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hot jikook
Фандом: bts
Создан: 23.04.2026
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Despertar Profano
O quarto estava mergulhado em uma penumbra densa, quebrada apenas pelo feixe pálido do luar que atravessava a fresta da cortina de seda. O silêncio da madrugada era preenchido apenas pela respiração pesada e rítmica de Jungkook, que dormia profundamente, espalhado pela cama king size. A pele dele, coberta por tatuagens que serpenteavam pelos braços fortes e subiam pelo pescoço, brilhava levemente sob a luz fraca. Ele parecia um deus caído, exausto, com os cabelos pretos bagunçados sobre o travesseiro.
Jimin, no entanto, não conseguia dormir. Ele estava sentado ao lado do corpo de Jungkook, observando-o com olhos predatórios. O contraste entre eles era gritante: Jimin tinha a pele branca como porcelana, os cabelos loiros quase platinados reluzindo no escuro, e um corpo que era uma tentação constante. Suas coxas grossas estavam pressionadas contra o colchão, e a curvatura acentuada de sua bunda se destacava enquanto ele se aproximava, movendo-se como um gato.
Ele estava com tesão. Um tesão acumulado que latejava em seu baixo ventre, e a visão de Jungkook, tão vulnerável e ao mesmo tempo tão imponente, era o combustível perfeito. Jimin não queria um despertar gentil. Ele queria ouvir Jungkook gemer seu nome, queria sentir aquela energia bruta voltada inteiramente para ele.
Lentamente, Jimin deslizou para baixo dos lençóis, posicionando-se entre as pernas abertas de Jungkook. O calor que emanava do corpo do mais alto era inebriante. Com dedos ágeis, Jimin desfez o nó da calça de moletom que Jungkook usava para dormir, baixando o tecido com cuidado para não acordá-lo de imediato. O membro de Jungkook, mesmo em repouso, era impressionante, mas ao sentir o toque frio das mãos de Jimin e o ar fresco do quarto, começou a dar sinais de vida, pulsando levemente.
Jimin sorriu, um sorriso sacana que ninguém mais via. Ele inclinou a cabeça, deixando os fios loiros caírem sobre os olhos, e passou a ponta da língua pela extensão da glande, sentindo o gosto salgado e quente.
— Acorda, porra... — sussurrou Jimin, a voz rouca de desejo, antes de envolver a cabeça do pau de Jungkook com a boca quente e úmida.
O choque térmico e a sucção repentina fizeram Jungkook soltar um grunhido baixo, ainda preso entre o sono e a consciência. Ele franziu a testa, os músculos do peito tatuado se contraindo. Jimin não deu trégua. Ele deslizou a boca por todo o comprimento, usando a língua para lamber as veias saltadas, antes de enfiar tudo de uma vez na garganta, fazendo um som abafado e úmido que ecoou pelo quarto silencioso.
— Puta que pariu... — a voz de Jungkook saiu como um trovão rouco.
Ele abriu os olhos abruptamente, a visão turva focando no topo da cabeça loira de Jimin movendo-se ritmicamente entre suas pernas. A sensação era avassaladora. O aperto da boca de Jimin, a forma como ele usava a mão para massagear a base enquanto a língua trabalhava freneticamente no topo, era demais para aguentar logo ao acordar.
Jungkook enterrou as mãos nos cabelos loiros de Jimin, não para afastá-lo, mas para puxá-lo com força, guiando o ritmo. As tatuagens em seus dedos e nós dos dedos se destacavam contra a brancura dos fios de Jimin.
— Você é um capeta, Jimin — Jungkook rosnou, jogando a cabeça para trás no travesseiro, os olhos revirando de prazer. — Caralho, continua... suga essa porra direito.
Jimin ergueu os olhos para encarar Jungkook, sem interromper o que estava fazendo. O olhar dele era puro desafio e luxúria. Ele sabia exatamente o que estava fazendo. Ele aumentou a pressão, fazendo um som de sucção alto e obsceno, enquanto seus dedos apertavam as próprias coxas grossas, sentindo a tensão crescer em seu próprio corpo.
— Você gosta assim, não gosta, seu porra? — Jimin perguntou após se afastar por um segundo, apenas para lamber a extensão do pau de baixo para cima, deixando um rastro de saliva brilhante.
— Gosto que você seja um safado — respondeu Jungkook, a respiração agora curta e errática. — Gosto que você não tenha vergonha nenhuma nessa cara.
Jungkook sentou-se na cama, apoiando o peso nos cotovelos para ver melhor a cena. Ver Jimin ali, de joelhos, com a boca ocupada e aquele corpo curvilíneo se oferecendo, era a imagem mais excitante que ele já tinha visto. Ele esticou uma das mãos e apertou uma das nádegas de Jimin, sentindo a maciez e a firmeza da carne.
— Olha pra mim enquanto engole — ordenou Jungkook, a voz carregada de autoridade.
Jimin obedeceu imediatamente. Ele voltou a envolver o membro de Jungkook, descendo o máximo que conseguia, sentindo o fundo da garganta ser invadido. Ele mantinha o contato visual, os olhos brilhando com uma malícia que incendiava o sangue de Jungkook. O movimento de vaivém era frenético agora; Jimin usava a saliva para deslizar com facilidade, a mão livre punhetando a base com força, enquanto a outra mão de Jungkook apertava seu pescoço de leve, apenas o suficiente para aumentar a adrenalina.
— Caralho, Jimin... eu vou gozar. Eu vou gozar na sua boca toda — Jungkook avisou, os dentes cerrados, os músculos do abdômen travados.
Jimin não parou. Pelo contrário, ele acelerou, ignorando o desconforto na mandíbula. Ele queria cada gota. Ele queria que Jungkook soubesse que ele era o único capaz de deixá-lo naquele estado de completa perda de controle.
Quando o ápice veio, Jungkook soltou um palavrão alto, a voz ecoando pelas paredes do quarto, enquanto seu corpo se arqueava para frente. Ele segurou a cabeça de Jimin com firmeza, ditando os últimos estocadas profundas contra a garganta dele. Jimin recebeu tudo, sentindo o jato quente invadir sua boca, o gosto forte preenchendo seus sentidos. Ele engoliu a maior parte, deixando apenas um pouco escorrer pelo canto dos lábios, um rastro branco que contrastava com sua pele pálida.
O silêncio voltou ao quarto, mas agora era um silêncio carregado de eletricidade e o cheiro doce e metálico de sexo.
Jimin se afastou lentamente, limpando o canto da boca com o polegar, um sorriso vitorioso nos lábios. Ele se arrastou para cima, sentando-se no colo de Jungkook, sentindo a ereção dele ainda pulsando por baixo de si. As coxas grossas de Jimin abraçaram os quadris de Jungkook, e ele rebolou levemente, sentindo o prazer de estar ali.
— Bom dia, Jeon — disse Jimin, a voz carregada de deboche e carinho.
Jungkook riu, uma risada baixa e rouca, enquanto passava as mãos pelas costas de Jimin, descendo até a bunda farta e apertando-a com vontade.
— Você não presta, loirinho. Sabia que eu estava cansado? — Jungkook perguntou, embora o brilho em seus olhos dissesse que ele não se importava nem um pouco.
— Você nunca está cansado demais para mim — Jimin rebateu, inclinando-se para morder o lóbulo da orelha de Jungkook. — E agora que você acordou... eu quero a minha recompensa.
Jungkook girou os corpos na cama com agilidade, prendendo Jimin debaixo de si. O peso do corpo forte e tatuado de Jungkook era reconfortante e excitante. Ele olhou para Jimin, vendo o cabelo bagunçado, os lábios inchados e o desejo explícito naqueles olhos pequenos.
— Você quer recompensa, é? — Jungkook sussurrou contra os lábios dele. — Depois dessa recepção, eu vou te foder até você esquecer como se fala.
— Menos conversa e mais ação, Jungkook — Jimin provocou, abrindo as pernas e entrelaçando-as na cintura do mais alto. — Me mostra o quanto você sentiu minha falta enquanto dormia.
Jungkook não precisou de outro convite. Ele selou seus lábios nos de Jimin em um beijo faminto, uma batalha de línguas que prometia uma manhã longa e muito barulhenta. O quarto, antes silencioso, agora era o palco de uma entrega absoluta, onde o pudor não tinha espaço e apenas o prazer bruto importava.
— Você é meu, entendeu? — Jungkook rosnou entre os beijos, as mãos grandes explorando cada curva do corpo de Jimin.
— Sempre fui, seu idiota — Jimin respondeu, arqueando as costas quando sentiu os dedos de Jungkook o tocarem onde ele mais desejava. — Agora cala a boca e me fode.
E ali, entre lençóis bagunçados e juras profanas, eles se perderam um no outro, como sempre faziam, transformando um despertar comum em algo inesquecível.
Jimin, no entanto, não conseguia dormir. Ele estava sentado ao lado do corpo de Jungkook, observando-o com olhos predatórios. O contraste entre eles era gritante: Jimin tinha a pele branca como porcelana, os cabelos loiros quase platinados reluzindo no escuro, e um corpo que era uma tentação constante. Suas coxas grossas estavam pressionadas contra o colchão, e a curvatura acentuada de sua bunda se destacava enquanto ele se aproximava, movendo-se como um gato.
Ele estava com tesão. Um tesão acumulado que latejava em seu baixo ventre, e a visão de Jungkook, tão vulnerável e ao mesmo tempo tão imponente, era o combustível perfeito. Jimin não queria um despertar gentil. Ele queria ouvir Jungkook gemer seu nome, queria sentir aquela energia bruta voltada inteiramente para ele.
Lentamente, Jimin deslizou para baixo dos lençóis, posicionando-se entre as pernas abertas de Jungkook. O calor que emanava do corpo do mais alto era inebriante. Com dedos ágeis, Jimin desfez o nó da calça de moletom que Jungkook usava para dormir, baixando o tecido com cuidado para não acordá-lo de imediato. O membro de Jungkook, mesmo em repouso, era impressionante, mas ao sentir o toque frio das mãos de Jimin e o ar fresco do quarto, começou a dar sinais de vida, pulsando levemente.
Jimin sorriu, um sorriso sacana que ninguém mais via. Ele inclinou a cabeça, deixando os fios loiros caírem sobre os olhos, e passou a ponta da língua pela extensão da glande, sentindo o gosto salgado e quente.
— Acorda, porra... — sussurrou Jimin, a voz rouca de desejo, antes de envolver a cabeça do pau de Jungkook com a boca quente e úmida.
O choque térmico e a sucção repentina fizeram Jungkook soltar um grunhido baixo, ainda preso entre o sono e a consciência. Ele franziu a testa, os músculos do peito tatuado se contraindo. Jimin não deu trégua. Ele deslizou a boca por todo o comprimento, usando a língua para lamber as veias saltadas, antes de enfiar tudo de uma vez na garganta, fazendo um som abafado e úmido que ecoou pelo quarto silencioso.
— Puta que pariu... — a voz de Jungkook saiu como um trovão rouco.
Ele abriu os olhos abruptamente, a visão turva focando no topo da cabeça loira de Jimin movendo-se ritmicamente entre suas pernas. A sensação era avassaladora. O aperto da boca de Jimin, a forma como ele usava a mão para massagear a base enquanto a língua trabalhava freneticamente no topo, era demais para aguentar logo ao acordar.
Jungkook enterrou as mãos nos cabelos loiros de Jimin, não para afastá-lo, mas para puxá-lo com força, guiando o ritmo. As tatuagens em seus dedos e nós dos dedos se destacavam contra a brancura dos fios de Jimin.
— Você é um capeta, Jimin — Jungkook rosnou, jogando a cabeça para trás no travesseiro, os olhos revirando de prazer. — Caralho, continua... suga essa porra direito.
Jimin ergueu os olhos para encarar Jungkook, sem interromper o que estava fazendo. O olhar dele era puro desafio e luxúria. Ele sabia exatamente o que estava fazendo. Ele aumentou a pressão, fazendo um som de sucção alto e obsceno, enquanto seus dedos apertavam as próprias coxas grossas, sentindo a tensão crescer em seu próprio corpo.
— Você gosta assim, não gosta, seu porra? — Jimin perguntou após se afastar por um segundo, apenas para lamber a extensão do pau de baixo para cima, deixando um rastro de saliva brilhante.
— Gosto que você seja um safado — respondeu Jungkook, a respiração agora curta e errática. — Gosto que você não tenha vergonha nenhuma nessa cara.
Jungkook sentou-se na cama, apoiando o peso nos cotovelos para ver melhor a cena. Ver Jimin ali, de joelhos, com a boca ocupada e aquele corpo curvilíneo se oferecendo, era a imagem mais excitante que ele já tinha visto. Ele esticou uma das mãos e apertou uma das nádegas de Jimin, sentindo a maciez e a firmeza da carne.
— Olha pra mim enquanto engole — ordenou Jungkook, a voz carregada de autoridade.
Jimin obedeceu imediatamente. Ele voltou a envolver o membro de Jungkook, descendo o máximo que conseguia, sentindo o fundo da garganta ser invadido. Ele mantinha o contato visual, os olhos brilhando com uma malícia que incendiava o sangue de Jungkook. O movimento de vaivém era frenético agora; Jimin usava a saliva para deslizar com facilidade, a mão livre punhetando a base com força, enquanto a outra mão de Jungkook apertava seu pescoço de leve, apenas o suficiente para aumentar a adrenalina.
— Caralho, Jimin... eu vou gozar. Eu vou gozar na sua boca toda — Jungkook avisou, os dentes cerrados, os músculos do abdômen travados.
Jimin não parou. Pelo contrário, ele acelerou, ignorando o desconforto na mandíbula. Ele queria cada gota. Ele queria que Jungkook soubesse que ele era o único capaz de deixá-lo naquele estado de completa perda de controle.
Quando o ápice veio, Jungkook soltou um palavrão alto, a voz ecoando pelas paredes do quarto, enquanto seu corpo se arqueava para frente. Ele segurou a cabeça de Jimin com firmeza, ditando os últimos estocadas profundas contra a garganta dele. Jimin recebeu tudo, sentindo o jato quente invadir sua boca, o gosto forte preenchendo seus sentidos. Ele engoliu a maior parte, deixando apenas um pouco escorrer pelo canto dos lábios, um rastro branco que contrastava com sua pele pálida.
O silêncio voltou ao quarto, mas agora era um silêncio carregado de eletricidade e o cheiro doce e metálico de sexo.
Jimin se afastou lentamente, limpando o canto da boca com o polegar, um sorriso vitorioso nos lábios. Ele se arrastou para cima, sentando-se no colo de Jungkook, sentindo a ereção dele ainda pulsando por baixo de si. As coxas grossas de Jimin abraçaram os quadris de Jungkook, e ele rebolou levemente, sentindo o prazer de estar ali.
— Bom dia, Jeon — disse Jimin, a voz carregada de deboche e carinho.
Jungkook riu, uma risada baixa e rouca, enquanto passava as mãos pelas costas de Jimin, descendo até a bunda farta e apertando-a com vontade.
— Você não presta, loirinho. Sabia que eu estava cansado? — Jungkook perguntou, embora o brilho em seus olhos dissesse que ele não se importava nem um pouco.
— Você nunca está cansado demais para mim — Jimin rebateu, inclinando-se para morder o lóbulo da orelha de Jungkook. — E agora que você acordou... eu quero a minha recompensa.
Jungkook girou os corpos na cama com agilidade, prendendo Jimin debaixo de si. O peso do corpo forte e tatuado de Jungkook era reconfortante e excitante. Ele olhou para Jimin, vendo o cabelo bagunçado, os lábios inchados e o desejo explícito naqueles olhos pequenos.
— Você quer recompensa, é? — Jungkook sussurrou contra os lábios dele. — Depois dessa recepção, eu vou te foder até você esquecer como se fala.
— Menos conversa e mais ação, Jungkook — Jimin provocou, abrindo as pernas e entrelaçando-as na cintura do mais alto. — Me mostra o quanto você sentiu minha falta enquanto dormia.
Jungkook não precisou de outro convite. Ele selou seus lábios nos de Jimin em um beijo faminto, uma batalha de línguas que prometia uma manhã longa e muito barulhenta. O quarto, antes silencioso, agora era o palco de uma entrega absoluta, onde o pudor não tinha espaço e apenas o prazer bruto importava.
— Você é meu, entendeu? — Jungkook rosnou entre os beijos, as mãos grandes explorando cada curva do corpo de Jimin.
— Sempre fui, seu idiota — Jimin respondeu, arqueando as costas quando sentiu os dedos de Jungkook o tocarem onde ele mais desejava. — Agora cala a boca e me fode.
E ali, entre lençóis bagunçados e juras profanas, eles se perderam um no outro, como sempre faziam, transformando um despertar comum em algo inesquecível.
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