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pheromones on the surface of the skin
Фандом: LMSY
Создан: 12.05.2026
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O Sangue e o Ouro: A Promessa da Lua
A mansão de Lookmhee Punyapat sempre foi um lugar de silêncio absoluto e sombras alongadas, um reflexo perfeito de sua dona. Com mais de mil anos de existência, a vampira havia aprendido que o mundo era barulhento e caótico demais, preferindo a reclusão de suas paredes de mármore e a frieza de sua própria imortalidade. No entanto, aquele silêncio havia sido quebrado há dois anos, quando uma loba hiperativa de olhos dourados entrou em sua vida, transformando a escuridão em um festival de cores e gastos excessivos no cartão de crédito.
Lookmhee estava sentada em sua poltrona de couro, observando as chamas da lareira com seus olhos vermelhos como sangue. Ela era a definição de autoridade e arrogância; para o resto do mundo, era uma predadora letal que não hesitaria em drenar qualquer um que ousasse cruzar seu caminho. Mas, no momento em que ouviu o ganido baixo vindo do andar de cima, sua postura rígida vacilou.
A atmosfera na casa havia mudado nas últimas horas. O cheiro de Sonya, que normalmente remetia a baunilha e floresta fresca, agora estava carregado, denso e inebriante. Era o cheiro do primeiro cio de uma loba jovem.
— Lookmhee... — A voz de Sonya soou do topo da escada, mas não era o tom alegre e energético de costume. Estava arrastada, carregada de uma necessidade que fez os instintos possessivos da vampira entrarem em alerta máximo.
Lookmhee levantou-se em um movimento fluido, quase instantâneo, e em um piscar de olhos estava na base da escada. Sonya estava agarrada ao corrimão, suas orelhinhas castanhas abaixadas contra a cabeça e a cauda movendo-se de forma errática. Seus olhos dourados brilhavam com uma intensidade febril.
— Estou aqui, pequena loba — disse Lookmhee, sua voz um barítono calmo que apenas Sonya tinha o privilégio de ouvir com doçura.
A vampira subiu os degraus e envolveu a cintura de Sonya, sentindo o calor emanando do corpo da namorada. Para um ser gelado como Lookmhee, aquele calor era como um sol particular. Sonya afundou o rosto no pescoço da vampira, inalando o perfume gélido e metálico que tanto amava.
— Dói... — murmurou Sonya, as mãos pequenas apertando a camisa de seda preta de Lookmhee. — Tudo queima, Mhee. Eu quero... eu preciso de você.
Lookmhee rosnou baixo, um som territorialista que vibrou em seu peito. Ela odiava ver Sonya em desconforto, mas a parte mais sombria e possessiva de sua alma vibrava com a ideia de que ela era a única solução para o problema da loba.
— Eu sei, meu amor. Eu vou cuidar de você — Lookmhee a pegou no colo com facilidade, carregando-a em direção ao quarto principal. — Você sabe o que isso significa, não sabe? Se fizermos isso hoje, se eu te marcar... você será minha por toda a eternidade. Nenhum outro lobo, nenhum outro ser poderá sequer olhar para você sem sentir o meu rastro.
Sonya soltou um riso fraco, mas determinado, apesar da respiração ofegante.
— Eu já gasto todo o seu dinheiro e te obrigo a ir ao shopping comigo todos os finais de semana — Sonya olhou fixamente nos olhos vermelhos da namorada. — Você acha que eu quero ser de mais alguém? Eu sou sua, Mhee. Me marca logo.
Ao entrarem no quarto, Lookmhee depositou Sonya delicadamente sobre os lençóis de cetim. A luz da lua entrava pela janela imensa, iluminando a pele bronzeada da loba e o contraste com a palidez cadavérica da vampira. Sonya estava inquieta, movendo os quadris de forma inconsciente, o instinto animal assumindo o controle sobre sua razão de vinte e dois anos.
— Você está muito quente — comentou Lookmhee, acariciando o rosto de Sonya com as costas da mão fria. — O seu sangue está correndo tão rápido que eu consigo ouvir o ritmo daqui.
— Então pare de ouvir e sinta — rebateu Sonya, puxando a vampira para cima de si com uma força surpreendente para alguém tão pequena. — Eu não aguento mais essa distância.
Lookmhee permitiu que a arrogância que mostrava ao mundo caísse por completo. Ali, sob o peso do desejo de Sonya, ela era apenas uma serva daquela pequena criatura solar. Ela se inclinou, distribuindo beijos lentos e possessivos pelo pescoço da loba, sentindo a pulsação frenética contra seus lábios.
— Você é tão barulhenta, Sonya — sussurrou a vampira contra a pele quente. — Até suas emoções gritam.
— E você é tão silenciosa — Sonya arqueou as costas quando os dentes de Lookmhee roçaram levemente sua pele. — Mas eu sei o quanto você me quer. Eu sinto o seu ciúme toda vez que alguém me cumprimenta na rua.
— Eles não deveriam olhar para o que é meu — Lookmhee admitiu, a voz ficando mais rouca. — Eu tenho vontade de arrancar os olhos de cada humano que sorri para você.
— Boba... — Sonya riu, um som entrecortado por um gemido de necessidade. — Eles não importam. Só você importa. Por favor, Mhee... agora.
A vampira não precisou de mais nenhum incentivo. Seus olhos brilharam em um vermelho escarlate profundo enquanto suas presas se projetavam. Ela posicionou-se sobre a glândula de odor de Sonya, onde o cheiro da loba era mais concentrado e doce. O cio de Sonya clamava por uma união definitiva, e Lookmhee estava mais do que disposta a reivindicar seu território.
— Isso vai mudar tudo, Sonya — avisou Lookmhee uma última vez, sua natureza protetora lutando contra o desejo voraz. — Você terá a marca de uma morta-viva em sua alma.
— É a marca da mulher que eu amo — Sonya envolveu o pescoço de Lookmhee com os braços, puxando-a para baixo. — Me faz sua. Para sempre.
Com um movimento preciso e carregado de uma possessividade milenar, Lookmhee cravou suas presas no ombro de Sonya. A loba soltou um grito que não era de dor, mas de puro êxtase e alívio. O veneno vampírico misturou-se ao sangue fervente da loba, criando um elo que transcendia o físico. Naquele momento, as almas delas se entrelaçaram; o gelo e o fogo encontraram um equilíbrio perfeito.
Sonya sentiu uma onda de frio percorrer suas veias, acalmando o incêndio do cio, enquanto Lookmhee bebia não apenas o sangue, mas a própria essência da vitalidade de sua namorada. A vampira sentiu-se mais viva do que em séculos. Cada batida do coração de Sonya agora ecoava dentro da mente de Lookmhee.
Quando Lookmhee finalmente se afastou, seus lábios estavam manchados de carmim e seus olhos refletiam uma satisfação selvagem. No ombro de Sonya, uma marca permanente, em formato de meia-lua entrelaçada com presas, brilhava levemente antes de se assentar na pele.
A loba ofegava, os olhos dourados agora levemente nublados pelo prazer, a cauda balançando devagar em um ritmo de puro contentamento.
— Mhee... — sussurrou Sonya, esticando a mão para tocar o rosto da vampira. — Eu consigo sentir você. Aqui dentro.
— Eu nunca vou sair, pequena loba — Lookmhee lambeu o canto da boca, sua expressão voltando à calma habitual, mas com um brilho de adoração que guardava apenas para aquela garota. — Agora o mundo inteiro saberá a quem você pertence.
Sonya sorriu, a energia hiperativa começando a retornar aos poucos agora que a agonia do cio havia sido substituída pela conexão da marca.
— Isso significa que eu posso usar o seu cartão preto para comprar aquela bolsa de edição limitada amanhã? — perguntou ela, com uma faísca de travessura nos olhos. — Como uma recompensa por eu ter sido tão corajosa?
Lookmhee soltou um suspiro longo, mas um pequeno sorriso de canto de boca apareceu em seu rosto pálido.
— Você acabou de ser marcada por uma das vampiras mais antigas da existência e já está pensando em acessórios de luxo?
— É claro! — Sonya se sentou na cama, as orelhinhas em pé. — Uma loba marcada por Lookmhee Punyapat precisa estar à altura da arrogância da namorada, não acha?
Lookmhee revirou os olhos, mas puxou Sonya para um abraço apertado, sentindo o cheiro da loba agora misturado ao seu próprio. A possessividade em seu peito se acalmou, substituída por uma paz que ela só encontrava ali.
— Você pode comprar o shopping inteiro se quiser, Sonya. Desde que volte para casa para mim todas as noites.
— Eu sempre volto — Sonya beijou a ponta do nariz de Lookmhee. — Onde mais eu encontraria uma vampira tão mandona e ciumenta que me deixa gastar rios de dinheiro?
— Você é impossível — murmurou Lookmhee, embora seus braços a apertassem com mais força.
— E você é minha — rebateu Sonya, deitando a cabeça no peito da vampira, ouvindo o silêncio que agora não era mais vazio, mas preenchido pelo som de sua própria respiração e pela segurança de um amor eterno.
A noite continuou lá fora, fria e indiferente, mas dentro daquele quarto, a loba e a vampira celebraram a união de seus mundos opostos. Sonya adormeceu pouco depois, exausta pelas emoções do dia, enquanto Lookmhee permaneceu acordada, vigiando o sono de sua preciosa companheira. Ela observou a marca no ombro de Sonya com orgulho.
Ninguém a tocaria. Ninguém a machucaria.
Porque Sonya Saranphat era o sol que iluminava a eternidade sombria de Lookmhee, e agora, o sangue e o ouro estavam selados para sempre.
— Durma bem, minha pequena — sussurrou a vampira, depositando um beijo suave na testa da loba. — Amanhã, o shopping é todo seu. Mas hoje... você é apenas minha.
E no silêncio da mansão, pela primeira vez em mil anos, Lookmhee Punyapat não se sentiu sozinha. Ela estava completa.
Lookmhee estava sentada em sua poltrona de couro, observando as chamas da lareira com seus olhos vermelhos como sangue. Ela era a definição de autoridade e arrogância; para o resto do mundo, era uma predadora letal que não hesitaria em drenar qualquer um que ousasse cruzar seu caminho. Mas, no momento em que ouviu o ganido baixo vindo do andar de cima, sua postura rígida vacilou.
A atmosfera na casa havia mudado nas últimas horas. O cheiro de Sonya, que normalmente remetia a baunilha e floresta fresca, agora estava carregado, denso e inebriante. Era o cheiro do primeiro cio de uma loba jovem.
— Lookmhee... — A voz de Sonya soou do topo da escada, mas não era o tom alegre e energético de costume. Estava arrastada, carregada de uma necessidade que fez os instintos possessivos da vampira entrarem em alerta máximo.
Lookmhee levantou-se em um movimento fluido, quase instantâneo, e em um piscar de olhos estava na base da escada. Sonya estava agarrada ao corrimão, suas orelhinhas castanhas abaixadas contra a cabeça e a cauda movendo-se de forma errática. Seus olhos dourados brilhavam com uma intensidade febril.
— Estou aqui, pequena loba — disse Lookmhee, sua voz um barítono calmo que apenas Sonya tinha o privilégio de ouvir com doçura.
A vampira subiu os degraus e envolveu a cintura de Sonya, sentindo o calor emanando do corpo da namorada. Para um ser gelado como Lookmhee, aquele calor era como um sol particular. Sonya afundou o rosto no pescoço da vampira, inalando o perfume gélido e metálico que tanto amava.
— Dói... — murmurou Sonya, as mãos pequenas apertando a camisa de seda preta de Lookmhee. — Tudo queima, Mhee. Eu quero... eu preciso de você.
Lookmhee rosnou baixo, um som territorialista que vibrou em seu peito. Ela odiava ver Sonya em desconforto, mas a parte mais sombria e possessiva de sua alma vibrava com a ideia de que ela era a única solução para o problema da loba.
— Eu sei, meu amor. Eu vou cuidar de você — Lookmhee a pegou no colo com facilidade, carregando-a em direção ao quarto principal. — Você sabe o que isso significa, não sabe? Se fizermos isso hoje, se eu te marcar... você será minha por toda a eternidade. Nenhum outro lobo, nenhum outro ser poderá sequer olhar para você sem sentir o meu rastro.
Sonya soltou um riso fraco, mas determinado, apesar da respiração ofegante.
— Eu já gasto todo o seu dinheiro e te obrigo a ir ao shopping comigo todos os finais de semana — Sonya olhou fixamente nos olhos vermelhos da namorada. — Você acha que eu quero ser de mais alguém? Eu sou sua, Mhee. Me marca logo.
Ao entrarem no quarto, Lookmhee depositou Sonya delicadamente sobre os lençóis de cetim. A luz da lua entrava pela janela imensa, iluminando a pele bronzeada da loba e o contraste com a palidez cadavérica da vampira. Sonya estava inquieta, movendo os quadris de forma inconsciente, o instinto animal assumindo o controle sobre sua razão de vinte e dois anos.
— Você está muito quente — comentou Lookmhee, acariciando o rosto de Sonya com as costas da mão fria. — O seu sangue está correndo tão rápido que eu consigo ouvir o ritmo daqui.
— Então pare de ouvir e sinta — rebateu Sonya, puxando a vampira para cima de si com uma força surpreendente para alguém tão pequena. — Eu não aguento mais essa distância.
Lookmhee permitiu que a arrogância que mostrava ao mundo caísse por completo. Ali, sob o peso do desejo de Sonya, ela era apenas uma serva daquela pequena criatura solar. Ela se inclinou, distribuindo beijos lentos e possessivos pelo pescoço da loba, sentindo a pulsação frenética contra seus lábios.
— Você é tão barulhenta, Sonya — sussurrou a vampira contra a pele quente. — Até suas emoções gritam.
— E você é tão silenciosa — Sonya arqueou as costas quando os dentes de Lookmhee roçaram levemente sua pele. — Mas eu sei o quanto você me quer. Eu sinto o seu ciúme toda vez que alguém me cumprimenta na rua.
— Eles não deveriam olhar para o que é meu — Lookmhee admitiu, a voz ficando mais rouca. — Eu tenho vontade de arrancar os olhos de cada humano que sorri para você.
— Boba... — Sonya riu, um som entrecortado por um gemido de necessidade. — Eles não importam. Só você importa. Por favor, Mhee... agora.
A vampira não precisou de mais nenhum incentivo. Seus olhos brilharam em um vermelho escarlate profundo enquanto suas presas se projetavam. Ela posicionou-se sobre a glândula de odor de Sonya, onde o cheiro da loba era mais concentrado e doce. O cio de Sonya clamava por uma união definitiva, e Lookmhee estava mais do que disposta a reivindicar seu território.
— Isso vai mudar tudo, Sonya — avisou Lookmhee uma última vez, sua natureza protetora lutando contra o desejo voraz. — Você terá a marca de uma morta-viva em sua alma.
— É a marca da mulher que eu amo — Sonya envolveu o pescoço de Lookmhee com os braços, puxando-a para baixo. — Me faz sua. Para sempre.
Com um movimento preciso e carregado de uma possessividade milenar, Lookmhee cravou suas presas no ombro de Sonya. A loba soltou um grito que não era de dor, mas de puro êxtase e alívio. O veneno vampírico misturou-se ao sangue fervente da loba, criando um elo que transcendia o físico. Naquele momento, as almas delas se entrelaçaram; o gelo e o fogo encontraram um equilíbrio perfeito.
Sonya sentiu uma onda de frio percorrer suas veias, acalmando o incêndio do cio, enquanto Lookmhee bebia não apenas o sangue, mas a própria essência da vitalidade de sua namorada. A vampira sentiu-se mais viva do que em séculos. Cada batida do coração de Sonya agora ecoava dentro da mente de Lookmhee.
Quando Lookmhee finalmente se afastou, seus lábios estavam manchados de carmim e seus olhos refletiam uma satisfação selvagem. No ombro de Sonya, uma marca permanente, em formato de meia-lua entrelaçada com presas, brilhava levemente antes de se assentar na pele.
A loba ofegava, os olhos dourados agora levemente nublados pelo prazer, a cauda balançando devagar em um ritmo de puro contentamento.
— Mhee... — sussurrou Sonya, esticando a mão para tocar o rosto da vampira. — Eu consigo sentir você. Aqui dentro.
— Eu nunca vou sair, pequena loba — Lookmhee lambeu o canto da boca, sua expressão voltando à calma habitual, mas com um brilho de adoração que guardava apenas para aquela garota. — Agora o mundo inteiro saberá a quem você pertence.
Sonya sorriu, a energia hiperativa começando a retornar aos poucos agora que a agonia do cio havia sido substituída pela conexão da marca.
— Isso significa que eu posso usar o seu cartão preto para comprar aquela bolsa de edição limitada amanhã? — perguntou ela, com uma faísca de travessura nos olhos. — Como uma recompensa por eu ter sido tão corajosa?
Lookmhee soltou um suspiro longo, mas um pequeno sorriso de canto de boca apareceu em seu rosto pálido.
— Você acabou de ser marcada por uma das vampiras mais antigas da existência e já está pensando em acessórios de luxo?
— É claro! — Sonya se sentou na cama, as orelhinhas em pé. — Uma loba marcada por Lookmhee Punyapat precisa estar à altura da arrogância da namorada, não acha?
Lookmhee revirou os olhos, mas puxou Sonya para um abraço apertado, sentindo o cheiro da loba agora misturado ao seu próprio. A possessividade em seu peito se acalmou, substituída por uma paz que ela só encontrava ali.
— Você pode comprar o shopping inteiro se quiser, Sonya. Desde que volte para casa para mim todas as noites.
— Eu sempre volto — Sonya beijou a ponta do nariz de Lookmhee. — Onde mais eu encontraria uma vampira tão mandona e ciumenta que me deixa gastar rios de dinheiro?
— Você é impossível — murmurou Lookmhee, embora seus braços a apertassem com mais força.
— E você é minha — rebateu Sonya, deitando a cabeça no peito da vampira, ouvindo o silêncio que agora não era mais vazio, mas preenchido pelo som de sua própria respiração e pela segurança de um amor eterno.
A noite continuou lá fora, fria e indiferente, mas dentro daquele quarto, a loba e a vampira celebraram a união de seus mundos opostos. Sonya adormeceu pouco depois, exausta pelas emoções do dia, enquanto Lookmhee permaneceu acordada, vigiando o sono de sua preciosa companheira. Ela observou a marca no ombro de Sonya com orgulho.
Ninguém a tocaria. Ninguém a machucaria.
Porque Sonya Saranphat era o sol que iluminava a eternidade sombria de Lookmhee, e agora, o sangue e o ouro estavam selados para sempre.
— Durma bem, minha pequena — sussurrou a vampira, depositando um beijo suave na testa da loba. — Amanhã, o shopping é todo seu. Mas hoje... você é apenas minha.
E no silêncio da mansão, pela primeira vez em mil anos, Lookmhee Punyapat não se sentiu sozinha. Ela estava completa.
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