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Antes da festa
Fandom: Teen Wolf
Criado: 04/04/2026
Tags
RomancePWP (Enredo? Que enredo?)Cenário CanônicoLinguagem ExplícitaDivergênciaFatias de VidaHumorFofura
A Tensão de uma Noite de Lua Cheia
O Jeep azul de Stiles Stilinski rugia enquanto subia as colinas de Beacon Hills, o motor parecendo protestar contra a velocidade, mas o som era quase abafado pela batida frenética do coração de Angel. Sentada no banco do passageiro, ela ajustava o vestido curto de seda bordô pela décima vez. Seus traços delicados, emoldurados por longos cabelos castanhos e olhos expressivos que lembravam a beleza clássica de uma duplicata, estavam carregados de uma urgência que nada tinha a ver com a festa de aniversário de Lydia Martin.
O ar dentro do veículo estava denso, saturado com o perfume dela e o cheiro de couro velho do Jeep. Angel olhou de soslaio para Stiles. Ele estava concentrado na estrada, as mãos firmes no volante, a mandíbula levemente marcada pela concentração. Havia algo nele, naquela mistura de inteligência sarcástica e a proteção feroz que ele sempre demonstrava, que a deixava completamente sem defesas.
— Você está muito quieta — comentou Stiles, lançando um olhar rápido para ela. — Isso geralmente significa que ou você está planejando um assassinato ou está pensando em comida. Qual dos dois?
Angel não respondeu imediatamente. Em vez disso, ela deslizou a mão pela coxa dele, sentindo o tecido do jeans sob seus dedos. Ela subiu a mão lentamente, parando perigosamente perto da virilha dele.
— Nem um, nem outro, Stiles — sussurrou ela, a voz rouca. — Eu só não consigo parar de pensar no que eu quero fazer com você antes de chegarmos naquela festa.
Stiles soltou uma respiração pesada, os nós dos dedos ficando brancos no volante. Ele tentou manter o foco, mas o calor que emanava do toque dela era como um rastilho de pólvora.
— Angel, a Lydia vai nos matar se chegarmos atrasados. E você sabe como ela fica com horários — ele tentou argumentar, mas sua voz falhou no final.
— Deixe que ela espere — disse Angel, inclinando-se para mais perto, o hálito quente atingindo o pescoço dele. — Eu estou pegando fogo, Stiles. E a culpa é sua por ter usado essa camisa hoje.
Stiles não precisou de mais nenhum incentivo. Ele avistou uma entrada de terra batida que levava a um mirante isolado, cercado por árvores altas que bloqueavam a luz da lua. Ele manobrou o Jeep bruscamente, as rodas levantando poeira até que o carro parou com um solavanco sob a sombra das copas densas.
Antes que o motor terminasse de esfriar, ele se soltou do cinto de segurança e avançou sobre ela.
— Você não tem ideia do que está pedindo — murmurou Stiles, as mãos segurando o rosto dela com uma urgência possessiva.
— Eu sei exatamente o que eu quero — respondeu ela, puxando-o pela nuca.
O beijo foi imediato e faminto. Não houve delicadeza; foi uma colisão de línguas e dentes, um reconhecimento da necessidade mútua que vinha crescendo durante toda a semana. Stiles a beijava como se sua vida dependesse disso, enquanto suas mãos desciam para as costas dela, procurando o zíper do vestido. Com um movimento habilidoso, ele abriu o fecho, e o tecido deslizou pelos ombros de Angel, revelando a pele pálida e macia sob a luz fraca do painel.
— Você é linda — ele arquejou entre os beijos, descendo os lábios para o pescoço dela, mordiscando a pele sensível logo abaixo da orelha.
Angel soltou um gemido baixo, arqueando o corpo contra o dele. O espaço limitado do Jeep tornava tudo mais intenso, mais claustrofóbico e excitante. Ela ajudou Stiles a se livrar da própria camisa, as mãos percorrendo o peito dele, sentindo os batimentos cardíacos acelerados.
— Stiles, agora... por favor — implorou ela.
Ele a levantou com cuidado, fazendo-a sentar de lado em seu colo. Com as mãos trêmulas, mas decididas, ele removeu o restante das roupas dela. Angel estava nua diante dele, a pele brilhando levemente. Stiles, ainda de calças, puxou-a para mais perto e sussurrou em seu ouvido:
— Você quer resolver isso? Então vamos resolver.
Ele abriu as pernas dela e a posicionou sobre sua coxa direita. O jeans era áspero, mas a pressão era exatamente o que ela precisava.
— Esfregue-se em mim, Angel. Mostre-me o quanto você quer — comandou ele, a voz carregada de autoridade.
Ela obedeceu, movendo o quadril em um ritmo circular, sentindo o volume rígido dele sob o tecido da calça. O atrito era eletrizante. Angel jogou a cabeça para trás, os cabelos castanhos caindo em cascata, enquanto seus dedos se enterravam nos ombros de Stiles. Ele a segurava pela cintura, ajudando a ditar o ritmo, enquanto usava a outra mão para acariciar os seios dela, apertando-os com uma força que a fazia ver estrelas.
— Isso... sim, Stiles... bem aí — ela gemia, o prazer subindo em ondas por sua espinha.
Stiles não aguentou mais a barreira do jeans. Com movimentos rápidos e desajeitados pela pressa, ele desabotoou a calça e se livrou da cueca, libertando-se. O contato da pele quente dela contra o seu membro pulsante arrancou um rosnado gutural de sua garganta.
— Agora, Angel. Sinta-me.
Ele a guiou, fazendo-a se esfregar diretamente contra seu pau. O calor úmido dela encontrando a rigidez dele foi o estopim. Angel começou a se mover com mais rapidez, o som de sua respiração ofegante preenchendo o pequeno espaço do Jeep. Stiles a observava, os olhos escuros fixos nela, admirando a maneira como o prazer transformava seu rosto.
— Você é minha — ele murmurou, a mão subindo para o pescoço dela, não para apertar, mas para mantê-la focada nele. — Só minha.
A fricção constante e o calor intenso levaram Angel ao limite em questão de minutos. Suas paredes vaginais começaram a pulsar, e um grito abafado escapou de seus lábios enquanto o orgasmo a atingia como uma tempestade. Ela desabou contra o peito dele, tremendo violentamente, enquanto Stiles a segurava firme, beijando o topo de sua cabeça.
Mas ele ainda não tinha terminado. Longe disso.
— Shhh, respire — disse ele, a voz vibrando contra o peito dela. — Eu ainda quero sentir você por inteiro.
Com uma força que ela sempre esquecia que ele possuía, Stiles a girou no colo dele. Agora, Angel estava de costas para ele, com as pernas abertas sobre o banco. Ele a puxou para trás, fazendo-as se sentar diretamente sobre ele.
— Stiles... — ela sussurrou, sentindo-o preenchê-la completamente.
— Segure-se no painel — comandou ele.
Stiles começou a se mover, empurrando o quadril de baixo para cima enquanto a puxava pela cintura, fazendo-a descer com força sobre ele. O ritmo era frenético e profundo. Angel sentia cada centímetro dele dentro dela, o preenchimento total causando uma sensação de plenitude que a deixava tonta.
Ele esticou as mãos para frente, alcançando os seios dela. Ele os apertava com firmeza, os polegares roçando os mamilos eretos, enquanto sua boca buscava a curva do ombro dela, deixando marcas que Lydia certamente notaria mais tarde, mas Angel não se importava.
— Você é tão apertada — Stiles grunhiu, o suor escorrendo por sua testa. — Deus, Angel, eu vou...
— Não para — ela gritou baixinho, movendo o quadril em sincronia com ele. — Não para, Stiles!
O Jeep balançava sob o peso e a força de seus movimentos. A cada estocada, Stiles a trazia mais para perto, querendo fundir seus corpos. Ele estava no limite, a tensão em seus músculos chegando ao ponto de ruptura. Com um último empurrão profundo, ele atingiu seu ápice, descarregando-se dentro dela enquanto Angel entrava em seu segundo orgasmo da noite, as unhas dela cravadas no estofado do painel.
O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som de respirações pesadas e o estalido do motor esfriando. Stiles apoiou a testa nas costas dela, ainda conectado a ela, sentindo as pulsações de seus corpos se acalmando lentamente.
— Ok — ele ofegou, um pequeno sorriso surgindo em seus lábios. — Acho que agora podemos ir para a festa.
Angel soltou uma risada fraca, virando o rosto para olhar para ele por cima do ombro. Seus olhos estavam brilhantes, e suas bochechas coradas.
— Stiles Stilinski, você é um desastre para o meu batom — brincou ela, embora não houvesse nenhum traço de reclamação em sua voz.
— E você é um desastre para a minha sanidade — respondeu ele, dando-lhe um selinho rápido antes de ajudá-la a se vestir. — Mas eu não mudaria nada.
Enquanto se recompunham, Stiles limpou o vidro embaçado do Jeep com a mão. Eles ainda estavam atrasados, e Lydia provavelmente faria um interrogatório de meia hora sobre o estado do cabelo de Angel, mas, enquanto Stiles ligava o carro e voltava para a estrada, ambos sabiam que aquela pequena parada na floresta tinha sido o ponto alto da noite.
— Stiles? — perguntou ela, enquanto ele engatava a marcha.
— Sim?
— Da próxima vez, tente não rasgar o vestido. É o meu favorito.
Ele deu um sorriso de lado, aquele olhar travesso que ela tanto amava brilhando em seus olhos.
— Sem promessas, Angel. Sem promessas.
O ar dentro do veículo estava denso, saturado com o perfume dela e o cheiro de couro velho do Jeep. Angel olhou de soslaio para Stiles. Ele estava concentrado na estrada, as mãos firmes no volante, a mandíbula levemente marcada pela concentração. Havia algo nele, naquela mistura de inteligência sarcástica e a proteção feroz que ele sempre demonstrava, que a deixava completamente sem defesas.
— Você está muito quieta — comentou Stiles, lançando um olhar rápido para ela. — Isso geralmente significa que ou você está planejando um assassinato ou está pensando em comida. Qual dos dois?
Angel não respondeu imediatamente. Em vez disso, ela deslizou a mão pela coxa dele, sentindo o tecido do jeans sob seus dedos. Ela subiu a mão lentamente, parando perigosamente perto da virilha dele.
— Nem um, nem outro, Stiles — sussurrou ela, a voz rouca. — Eu só não consigo parar de pensar no que eu quero fazer com você antes de chegarmos naquela festa.
Stiles soltou uma respiração pesada, os nós dos dedos ficando brancos no volante. Ele tentou manter o foco, mas o calor que emanava do toque dela era como um rastilho de pólvora.
— Angel, a Lydia vai nos matar se chegarmos atrasados. E você sabe como ela fica com horários — ele tentou argumentar, mas sua voz falhou no final.
— Deixe que ela espere — disse Angel, inclinando-se para mais perto, o hálito quente atingindo o pescoço dele. — Eu estou pegando fogo, Stiles. E a culpa é sua por ter usado essa camisa hoje.
Stiles não precisou de mais nenhum incentivo. Ele avistou uma entrada de terra batida que levava a um mirante isolado, cercado por árvores altas que bloqueavam a luz da lua. Ele manobrou o Jeep bruscamente, as rodas levantando poeira até que o carro parou com um solavanco sob a sombra das copas densas.
Antes que o motor terminasse de esfriar, ele se soltou do cinto de segurança e avançou sobre ela.
— Você não tem ideia do que está pedindo — murmurou Stiles, as mãos segurando o rosto dela com uma urgência possessiva.
— Eu sei exatamente o que eu quero — respondeu ela, puxando-o pela nuca.
O beijo foi imediato e faminto. Não houve delicadeza; foi uma colisão de línguas e dentes, um reconhecimento da necessidade mútua que vinha crescendo durante toda a semana. Stiles a beijava como se sua vida dependesse disso, enquanto suas mãos desciam para as costas dela, procurando o zíper do vestido. Com um movimento habilidoso, ele abriu o fecho, e o tecido deslizou pelos ombros de Angel, revelando a pele pálida e macia sob a luz fraca do painel.
— Você é linda — ele arquejou entre os beijos, descendo os lábios para o pescoço dela, mordiscando a pele sensível logo abaixo da orelha.
Angel soltou um gemido baixo, arqueando o corpo contra o dele. O espaço limitado do Jeep tornava tudo mais intenso, mais claustrofóbico e excitante. Ela ajudou Stiles a se livrar da própria camisa, as mãos percorrendo o peito dele, sentindo os batimentos cardíacos acelerados.
— Stiles, agora... por favor — implorou ela.
Ele a levantou com cuidado, fazendo-a sentar de lado em seu colo. Com as mãos trêmulas, mas decididas, ele removeu o restante das roupas dela. Angel estava nua diante dele, a pele brilhando levemente. Stiles, ainda de calças, puxou-a para mais perto e sussurrou em seu ouvido:
— Você quer resolver isso? Então vamos resolver.
Ele abriu as pernas dela e a posicionou sobre sua coxa direita. O jeans era áspero, mas a pressão era exatamente o que ela precisava.
— Esfregue-se em mim, Angel. Mostre-me o quanto você quer — comandou ele, a voz carregada de autoridade.
Ela obedeceu, movendo o quadril em um ritmo circular, sentindo o volume rígido dele sob o tecido da calça. O atrito era eletrizante. Angel jogou a cabeça para trás, os cabelos castanhos caindo em cascata, enquanto seus dedos se enterravam nos ombros de Stiles. Ele a segurava pela cintura, ajudando a ditar o ritmo, enquanto usava a outra mão para acariciar os seios dela, apertando-os com uma força que a fazia ver estrelas.
— Isso... sim, Stiles... bem aí — ela gemia, o prazer subindo em ondas por sua espinha.
Stiles não aguentou mais a barreira do jeans. Com movimentos rápidos e desajeitados pela pressa, ele desabotoou a calça e se livrou da cueca, libertando-se. O contato da pele quente dela contra o seu membro pulsante arrancou um rosnado gutural de sua garganta.
— Agora, Angel. Sinta-me.
Ele a guiou, fazendo-a se esfregar diretamente contra seu pau. O calor úmido dela encontrando a rigidez dele foi o estopim. Angel começou a se mover com mais rapidez, o som de sua respiração ofegante preenchendo o pequeno espaço do Jeep. Stiles a observava, os olhos escuros fixos nela, admirando a maneira como o prazer transformava seu rosto.
— Você é minha — ele murmurou, a mão subindo para o pescoço dela, não para apertar, mas para mantê-la focada nele. — Só minha.
A fricção constante e o calor intenso levaram Angel ao limite em questão de minutos. Suas paredes vaginais começaram a pulsar, e um grito abafado escapou de seus lábios enquanto o orgasmo a atingia como uma tempestade. Ela desabou contra o peito dele, tremendo violentamente, enquanto Stiles a segurava firme, beijando o topo de sua cabeça.
Mas ele ainda não tinha terminado. Longe disso.
— Shhh, respire — disse ele, a voz vibrando contra o peito dela. — Eu ainda quero sentir você por inteiro.
Com uma força que ela sempre esquecia que ele possuía, Stiles a girou no colo dele. Agora, Angel estava de costas para ele, com as pernas abertas sobre o banco. Ele a puxou para trás, fazendo-as se sentar diretamente sobre ele.
— Stiles... — ela sussurrou, sentindo-o preenchê-la completamente.
— Segure-se no painel — comandou ele.
Stiles começou a se mover, empurrando o quadril de baixo para cima enquanto a puxava pela cintura, fazendo-a descer com força sobre ele. O ritmo era frenético e profundo. Angel sentia cada centímetro dele dentro dela, o preenchimento total causando uma sensação de plenitude que a deixava tonta.
Ele esticou as mãos para frente, alcançando os seios dela. Ele os apertava com firmeza, os polegares roçando os mamilos eretos, enquanto sua boca buscava a curva do ombro dela, deixando marcas que Lydia certamente notaria mais tarde, mas Angel não se importava.
— Você é tão apertada — Stiles grunhiu, o suor escorrendo por sua testa. — Deus, Angel, eu vou...
— Não para — ela gritou baixinho, movendo o quadril em sincronia com ele. — Não para, Stiles!
O Jeep balançava sob o peso e a força de seus movimentos. A cada estocada, Stiles a trazia mais para perto, querendo fundir seus corpos. Ele estava no limite, a tensão em seus músculos chegando ao ponto de ruptura. Com um último empurrão profundo, ele atingiu seu ápice, descarregando-se dentro dela enquanto Angel entrava em seu segundo orgasmo da noite, as unhas dela cravadas no estofado do painel.
O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som de respirações pesadas e o estalido do motor esfriando. Stiles apoiou a testa nas costas dela, ainda conectado a ela, sentindo as pulsações de seus corpos se acalmando lentamente.
— Ok — ele ofegou, um pequeno sorriso surgindo em seus lábios. — Acho que agora podemos ir para a festa.
Angel soltou uma risada fraca, virando o rosto para olhar para ele por cima do ombro. Seus olhos estavam brilhantes, e suas bochechas coradas.
— Stiles Stilinski, você é um desastre para o meu batom — brincou ela, embora não houvesse nenhum traço de reclamação em sua voz.
— E você é um desastre para a minha sanidade — respondeu ele, dando-lhe um selinho rápido antes de ajudá-la a se vestir. — Mas eu não mudaria nada.
Enquanto se recompunham, Stiles limpou o vidro embaçado do Jeep com a mão. Eles ainda estavam atrasados, e Lydia provavelmente faria um interrogatório de meia hora sobre o estado do cabelo de Angel, mas, enquanto Stiles ligava o carro e voltava para a estrada, ambos sabiam que aquela pequena parada na floresta tinha sido o ponto alto da noite.
— Stiles? — perguntou ela, enquanto ele engatava a marcha.
— Sim?
— Da próxima vez, tente não rasgar o vestido. É o meu favorito.
Ele deu um sorriso de lado, aquele olhar travesso que ela tanto amava brilhando em seus olhos.
— Sem promessas, Angel. Sem promessas.
