, cada estocada sendo uma afirmação de que Madara pertencia àquele momento, àquela paz, e a ele.
Madara envolveu as pernas ao redor da cintura de Hashirama, puxando-o para mais perto, querendo consumir cada grama de energia que o Senju oferecia. Ele era passivo naquele ato, mas sua entrega era ativa, um fogo que envolvia as raízes de Hashirama e exigia ser queimado.
— Olhe para mim — pediu Hashirama, sua voz rouca.
Madara abriu os olhos, a visão embaçada pelo prazer, e encontrou o olhar firme e amoroso de Hashirama. Não havia julgamento ali, apenas uma aceitação total de quem Madara era — as sombras, a luz e tudo o que havia entre elas.
— Você... é um idiota — Madara arfou, um sorriso fraco surgindo em seus lábios enquanto o prazer atingia o ápice.
— E você é meu — Hashirama respondeu, antes de selar seus lábios novamente em um beijo profundo, enquanto ambos se perdiam na explosão de sensações que os unia.
Minutos depois, ou talvez horas — o tempo parecia irrelevante ali —, eles estavam deitados no chão forrado com tapetes macios, a respiração voltando ao normal. Madara estava encostado no peito de Hashirama, os cabelos negros espalhados como uma mancha de tinta contra a pele clara do Senju.
Hashirama acariciava o braço de Madara, um gesto calmo e humilde, como se o poder que ele acabara de exercer fosse algo sagrado.
— Você vai ficar para o café da manhã? — perguntou Hashirama, a voz suave.
Madara soltou um suspiro, fechando os olhos e aproveitando o calor do corpo de Hashirama.
— Se você parar de falar sobre tratados de paz por pelo menos uma hora, eu posso pensar no assunto.
Hashirama riu e beijou o topo da cabeça de Madara.
— É um acordo, então.
Naquela noite, as sombras de Konoha estavam em paz, pois o fogo e a floresta haviam finalmente encontrado o equilíbrio.
Hashirama Senju, sentado à mesa coberta de pergaminhos, não conseguia se concentrar em uma única linha de texto. Seus olhos castanhos, geralmente cheios de uma bondade infinita e uma calma inabalável, estavam fixos na silhueta do homem à sua frente. Madara usava apenas uma túnica de seda escura, frouxa o suficiente para revelar a linha poderosa de seus ombros e a curva de seu pescoço.
— Você está muito quieto hoje, Madara — disse Hashirama, sua voz saindo mais profunda do que o pretendido, quebrando o silêncio da sala.
Madara não se virou imediatamente. Ele fechou os olhos, sentindo a presença de Hashirama como uma força da natureza, uma raiz que se prendia à sua própria alma.
— O silêncio é a única coisa que me resta quando você insiste em me manter preso a esta paz burocrática — respondeu Madara, embora não houvesse veneno em suas palavras, apenas uma fadiga quente.
Hashirama levantou-se. Seus passos eram silenciosos, mas Madara sentia cada centímetro de aproximação. O Senju parou logo atrás dele, a diferença de altura e a aura de dominância natural que ele possuía envolvendo o Uchiha como um manto.
— Você sabe que não é apenas a paz que me faz querer você por perto — murmurou Hashirama, aproximando-se o suficiente para que Madara sentisse o calor emanando de seu peito.
Madara finalmente se virou. Seus olhos escuros encontraram os de Hashirama, e por um momento, a máscara de seriedade vacilou. Ele era um homem de guerra, de chamas e de orgulho, mas sob o toque de Hashirama, ele sempre parecia se tornar algo mais... vulnerável, embora nunca fraco. O corpo de Madara era uma obra de arte esculpida por anos de batalhas; cada músculo era definido, sua pele tinha um brilho bronzeado sob a luz da lua, e a forma como a túnica caía sugeria a força latente que ele possuía.
— Suas palavras são sempre tão humildes, Hashirama — Madara deu um passo à frente, diminuindo o espaço restante —, mas suas mãos são as de um conquistador.
Hashirama sorriu, aquele sorriso calmo que desarmava exércitos, mas seus olhos brilharam com uma intensidade faminta. Ele levou a mão ao rosto de Madara, o polegar acariciando a maçã do rosto marcada por tantas lutas.
— Eu não quero conquistar o mundo, Madara. Eu já disse isso.
— Eu sei — Madara inclinou o rosto levemente para o toque, um gesto quase imperceptível de rendição. — Você quer apenas o que está diante de você.
Sem aviso, Hashirama envolveu a cintura de Madara com um braço firme, puxando-o para selar a distância. O contraste era absoluto: a calma verdejante de Hashirama contra o calor vulcânico de Madara. O Uchiha soltou um suspiro baixo, suas mãos subindo para o peito de Hashirama, sentindo o batido rítmico e poderoso do coração do Hokage.
— Você é tão quente — sussurrou Hashirama contra os lábios de Madara.
— E você é persistente como as raízes de uma árvore — Madara respondeu, sua voz falhando levemente quando Hashirama mordeu seu lábio inferior de forma possessiva.
O beijo que se seguiu não foi uma negociação; foi uma colisão. Hashirama dominava com uma calma avassaladora, suas mãos grandes descendo pelas costas de Madara, sentindo a musculatura firme sob a seda. Madara, apesar de sua natureza feroz, permitiu-se ser guiado. Havia algo de inebriante em deixar que Hashirama tomasse as rédeas, em ser o fogo que era contido e alimentado pela floresta.
Hashirama empurrou Madara suavemente em direção à mesa larga de madeira, afastando pergaminhos importantes com um movimento descuidado da mão. Madara sentou-se na borda, as pernas se abrindo naturalmente para acomodar Hashirama entre elas.
— Os anciãos ficariam horrorizados se vissem o que você faz com os tratados de paz — Madara disse, a respiração ofegante, enquanto a boca de Hashirama descia para seu pescoço.
— Deixe que eles se preocupem com o papel — Hashirama murmurou contra a pele quente do Uchiha. — Eu prefiro me preocupar com você.
As mãos de Hashirama subiram pelas coxas de Madara, a pele do Uchiha era macia, mas firme, um corpo que exalava uma masculinidade poderosa e, ao mesmo tempo, um convite silencioso. Madara jogou a cabeça para trás, expondo a garganta, soltando um gemido baixo quando sentiu os dedos de Hashirama encontrarem a abertura de sua túnica.
— Hashirama... — o nome soou como uma prece e um aviso.
— Eu estou aqui — respondeu o Senju, olhando nos olhos de Madara com uma seriedade que beirava a adoração. — Eu sempre estarei aqui para você.
O clima na sala mudou de uma tensão política para uma luxúria crua. Hashirama despiu Madara com uma reverência cuidadosa, como se estivesse revelando um tesouro escondido. O corpo do Uchiha era magnífico; o peito largo, o abdômen definido e as pernas fortes. Madara, por sua vez, ajudou Hashirama a se livrar de suas vestes, seus dedos ágeis tremendo levemente pela antecipação.
Quando ambos estavam despidos, a atmosfera parecia vibrar com o chakra de dois dos ninjas mais poderosos da história, mas ali, naquele momento, eles eram apenas dois homens. Hashirama pressionou Madara contra a madeira, seus corpos se encaixando perfeitamente.
— Você é lindo, Madara — disse Hashirama, sua voz carregada de uma sinceridade que sempre desarmava o outro.
— Cale a boca e termine o que começou — Madara retrucou, embora suas bochechas estivessem levemente coradas e seus olhos brilhassem com desejo.
Hashirama riu baixo, um som vibrante que Madara sentiu contra seu próprio peito. Ele começou a preparar Madara com uma paciência torturante, seus dedos longos e habilidosos trabalhando com uma delicadeza que contrastava com sua força. Madara arqueou as costas, suas mãos agarrando os ombros largos de Hashirama, as unhas cravando-se levemente na pele do Senju.
— Hashirama... por favor — Madara implorou em um sussurro, sua voz perdendo a habitual autoridade.
— Calma, meu fogo — Hashirama disse, beijando a testa de Madara. — Eu não vou a lugar nenhum.
Quando Hashirama finalmente se uniu a ele, Madara soltou um grito abafado contra o ombro do Hokage. A sensação de preenchimento era avassaladora, uma conexão que ia além do físico. Hashirama começou a se mover com um ritmo constante e dominante, cada estocada sendo uma afirmação de que Madara pertencia àquele momento, àquela paz, e a ele.
Madara envolveu as pernas ao redor da cintura de Hashirama, puxando-o para mais perto, querendo consumir cada grama de energia que o Senju oferecia. Ele era passivo naquele ato, mas sua entrega era ativa, um fogo que envolvia as raízes de Hashirama e exigia ser queimado.
— Olhe para mim — pediu Hashirama, sua voz rouca.
Madara abriu os olhos, a visão embaçada pelo prazer, e encontrou o olhar firme e amoroso de Hashirama. Não havia julgamento ali, apenas uma aceitação total de quem Madara era — as sombras, a luz e tudo o que havia entre elas.
— Você... é um idiota — Madara arfou, um sorriso fraco surgindo em seus lábios enquanto o prazer atingia o ápice.
— E você é meu — Hashirama respondeu, antes de selar seus lábios novamente em um beijo profundo, enquanto ambos se perdiam na explosão de sensações que os unia.
Minutos depois, ou talvez horas — o tempo parecia irrelevante ali —, eles estavam deitados no chão forrado com tapetes macios, a respiração voltando ao normal. Madara estava encostado no peito de Hashirama, os cabelos negros espalhados como uma mancha de tinta contra a pele clara do Senju.
Hashirama acariciava o braço de Madara, um gesto calmo e humilde, como se o poder que ele acabara de exercer fosse algo sagrado.
— Você vai ficar para o café da manhã? — perguntou Hashirama, a voz suave.
Madara soltou um suspiro, fechando os olhos e aproveitando o calor do corpo de Hashirama.
— Se você parar de falar sobre tratados de paz por pelo menos uma hora, eu posso pensar no assunto.
Hashirama riu e beijou o topo da cabeça de Madara.
— É um acordo, então.
Naquela noite, as sombras de Konoha estavam em paz, pois o fogo e a floresta haviam finalmente encontrado o equilíbrio.
