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O passado do rei do espelho
Фандом: Re:Zero
Создан: 29.04.2026
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O Sacrifício de um Herói Esquecido: Sombras do Passado
As luzes da sala de cinema, luxuosa e impossivelmente vasta, piscaram antes de se estabilizarem em um brilho suave. O grupo, arrancado de Lugnica sem aviso prévio, ainda tentava processar as palavras da voz que se autodenominava "O Diretor". Eles estavam ali para ver a verdade sobre Subaru Natsuki, o garoto que todos pensavam conhecer, mas cujas origens permaneciam um mistério absoluto.
— Mas que porra de lugar é esse?! — Felt gritou, chutando a poltrona de veludo à sua frente. — Reinhard, desembucha! Onde é que a gente se meteu?
Reinhard van Astrea, o Santo da Espada, manteve uma postura impecável, embora seus olhos azuis demonstrassem uma rara inquietação.
— Sinto muito, Lady Felt, mas minhas bênçãos não parecem funcionar aqui. No entanto, não sinto intenção assassina vinda desta presença. — Ele se curvou levemente, a própria definição de cortesia. — Devemos apenas observar, como solicitado.
— É tudo muito fascinante, nããão é? — Roswaal L. Mathers comentou, com seu tom cantarolante e um sorriso que não alcançava seus olhos calculistas. — Ver o passado do nosso querido Subaru-kun é uma oportunidade... imperdível.
Emilia apertava as mãos contra o peito, o coração batendo forte.
— Subaru... ele sempre pareceu carregar um peso tão grande. Se isso nos ajudar a entendê-lo, eu quero ver.
Sentada ao lado dela, Rem mantinha o olhar fixo na tela gigante ainda apagada.
— Rem sabe que o Subaru-kun é um herói. Não importa o que apareça, Rem estará ao lado dele.
Crusch Karsten, mantendo sua postura austera e inspiradora, sentiu um aperto no estômago. Ela admirava Subaru mais do que se permitia admitir em público. Sua coragem era algo que a inspirava a ser uma líder melhor, e a ideia de ver sua vida anterior a deixava ansiosa.
— Silêncio agora — ordenou Priscilla Barielle, abanando-se com seu leque ornamentado. — Se o plebeu tem algo que valha a pena ser visto pela realeza, que comece logo. O mundo gira para me entreter, afinal.
Al, o cavaleiro de capacete, soltou uma risada seca.
— Relaxa, Princesa. O garoto sempre foi uma caixa de surpresas. Aposto que vai ser melhor que muito festival em Vollachia.
De repente, a tela ganhou vida. O título "Capítulo 604" brilhou intensamente antes de as imagens começarem a se formar. Mas não era o mundo de fantasia que conheciam. Era uma cidade moderna, cinzenta, cheia de prédios de metal e vidro.
— Que carruagens estranhas são aquelas? — Julius Euclius perguntou, semicerrando os olhos, sempre atento aos detalhes. — E aquelas roupas... são funcionais, mas desprovidas de qualquer elegância.
— São carros, Julius-chan! — Felix Argyle brincou, tentando aliviar a tensão, embora suas orelhas de gato estivessem baixas. — E olhe, aquele ali no meio da confusão... não pode ser!
A imagem focou em um homem que parecia Subaru, mas mais velho, com o rosto marcado pelo cansaço e pela dor. Na tela, o nome "Jin Young" aparecia ocasionalmente, mas para todos naquela sala, a conexão era inegável. Era a alma de Subaru. Ele estava no meio de um campo de batalha urbano, cercado por figuras imponentes.
— Ele parece... tão diferente — sussurrou Emilia. — Mas os olhos... são os mesmos olhos tristes de quando ele pensa que ninguém está vendo.
A cena mudou para um combate brutal. Um homem chamado Kitae Kim avançava com uma ferocidade demoníaca. O Subaru da tela — ou Jin Young — estava protegendo um jovem de cabelos escuros, Daniel, que parecia estar gravemente ferido.
— Ele está lutando contra aquele monstro sozinho? — Crusch perguntou, a voz falhando por um segundo. — A técnica dele... não é baseada em mana. É puro instinto e força de vontade.
— Uau, olha só aquele soco! — Felt exclamou, esquecendo a raiva por um momento. — O Subaru é durão pra caralho nesse mundo!
A luta era coreografada com uma violência que os cavaleiros de Lugnica raramente viam sem o uso de magia. Era osso contra osso, sangue espirrando no asfalto frio. Subaru se movia com uma agilidade desesperada, bloqueando golpes que deveriam ter quebrado seus braços para garantir que Daniel permanecesse intocado.
— Ele está se sacrificando — Reinhard disse em voz baixa, sua expressão endurecendo. — Ele sabe que não pode vencer, mas não recua um milímetro. Isso é... o que um verdadeiro herói faz.
— Que tolo — Priscilla murmurou, embora tenha fechado o leque com força. — Dar a vida por um filhote que mal consegue se manter em pé. Subaru Natsuki não mudou nada em sua essência irritante.
Na tela, Kitae Kim desferiu um golpe devastador. O Subaru da tela tossiu sangue, mas agarrou o braço do oponente, sorrindo de forma maníaca enquanto sussurrava algo para Daniel.
— "Corra, Daniel... viva por nós dois" — Al traduziu as legendas que apareciam, sua voz perdendo o tom brincalhão. — Caramba, o garoto tem culhões de aço.
— Não... Subaru-kun... — Rem estava à beira das lágrimas, as unhas cravadas no estofado da poltrona.
O clímax da cena aconteceu de forma rápida e cruel. Para salvar Daniel de um ataque fatal, Subaru se jogou na frente de uma lâmina oculta, sendo atravessado enquanto empurrava o sobrinho para longe. O som do impacto ecoou pela sala de cinema silenciosa.
— Ele morreu... — Emilia cobriu a boca com as mãos, as lágrimas escorrendo livremente. — Ele morreu de novo...
— Ele deu a vida por alguém que amava — Crusch disse, sentindo uma dor aguda no peito. — Mesmo sem espadas mágicas ou bênçãos, ele foi o homem mais forte naquela sala.
— É uma tragédia clááássica — Roswaal comentou, embora seu olhar estivesse fixo na tela com uma intensidade faminta. — O herói cai para que a esperança sobreviva. Quão poético.
A tela começou a escurecer enquanto Daniel chorava sobre o corpo caído de Subaru. A voz do Diretor ecoou novamente:
— O que viram foi um fragmento de uma alma que já viveu mil vidas de dor. Subaru Natsuki não nasceu herói em Lugnica; ele trouxe o heroísmo de um lugar onde não havia retorno.
— Isso é injusto! — Felt gritou para o teto. — Por que ele tem que sofrer em todos os mundos? Por que ele não pode só ter uma vida normal?
— Porque ele é o Subaru, Lady Felt — Reinhard respondeu, colocando uma mão no ombro da menina. — Ele é o homem que caminha através do fogo para que nós possamos sentir a brisa.
Julius limpou uma lágrima solitária, mantendo sua compostura de cavaleiro.
— Eu o chamei de tolo uma vez. Eu não poderia estar mais errado. Ele é um mestre da perseverança.
Priscilla permaneceu em silêncio, seus olhos fixos no ponto onde a imagem de Subaru havia desaparecido. Por dentro, seu coração batia em um ritmo que ela se recusava a reconhecer como preocupação.
— Que o próximo capítulo seja menos deprimente — Al tentou fazer uma piada, mas sua voz falhou. — Acho que nenhum de nós aguenta ver o chefe morrendo mais uma vez.
— Rem vai protegê-lo — Rem disse, levantando-se, com os olhos brilhando de determinação. — Se o Subaru-kun deu tanto de si em outro mundo, Rem dará tudo de si neste.
— Eu também — Emilia concordou, secando o rosto. — Eu não vou deixar que ele carregue tudo sozinho nunca mais.
A tela brilhou novamente, preparando-se para a próxima memória, enquanto o elenco de Lugnica, agora mudado pelo que viu, esperava para descobrir quem realmente era o homem que chamavam de amigo, aliado e amor.
— Mas que porra de lugar é esse?! — Felt gritou, chutando a poltrona de veludo à sua frente. — Reinhard, desembucha! Onde é que a gente se meteu?
Reinhard van Astrea, o Santo da Espada, manteve uma postura impecável, embora seus olhos azuis demonstrassem uma rara inquietação.
— Sinto muito, Lady Felt, mas minhas bênçãos não parecem funcionar aqui. No entanto, não sinto intenção assassina vinda desta presença. — Ele se curvou levemente, a própria definição de cortesia. — Devemos apenas observar, como solicitado.
— É tudo muito fascinante, nããão é? — Roswaal L. Mathers comentou, com seu tom cantarolante e um sorriso que não alcançava seus olhos calculistas. — Ver o passado do nosso querido Subaru-kun é uma oportunidade... imperdível.
Emilia apertava as mãos contra o peito, o coração batendo forte.
— Subaru... ele sempre pareceu carregar um peso tão grande. Se isso nos ajudar a entendê-lo, eu quero ver.
Sentada ao lado dela, Rem mantinha o olhar fixo na tela gigante ainda apagada.
— Rem sabe que o Subaru-kun é um herói. Não importa o que apareça, Rem estará ao lado dele.
Crusch Karsten, mantendo sua postura austera e inspiradora, sentiu um aperto no estômago. Ela admirava Subaru mais do que se permitia admitir em público. Sua coragem era algo que a inspirava a ser uma líder melhor, e a ideia de ver sua vida anterior a deixava ansiosa.
— Silêncio agora — ordenou Priscilla Barielle, abanando-se com seu leque ornamentado. — Se o plebeu tem algo que valha a pena ser visto pela realeza, que comece logo. O mundo gira para me entreter, afinal.
Al, o cavaleiro de capacete, soltou uma risada seca.
— Relaxa, Princesa. O garoto sempre foi uma caixa de surpresas. Aposto que vai ser melhor que muito festival em Vollachia.
De repente, a tela ganhou vida. O título "Capítulo 604" brilhou intensamente antes de as imagens começarem a se formar. Mas não era o mundo de fantasia que conheciam. Era uma cidade moderna, cinzenta, cheia de prédios de metal e vidro.
— Que carruagens estranhas são aquelas? — Julius Euclius perguntou, semicerrando os olhos, sempre atento aos detalhes. — E aquelas roupas... são funcionais, mas desprovidas de qualquer elegância.
— São carros, Julius-chan! — Felix Argyle brincou, tentando aliviar a tensão, embora suas orelhas de gato estivessem baixas. — E olhe, aquele ali no meio da confusão... não pode ser!
A imagem focou em um homem que parecia Subaru, mas mais velho, com o rosto marcado pelo cansaço e pela dor. Na tela, o nome "Jin Young" aparecia ocasionalmente, mas para todos naquela sala, a conexão era inegável. Era a alma de Subaru. Ele estava no meio de um campo de batalha urbano, cercado por figuras imponentes.
— Ele parece... tão diferente — sussurrou Emilia. — Mas os olhos... são os mesmos olhos tristes de quando ele pensa que ninguém está vendo.
A cena mudou para um combate brutal. Um homem chamado Kitae Kim avançava com uma ferocidade demoníaca. O Subaru da tela — ou Jin Young — estava protegendo um jovem de cabelos escuros, Daniel, que parecia estar gravemente ferido.
— Ele está lutando contra aquele monstro sozinho? — Crusch perguntou, a voz falhando por um segundo. — A técnica dele... não é baseada em mana. É puro instinto e força de vontade.
— Uau, olha só aquele soco! — Felt exclamou, esquecendo a raiva por um momento. — O Subaru é durão pra caralho nesse mundo!
A luta era coreografada com uma violência que os cavaleiros de Lugnica raramente viam sem o uso de magia. Era osso contra osso, sangue espirrando no asfalto frio. Subaru se movia com uma agilidade desesperada, bloqueando golpes que deveriam ter quebrado seus braços para garantir que Daniel permanecesse intocado.
— Ele está se sacrificando — Reinhard disse em voz baixa, sua expressão endurecendo. — Ele sabe que não pode vencer, mas não recua um milímetro. Isso é... o que um verdadeiro herói faz.
— Que tolo — Priscilla murmurou, embora tenha fechado o leque com força. — Dar a vida por um filhote que mal consegue se manter em pé. Subaru Natsuki não mudou nada em sua essência irritante.
Na tela, Kitae Kim desferiu um golpe devastador. O Subaru da tela tossiu sangue, mas agarrou o braço do oponente, sorrindo de forma maníaca enquanto sussurrava algo para Daniel.
— "Corra, Daniel... viva por nós dois" — Al traduziu as legendas que apareciam, sua voz perdendo o tom brincalhão. — Caramba, o garoto tem culhões de aço.
— Não... Subaru-kun... — Rem estava à beira das lágrimas, as unhas cravadas no estofado da poltrona.
O clímax da cena aconteceu de forma rápida e cruel. Para salvar Daniel de um ataque fatal, Subaru se jogou na frente de uma lâmina oculta, sendo atravessado enquanto empurrava o sobrinho para longe. O som do impacto ecoou pela sala de cinema silenciosa.
— Ele morreu... — Emilia cobriu a boca com as mãos, as lágrimas escorrendo livremente. — Ele morreu de novo...
— Ele deu a vida por alguém que amava — Crusch disse, sentindo uma dor aguda no peito. — Mesmo sem espadas mágicas ou bênçãos, ele foi o homem mais forte naquela sala.
— É uma tragédia clááássica — Roswaal comentou, embora seu olhar estivesse fixo na tela com uma intensidade faminta. — O herói cai para que a esperança sobreviva. Quão poético.
A tela começou a escurecer enquanto Daniel chorava sobre o corpo caído de Subaru. A voz do Diretor ecoou novamente:
— O que viram foi um fragmento de uma alma que já viveu mil vidas de dor. Subaru Natsuki não nasceu herói em Lugnica; ele trouxe o heroísmo de um lugar onde não havia retorno.
— Isso é injusto! — Felt gritou para o teto. — Por que ele tem que sofrer em todos os mundos? Por que ele não pode só ter uma vida normal?
— Porque ele é o Subaru, Lady Felt — Reinhard respondeu, colocando uma mão no ombro da menina. — Ele é o homem que caminha através do fogo para que nós possamos sentir a brisa.
Julius limpou uma lágrima solitária, mantendo sua compostura de cavaleiro.
— Eu o chamei de tolo uma vez. Eu não poderia estar mais errado. Ele é um mestre da perseverança.
Priscilla permaneceu em silêncio, seus olhos fixos no ponto onde a imagem de Subaru havia desaparecido. Por dentro, seu coração batia em um ritmo que ela se recusava a reconhecer como preocupação.
— Que o próximo capítulo seja menos deprimente — Al tentou fazer uma piada, mas sua voz falhou. — Acho que nenhum de nós aguenta ver o chefe morrendo mais uma vez.
— Rem vai protegê-lo — Rem disse, levantando-se, com os olhos brilhando de determinação. — Se o Subaru-kun deu tanto de si em outro mundo, Rem dará tudo de si neste.
— Eu também — Emilia concordou, secando o rosto. — Eu não vou deixar que ele carregue tudo sozinho nunca mais.
A tela brilhou novamente, preparando-se para a próxima memória, enquanto o elenco de Lugnica, agora mudado pelo que viu, esperava para descobrir quem realmente era o homem que chamavam de amigo, aliado e amor.
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