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amor
Фандом: casamento
Создан: 03.05.2026
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Entre Fardas e Camisas de Botão
O sol da manhã entrava timidamente pelas frestas da persiana da sala, desenhando linhas douradas sobre o tapete de crochê que Natália havia escolhido com tanto carinho para o primeiro apartamento deles. O silêncio da casa era quebrado apenas pelo som rítmico da faca contra a tábua de madeira na cozinha e pelo borbulhar suave da cafeteira elétrica.
Rômulo despertou lentamente, sentindo o lado vazio da cama ainda morno. Ele se espreguiçou, os músculos do peito e dos braços tensionando sob a pele clara. Aos 28 anos, o corpo de policial era mantido com rigor, mas naquela manhã, tudo o que ele sentia era uma preguiça deliciosa. Levantou-se usando apenas uma bermuda de moletom cinza, os pés descalços fazendo pouco barulho no piso laminado enquanto ele caminhava em direção ao cheiro de café fresco e frutas cortadas.
Ao chegar no arco da cozinha, ele parou por um instante para admirar a cena. Natália estava de costas para ele, concentrada em picar alguns morangos. Ela parecia ainda menor do que seus 1,53 de altura vestindo apenas uma calcinha de renda preta e uma de suas camisas sociais brancas, que ficava enorme nela, cobrindo metade das coxas. As mangas estavam dobradas e a gola levemente caída, revelando a nuca delicada.
A visão trouxe flashes da noite anterior. Rômulo havia chegado do plantão exausto, mas o cansaço desapareceu no momento em que Natália o recebeu na porta com aquele sorriso que desarmava qualquer estresse. A memória do toque dela, do calor de seus corpos se encontrando após um dia longo, fez o sangue dele esquentar novamente.
Ele se aproximou sem fazer alarde e envolveu a cintura dela com os braços fortes. Suas mãos desceram imediatamente para a curva das nádegas dela, apertando com uma possessividade carinhosa que a fez dar um pequeno pulo e soltar um riso abafado.
— Bom dia, minha polaca — sussurrou ele, a voz ainda rouca de sono, enterrando o rosto no pescoço dela.
— Bom dia, amor. — Natália inclinou a cabeça para o lado, dando mais espaço para os beijos dele, mas sem soltar a faca. — Acordou animado, é?
— Com uma visão dessas na minha cozinha, como não acordar? — Rômulo deu uma mordida leve no lóbulo da orelha dela, sentindo o perfume de baunilha que ela sempre usava. — Vai para a faculdade hoje, linda?
— Hoje não — respondeu ela, terminando de colocar os morangos em uma tigela com iogurte. — O professor de Direito Civil desmarcou a aula pra ir a um congresso. Vou aproveitar para adiantar uns fichamentos. E você? Trabalha hoje?
— Trabalhar... — Rômulo resmungou contra a pele dela, as mãos ainda apertando sua carne com firmeza. — Não queria. Queria ficar aqui, trancado nesse apartamento com você até segunda-feira.
— Para, Rômulo! — Ela riu, virando-se nos braços dele, ainda segurando a tigela. — Você sabe que a delegacia não funciona sem o seu xerife preferido. Vai, deixa eu terminar aqui.
Rômulo roubou um beijo rápido e profundo, sentindo o gosto doce do lábio dela, antes de soltá-la com um tapinha leve no quadril.
— Vou ligar a TV para ver se o mundo ainda está de pé — disse ele, caminhando para a sala.
Ele se jogou no sofá de couro, ligando o noticiário matutino, mas seus olhos não focavam nas notícias. Ele estava focado na silhueta da esposa que se movia pela cozinha. Natália era seu porto seguro. Aos 19 anos, ela tinha uma maturidade que o impressionava, equilibrando a faculdade de Direito com a vida de casada de uma forma que ele admirava profundamente.
— Vem tomar café, amooor! — O grito dela veio da sala de jantar, carregado de doçura.
Rômulo se levantou e foi até a mesa, que estava posta com pães, frutas, queijo e o café fumegante. Eles sentaram-se um de frente para o outro. Natália estava concentrada em passar manteiga na torrada, o cabelo bagunçado caindo sobre o rosto. Em um momento de distração, ela olhou para ele e abriu um sorriso largo, os olhos brilhando.
— O que foi? — perguntou ela, percebendo o olhar fixo do marido. — Tem algo no meu rosto?
— Não — Rômulo disse, apoiando os cotovelos na mesa, a expressão suavizando para algo profundamente romântico. — Eu só estava pensando que eu amo o teu sorriso, sabia? É a melhor parte do meu dia.
Natália sentiu as bochechas esquentarem, um rubor subindo pelo pescoço. Mesmo depois de tanto tempo juntos, ele ainda tinha o poder de deixá-la tímida com elogios sinceros.
— Você está muito meloso hoje, Rômulo. Deve ser falta de sono — brincou ela, embora o brilho em seus olhos denunciasse o quanto ela amava ouvir aquilo.
O café seguiu tranquilo, entre conversas sobre as contas do mês e os casos que Natália estava estudando na faculdade. Mas a atmosfera de tranquilidade doméstica não duraria muito.
Assim que terminaram, Natália começou a recolher as louças. Ela estava de pé diante da pia, a água correndo enquanto ela ensaboava as xícaras. Rômulo, que havia levado seu prato, não seguiu para a sala. Ele parou logo atrás dela.
Desta vez, o toque não foi apenas carinhoso. Suas mãos grandes e calejadas apertaram a bunda dela com força, puxando o corpo pequeno contra o seu. Natália soltou um suspiro pesado, sentindo a rigidez do corpo dele contra suas costas. As mãos de Rômulo subiram com agilidade por baixo da camisa social, deslizando pela pele macia do abdômen até alcançarem os seios grandes e fartos, que estavam livres de sutiã.
— Rômulo... a louça... — ela tentou protestar, mas a voz saiu fraca.
— A louça não vai a lugar nenhum — murmurou ele no ouvido dela.
Ele a virou de frente com um movimento decidido. Segurando-a pelos quadris, ele a ergueu com facilidade, sentando-a sobre a bancada de granito frio. Natália soltou um ganido de surpresa, passando as pernas ao redor da cintura dele para se equilibrar.
Rômulo a beijou com urgência, uma mão na nuca dela e a outra descendo para os botões da camisa branca. Ele desabotoou os três primeiros com pressa, abrindo o tecido para que os seios dela saltassem para fora. Ele parou por um segundo, admirando o contraste da pele alva com a luz da manhã, antes de apertar um deles com firmeza e baixar a cabeça para beijar o topo de cada curva.
O clima na cozinha estava denso, o desejo palpável, quando um som estridente cortou o ar.
O celular de Rômulo, deixado sobre a mesa de jantar, estava tocando.
Ele ignorou por alguns segundos, focado no pescoço de Natália, mas o aparelho insistiu. O toque era específico: o plantão da delegacia.
— Não atende... — pediu Natália, a respiração ofegante, as mãos perdidas nos cabelos curtos dele.
— Eu preciso, linda. Pode ser emergência. — Rômulo praguejou baixo, encostando a testa na dela por um segundo antes de se afastar para pegar o aparelho. — Delegado Rômulo falando.
Natália permaneceu sentada na bancada, tentando recompor a respiração e fechando um pouco a camisa, observando a expressão do marido mudar instantaneamente. O homem romântico e sedutor de segundos atrás deu lugar ao profissional sério e focado.
— Entendido. Estarei aí em vinte minutos. Preparem a equipe de apoio.
Ele desligou o celular e olhou para Natália com um suspiro de frustração.
— Tenho que ir. Ocorreu uma ocorrência grave perto do setor central, vão precisar de reforço na coordenação.
— Eu imaginei — disse ela, descendo da bancada e ajeitando a camisa. — Vai lá, o dever chama.
Rômulo caminhou até o quarto e Natália o seguiu. Ela ficou encostada no batente da porta observando enquanto ele vestia a calça tática preta, ajustava o cinto com o coldre e vestia a camisa preta com o distintivo bordado e a palavra "POLÍCIA" em letras brancas nas costas.
Ao terminar de calçar os coturnos, ele se levantou e pegou a jaqueta. Natália se aproximou, ajudando-o a arrumar a gola da farda.
— Você fica tão bonito com essa roupa de policial — disse ela, passando as mãos pelo peito dele, sentindo a rigidez do colete balístico por baixo do tecido.
Rômulo sorriu, a confiança voltando ao rosto.
— É? Você gosta do uniforme?
— Eu gosto do homem que está dentro dele — corrigiu ela, puxando-o pela gola para um beijo.
Desta vez, o beijo foi profundo, uma despedida carregada de promessas. Rômulo a apertou contra si uma última vez, as mãos descendo novamente para a bunda dela, apertando com força antes de dar um tapa estalado que a fez rir e corar.
— Preciso ir agora, linda. — Ele deu um selinho final e caminhou em direção à porta. — Volto mais tarde. Tenta não sentir muita saudade.
— Cuidado na rua, Rômulo! — gritou ela enquanto ele saía.
— Sempre!
Natália ouviu o som da porta se fechando e o silêncio retornando ao apartamento. Ela sorriu para as paredes vazias, sentindo ainda o calor do toque dele na pele. Voltou para a cozinha para terminar a louça, sabendo que, não importava o quão perigoso fosse o dia dele, o retorno para casa sempre valeria a pena.
Rômulo despertou lentamente, sentindo o lado vazio da cama ainda morno. Ele se espreguiçou, os músculos do peito e dos braços tensionando sob a pele clara. Aos 28 anos, o corpo de policial era mantido com rigor, mas naquela manhã, tudo o que ele sentia era uma preguiça deliciosa. Levantou-se usando apenas uma bermuda de moletom cinza, os pés descalços fazendo pouco barulho no piso laminado enquanto ele caminhava em direção ao cheiro de café fresco e frutas cortadas.
Ao chegar no arco da cozinha, ele parou por um instante para admirar a cena. Natália estava de costas para ele, concentrada em picar alguns morangos. Ela parecia ainda menor do que seus 1,53 de altura vestindo apenas uma calcinha de renda preta e uma de suas camisas sociais brancas, que ficava enorme nela, cobrindo metade das coxas. As mangas estavam dobradas e a gola levemente caída, revelando a nuca delicada.
A visão trouxe flashes da noite anterior. Rômulo havia chegado do plantão exausto, mas o cansaço desapareceu no momento em que Natália o recebeu na porta com aquele sorriso que desarmava qualquer estresse. A memória do toque dela, do calor de seus corpos se encontrando após um dia longo, fez o sangue dele esquentar novamente.
Ele se aproximou sem fazer alarde e envolveu a cintura dela com os braços fortes. Suas mãos desceram imediatamente para a curva das nádegas dela, apertando com uma possessividade carinhosa que a fez dar um pequeno pulo e soltar um riso abafado.
— Bom dia, minha polaca — sussurrou ele, a voz ainda rouca de sono, enterrando o rosto no pescoço dela.
— Bom dia, amor. — Natália inclinou a cabeça para o lado, dando mais espaço para os beijos dele, mas sem soltar a faca. — Acordou animado, é?
— Com uma visão dessas na minha cozinha, como não acordar? — Rômulo deu uma mordida leve no lóbulo da orelha dela, sentindo o perfume de baunilha que ela sempre usava. — Vai para a faculdade hoje, linda?
— Hoje não — respondeu ela, terminando de colocar os morangos em uma tigela com iogurte. — O professor de Direito Civil desmarcou a aula pra ir a um congresso. Vou aproveitar para adiantar uns fichamentos. E você? Trabalha hoje?
— Trabalhar... — Rômulo resmungou contra a pele dela, as mãos ainda apertando sua carne com firmeza. — Não queria. Queria ficar aqui, trancado nesse apartamento com você até segunda-feira.
— Para, Rômulo! — Ela riu, virando-se nos braços dele, ainda segurando a tigela. — Você sabe que a delegacia não funciona sem o seu xerife preferido. Vai, deixa eu terminar aqui.
Rômulo roubou um beijo rápido e profundo, sentindo o gosto doce do lábio dela, antes de soltá-la com um tapinha leve no quadril.
— Vou ligar a TV para ver se o mundo ainda está de pé — disse ele, caminhando para a sala.
Ele se jogou no sofá de couro, ligando o noticiário matutino, mas seus olhos não focavam nas notícias. Ele estava focado na silhueta da esposa que se movia pela cozinha. Natália era seu porto seguro. Aos 19 anos, ela tinha uma maturidade que o impressionava, equilibrando a faculdade de Direito com a vida de casada de uma forma que ele admirava profundamente.
— Vem tomar café, amooor! — O grito dela veio da sala de jantar, carregado de doçura.
Rômulo se levantou e foi até a mesa, que estava posta com pães, frutas, queijo e o café fumegante. Eles sentaram-se um de frente para o outro. Natália estava concentrada em passar manteiga na torrada, o cabelo bagunçado caindo sobre o rosto. Em um momento de distração, ela olhou para ele e abriu um sorriso largo, os olhos brilhando.
— O que foi? — perguntou ela, percebendo o olhar fixo do marido. — Tem algo no meu rosto?
— Não — Rômulo disse, apoiando os cotovelos na mesa, a expressão suavizando para algo profundamente romântico. — Eu só estava pensando que eu amo o teu sorriso, sabia? É a melhor parte do meu dia.
Natália sentiu as bochechas esquentarem, um rubor subindo pelo pescoço. Mesmo depois de tanto tempo juntos, ele ainda tinha o poder de deixá-la tímida com elogios sinceros.
— Você está muito meloso hoje, Rômulo. Deve ser falta de sono — brincou ela, embora o brilho em seus olhos denunciasse o quanto ela amava ouvir aquilo.
O café seguiu tranquilo, entre conversas sobre as contas do mês e os casos que Natália estava estudando na faculdade. Mas a atmosfera de tranquilidade doméstica não duraria muito.
Assim que terminaram, Natália começou a recolher as louças. Ela estava de pé diante da pia, a água correndo enquanto ela ensaboava as xícaras. Rômulo, que havia levado seu prato, não seguiu para a sala. Ele parou logo atrás dela.
Desta vez, o toque não foi apenas carinhoso. Suas mãos grandes e calejadas apertaram a bunda dela com força, puxando o corpo pequeno contra o seu. Natália soltou um suspiro pesado, sentindo a rigidez do corpo dele contra suas costas. As mãos de Rômulo subiram com agilidade por baixo da camisa social, deslizando pela pele macia do abdômen até alcançarem os seios grandes e fartos, que estavam livres de sutiã.
— Rômulo... a louça... — ela tentou protestar, mas a voz saiu fraca.
— A louça não vai a lugar nenhum — murmurou ele no ouvido dela.
Ele a virou de frente com um movimento decidido. Segurando-a pelos quadris, ele a ergueu com facilidade, sentando-a sobre a bancada de granito frio. Natália soltou um ganido de surpresa, passando as pernas ao redor da cintura dele para se equilibrar.
Rômulo a beijou com urgência, uma mão na nuca dela e a outra descendo para os botões da camisa branca. Ele desabotoou os três primeiros com pressa, abrindo o tecido para que os seios dela saltassem para fora. Ele parou por um segundo, admirando o contraste da pele alva com a luz da manhã, antes de apertar um deles com firmeza e baixar a cabeça para beijar o topo de cada curva.
O clima na cozinha estava denso, o desejo palpável, quando um som estridente cortou o ar.
O celular de Rômulo, deixado sobre a mesa de jantar, estava tocando.
Ele ignorou por alguns segundos, focado no pescoço de Natália, mas o aparelho insistiu. O toque era específico: o plantão da delegacia.
— Não atende... — pediu Natália, a respiração ofegante, as mãos perdidas nos cabelos curtos dele.
— Eu preciso, linda. Pode ser emergência. — Rômulo praguejou baixo, encostando a testa na dela por um segundo antes de se afastar para pegar o aparelho. — Delegado Rômulo falando.
Natália permaneceu sentada na bancada, tentando recompor a respiração e fechando um pouco a camisa, observando a expressão do marido mudar instantaneamente. O homem romântico e sedutor de segundos atrás deu lugar ao profissional sério e focado.
— Entendido. Estarei aí em vinte minutos. Preparem a equipe de apoio.
Ele desligou o celular e olhou para Natália com um suspiro de frustração.
— Tenho que ir. Ocorreu uma ocorrência grave perto do setor central, vão precisar de reforço na coordenação.
— Eu imaginei — disse ela, descendo da bancada e ajeitando a camisa. — Vai lá, o dever chama.
Rômulo caminhou até o quarto e Natália o seguiu. Ela ficou encostada no batente da porta observando enquanto ele vestia a calça tática preta, ajustava o cinto com o coldre e vestia a camisa preta com o distintivo bordado e a palavra "POLÍCIA" em letras brancas nas costas.
Ao terminar de calçar os coturnos, ele se levantou e pegou a jaqueta. Natália se aproximou, ajudando-o a arrumar a gola da farda.
— Você fica tão bonito com essa roupa de policial — disse ela, passando as mãos pelo peito dele, sentindo a rigidez do colete balístico por baixo do tecido.
Rômulo sorriu, a confiança voltando ao rosto.
— É? Você gosta do uniforme?
— Eu gosto do homem que está dentro dele — corrigiu ela, puxando-o pela gola para um beijo.
Desta vez, o beijo foi profundo, uma despedida carregada de promessas. Rômulo a apertou contra si uma última vez, as mãos descendo novamente para a bunda dela, apertando com força antes de dar um tapa estalado que a fez rir e corar.
— Preciso ir agora, linda. — Ele deu um selinho final e caminhou em direção à porta. — Volto mais tarde. Tenta não sentir muita saudade.
— Cuidado na rua, Rômulo! — gritou ela enquanto ele saía.
— Sempre!
Natália ouviu o som da porta se fechando e o silêncio retornando ao apartamento. Ela sorriu para as paredes vazias, sentindo ainda o calor do toque dele na pele. Voltou para a cozinha para terminar a louça, sabendo que, não importava o quão perigoso fosse o dia dele, o retorno para casa sempre valeria a pena.
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