
← Назад
0 лайков
procurando esperança
Фандом: httyd
Создан: 27.04.2026
Теги
AUДрамаАнгстHurt/ComfortДаркПостапокалиптикаАнтиутопияFix-itТрагедияНарочитая жестокостьВыживаниеНеожиданная/нежелательная беременность
O Eco do Amanhã em Ruínas
A névoa de Berk sempre fora fria, mas aquela fumaça branca que envolveu Stoico, o Imenso, era diferente. Não cheirava a mar ou a pinheiro; cheirava a ozônio e estática. Em um piscar de olhos, o Grande Salão desapareceu. O líder dos vikings não estava mais cercado por seus guerreiros, mas sentado em uma poltrona de tecido macio, em uma sala pequena e fechada. À sua frente, uma parede inteira era ocupada por uma superfície negra e brilhante.
— Que feitiçaria é essa? — rugiu Stoico, levando a mão ao machado, apenas para perceber que estava desarmado.
A superfície negra ganhou vida. Luzes e cores explodiram na tela, formando imagens tão nítidas que pareciam janelas para outro mundo. O coração de Stoico parou quando ele a viu.
— Valka?
Era ela. Mas não a Valka que ele conhecia. Ela usava roupas estranhas, feitas de tecidos sintéticos, e segurava uma barra de ferro. O cenário ao redor dela era um pesadelo de pedra e metal retorcido. Cidades que tocavam o céu estavam em chamas. E então, os monstros apareceram.
Não eram dragões. Eram homens. Ou o que restara deles. Criaturas pálidas, com a pele apodrecendo e olhos vazios, movendo-se com uma fome frenética. Stoico assistiu, impotente, enquanto sua esposa era cercada em um beco sem saída.
— Não! — gritou ele, socando a tela fria. — Fuja, Valka!
Ele viu o momento exato em que um dos mortos-vivos cravou os dentes no ombro dela. Viu a luz se apagar nos olhos da mulher que amava enquanto ela era arrastada para a escuridão. A imagem tremeu e saltou no tempo.
Agora, Stoico via a si mesmo. Ele parecia mais velho, o cabelo ruivo entremeado de cinzas, vestindo uma jaqueta de couro gasta e carregando uma escopeta. Ao lado dele, um jovem de dezoito anos, magro, mas com ombros largos e um olhar endurecido pela perda.
— Soluço... — sussurrou Stoico, tocando a imagem do filho que, em seu tempo real, ainda era apenas um menino desajeitado.
Eles estavam em uma cidade cercada por muros altos de concreto e arame farpado. Uma "zona de quarentena". O mundo lá fora estava morto, e o mundo lá dentro estava morrendo.
— Pai, precisamos nos mover — disse o Soluço da tela, sua voz profunda e rouca. — Se os coletores nos virem aqui fora depois do toque de recolher, não vão perguntar por que estamos buscando remédios.
— Eu sei, filho — respondeu o Stoico do futuro. — Só mais uma casa. Se encontrarmos os antibióticos para o Giba, podemos voltar.
Mas o destino era cruel. Enquanto atravessavam um pátio cercado por prédios em ruínas, a armadilha foi desarmada. Não foram os zumbis que os pegaram. Foram os homens.
Seis figuras mascaradas saltaram das sombras, armadas com bastões e lâminas improvisadas.
— Olhem o que temos aqui — disse um homem alto, com uma máscara de gás pintada com um sorriso macabro. — Carne fresca e suprimentos.
— Fiquem longe dele! — rugiu Stoico, avançando, mas foi atingido na nuca por um cano de metal.
Ele caiu de joelhos, a visão turva. Na sala de projeção, o Stoico do presente soluçava, assistindo à própria impotência.
— Soluço! — gritou o Stoico da tela.
Dois homens mascarados agarraram Soluço pelos braços, suspendendo-o no ar. O rapaz lutou, chutando e xingando, mas a força bruta dos agressores era maior.
— Solte o meu filho! — Stoico tentou se levantar, mas quatro homens pularam sobre ele, prendendo seus braços e pernas contra o asfalto frio.
— Você tem muita energia para um velho — zombou o líder, aproximando-se de Soluço com um facão pesado e enferrujado. — Sabe, o problema dessa cidade é que as pessoas esqueceram quem manda. Vocês acham que podem sair por aí roubando o que pertence ao nosso grupo?
— Nós não roubamos nada! — gritou Soluço, a voz falhando de medo. — Estávamos apenas procurando...
— Silêncio! — O homem desferiu um soco no estômago de Soluço.
O líder olhou para o pé direito de Soluço, calçado em uma bota gasta. Ele sorriu por trás da máscara.
— Dizem que, se você quer que um animal não fuja, você corta as asas dele. Como não temos pássaros aqui...
Stoico, no presente, cobriu a boca com as mãos, as lágrimas escorrendo por sua barba.
— Não... por favor, não façam isso.
Na tela, o facão desceu com uma força brutal. O grito de Soluço rasgou o ar, um som agudo e desumano que ecoou pelas paredes de concreto. O sangue espirrou no asfalto, quente e vermelho. O pé direito do rapaz foi separado do corpo em um golpe único e desajeitado.
— NÃO! — o Stoico da tela urrou, lutando como um animal enjaulado, mas os quatro homens o mantinham pregado ao chão.
Soluço desmoronou nos braços de seus captores, o rosto pálido como cera, o choque tomando conta de seu sistema. Mas a tortura estava apenas começando.
— Acorde ele — ordenou o líder.
Um dos homens pegou um frasco de álcool e despejou diretamente no coto aberto. Soluço arqueou as costas, um novo grito, mais fraco desta vez, escapando de seus lábios secos. Eles começaram a usar pontas de cigarro acesas, encostando-as na pele sensível do pescoço e do peito do rapaz, rindo enquanto ele implorava pelo fim.
— Mate-me... — sussurrou Soluço, os olhos revirando. — Por favor, mate-me logo.
— Oh, não, garoto — disse o líder, virando-se para Stoico, que assistia a tudo com o rosto banhado em sangue e lágrimas. — Você não é o prato principal. Seu pai é.
Os homens que seguravam Stoico começaram a desferir golpes. Não eram golpes para matar rápido. Eram chutes nas costelas, socos no rosto, pancadas com cabos de madeira nas articulações.
— Olhe para ele, Soluço! — berrou o mascarado, puxando o cabelo do rapaz para que ele visse o pai sendo destruído. — Veja o seu herói morrer!
Stoico sentiu um osso estalar em seu peito. Ele não conseguia mais respirar. Cada vez que tentava puxar o ar, o gosto de ferro inundava sua boca. Ele olhou para o filho. Soluço estava ali, mutilado, sangrando, com os olhos cheios de um horror que nenhuma criança deveria conhecer.
— Eu... eu te amo, filho — tossiu Stoico, o sangue borbulhando em seus lábios.
— Cale a boca! — Um chute violento atingiu a têmpora de Stoico.
O mundo começou a escurecer para o Stoico da tela. O espancamento continuou. O som de carne atingindo carne e ossos quebrando era o único ritmo naquele pátio maldito.
Soluço tentou rastejar, ignorando a agonia no que restava de sua perna, estendendo a mão em direção ao pai.
— Pai... não... por favor, levante... — ele soluçava, a voz mal passando de um sussurro quebrado.
O líder dos mascarados pegou um pedaço de cano pesado e se posicionou sobre a cabeça de Stoico.
— Boa noite, Imenso.
O golpe final foi seco. O corpo de Stoico teve um último espasmo e depois ficou imóvel.
Soluço soltou um lamento que pareceu durar uma eternidade, um som de alma partida, antes de desmaiar sobre o asfalto frio, a poucos centímetros da mão sem vida de seu pai.
Na sala de projeção, a tela ficou preta.
Stoico, o Imenso, caiu de joelhos no chão acarpetado. Ele soluçava tão violentamente que seus ombros largos tremiam. Ele vira sua esposa ser devorada. Vira seu filho ser mutilado e torturado. E vira a si mesmo morrer como um cão, incapaz de proteger o que restava de sua família.
— Por que me mostrou isso? — gritou ele para o teto da sala vazia. — Por que me mostrou esse inferno?!
Uma voz calma e desprovida de emoção ecoou pelas paredes.
— Porque o futuro não é escrito em pedra, Stoico de Berk. Mas as sementes do que você viu estão plantadas no agora.
De repente, a névoa branca retornou. O cheiro de ozônio foi substituído pelo cheiro de maresia e madeira queimada.
Stoico abriu os olhos. Ele estava de volta ao Grande Salão. O fogo crepitava na lareira central. Seus homens estavam rindo, bebendo hidromel. E, em um canto, Soluço — o pequeno, magro e desastrado Soluço de quinze anos — tentava consertar uma de suas engenhocas estranhas.
O líder viking levantou-se tão rápido que derrubou sua caneca. Ele atravessou o salão com passos pesados, fazendo os outros guerreiros se calarem.
— Pai? — Soluço olhou para cima, o medo habitual de uma bronca estampado em seu rosto. — Eu juro que a catapulta não foi de propósito, eu só estava tentando...
Stoico não disse nada. Ele simplesmente se ajoelhou e envolveu o filho em um abraço tão apertado que Soluço soltou um ganido de surpresa.
— Pai? O senhor está bem? — perguntou o menino, confuso, sentindo os braços do pai tremerem.
— Eu nunca vou deixar que te toquem — sussurrou Stoico, a voz rouca de emoção, enterrando o rosto no cabelo do filho. — Eu nunca vou deixar aquele mundo acontecer.
Soluço, sem entender nada, mas sentindo uma sinceridade que nunca vira no pai, retribuiu o abraço desajeitadamente.
— Tudo bem, pai. Eu também não vou a lugar nenhum.
Stoico fechou os olhos, mas a imagem do facão descendo e do pé de seu filho sendo arrancado ainda estava queimada em sua mente. Ele sabia que algo estava mudando no mundo. E, se o apocalipse estivesse chegando, ele não seria apenas um pai. Ele seria o escudo que o futuro tentou quebrar. Mas, por enquanto, ele apenas segurou o filho, sentindo o calor da vida que, naquelas imagens frias da tela, ele vira ser extinta de forma tão cruel.
— Que feitiçaria é essa? — rugiu Stoico, levando a mão ao machado, apenas para perceber que estava desarmado.
A superfície negra ganhou vida. Luzes e cores explodiram na tela, formando imagens tão nítidas que pareciam janelas para outro mundo. O coração de Stoico parou quando ele a viu.
— Valka?
Era ela. Mas não a Valka que ele conhecia. Ela usava roupas estranhas, feitas de tecidos sintéticos, e segurava uma barra de ferro. O cenário ao redor dela era um pesadelo de pedra e metal retorcido. Cidades que tocavam o céu estavam em chamas. E então, os monstros apareceram.
Não eram dragões. Eram homens. Ou o que restara deles. Criaturas pálidas, com a pele apodrecendo e olhos vazios, movendo-se com uma fome frenética. Stoico assistiu, impotente, enquanto sua esposa era cercada em um beco sem saída.
— Não! — gritou ele, socando a tela fria. — Fuja, Valka!
Ele viu o momento exato em que um dos mortos-vivos cravou os dentes no ombro dela. Viu a luz se apagar nos olhos da mulher que amava enquanto ela era arrastada para a escuridão. A imagem tremeu e saltou no tempo.
Agora, Stoico via a si mesmo. Ele parecia mais velho, o cabelo ruivo entremeado de cinzas, vestindo uma jaqueta de couro gasta e carregando uma escopeta. Ao lado dele, um jovem de dezoito anos, magro, mas com ombros largos e um olhar endurecido pela perda.
— Soluço... — sussurrou Stoico, tocando a imagem do filho que, em seu tempo real, ainda era apenas um menino desajeitado.
Eles estavam em uma cidade cercada por muros altos de concreto e arame farpado. Uma "zona de quarentena". O mundo lá fora estava morto, e o mundo lá dentro estava morrendo.
— Pai, precisamos nos mover — disse o Soluço da tela, sua voz profunda e rouca. — Se os coletores nos virem aqui fora depois do toque de recolher, não vão perguntar por que estamos buscando remédios.
— Eu sei, filho — respondeu o Stoico do futuro. — Só mais uma casa. Se encontrarmos os antibióticos para o Giba, podemos voltar.
Mas o destino era cruel. Enquanto atravessavam um pátio cercado por prédios em ruínas, a armadilha foi desarmada. Não foram os zumbis que os pegaram. Foram os homens.
Seis figuras mascaradas saltaram das sombras, armadas com bastões e lâminas improvisadas.
— Olhem o que temos aqui — disse um homem alto, com uma máscara de gás pintada com um sorriso macabro. — Carne fresca e suprimentos.
— Fiquem longe dele! — rugiu Stoico, avançando, mas foi atingido na nuca por um cano de metal.
Ele caiu de joelhos, a visão turva. Na sala de projeção, o Stoico do presente soluçava, assistindo à própria impotência.
— Soluço! — gritou o Stoico da tela.
Dois homens mascarados agarraram Soluço pelos braços, suspendendo-o no ar. O rapaz lutou, chutando e xingando, mas a força bruta dos agressores era maior.
— Solte o meu filho! — Stoico tentou se levantar, mas quatro homens pularam sobre ele, prendendo seus braços e pernas contra o asfalto frio.
— Você tem muita energia para um velho — zombou o líder, aproximando-se de Soluço com um facão pesado e enferrujado. — Sabe, o problema dessa cidade é que as pessoas esqueceram quem manda. Vocês acham que podem sair por aí roubando o que pertence ao nosso grupo?
— Nós não roubamos nada! — gritou Soluço, a voz falhando de medo. — Estávamos apenas procurando...
— Silêncio! — O homem desferiu um soco no estômago de Soluço.
O líder olhou para o pé direito de Soluço, calçado em uma bota gasta. Ele sorriu por trás da máscara.
— Dizem que, se você quer que um animal não fuja, você corta as asas dele. Como não temos pássaros aqui...
Stoico, no presente, cobriu a boca com as mãos, as lágrimas escorrendo por sua barba.
— Não... por favor, não façam isso.
Na tela, o facão desceu com uma força brutal. O grito de Soluço rasgou o ar, um som agudo e desumano que ecoou pelas paredes de concreto. O sangue espirrou no asfalto, quente e vermelho. O pé direito do rapaz foi separado do corpo em um golpe único e desajeitado.
— NÃO! — o Stoico da tela urrou, lutando como um animal enjaulado, mas os quatro homens o mantinham pregado ao chão.
Soluço desmoronou nos braços de seus captores, o rosto pálido como cera, o choque tomando conta de seu sistema. Mas a tortura estava apenas começando.
— Acorde ele — ordenou o líder.
Um dos homens pegou um frasco de álcool e despejou diretamente no coto aberto. Soluço arqueou as costas, um novo grito, mais fraco desta vez, escapando de seus lábios secos. Eles começaram a usar pontas de cigarro acesas, encostando-as na pele sensível do pescoço e do peito do rapaz, rindo enquanto ele implorava pelo fim.
— Mate-me... — sussurrou Soluço, os olhos revirando. — Por favor, mate-me logo.
— Oh, não, garoto — disse o líder, virando-se para Stoico, que assistia a tudo com o rosto banhado em sangue e lágrimas. — Você não é o prato principal. Seu pai é.
Os homens que seguravam Stoico começaram a desferir golpes. Não eram golpes para matar rápido. Eram chutes nas costelas, socos no rosto, pancadas com cabos de madeira nas articulações.
— Olhe para ele, Soluço! — berrou o mascarado, puxando o cabelo do rapaz para que ele visse o pai sendo destruído. — Veja o seu herói morrer!
Stoico sentiu um osso estalar em seu peito. Ele não conseguia mais respirar. Cada vez que tentava puxar o ar, o gosto de ferro inundava sua boca. Ele olhou para o filho. Soluço estava ali, mutilado, sangrando, com os olhos cheios de um horror que nenhuma criança deveria conhecer.
— Eu... eu te amo, filho — tossiu Stoico, o sangue borbulhando em seus lábios.
— Cale a boca! — Um chute violento atingiu a têmpora de Stoico.
O mundo começou a escurecer para o Stoico da tela. O espancamento continuou. O som de carne atingindo carne e ossos quebrando era o único ritmo naquele pátio maldito.
Soluço tentou rastejar, ignorando a agonia no que restava de sua perna, estendendo a mão em direção ao pai.
— Pai... não... por favor, levante... — ele soluçava, a voz mal passando de um sussurro quebrado.
O líder dos mascarados pegou um pedaço de cano pesado e se posicionou sobre a cabeça de Stoico.
— Boa noite, Imenso.
O golpe final foi seco. O corpo de Stoico teve um último espasmo e depois ficou imóvel.
Soluço soltou um lamento que pareceu durar uma eternidade, um som de alma partida, antes de desmaiar sobre o asfalto frio, a poucos centímetros da mão sem vida de seu pai.
Na sala de projeção, a tela ficou preta.
Stoico, o Imenso, caiu de joelhos no chão acarpetado. Ele soluçava tão violentamente que seus ombros largos tremiam. Ele vira sua esposa ser devorada. Vira seu filho ser mutilado e torturado. E vira a si mesmo morrer como um cão, incapaz de proteger o que restava de sua família.
— Por que me mostrou isso? — gritou ele para o teto da sala vazia. — Por que me mostrou esse inferno?!
Uma voz calma e desprovida de emoção ecoou pelas paredes.
— Porque o futuro não é escrito em pedra, Stoico de Berk. Mas as sementes do que você viu estão plantadas no agora.
De repente, a névoa branca retornou. O cheiro de ozônio foi substituído pelo cheiro de maresia e madeira queimada.
Stoico abriu os olhos. Ele estava de volta ao Grande Salão. O fogo crepitava na lareira central. Seus homens estavam rindo, bebendo hidromel. E, em um canto, Soluço — o pequeno, magro e desastrado Soluço de quinze anos — tentava consertar uma de suas engenhocas estranhas.
O líder viking levantou-se tão rápido que derrubou sua caneca. Ele atravessou o salão com passos pesados, fazendo os outros guerreiros se calarem.
— Pai? — Soluço olhou para cima, o medo habitual de uma bronca estampado em seu rosto. — Eu juro que a catapulta não foi de propósito, eu só estava tentando...
Stoico não disse nada. Ele simplesmente se ajoelhou e envolveu o filho em um abraço tão apertado que Soluço soltou um ganido de surpresa.
— Pai? O senhor está bem? — perguntou o menino, confuso, sentindo os braços do pai tremerem.
— Eu nunca vou deixar que te toquem — sussurrou Stoico, a voz rouca de emoção, enterrando o rosto no cabelo do filho. — Eu nunca vou deixar aquele mundo acontecer.
Soluço, sem entender nada, mas sentindo uma sinceridade que nunca vira no pai, retribuiu o abraço desajeitadamente.
— Tudo bem, pai. Eu também não vou a lugar nenhum.
Stoico fechou os olhos, mas a imagem do facão descendo e do pé de seu filho sendo arrancado ainda estava queimada em sua mente. Ele sabia que algo estava mudando no mundo. E, se o apocalipse estivesse chegando, ele não seria apenas um pai. Ele seria o escudo que o futuro tentou quebrar. Mas, por enquanto, ele apenas segurou o filho, sentindo o calor da vida que, naquelas imagens frias da tela, ele vira ser extinta de forma tão cruel.
Хотите создать свой фанфик?
Зарегистрируйтесь на Fanfy и создавайте свои собственные истории!
Создать свой фанфик