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Фандом: Adult hot
Создан: 14.05.2026
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Reflexos de Cristal e Desejo à Beira d'Água
A lua cheia pairava sobre as colinas de Los Angeles como uma sentinela prateada, lançando um brilho metálico sobre a superfície imóvel da piscina de borda infinita. O silêncio da noite era quebrado apenas pelo zumbido suave do sistema de aquecimento e pelo coaxar distante de alguns anfíbios nas propriedades vizinhas. Julian Vance observava a cena da varanda de vidro, segurando um copo de uísque com gelo, mas seus olhos não estavam na paisagem urbana lá embaixo; eles estavam fixos na figura hesitante que emergia das sombras da suíte master.
Elena Hayes sentia o coração martelar contra as costelas. Ela sabia o que aquele convite noturno significava, mas a escolha do traje a deixava vulnerável de uma forma que nunca experimentara antes. O biquíni de seda branca que Julian havia deixado sobre a cama era, na melhor das hipóteses, meramente simbólico. As tiras eram tão finas quanto fios de teia de aranha, e o tecido que deveria cobrir suas curvas era tão escasso que parecia um desafio à física.
— Você está demorando, Elena — a voz de Julian ecoou, profunda e carregada de uma antecipação rouca.
Ela deu um passo para a luz difusa da área externa. Seus dedos estavam pressionados contra o baixo ventre e o busto, tentando desesperadamente esconder o que o biquíni não conseguia. O triângulo de tecido na frente era tão minúsculo que qualquer movimento brusco revelaria tudo, e o sutiã mal cobria os mamilos, que já estavam rígidos devido à brisa fresca da noite e ao nervosismo.
— Julian... isso é... é quase nada — sussurrou ela, as bochechas coradas enquanto caminhava em direção à borda da água, mantendo as mãos firmes sobre o próprio corpo para se ocultar.
Julian deixou o copo de lado e caminhou em direção a ela. Ele estava apenas de calção de banho, o torso musculoso e bronzeado brilhando sob a luz da lua. Ele parou a poucos centímetros dela, o calor emanando de seu corpo.
— Esse é exatamente o ponto, meu amor — disse ele, baixando o tom de voz. — Eu queria ver cada centímetro de você sob o luar, mas queria ter o prazer de remover o pouco que resta. Tire as mãos.
— Eu não consigo — confessou ela, sentindo um arrepio percorrer sua espinha quando ele tocou seus pulsos. — Sinto que vou cair para fora dele a qualquer segundo.
— Deixe cair — ordenou ele, puxando as mãos dela com delicadeza, mas firmeza.
Quando as mãos de Elena caíram ao lado do corpo, a visão fez Julian soltar um suspiro pesado. O biquíni era uma provocação visual; a seda branca contrastava com a pele macia e canela dela, e os fios laterais afundavam levemente em seus quadris largos. O top mal continha a fartura de seus seios, deixando as aréolas perigosamente próximas da borda.
— Você é a criatura mais linda que já pisou neste terraço — murmurou ele, passando o polegar pelo contorno do lábio inferior dela.
Sem desviar o olhar, Julian a conduziu pelos degraus submersos. A água estava em uma temperatura perfeita, em torno de 38 graus, criando uma névoa tênue que subia da superfície. À medida que mergulhavam, a água envolvia seus corpos, mas o calor do líquido não se comparava ao fogo que queimava entre eles.
— Venha aqui — disse ele, puxando-a para o centro da piscina, onde a profundidade permitia que ela flutuasse contra ele.
Elena envolveu as pernas na cintura de Julian, sentindo a rigidez dele pressionada contra sua intimidade, mesmo através das camadas de tecido. O contato da água com a pele nua era hipnotizante. Julian deslizou as mãos pelas costas dela, sentindo a textura da seda molhada, até encontrar o laço que prendia o top do biquíni.
— Posso? — perguntou ele, embora seus dedos já estivessem desfazendo o nó.
— Sim... por favor — ofegou ela, jogando a cabeça para trás.
O tecido branco flutuou para longe, deixando os seios de Elena livres. Julian não perdeu tempo; ele a puxou para mais perto, enterrando o rosto no decote dela, lambendo as gotas de água morna que escorriam por sua pele. Ele mordiscou a ponta de um mamilo, ouvindo o gemido agudo que escapou dos lábios dela e ecoou pelo jardim silencioso.
— Julian, eu quero você... agora — disse ela, as mãos enterradas nos cabelos úmidos dele, puxando-o para um beijo faminto.
As línguas se encontraram em uma dança frenética, transmitindo toda a urgência que vinha crescendo desde o jantar. Julian a carregou até a borda de mármore da piscina, sentando-a na beirada molhada enquanto ele permanecia dentro da água, entre as pernas dela. Com um movimento ágil, ele puxou a única peça que restava: a calcinha minúscula foi descartada sem cerimônia, desaparecendo na escuridão do fundo da piscina.
— Olhe para você — murmurou Julian, admirando a visão de Elena aberta para ele, as coxas trêmulas e a pele brilhando sob o luar. — Você está tão pronta.
Ele se livrou de seu próprio calção, e a nudez total sob a água trouxe uma nova dimensão de sensibilidade. Elena sentiu o membro dele, quente e pulsante, roçar contra sua entrada úmida. Ela se inclinou para frente, apoiando as mãos nos ombros largos de Julian, seus seios balançando livremente a cada respiração ofegante.
— Não me faça esperar mais — implorou ela, os olhos nublados de luxúria.
Julian a segurou pelas coxas e, com um impulso firme, penetrou-a profundamente. Elena soltou um grito que foi abafado pelo beijo dele. A sensação de estar preenchida por ele enquanto a água da piscina ondulava ao redor de seus quadris era avassaladora. O atrito era perfeito, lubrificado pela água e pelo desejo natural dela.
— Você é tão apertada, Elena — rosnou ele contra o pescoço dela, começando um ritmo lento e torturante. — Sinta como você me envolve.
— Ah, Deus... Julian! — Ela arqueou as costas, sentindo cada centímetro dele dentro dela. — Mais rápido... por favor, mais rápido!
Ele obedeceu, aumentando a velocidade e a força dos estocados. O som da água batendo contra as paredes de mármore e o estalo rítmico de seus corpos se encontrando preenchiam a noite. Julian a puxou da borda e a trouxe de volta para o fundo, fazendo-a envolver as pernas em seu pescoço enquanto ele a segurava pela cintura, estocando com uma ferocidade que a fazia ver estrelas.
— Eu vou... eu estou quase lá! — gritou ela, as unhas cravando-se nos ombros dele.
— Vá, Elena. Venha para mim — incentivou ele, a voz rouca de esforço, sentindo as paredes dela se contraírem ao redor dele em espasmos violentos.
Elena atingiu o clímax com uma intensidade que a deixou sem fôlego, seu corpo tremendo enquanto ondas de prazer a atingiam. Segundos depois, Julian soltou um rosnado baixo e gutural, enterrando-se nela uma última vez enquanto seu próprio ápice o dominava, despejando sua essência nela enquanto o mundo ao redor parecia desaparecer.
Eles ficaram abraçados por um longo tempo, flutuando na água morna, os corações batendo em uníssono. O silêncio da noite retornou, mas agora estava carregado com a satisfação de um desejo plenamente realizado.
— Aquilo foi... — Elena começou, mas a voz falhou.
— Eu sei — interrompeu Julian, beijando-lhe a testa. — E a noite está apenas começando.
Ele a conduziu para os degraus, mas antes de saírem, ele a virou, pressionando-a contra a parede de vidro da piscina que dava para a cidade. Sob as luzes de Los Angeles, ele começou a beijá-la novamente, suas mãos explorando cada curva de seu corpo molhado, provando que, para eles, nunca seria o suficiente.
Elena Hayes sentia o coração martelar contra as costelas. Ela sabia o que aquele convite noturno significava, mas a escolha do traje a deixava vulnerável de uma forma que nunca experimentara antes. O biquíni de seda branca que Julian havia deixado sobre a cama era, na melhor das hipóteses, meramente simbólico. As tiras eram tão finas quanto fios de teia de aranha, e o tecido que deveria cobrir suas curvas era tão escasso que parecia um desafio à física.
— Você está demorando, Elena — a voz de Julian ecoou, profunda e carregada de uma antecipação rouca.
Ela deu um passo para a luz difusa da área externa. Seus dedos estavam pressionados contra o baixo ventre e o busto, tentando desesperadamente esconder o que o biquíni não conseguia. O triângulo de tecido na frente era tão minúsculo que qualquer movimento brusco revelaria tudo, e o sutiã mal cobria os mamilos, que já estavam rígidos devido à brisa fresca da noite e ao nervosismo.
— Julian... isso é... é quase nada — sussurrou ela, as bochechas coradas enquanto caminhava em direção à borda da água, mantendo as mãos firmes sobre o próprio corpo para se ocultar.
Julian deixou o copo de lado e caminhou em direção a ela. Ele estava apenas de calção de banho, o torso musculoso e bronzeado brilhando sob a luz da lua. Ele parou a poucos centímetros dela, o calor emanando de seu corpo.
— Esse é exatamente o ponto, meu amor — disse ele, baixando o tom de voz. — Eu queria ver cada centímetro de você sob o luar, mas queria ter o prazer de remover o pouco que resta. Tire as mãos.
— Eu não consigo — confessou ela, sentindo um arrepio percorrer sua espinha quando ele tocou seus pulsos. — Sinto que vou cair para fora dele a qualquer segundo.
— Deixe cair — ordenou ele, puxando as mãos dela com delicadeza, mas firmeza.
Quando as mãos de Elena caíram ao lado do corpo, a visão fez Julian soltar um suspiro pesado. O biquíni era uma provocação visual; a seda branca contrastava com a pele macia e canela dela, e os fios laterais afundavam levemente em seus quadris largos. O top mal continha a fartura de seus seios, deixando as aréolas perigosamente próximas da borda.
— Você é a criatura mais linda que já pisou neste terraço — murmurou ele, passando o polegar pelo contorno do lábio inferior dela.
Sem desviar o olhar, Julian a conduziu pelos degraus submersos. A água estava em uma temperatura perfeita, em torno de 38 graus, criando uma névoa tênue que subia da superfície. À medida que mergulhavam, a água envolvia seus corpos, mas o calor do líquido não se comparava ao fogo que queimava entre eles.
— Venha aqui — disse ele, puxando-a para o centro da piscina, onde a profundidade permitia que ela flutuasse contra ele.
Elena envolveu as pernas na cintura de Julian, sentindo a rigidez dele pressionada contra sua intimidade, mesmo através das camadas de tecido. O contato da água com a pele nua era hipnotizante. Julian deslizou as mãos pelas costas dela, sentindo a textura da seda molhada, até encontrar o laço que prendia o top do biquíni.
— Posso? — perguntou ele, embora seus dedos já estivessem desfazendo o nó.
— Sim... por favor — ofegou ela, jogando a cabeça para trás.
O tecido branco flutuou para longe, deixando os seios de Elena livres. Julian não perdeu tempo; ele a puxou para mais perto, enterrando o rosto no decote dela, lambendo as gotas de água morna que escorriam por sua pele. Ele mordiscou a ponta de um mamilo, ouvindo o gemido agudo que escapou dos lábios dela e ecoou pelo jardim silencioso.
— Julian, eu quero você... agora — disse ela, as mãos enterradas nos cabelos úmidos dele, puxando-o para um beijo faminto.
As línguas se encontraram em uma dança frenética, transmitindo toda a urgência que vinha crescendo desde o jantar. Julian a carregou até a borda de mármore da piscina, sentando-a na beirada molhada enquanto ele permanecia dentro da água, entre as pernas dela. Com um movimento ágil, ele puxou a única peça que restava: a calcinha minúscula foi descartada sem cerimônia, desaparecendo na escuridão do fundo da piscina.
— Olhe para você — murmurou Julian, admirando a visão de Elena aberta para ele, as coxas trêmulas e a pele brilhando sob o luar. — Você está tão pronta.
Ele se livrou de seu próprio calção, e a nudez total sob a água trouxe uma nova dimensão de sensibilidade. Elena sentiu o membro dele, quente e pulsante, roçar contra sua entrada úmida. Ela se inclinou para frente, apoiando as mãos nos ombros largos de Julian, seus seios balançando livremente a cada respiração ofegante.
— Não me faça esperar mais — implorou ela, os olhos nublados de luxúria.
Julian a segurou pelas coxas e, com um impulso firme, penetrou-a profundamente. Elena soltou um grito que foi abafado pelo beijo dele. A sensação de estar preenchida por ele enquanto a água da piscina ondulava ao redor de seus quadris era avassaladora. O atrito era perfeito, lubrificado pela água e pelo desejo natural dela.
— Você é tão apertada, Elena — rosnou ele contra o pescoço dela, começando um ritmo lento e torturante. — Sinta como você me envolve.
— Ah, Deus... Julian! — Ela arqueou as costas, sentindo cada centímetro dele dentro dela. — Mais rápido... por favor, mais rápido!
Ele obedeceu, aumentando a velocidade e a força dos estocados. O som da água batendo contra as paredes de mármore e o estalo rítmico de seus corpos se encontrando preenchiam a noite. Julian a puxou da borda e a trouxe de volta para o fundo, fazendo-a envolver as pernas em seu pescoço enquanto ele a segurava pela cintura, estocando com uma ferocidade que a fazia ver estrelas.
— Eu vou... eu estou quase lá! — gritou ela, as unhas cravando-se nos ombros dele.
— Vá, Elena. Venha para mim — incentivou ele, a voz rouca de esforço, sentindo as paredes dela se contraírem ao redor dele em espasmos violentos.
Elena atingiu o clímax com uma intensidade que a deixou sem fôlego, seu corpo tremendo enquanto ondas de prazer a atingiam. Segundos depois, Julian soltou um rosnado baixo e gutural, enterrando-se nela uma última vez enquanto seu próprio ápice o dominava, despejando sua essência nela enquanto o mundo ao redor parecia desaparecer.
Eles ficaram abraçados por um longo tempo, flutuando na água morna, os corações batendo em uníssono. O silêncio da noite retornou, mas agora estava carregado com a satisfação de um desejo plenamente realizado.
— Aquilo foi... — Elena começou, mas a voz falhou.
— Eu sei — interrompeu Julian, beijando-lhe a testa. — E a noite está apenas começando.
Ele a conduziu para os degraus, mas antes de saírem, ele a virou, pressionando-a contra a parede de vidro da piscina que dava para a cidade. Sob as luzes de Los Angeles, ele começou a beijá-la novamente, suas mãos explorando cada curva de seu corpo molhado, provando que, para eles, nunca seria o suficiente.
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