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Só não deixa
Фандом: Jikook
Создан: 07.05.2026
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Reflexos de Vidro e Verdades de Canela
O silêncio do quarto era preenchido apenas pelo som suave das cerdas da escova passando pelos fios escuros de Jungkook. Eu estava encostado no batente da porta, observando-o há minutos, sentindo meu peito apertar a cada movimento hesitante que ele fazia. Meu Ômega estava ali, diante do espelho, repetindo o mesmo gesto de novo e de novo, tentando desesperadamente encontrar perfeição em algo que já era perfeito por natureza.
Ele havia cortado apenas dois dedos de comprimento. Uma mudança sutil para olhos desatentos, mas para mim, era como se o mundo tivesse mudado de eixo. O corte novo moldava a linha do seu rosto, destacando a mandíbula forte e, ao mesmo tempo, a delicadeza dos seus traços. Ele estava ainda mais lindo, mas a beleza era ofuscada pela ansiedade que emanava dele em ondas pesadas.
Eu sabia por que ele estava fazendo aquilo. Sabia quem ele estava tentando impressionar. E dói. Dói porque eu conheço o outro lado da história, aquele que ele se recusa a enxergar enquanto se perde em migalhas de atenção.
— Cê vai mesmo se arrumar tanto assim? — perguntei, finalmente quebrando o silêncio.
Minha voz saiu mais grave do que eu pretendia, carregada por uma frustração que eu tentava mascarar. Instantaneamente, meu cheiro de madeira e canela se intensificou, expandindo-se pelo ambiente como um manto, tentando abafar o nervosismo cítrico e amargo que saía pelos poros de Jungkook.
Ele se assustou, os ombros subindo enquanto olhava para o meu reflexo no espelho. Seus dedos ágeis e nervosos ajustaram a gola da camisa social branca, e então ele pegou o frasco de perfume novo. Ele borrifou o líquido no pescoço, exatamente sobre o ponto onde a marca de um Alfa deveria estar... mas a pele ali era lisa, pálida e tristemente vazia.
— Claro que vou... — ele respondeu, sem encontrar meus olhos no reflexo. — Ele gosta quando me visto bem. Disse que gosta de omegas que se cuidam.
Soltei um suspiro cansado, sentindo o peso daquelas palavras. Caminhei a passos lentos até ele, parando logo atrás do seu corpo. Eu era mais alto, e minha presença dominou o espaço ao redor dele, mas fiz questão de manter meus movimentos suaves, sem nenhuma agressividade, apenas proteção.
— Kookie... pra quê? — sussurrei perto do seu ouvido, notando o arrepio imediato que percorreu sua nuca. — Se ele nem vai reparar.
Jungkook travou, a mão ainda segurando o frasco de perfume no ar.
— Ele não vai notar que você cortou o cabelo — continuei, minha voz baixa e firme. — Não vai sentir esse cheiro novo no seu pescoço e nem vai elogiar o modo como essa camisa marca seus ombros. Ele não faz o mínimo, do mínimo... e você? Você se doa até demais, Jungkook. Você se desmancha para caber nos moldes de alguém que nem sequer te olha de verdade.
Ele abaixou a cabeça, o frasco de perfume voltando para a penteadeira com um estalo seco. Vi seus ombros tremerem levemente. O feromônio de tristeza dele, que antes era apenas um rastro, agora se misturava ao ar de forma densa, partindo meu coração em mil pedaços. Ele sabia. No fundo daquela alma gentil, ele sabia que eu tinha razão.
— Eu tenho certeza... — Segurei sua cintura com firmeza, trazendo-o para trás até que suas costas tocassem meu peito. Senti o calor dele, a fragrância de jasmim que ele tentava esconder sob camadas de perfumes artificiais. — Tenho certeza de que se você terminasse agora, ele ia te deixar ir embora. Nem ia piscar. Não ia correr atrás, não ia tentar te segurar como um Alfa deveria segurar o que é precioso para ele.
O silêncio que se seguiu foi pesado, carregado de verdades não ditas. Jungkook não protestou. Ele não defendeu o namorado, não disse que eu estava errado. Ele apenas ficou ali, respirando curto, aceitando o meu apoio.
Virei-o de frente para mim com cuidado. Segurei seu rosto com as duas mãos, sentindo a pele macia sob meus polegares. Obriguei-o a me olhar, a encarar o brilho dourado que começava a surgir nos meus olhos, a possessividade de um Alfa que não suportava mais ver seu par de alma ser negligenciado.
— Escuta bem o que eu vou te dizer... — Meus olhos fixos nos dele, transmitindo toda a intensidade que eu guardava há meses. — Não precisa nem ficar comigo. Não estou dizendo isso pra te levar pra cama ou pra te reclamar para mim agora. Mas por Deus... só não deixa.
— O quê? — ele sussurrou, a voz embargada.
— Não deixa esse seu namorado colocar uma trava no seu sorriso — respondi, passando o polegar de leve no seu lábio inferior, sentindo sua maciez e o tremor que o habitava. — Você é um Ômega incrível, forte, vibrante. Você merece ser admirado como uma obra de arte, não esquecido num canto como um objeto de conveniência.
Ele segurou meus pulsos, as mãos pequenas apertando minha pele, buscando âncora em meio à tempestade emocional. O olhar de Jungkook estava nublado por lágrimas que ele se recusava a deixar cair.
— Não deixe ele te impedir de conhecer o seu marido, Jungkook — completei, deixando que toda a minha sinceridade transbordasse. — Porque quem é feito para você não te trata como uma opção de fim de semana. O seu Alfa de verdade ia notar cada detalhe novo, desde o brilho nos seus olhos até a mudança mais sutil no corte do seu cabelo. Ele ia correr atrás de você até o fim do mundo se você decidisse ir embora. Ele ia te amar com uma fúria e uma doçura que você nem consegue imaginar.
Eu o apertei contra mim, envolvendo-o em um abraço apertado, escondendo seu rosto no meu pescoço. Senti o momento exato em que ele desabou. O choro silencioso molhou minha camisa, e seu cheiro finalmente começou a se acalmar, buscando o conforto da minha canela e madeira, fundindo-se ao meu em uma harmonia que ele nunca encontraria com aquele outro.
— Só não deixa... — murmurei contra seus fios curtos, o coração batendo forte contra o dele. — Não deixa ele apagar o seu brilho, Kookie. O mundo é escuro demais para você apagar a única luz que importa.
Ficamos ali por um tempo que pareceu eterno. O relógio na parede tiquetaqueava, marcando o tempo que ele deveria estar saindo para o encontro, mas Jungkook não se moveu. Ele se agarrou à minha jaqueta, respirando fundo, preenchendo os pulmões com o meu rastro, finalmente permitindo-se ser cuidado.
— Ele nunca me disse que eu era bonito com esse corte — Jungkook murmurou contra meu peito, a voz abafada. — Ele nem percebeu que eu mudei a cor na semana passada.
— Eu percebi — respondi prontamente. — Ficou um tom mais escuro, como chocolate amargo. Combina com o castanho dos seus olhos.
Ele se afastou um pouco, olhando para mim com uma surpresa vulnerável.
— Você notou isso?
— Eu noto tudo em você, Jungkook. Desde o jeito que você morde o lábio quando está nervoso até a forma como seu cheiro fica mais doce quando você está feliz. Eu vejo você. De verdade.
Jungkook tocou meu rosto, seus dedos traçando a linha da minha cicatriz próxima ao olho, um gesto carregado de uma intimidade que ele nunca permitira antes.
— Por que você faz isso, Jimin? — perguntou ele. — Por que se importa tanto, mesmo quando eu te afasto?
— Porque um Alfa não abandona o que o seu lobo reconhece como lar — respondi, cobrindo a mão dele com a minha. — E você é o meu lar, mesmo que ainda não tenha percebido que a chave está no seu bolso.
Ele soltou um riso fraco, uma mistura de alívio e tristeza.
— Eu não sei o que fazer. Eu tenho medo de ficar sozinho.
— Você nunca estaria sozinho — garanti, aproximando minha testa da dele. — Mas prefiro te ver sozinho e inteiro do que acompanhado e em pedaços. Você vale mais do que essa ansiedade que está te matando.
Jungkook olhou mais uma vez para o espelho, mas desta vez não foi para ajustar o cabelo ou a gola. Ele olhou para si mesmo, para o ômega jovem e cheio de vida que estava sendo drenado por um relacionamento medíocre. Ele viu as marcas de cansaço sob os olhos e a falta de brilho na pele que eu tanto amava.
Lentamente, ele começou a desabotoar a camisa social que havia passado com tanto esmero.
— Você não vai? — perguntei, embora meu lobo estivesse uivando de satisfação.
— Não — ele disse, com uma firmeza que eu não ouvia há meses. — Vou ligar para ele. Vou dizer que não sou uma opção de reserva e que ele não precisa se preocupar em notar meu cabelo, porque não vai mais me ver.
Sorri, sentindo um orgulho imenso explodir em meu peito.
— Essa é a melhor decisão que você já tomou, Kookie.
Ele se virou para mim, a camisa aberta revelando a pele alva, e pela primeira vez naquela noite, um sorriso verdadeiro, embora tímido, surgiu em seus lábios.
— Jimin? — ele chamou.
— Sim?
— Você... você ficaria aqui comigo? Só hoje? Não quero ficar sozinho com meus pensamentos.
Caminhei até ele e depositei um beijo casto em sua testa, sentindo o aroma de jasmim florescer novamente, livre das amarras do medo.
— Eu não vou a lugar nenhum. Vou estar aqui para notar cada detalhe seu, hoje e em todos os amanhãs que você me permitir.
Jungkook suspirou, relaxando os ombros. O peso que ele carregava parecia ter evaporado, substituído pela promessa de algo real. Ele não precisava mais de espelhos para se sentir visto; ele tinha a mim. E eu faria questão de ser o reflexo onde ele sempre se encontraria como o ser extraordinário que sempre foi.
Ele havia cortado apenas dois dedos de comprimento. Uma mudança sutil para olhos desatentos, mas para mim, era como se o mundo tivesse mudado de eixo. O corte novo moldava a linha do seu rosto, destacando a mandíbula forte e, ao mesmo tempo, a delicadeza dos seus traços. Ele estava ainda mais lindo, mas a beleza era ofuscada pela ansiedade que emanava dele em ondas pesadas.
Eu sabia por que ele estava fazendo aquilo. Sabia quem ele estava tentando impressionar. E dói. Dói porque eu conheço o outro lado da história, aquele que ele se recusa a enxergar enquanto se perde em migalhas de atenção.
— Cê vai mesmo se arrumar tanto assim? — perguntei, finalmente quebrando o silêncio.
Minha voz saiu mais grave do que eu pretendia, carregada por uma frustração que eu tentava mascarar. Instantaneamente, meu cheiro de madeira e canela se intensificou, expandindo-se pelo ambiente como um manto, tentando abafar o nervosismo cítrico e amargo que saía pelos poros de Jungkook.
Ele se assustou, os ombros subindo enquanto olhava para o meu reflexo no espelho. Seus dedos ágeis e nervosos ajustaram a gola da camisa social branca, e então ele pegou o frasco de perfume novo. Ele borrifou o líquido no pescoço, exatamente sobre o ponto onde a marca de um Alfa deveria estar... mas a pele ali era lisa, pálida e tristemente vazia.
— Claro que vou... — ele respondeu, sem encontrar meus olhos no reflexo. — Ele gosta quando me visto bem. Disse que gosta de omegas que se cuidam.
Soltei um suspiro cansado, sentindo o peso daquelas palavras. Caminhei a passos lentos até ele, parando logo atrás do seu corpo. Eu era mais alto, e minha presença dominou o espaço ao redor dele, mas fiz questão de manter meus movimentos suaves, sem nenhuma agressividade, apenas proteção.
— Kookie... pra quê? — sussurrei perto do seu ouvido, notando o arrepio imediato que percorreu sua nuca. — Se ele nem vai reparar.
Jungkook travou, a mão ainda segurando o frasco de perfume no ar.
— Ele não vai notar que você cortou o cabelo — continuei, minha voz baixa e firme. — Não vai sentir esse cheiro novo no seu pescoço e nem vai elogiar o modo como essa camisa marca seus ombros. Ele não faz o mínimo, do mínimo... e você? Você se doa até demais, Jungkook. Você se desmancha para caber nos moldes de alguém que nem sequer te olha de verdade.
Ele abaixou a cabeça, o frasco de perfume voltando para a penteadeira com um estalo seco. Vi seus ombros tremerem levemente. O feromônio de tristeza dele, que antes era apenas um rastro, agora se misturava ao ar de forma densa, partindo meu coração em mil pedaços. Ele sabia. No fundo daquela alma gentil, ele sabia que eu tinha razão.
— Eu tenho certeza... — Segurei sua cintura com firmeza, trazendo-o para trás até que suas costas tocassem meu peito. Senti o calor dele, a fragrância de jasmim que ele tentava esconder sob camadas de perfumes artificiais. — Tenho certeza de que se você terminasse agora, ele ia te deixar ir embora. Nem ia piscar. Não ia correr atrás, não ia tentar te segurar como um Alfa deveria segurar o que é precioso para ele.
O silêncio que se seguiu foi pesado, carregado de verdades não ditas. Jungkook não protestou. Ele não defendeu o namorado, não disse que eu estava errado. Ele apenas ficou ali, respirando curto, aceitando o meu apoio.
Virei-o de frente para mim com cuidado. Segurei seu rosto com as duas mãos, sentindo a pele macia sob meus polegares. Obriguei-o a me olhar, a encarar o brilho dourado que começava a surgir nos meus olhos, a possessividade de um Alfa que não suportava mais ver seu par de alma ser negligenciado.
— Escuta bem o que eu vou te dizer... — Meus olhos fixos nos dele, transmitindo toda a intensidade que eu guardava há meses. — Não precisa nem ficar comigo. Não estou dizendo isso pra te levar pra cama ou pra te reclamar para mim agora. Mas por Deus... só não deixa.
— O quê? — ele sussurrou, a voz embargada.
— Não deixa esse seu namorado colocar uma trava no seu sorriso — respondi, passando o polegar de leve no seu lábio inferior, sentindo sua maciez e o tremor que o habitava. — Você é um Ômega incrível, forte, vibrante. Você merece ser admirado como uma obra de arte, não esquecido num canto como um objeto de conveniência.
Ele segurou meus pulsos, as mãos pequenas apertando minha pele, buscando âncora em meio à tempestade emocional. O olhar de Jungkook estava nublado por lágrimas que ele se recusava a deixar cair.
— Não deixe ele te impedir de conhecer o seu marido, Jungkook — completei, deixando que toda a minha sinceridade transbordasse. — Porque quem é feito para você não te trata como uma opção de fim de semana. O seu Alfa de verdade ia notar cada detalhe novo, desde o brilho nos seus olhos até a mudança mais sutil no corte do seu cabelo. Ele ia correr atrás de você até o fim do mundo se você decidisse ir embora. Ele ia te amar com uma fúria e uma doçura que você nem consegue imaginar.
Eu o apertei contra mim, envolvendo-o em um abraço apertado, escondendo seu rosto no meu pescoço. Senti o momento exato em que ele desabou. O choro silencioso molhou minha camisa, e seu cheiro finalmente começou a se acalmar, buscando o conforto da minha canela e madeira, fundindo-se ao meu em uma harmonia que ele nunca encontraria com aquele outro.
— Só não deixa... — murmurei contra seus fios curtos, o coração batendo forte contra o dele. — Não deixa ele apagar o seu brilho, Kookie. O mundo é escuro demais para você apagar a única luz que importa.
Ficamos ali por um tempo que pareceu eterno. O relógio na parede tiquetaqueava, marcando o tempo que ele deveria estar saindo para o encontro, mas Jungkook não se moveu. Ele se agarrou à minha jaqueta, respirando fundo, preenchendo os pulmões com o meu rastro, finalmente permitindo-se ser cuidado.
— Ele nunca me disse que eu era bonito com esse corte — Jungkook murmurou contra meu peito, a voz abafada. — Ele nem percebeu que eu mudei a cor na semana passada.
— Eu percebi — respondi prontamente. — Ficou um tom mais escuro, como chocolate amargo. Combina com o castanho dos seus olhos.
Ele se afastou um pouco, olhando para mim com uma surpresa vulnerável.
— Você notou isso?
— Eu noto tudo em você, Jungkook. Desde o jeito que você morde o lábio quando está nervoso até a forma como seu cheiro fica mais doce quando você está feliz. Eu vejo você. De verdade.
Jungkook tocou meu rosto, seus dedos traçando a linha da minha cicatriz próxima ao olho, um gesto carregado de uma intimidade que ele nunca permitira antes.
— Por que você faz isso, Jimin? — perguntou ele. — Por que se importa tanto, mesmo quando eu te afasto?
— Porque um Alfa não abandona o que o seu lobo reconhece como lar — respondi, cobrindo a mão dele com a minha. — E você é o meu lar, mesmo que ainda não tenha percebido que a chave está no seu bolso.
Ele soltou um riso fraco, uma mistura de alívio e tristeza.
— Eu não sei o que fazer. Eu tenho medo de ficar sozinho.
— Você nunca estaria sozinho — garanti, aproximando minha testa da dele. — Mas prefiro te ver sozinho e inteiro do que acompanhado e em pedaços. Você vale mais do que essa ansiedade que está te matando.
Jungkook olhou mais uma vez para o espelho, mas desta vez não foi para ajustar o cabelo ou a gola. Ele olhou para si mesmo, para o ômega jovem e cheio de vida que estava sendo drenado por um relacionamento medíocre. Ele viu as marcas de cansaço sob os olhos e a falta de brilho na pele que eu tanto amava.
Lentamente, ele começou a desabotoar a camisa social que havia passado com tanto esmero.
— Você não vai? — perguntei, embora meu lobo estivesse uivando de satisfação.
— Não — ele disse, com uma firmeza que eu não ouvia há meses. — Vou ligar para ele. Vou dizer que não sou uma opção de reserva e que ele não precisa se preocupar em notar meu cabelo, porque não vai mais me ver.
Sorri, sentindo um orgulho imenso explodir em meu peito.
— Essa é a melhor decisão que você já tomou, Kookie.
Ele se virou para mim, a camisa aberta revelando a pele alva, e pela primeira vez naquela noite, um sorriso verdadeiro, embora tímido, surgiu em seus lábios.
— Jimin? — ele chamou.
— Sim?
— Você... você ficaria aqui comigo? Só hoje? Não quero ficar sozinho com meus pensamentos.
Caminhei até ele e depositei um beijo casto em sua testa, sentindo o aroma de jasmim florescer novamente, livre das amarras do medo.
— Eu não vou a lugar nenhum. Vou estar aqui para notar cada detalhe seu, hoje e em todos os amanhãs que você me permitir.
Jungkook suspirou, relaxando os ombros. O peso que ele carregava parecia ter evaporado, substituído pela promessa de algo real. Ele não precisava mais de espelhos para se sentir visto; ele tinha a mim. E eu faria questão de ser o reflexo onde ele sempre se encontraria como o ser extraordinário que sempre foi.
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