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Фандом: BBB
Создан: 13.05.2026
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O Quarto do Líder sob Chamas
A música da festa ainda ecoava, abafada, pelas paredes de vidro da casa mais vigiada do Brasil, mas para Ana Paula, o mundo se resumia ao espaço confinado do elevador que as levava para o andar superior. Ela apertava a chave dourada entre os dedos, sentindo o metal frio contrastar com o calor absurdo que emanava de seu próprio corpo. Ao seu lado, Milena mantinha o olhar fixo na porta, mas a respiração curta denunciava que ela estava tão afetada quanto a loira.
Semanas de provocações, de olhares roubados durante o banho e esfregações "acidentais" nas festas haviam culminado naquele momento. Ana Paula, com suas curvas generosas saltando pelo vestido justo e o decote farto que prendia o olhar de qualquer um, finalmente tinha o poder. E ela sabia exatamente como usá-lo.
Assim que a porta se abriu, Ana Paula puxou Milena pelo pulso, entrando no quarto e chutando a porta para fechar logo em seguida. Ela não acendeu todas as luzes, deixando apenas o brilho suave do abajur banhar o ambiente luxuoso.
— Caralho, Milena... eu achei que ia morrer se não te pegasse a sós hoje — disparou Ana Paula, a voz rouca, soltando um daqueles palavrões que saíam com tanta naturalidade de seus lábios carnudos.
Milena soltou uma risada baixa, um som vibrante que parecia reverberar pelo quarto. Ela se virou, revelando toda a exuberância de seu corpo escultural. Baixinha, mas com curvas que pareciam esculpidas à mão, ela ostentava uma bunda enorme que o figurino da festa mal conseguia conter.
— Você fala demais, loira — provocou Milena, dando um passo à frente e invadindo o espaço pessoal de Ana. — Quero ver se faz metade do que promete com essa boca suja.
Ana Paula sentiu o sangue ferver. Ela avançou, prensando Milena contra a parede macia do quarto do líder. A diferença de altura era perfeita; Ana podia sentir os seios fartos pressionados contra o busto de Milena, enquanto suas coxas se entrelaçavam.
— Você não tem noção do que eu sou capaz de fazer com essa "boca suja" entre as suas pernas, sua pretinha gostosa — sussurrou Ana, aproximando os lábios do ouvido de Milena. — Eu vou te ensinar coisas que você nem sabia que existiam.
— Então ensina — desafiou Milena, arqueando as costas e empurrando o quadril para frente, sentindo o calor da outra. — Estou cansada de aula teórica, quero a prática.
Sem mais palavras, Ana Paula selou o destino das duas com um beijo faminto. Não era um beijo delicado; era uma disputa de línguas, um desejo represado por meses que explodia em cada movimento. Ana explorava a boca de Milena com autoridade, enquanto suas mãos desciam freneticamente pelo corpo da morena, perdendo-se na curva absurda de seu bumbum.
— Puta que pariu, que rabo é esse... — resmungou Ana Paula entre os beijos, apertando a carne firme com força, ouvindo Milena soltar um gemido abafado contra seus lábios.
As roupas foram descartadas com uma urgência quase violenta. O vestido de Ana Paula caiu, revelando sua pele clara e os seios grandes que balançaram livres, os mamilos já rígidos pelo tesão. Milena não ficou atrás, e logo a visão de sua pele negra retinta brilhando sob a luz fraca deixou Ana Paula sem fôlego. A bunda de Milena era, de fato, um espetáculo à parte, redonda e imensa, desafiando a gravidade.
Ana Paula a conduziu para a cama king size, mas antes que Milena pudesse se deitar, a loira a virou de costas, fazendo-a apoiar os joelhos no colchão.
— Olha pra isso... — Ana passou a mão pela extensão das costas de Milena até chegar às nádegas. — Eu vou te foder tanto hoje, Milena, que você vai esquecer até que tem câmera nessa casa.
— Menos conversa e mais ação, Ana — pediu Milena, a voz embargada, sentindo os dedos de Ana explorarem sua intimidade por trás. — Eu tô pegando fogo.
Ana Paula se posicionou atrás dela, usando a mão para abrir caminho. Ela era experiente, sabia exatamente onde tocar para levar alguém ao delírio. Com movimentos lentos e calculados, ela começou a usar os dedos na buceta molhada de Milena, enquanto com a outra mão puxava levemente os cabelos da morena para trás.
— Gostou disso? — perguntou Ana, aumentando o ritmo. — É só o começo. Eu vou te mostrar como uma mulher de verdade faz.
Milena jogou a cabeça para trás, os olhos revirando. A sensação dos dedos de Ana, firmes e precisos, era diferente de tudo o que já havia sentido. A loira sabia onde pressionar, como deslizar, criando uma onda de prazer que fazia Milena tremer inteira.
— Sim... porra, Ana, continua! — exclamou Milena, sem se importar com o volume da voz.
Ana Paula sorriu, sentindo-se a dona da situação. Ela se deitou na cama e puxou Milena para cima de si, invertendo as posições. Agora, a morena estava por cima, a buceta pulsante pressionada contra a barriga de Ana.
— Agora é sua vez de aproveitar — disse a loira, guiando o quadril de Milena para baixo. — Me usa, Milena. Sente como eu tô por você.
Milena se encaixou entre as pernas de Ana Paula, sentindo a umidade da loira. Ela começou a se esfregar, um movimento rítmico de buceta com buceta que fazia ambas arfarem em uníssono. O contraste das peles, o loiro dos cabelos de Ana espalhados pelo travesseiro e o brilho da pele de Milena criavam uma imagem digna de cinema.
— Você é muito gostosa, Ana... — Milena sussurrou, descendo para morder o pescoço da líder. — Essa sua buceta tá pegando fogo.
— Então apaga o incêndio, caralho! — Ana Paula exclamou, as mãos enterradas nos cabelos de Milena, guiando-a para baixo.
Milena entendeu o recado. Ela desceu pelo corpo de Ana, deixando beijos úmidos pelo caminho, contornando os seios fartos e a barriga chapada, até chegar ao destino final. Quando a língua de Milena encontrou o clitóris de Ana, a loira deu um solavanco, arqueando o corpo e soltando um grito que certamente foi ouvido na sala.
A morena se aproveitou de cada centímetro. Ela explorava a buceta de Ana com uma voracidade que surpreendeu a loira. Milena bebia do prazer de Ana, usando a língua com habilidade, enquanto ouvia os xingamentos e elogios desconexos que saíam da boca da parceira.
— Isso... bem aí... puta que pariu, Milena! — Ana Paula gemia, as unhas cravadas nos ombros da morena. — Você aprende rápido, sua safada!
O prazer era intenso, cru e sem filtros. No Quarto do Líder, longe dos olhos dos outros participantes, mas sob o olhar vigilante das câmeras que elas decidiram ignorar, as duas se entregaram a um desejo que queimava há muito tempo.
Ana Paula, em um último esforço de controle, puxou Milena para cima novamente, querendo sentir o corpo todo da outra contra o seu. Elas se abraçaram, os corpos suados colados, as respirações se misturando enquanto atingiam o ápice juntas, em um êxtase que parecia parar o tempo.
Minutos depois, ainda ofegantes, elas permaneciam abraçadas sob o edredom macio. O silêncio era preenchido apenas pelo som do ar-condicionado e das batidas dos corações que voltavam ao normal.
— E aí? — perguntou Ana Paula, a voz agora suave, acariciando o braço de Milena. — A aula foi boa?
Milena sorriu, aninhando-se no peito da loira, sentindo o perfume dela.
— Foi a melhor prova que eu já fiz nessa casa, Ana — respondeu Milena, fechando os olhos. — Mas acho que vou precisar de muitas aulas de reforço até a final.
Ana Paula riu, dando um beijo no topo da cabeça de Milena.
— Pode deixar, Milena. Enquanto eu tiver essa coroa, o que não vai faltar é aula particular pra você.
Semanas de provocações, de olhares roubados durante o banho e esfregações "acidentais" nas festas haviam culminado naquele momento. Ana Paula, com suas curvas generosas saltando pelo vestido justo e o decote farto que prendia o olhar de qualquer um, finalmente tinha o poder. E ela sabia exatamente como usá-lo.
Assim que a porta se abriu, Ana Paula puxou Milena pelo pulso, entrando no quarto e chutando a porta para fechar logo em seguida. Ela não acendeu todas as luzes, deixando apenas o brilho suave do abajur banhar o ambiente luxuoso.
— Caralho, Milena... eu achei que ia morrer se não te pegasse a sós hoje — disparou Ana Paula, a voz rouca, soltando um daqueles palavrões que saíam com tanta naturalidade de seus lábios carnudos.
Milena soltou uma risada baixa, um som vibrante que parecia reverberar pelo quarto. Ela se virou, revelando toda a exuberância de seu corpo escultural. Baixinha, mas com curvas que pareciam esculpidas à mão, ela ostentava uma bunda enorme que o figurino da festa mal conseguia conter.
— Você fala demais, loira — provocou Milena, dando um passo à frente e invadindo o espaço pessoal de Ana. — Quero ver se faz metade do que promete com essa boca suja.
Ana Paula sentiu o sangue ferver. Ela avançou, prensando Milena contra a parede macia do quarto do líder. A diferença de altura era perfeita; Ana podia sentir os seios fartos pressionados contra o busto de Milena, enquanto suas coxas se entrelaçavam.
— Você não tem noção do que eu sou capaz de fazer com essa "boca suja" entre as suas pernas, sua pretinha gostosa — sussurrou Ana, aproximando os lábios do ouvido de Milena. — Eu vou te ensinar coisas que você nem sabia que existiam.
— Então ensina — desafiou Milena, arqueando as costas e empurrando o quadril para frente, sentindo o calor da outra. — Estou cansada de aula teórica, quero a prática.
Sem mais palavras, Ana Paula selou o destino das duas com um beijo faminto. Não era um beijo delicado; era uma disputa de línguas, um desejo represado por meses que explodia em cada movimento. Ana explorava a boca de Milena com autoridade, enquanto suas mãos desciam freneticamente pelo corpo da morena, perdendo-se na curva absurda de seu bumbum.
— Puta que pariu, que rabo é esse... — resmungou Ana Paula entre os beijos, apertando a carne firme com força, ouvindo Milena soltar um gemido abafado contra seus lábios.
As roupas foram descartadas com uma urgência quase violenta. O vestido de Ana Paula caiu, revelando sua pele clara e os seios grandes que balançaram livres, os mamilos já rígidos pelo tesão. Milena não ficou atrás, e logo a visão de sua pele negra retinta brilhando sob a luz fraca deixou Ana Paula sem fôlego. A bunda de Milena era, de fato, um espetáculo à parte, redonda e imensa, desafiando a gravidade.
Ana Paula a conduziu para a cama king size, mas antes que Milena pudesse se deitar, a loira a virou de costas, fazendo-a apoiar os joelhos no colchão.
— Olha pra isso... — Ana passou a mão pela extensão das costas de Milena até chegar às nádegas. — Eu vou te foder tanto hoje, Milena, que você vai esquecer até que tem câmera nessa casa.
— Menos conversa e mais ação, Ana — pediu Milena, a voz embargada, sentindo os dedos de Ana explorarem sua intimidade por trás. — Eu tô pegando fogo.
Ana Paula se posicionou atrás dela, usando a mão para abrir caminho. Ela era experiente, sabia exatamente onde tocar para levar alguém ao delírio. Com movimentos lentos e calculados, ela começou a usar os dedos na buceta molhada de Milena, enquanto com a outra mão puxava levemente os cabelos da morena para trás.
— Gostou disso? — perguntou Ana, aumentando o ritmo. — É só o começo. Eu vou te mostrar como uma mulher de verdade faz.
Milena jogou a cabeça para trás, os olhos revirando. A sensação dos dedos de Ana, firmes e precisos, era diferente de tudo o que já havia sentido. A loira sabia onde pressionar, como deslizar, criando uma onda de prazer que fazia Milena tremer inteira.
— Sim... porra, Ana, continua! — exclamou Milena, sem se importar com o volume da voz.
Ana Paula sorriu, sentindo-se a dona da situação. Ela se deitou na cama e puxou Milena para cima de si, invertendo as posições. Agora, a morena estava por cima, a buceta pulsante pressionada contra a barriga de Ana.
— Agora é sua vez de aproveitar — disse a loira, guiando o quadril de Milena para baixo. — Me usa, Milena. Sente como eu tô por você.
Milena se encaixou entre as pernas de Ana Paula, sentindo a umidade da loira. Ela começou a se esfregar, um movimento rítmico de buceta com buceta que fazia ambas arfarem em uníssono. O contraste das peles, o loiro dos cabelos de Ana espalhados pelo travesseiro e o brilho da pele de Milena criavam uma imagem digna de cinema.
— Você é muito gostosa, Ana... — Milena sussurrou, descendo para morder o pescoço da líder. — Essa sua buceta tá pegando fogo.
— Então apaga o incêndio, caralho! — Ana Paula exclamou, as mãos enterradas nos cabelos de Milena, guiando-a para baixo.
Milena entendeu o recado. Ela desceu pelo corpo de Ana, deixando beijos úmidos pelo caminho, contornando os seios fartos e a barriga chapada, até chegar ao destino final. Quando a língua de Milena encontrou o clitóris de Ana, a loira deu um solavanco, arqueando o corpo e soltando um grito que certamente foi ouvido na sala.
A morena se aproveitou de cada centímetro. Ela explorava a buceta de Ana com uma voracidade que surpreendeu a loira. Milena bebia do prazer de Ana, usando a língua com habilidade, enquanto ouvia os xingamentos e elogios desconexos que saíam da boca da parceira.
— Isso... bem aí... puta que pariu, Milena! — Ana Paula gemia, as unhas cravadas nos ombros da morena. — Você aprende rápido, sua safada!
O prazer era intenso, cru e sem filtros. No Quarto do Líder, longe dos olhos dos outros participantes, mas sob o olhar vigilante das câmeras que elas decidiram ignorar, as duas se entregaram a um desejo que queimava há muito tempo.
Ana Paula, em um último esforço de controle, puxou Milena para cima novamente, querendo sentir o corpo todo da outra contra o seu. Elas se abraçaram, os corpos suados colados, as respirações se misturando enquanto atingiam o ápice juntas, em um êxtase que parecia parar o tempo.
Minutos depois, ainda ofegantes, elas permaneciam abraçadas sob o edredom macio. O silêncio era preenchido apenas pelo som do ar-condicionado e das batidas dos corações que voltavam ao normal.
— E aí? — perguntou Ana Paula, a voz agora suave, acariciando o braço de Milena. — A aula foi boa?
Milena sorriu, aninhando-se no peito da loira, sentindo o perfume dela.
— Foi a melhor prova que eu já fiz nessa casa, Ana — respondeu Milena, fechando os olhos. — Mas acho que vou precisar de muitas aulas de reforço até a final.
Ana Paula riu, dando um beijo no topo da cabeça de Milena.
— Pode deixar, Milena. Enquanto eu tiver essa coroa, o que não vai faltar é aula particular pra você.
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