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O amigo do meu irmão
Фандом: Romance
Создан: 24.04.2026
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ДрамаАнгстПсихологияДаркPWPНецензурная лексикаКриминалТриллерCharacter studyИзнасилование
O Som do Silêncio no Vestiário
O vapor do chuveiro ainda flutuava pesadamente pelo ar do vestiário masculino, misturando-se ao cheiro de sabonete e suor pós-treino. Fred estava sozinho, ou pelo menos era o que ele acreditava enquanto tentava se secar rapidamente. A imagem daquela foto em seu celular, recebida na manhã anterior, ainda queimava em sua mente como um ferro em brasa. Ele não conseguia se lembrar de nada da noite na casa de Jack, apenas de flashes desconexos e da sensação de ter acordado vulnerável e exposto.
Enquanto buscava sua cueca no banco de madeira, Fred sentiu um calafrio na espinha. O som de passos firmes ecoou pelo piso de azulejos, e antes que pudesse se cobrir com a toalha, a figura alta e imponente de Jack surgiu na entrada da fileira de armários.
Fred congelou por um milésimo de segundo, o rosto esquentando instantaneamente. Ele tentou, de forma atrapalhada, esconder sua nudez com a toalha pequena demais, desviando o olhar para o lado.
— Não precisa se dar ao trabalho de se esconder — disse Jack, encostando-se no armário de metal com um sorriso de canto, os olhos percorrendo o corpo de Fred com uma calma predatória. — Não há nada aí que eu já não tenha visto... e provado.
— Vai se ferrar, Jack! — Fred rosnou, a voz falhando levemente pela mistura de raiva e nervosismo. — Sai daqui. O que você quer? Me deixar em paz não faz parte do seu vocabulário?
Jack soltou uma risada curta e anasalada, dando um passo à frente, diminuindo a distância entre os dois. O contraste entre a postura relaxada de Jack e o estado defensivo de Fred era evidente.
— Você não estava me xingando assim na outra noite — Jack comentou, a voz baixando de tom, tornando-se mais grave. — Na verdade, você não estava falando muita coisa enquanto estava com o meu pau na boca.
— Cala a boca! — gritou Fred, os nós dos dedos brancos de tanto apertar a toalha. — Você está mentindo. Eu estava bêbado, eu nem sei o que aconteceu de verdade. Aquela foto... você armou aquilo.
Jack não respondeu de imediato. Em vez disso, enfiou a mão no bolso do short de treino e tirou o celular. Com alguns toques rápidos na tela, o silêncio do vestiário foi quebrado por um som que fez o sangue de Fred gelar: o som nítido de gemidos sôfregos, uma voz masculina chamando o nome de Jack entre respirações pesadas e prazerosa agonia.
— "Jack... por favor, Jack..." — a gravação ecoava, e Fred sentiu o mundo girar. Era a sua voz.
— Você fica tão bem gemendo o meu nome, Fred — Jack guardou o aparelho, os olhos fixos nos de Fred, que agora pareciam perdidos. — O áudio não mente. O seu corpo também não.
Antes que Fred pudesse reagir ou proferir outro insulto, Jack avançou. Ele o prensou contra os armários de metal, o som do impacto ecoando pelo recinto vazio. Sem dar espaço para protestos, Jack o beijou de forma agressiva, uma invasão que não pedia permissão. Fred tentou empurrá-lo, mas seus músculos pareciam não obedecer, enfraquecidos pela confusão mental e pela tensão sexual que, embora ele negasse, estava presente.
Jack afastou o rosto apenas o suficiente para morder o lábio inferior de Fred, antes de descer os lábios para o pescoço do mais velho. Suas mãos, grandes e firmes, desceram pela cintura de Fred, ignorando a toalha que caiu esquecida no chão, e apertaram suas nádegas com força, trazendo o corpo nu de Fred contra o seu.
— Geme para mim de novo — sussurrou Jack contra a pele quente do pescoço de Fred, deixando um chupão marcado logo abaixo da orelha. — Se você fizer direito, se parar de lutar contra o que quer, eu vou fazer você gozar bem gostoso. Como você nunca gozou antes.
Fred soltou um arquejo, a cabeça caindo para trás enquanto Jack continuava seu caminho descendente. Jack ajoelhou-se parcialmente, focando agora no peitoral definido de Fred, usando a língua e os dentes para estimular os mamilos do jogador, que se tornaram rígidos sob o toque experto.
— Olha para você — Jack disse, olhando para cima enquanto sua mão envolvia o membro de Fred, que já estava completamente ereto e pulsante. — Seu pau está tão duro. Quer que eu te faça gozar? Pede para mim.
Fred fechou os olhos, a respiração vindo em soluços curtos. A humilhação e o prazer lutavam dentro dele, mas a sensação das mãos de Jack e a lembrança do áudio pareciam ter quebrado sua última resistência.
— Pede, Fred. Diz que quer ser minha cadelinha mais uma vez — Jack provocou, apertando a bunda de Fred novamente, os dedos pressionando a entrada de seu corpo. — Vou te presentear com o meu pau. Vou preencher esse seu buraquinho de um jeito que você nunca vai esquecer.
— Jack... por favor — Fred murmurou, a voz quase inaudível, mas carregada de uma urgência que ele não podia mais esconder.
— Por favor o quê? — Jack parou todos os movimentos, forçando Fred a encará-lo, a frieza inteligente em seus olhos contrastando com o calor da situação.
— Me faz gozar — Fred cedeu, as mãos agarrando os cabelos de Jack. — Faz o que você quiser, só não para.
Jack sorriu, um sorriso que indicava que ele havia vencido o jogo. Ele se levantou, alinhando seu corpo ao de Fred novamente, sentindo a submissão do outro. O vestiário, antes um lugar de treino e camaradagem masculina, agora era o palco onde Jack exercia seu domínio total sobre o amigo de seu irmão, transformando cada negação de Fred em uma memória distante de prazer e controle.
Enquanto buscava sua cueca no banco de madeira, Fred sentiu um calafrio na espinha. O som de passos firmes ecoou pelo piso de azulejos, e antes que pudesse se cobrir com a toalha, a figura alta e imponente de Jack surgiu na entrada da fileira de armários.
Fred congelou por um milésimo de segundo, o rosto esquentando instantaneamente. Ele tentou, de forma atrapalhada, esconder sua nudez com a toalha pequena demais, desviando o olhar para o lado.
— Não precisa se dar ao trabalho de se esconder — disse Jack, encostando-se no armário de metal com um sorriso de canto, os olhos percorrendo o corpo de Fred com uma calma predatória. — Não há nada aí que eu já não tenha visto... e provado.
— Vai se ferrar, Jack! — Fred rosnou, a voz falhando levemente pela mistura de raiva e nervosismo. — Sai daqui. O que você quer? Me deixar em paz não faz parte do seu vocabulário?
Jack soltou uma risada curta e anasalada, dando um passo à frente, diminuindo a distância entre os dois. O contraste entre a postura relaxada de Jack e o estado defensivo de Fred era evidente.
— Você não estava me xingando assim na outra noite — Jack comentou, a voz baixando de tom, tornando-se mais grave. — Na verdade, você não estava falando muita coisa enquanto estava com o meu pau na boca.
— Cala a boca! — gritou Fred, os nós dos dedos brancos de tanto apertar a toalha. — Você está mentindo. Eu estava bêbado, eu nem sei o que aconteceu de verdade. Aquela foto... você armou aquilo.
Jack não respondeu de imediato. Em vez disso, enfiou a mão no bolso do short de treino e tirou o celular. Com alguns toques rápidos na tela, o silêncio do vestiário foi quebrado por um som que fez o sangue de Fred gelar: o som nítido de gemidos sôfregos, uma voz masculina chamando o nome de Jack entre respirações pesadas e prazerosa agonia.
— "Jack... por favor, Jack..." — a gravação ecoava, e Fred sentiu o mundo girar. Era a sua voz.
— Você fica tão bem gemendo o meu nome, Fred — Jack guardou o aparelho, os olhos fixos nos de Fred, que agora pareciam perdidos. — O áudio não mente. O seu corpo também não.
Antes que Fred pudesse reagir ou proferir outro insulto, Jack avançou. Ele o prensou contra os armários de metal, o som do impacto ecoando pelo recinto vazio. Sem dar espaço para protestos, Jack o beijou de forma agressiva, uma invasão que não pedia permissão. Fred tentou empurrá-lo, mas seus músculos pareciam não obedecer, enfraquecidos pela confusão mental e pela tensão sexual que, embora ele negasse, estava presente.
Jack afastou o rosto apenas o suficiente para morder o lábio inferior de Fred, antes de descer os lábios para o pescoço do mais velho. Suas mãos, grandes e firmes, desceram pela cintura de Fred, ignorando a toalha que caiu esquecida no chão, e apertaram suas nádegas com força, trazendo o corpo nu de Fred contra o seu.
— Geme para mim de novo — sussurrou Jack contra a pele quente do pescoço de Fred, deixando um chupão marcado logo abaixo da orelha. — Se você fizer direito, se parar de lutar contra o que quer, eu vou fazer você gozar bem gostoso. Como você nunca gozou antes.
Fred soltou um arquejo, a cabeça caindo para trás enquanto Jack continuava seu caminho descendente. Jack ajoelhou-se parcialmente, focando agora no peitoral definido de Fred, usando a língua e os dentes para estimular os mamilos do jogador, que se tornaram rígidos sob o toque experto.
— Olha para você — Jack disse, olhando para cima enquanto sua mão envolvia o membro de Fred, que já estava completamente ereto e pulsante. — Seu pau está tão duro. Quer que eu te faça gozar? Pede para mim.
Fred fechou os olhos, a respiração vindo em soluços curtos. A humilhação e o prazer lutavam dentro dele, mas a sensação das mãos de Jack e a lembrança do áudio pareciam ter quebrado sua última resistência.
— Pede, Fred. Diz que quer ser minha cadelinha mais uma vez — Jack provocou, apertando a bunda de Fred novamente, os dedos pressionando a entrada de seu corpo. — Vou te presentear com o meu pau. Vou preencher esse seu buraquinho de um jeito que você nunca vai esquecer.
— Jack... por favor — Fred murmurou, a voz quase inaudível, mas carregada de uma urgência que ele não podia mais esconder.
— Por favor o quê? — Jack parou todos os movimentos, forçando Fred a encará-lo, a frieza inteligente em seus olhos contrastando com o calor da situação.
— Me faz gozar — Fred cedeu, as mãos agarrando os cabelos de Jack. — Faz o que você quiser, só não para.
Jack sorriu, um sorriso que indicava que ele havia vencido o jogo. Ele se levantou, alinhando seu corpo ao de Fred novamente, sentindo a submissão do outro. O vestiário, antes um lugar de treino e camaradagem masculina, agora era o palco onde Jack exercia seu domínio total sobre o amigo de seu irmão, transformando cada negação de Fred em uma memória distante de prazer e controle.
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