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Opostos
Фандом: Nenhum
Создан: 17.05.2026
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Batidas e Proteína
O silêncio era uma mercadoria rara no quarto 402 desde que Scott se mudara. Benjamin, acostumado com a disciplina quase monástica de sua rotina entre a academia e os livros de anatomia, agora dividia seus metros quadrados com o caos personificado em forma de um loiro de um metro e setenta e seis.
Benjamin estava sentado em sua escrivaninha, os ombros largos ocupando um espaço considerável enquanto ele revisava um gráfico sobre o índice glicêmico dos carboidratos complexos. Seus cabelos pretos estavam presos em um coque frouxo, e os olhos verde-musgo estavam fixos no papel. Do outro lado do quarto, o som estridente de uma guitarra desligada — mas ainda percussiva — preenchia o ar.
Scott estava jogado em sua cama, as pernas balançando no ar, os dedos ágeis percorrendo o braço do instrumento. Ele vestia uma camiseta desbotada do Nirvana e tinha os cabelos loiros caindo sobre os olhos verdes claros.
— Benjamin, você já parou pra pensar que a sua vida é basicamente contar gramas de frango e levantar coisas pesadas pra colocar no mesmo lugar? — Scott perguntou, interrompendo o dedilhar.
Benjamin não desviou os olhos do livro, mas uma pequena linha de expressão surgiu em sua testa.
— É sobre saúde e superação de limites, Scott. Coisas que ajudam o corpo a funcionar melhor.
— O meu corpo funciona muito bem à base de café gelado e rebeldia — Scott riu, sentando-se e deixando a guitarra de lado. — Mas sério, cara, você precisa de um pouco de Rock no sistema. Esse silêncio de biblioteca vai te deixar atrofiado.
Benjamin finalmente se virou na cadeira. A diferença de tamanho entre eles era cômica; Benjamin parecia uma montanha de músculos tranquilos, enquanto Scott era como um raio de energia elétrica e instável.
— Eu estudo nutrição, não silêncio. E você deveria estar estudando administração, não é? — Benjamin arqueou uma sobrancelha.
Scott fez uma careta, jogando a cabeça para trás.
— Não me lembre disso. Minha mãe acha que eu vou herdar o império de papelaria da família, mas eu só quero saber de distorção e solos de três minutos. Administração é a morte da alma, Ben.
— Talvez se você se dedicasse metade do tempo que gasta afinando essa guitarra, as notas de contabilidade melhorariam — comentou Benjamin, levantando-se para pegar sua coqueteleira.
— E talvez se você saísse dessa dieta de monge, descobriria que a vida tem gosto de pizza de quatro queijos às duas da manhã — rebateu Scott, pulando da cama com um sorriso travesso.
Ele caminhou até Benjamin, parando bem na frente do colega de quarto. Scott tinha que inclinar a cabeça consideravelmente para encarar os olhos verdes escuros do mais velho. Havia algo naquela dinâmica que, apesar das diferenças, os atraía como polos opostos de um ímã.
— O que foi? — perguntou Benjamin, a voz profunda vibrando no peito.
— Você é muito sério. — Scott esticou a mão e, num gesto de audácia, puxou o elástico que prendia o cabelo de Benjamin.
Os fios pretos e longos caíram sobre os ombros do homem, emoldurando seu rosto pardo de traços fortes. Benjamin ficou imóvel por um segundo, surpreso com a invasão de espaço.
— Scott... — O tom era de advertência, mas não havia raiva real ali.
— Ficou melhor assim. Menos instrutor de academia, mais... sei lá, vocalista de banda de metal nórdico — Scott brincou, embora seu olhar tivesse demorado um milésimo de segundo a mais nos lábios de Benjamin.
Benjamin suspirou, pegando o elástico da mão de Scott, mas não prendeu o cabelo de volta imediatamente. Ele sentia o cheiro de Scott — uma mistura de sabonete barato e o odor metálico das cordas da guitarra. Era estranhamente revigorante.
— Eu tenho que ir para o estágio na academia — disse Benjamin, tentando retomar o foco. — Você tem aula de macroeconomia em vinte minutos.
— Eu sei, eu sei. Vou levar a guitarra. Se o professor for chato, eu começo um protesto musical no fundo da sala — Scott pegou sua mochila, jogando-a por cima do ombro.
— Tente não ser expulso na primeira semana — Benjamin aconselhou, abrindo a porta do quarto.
— Sem promessas, Gigante! — Scott passou por ele, dando um tapinha no braço sólido de Benjamin antes de sair saltitando pelo corredor.
Benjamin ficou parado na porta por um momento, observando o colega desaparecer na curva do corredor. Ele balançou a cabeça, um meio sorriso surgindo no canto da boca. Scott era um caos, mas era um caos que estava tornando o seu mundo excessivamente organizado muito mais interessante.
A noite caiu sobre o campus, e a chuva começou a tamborilar contra a janela do 402. Benjamin voltou do treino exausto, com os músculos clamando por descanso. Quando entrou no quarto, encontrou Scott sentado no chão, cercado por livros de contabilidade e folhas de papel rascunhadas com letras de música.
— A economia mundial está em colapso? — perguntou Benjamin, deixando sua bolsa de lado.
— Pior. Meu cérebro está em colapso — Scott gemeu, enterrando o rosto nas mãos. — Eu não entendo nada dessas planilhas. Por que as pessoas não podem simplesmente trocar coisas por música e abraços?
Benjamin soltou uma risada curta e sentou-se no chão, do lado oposto à pequena mesa de centro que eles compartilhavam.
— Porque o mundo não é um festival de Woodstock permanente, Scott. Deixe-me ver isso.
Scott entregou o livro, surpreso.
— Você entende disso?
— Tive aulas de gestão básica para o curso de Educação Física. Posso tentar ajudar.
Pelos próximos quarenta minutos, o quarto ficou mergulhado em uma atmosfera diferente. Benjamin explicava os conceitos com uma paciência que Scott nunca tinha visto em ninguém. A voz dele, baixa e calma, parecia desatar os nós na cabeça do loiro. Scott, por outro lado, mal conseguia se concentrar nos números. Ele estava ocupado demais observando como a luz da luminária refletia nos olhos verdes de Benjamin e como as mãos dele eram grandes e precisas ao riscar o papel.
— Entendeu agora? — Benjamin perguntou, voltando o olhar para Scott.
Scott percebeu que estava encarando o colega há tempo demais. Ele sentiu o rosto esquentar, as sardas parecendo mais evidentes sob o rubor.
— Sim... eu acho que sim. Você explica melhor que o professor de cinquenta anos que só fala sobre inflação russa.
— É só uma questão de lógica — Benjamin disse, fechando o livro.
Eles ficaram em silêncio por um momento. O som da chuva lá fora parecia isolar o quarto do resto do mundo. Scott sentiu aquela faísca de novo, aquela tensão que vinha crescendo desde o primeiro dia em que dividiram o espaço.
— Ben? — chamou Scott, a voz mais baixa, perdendo o tom rebelde de costume.
— Oi.
— Por que você é tão... controlado? O tempo todo. Você treina, você estuda, você come direito. Você nunca perde o fôlego?
Benjamin olhou para as próprias mãos, depois para Scott.
— Eu gosto de ter o controle das coisas. A vida fora dessa rotina é barulhenta demais.
— Às vezes o barulho é bom — Scott sussurrou, aproximando-se um pouco mais pelo chão de carpete. — O barulho é o que faz a gente saber que está vivo.
Scott estendeu a mão e tocou o braço de Benjamin, subindo os dedos levemente pela pele parda até alcançar o ombro. Benjamin não se afastou. Pelo contrário, ele pareceu inclinar-se imperceptivelmente na direção do toque.
— Você é muito barulhento, Scott — Benjamin disse, mas não havia reclamação no tom. Havia uma espécie de admiração contida.
— E você é muito silencioso. A gente devia entrar em um acordo.
Scott encurtou a distância final. Ele era mais baixo, mas naquele momento, sentado no chão, a diferença de altura não importava. Ele se inclinou e deixou um beijo rápido e casto no canto da boca de Benjamin. Foi um teste, um limite sendo testado.
Benjamin congelou por um segundo. Seu coração, que ele tanto monitorava durante os treinos de cardio, deu um salto que nenhuma esteira jamais conseguira provocar. Ele olhou para Scott, que tinha um brilho de desafio e expectativa nos olhos claros.
Em vez de recuar, Benjamin estendeu a mão e segurou a nuca de Scott, os dedos longos se perdendo nos cabelos loiros.
— Você não sabe no que está se metendo — Benjamin avisou, a voz rouca.
— Eu adoro problemas — Scott sorriu, antes de puxar Benjamin para um beijo de verdade.
Diferente da calmaria de Benjamin, o beijo tinha o ritmo de Scott: era urgente, cheio de dentes e vontade. Mas Benjamin respondeu com uma força controlada, envolvendo o corpo menor de Scott com seus braços poderosos, trazendo-o para perto até que não houvesse mais espaço entre o algodão das camisetas e a pele quente.
Quando se separaram, ambos estavam ofegantes. Scott tinha os cabelos ainda mais bagunçados e um sorriso vitorioso.
— Viu? — Scott ofegou. — Perdeu o fôlego.
Benjamin soltou um riso baixo, encostando sua testa na de Scott.
— É. Acho que perdi.
— Isso quer dizer que vamos pedir pizza hoje? — Scott perguntou, recuperando o humor ácido.
Benjamin revirou os olhos, mas não soltou a cintura do loiro.
— Só se for metade frango com catupiry. Eu ainda preciso de proteína.
— Fechado, Gigante. Mas eu escolho a música.
E naquela noite, entre livros de administração e shakes de proteína, o quarto 402 encontrou finalmente o seu próprio ritmo — uma mistura perfeita de silêncio e Rock and Roll.
Benjamin estava sentado em sua escrivaninha, os ombros largos ocupando um espaço considerável enquanto ele revisava um gráfico sobre o índice glicêmico dos carboidratos complexos. Seus cabelos pretos estavam presos em um coque frouxo, e os olhos verde-musgo estavam fixos no papel. Do outro lado do quarto, o som estridente de uma guitarra desligada — mas ainda percussiva — preenchia o ar.
Scott estava jogado em sua cama, as pernas balançando no ar, os dedos ágeis percorrendo o braço do instrumento. Ele vestia uma camiseta desbotada do Nirvana e tinha os cabelos loiros caindo sobre os olhos verdes claros.
— Benjamin, você já parou pra pensar que a sua vida é basicamente contar gramas de frango e levantar coisas pesadas pra colocar no mesmo lugar? — Scott perguntou, interrompendo o dedilhar.
Benjamin não desviou os olhos do livro, mas uma pequena linha de expressão surgiu em sua testa.
— É sobre saúde e superação de limites, Scott. Coisas que ajudam o corpo a funcionar melhor.
— O meu corpo funciona muito bem à base de café gelado e rebeldia — Scott riu, sentando-se e deixando a guitarra de lado. — Mas sério, cara, você precisa de um pouco de Rock no sistema. Esse silêncio de biblioteca vai te deixar atrofiado.
Benjamin finalmente se virou na cadeira. A diferença de tamanho entre eles era cômica; Benjamin parecia uma montanha de músculos tranquilos, enquanto Scott era como um raio de energia elétrica e instável.
— Eu estudo nutrição, não silêncio. E você deveria estar estudando administração, não é? — Benjamin arqueou uma sobrancelha.
Scott fez uma careta, jogando a cabeça para trás.
— Não me lembre disso. Minha mãe acha que eu vou herdar o império de papelaria da família, mas eu só quero saber de distorção e solos de três minutos. Administração é a morte da alma, Ben.
— Talvez se você se dedicasse metade do tempo que gasta afinando essa guitarra, as notas de contabilidade melhorariam — comentou Benjamin, levantando-se para pegar sua coqueteleira.
— E talvez se você saísse dessa dieta de monge, descobriria que a vida tem gosto de pizza de quatro queijos às duas da manhã — rebateu Scott, pulando da cama com um sorriso travesso.
Ele caminhou até Benjamin, parando bem na frente do colega de quarto. Scott tinha que inclinar a cabeça consideravelmente para encarar os olhos verdes escuros do mais velho. Havia algo naquela dinâmica que, apesar das diferenças, os atraía como polos opostos de um ímã.
— O que foi? — perguntou Benjamin, a voz profunda vibrando no peito.
— Você é muito sério. — Scott esticou a mão e, num gesto de audácia, puxou o elástico que prendia o cabelo de Benjamin.
Os fios pretos e longos caíram sobre os ombros do homem, emoldurando seu rosto pardo de traços fortes. Benjamin ficou imóvel por um segundo, surpreso com a invasão de espaço.
— Scott... — O tom era de advertência, mas não havia raiva real ali.
— Ficou melhor assim. Menos instrutor de academia, mais... sei lá, vocalista de banda de metal nórdico — Scott brincou, embora seu olhar tivesse demorado um milésimo de segundo a mais nos lábios de Benjamin.
Benjamin suspirou, pegando o elástico da mão de Scott, mas não prendeu o cabelo de volta imediatamente. Ele sentia o cheiro de Scott — uma mistura de sabonete barato e o odor metálico das cordas da guitarra. Era estranhamente revigorante.
— Eu tenho que ir para o estágio na academia — disse Benjamin, tentando retomar o foco. — Você tem aula de macroeconomia em vinte minutos.
— Eu sei, eu sei. Vou levar a guitarra. Se o professor for chato, eu começo um protesto musical no fundo da sala — Scott pegou sua mochila, jogando-a por cima do ombro.
— Tente não ser expulso na primeira semana — Benjamin aconselhou, abrindo a porta do quarto.
— Sem promessas, Gigante! — Scott passou por ele, dando um tapinha no braço sólido de Benjamin antes de sair saltitando pelo corredor.
Benjamin ficou parado na porta por um momento, observando o colega desaparecer na curva do corredor. Ele balançou a cabeça, um meio sorriso surgindo no canto da boca. Scott era um caos, mas era um caos que estava tornando o seu mundo excessivamente organizado muito mais interessante.
A noite caiu sobre o campus, e a chuva começou a tamborilar contra a janela do 402. Benjamin voltou do treino exausto, com os músculos clamando por descanso. Quando entrou no quarto, encontrou Scott sentado no chão, cercado por livros de contabilidade e folhas de papel rascunhadas com letras de música.
— A economia mundial está em colapso? — perguntou Benjamin, deixando sua bolsa de lado.
— Pior. Meu cérebro está em colapso — Scott gemeu, enterrando o rosto nas mãos. — Eu não entendo nada dessas planilhas. Por que as pessoas não podem simplesmente trocar coisas por música e abraços?
Benjamin soltou uma risada curta e sentou-se no chão, do lado oposto à pequena mesa de centro que eles compartilhavam.
— Porque o mundo não é um festival de Woodstock permanente, Scott. Deixe-me ver isso.
Scott entregou o livro, surpreso.
— Você entende disso?
— Tive aulas de gestão básica para o curso de Educação Física. Posso tentar ajudar.
Pelos próximos quarenta minutos, o quarto ficou mergulhado em uma atmosfera diferente. Benjamin explicava os conceitos com uma paciência que Scott nunca tinha visto em ninguém. A voz dele, baixa e calma, parecia desatar os nós na cabeça do loiro. Scott, por outro lado, mal conseguia se concentrar nos números. Ele estava ocupado demais observando como a luz da luminária refletia nos olhos verdes de Benjamin e como as mãos dele eram grandes e precisas ao riscar o papel.
— Entendeu agora? — Benjamin perguntou, voltando o olhar para Scott.
Scott percebeu que estava encarando o colega há tempo demais. Ele sentiu o rosto esquentar, as sardas parecendo mais evidentes sob o rubor.
— Sim... eu acho que sim. Você explica melhor que o professor de cinquenta anos que só fala sobre inflação russa.
— É só uma questão de lógica — Benjamin disse, fechando o livro.
Eles ficaram em silêncio por um momento. O som da chuva lá fora parecia isolar o quarto do resto do mundo. Scott sentiu aquela faísca de novo, aquela tensão que vinha crescendo desde o primeiro dia em que dividiram o espaço.
— Ben? — chamou Scott, a voz mais baixa, perdendo o tom rebelde de costume.
— Oi.
— Por que você é tão... controlado? O tempo todo. Você treina, você estuda, você come direito. Você nunca perde o fôlego?
Benjamin olhou para as próprias mãos, depois para Scott.
— Eu gosto de ter o controle das coisas. A vida fora dessa rotina é barulhenta demais.
— Às vezes o barulho é bom — Scott sussurrou, aproximando-se um pouco mais pelo chão de carpete. — O barulho é o que faz a gente saber que está vivo.
Scott estendeu a mão e tocou o braço de Benjamin, subindo os dedos levemente pela pele parda até alcançar o ombro. Benjamin não se afastou. Pelo contrário, ele pareceu inclinar-se imperceptivelmente na direção do toque.
— Você é muito barulhento, Scott — Benjamin disse, mas não havia reclamação no tom. Havia uma espécie de admiração contida.
— E você é muito silencioso. A gente devia entrar em um acordo.
Scott encurtou a distância final. Ele era mais baixo, mas naquele momento, sentado no chão, a diferença de altura não importava. Ele se inclinou e deixou um beijo rápido e casto no canto da boca de Benjamin. Foi um teste, um limite sendo testado.
Benjamin congelou por um segundo. Seu coração, que ele tanto monitorava durante os treinos de cardio, deu um salto que nenhuma esteira jamais conseguira provocar. Ele olhou para Scott, que tinha um brilho de desafio e expectativa nos olhos claros.
Em vez de recuar, Benjamin estendeu a mão e segurou a nuca de Scott, os dedos longos se perdendo nos cabelos loiros.
— Você não sabe no que está se metendo — Benjamin avisou, a voz rouca.
— Eu adoro problemas — Scott sorriu, antes de puxar Benjamin para um beijo de verdade.
Diferente da calmaria de Benjamin, o beijo tinha o ritmo de Scott: era urgente, cheio de dentes e vontade. Mas Benjamin respondeu com uma força controlada, envolvendo o corpo menor de Scott com seus braços poderosos, trazendo-o para perto até que não houvesse mais espaço entre o algodão das camisetas e a pele quente.
Quando se separaram, ambos estavam ofegantes. Scott tinha os cabelos ainda mais bagunçados e um sorriso vitorioso.
— Viu? — Scott ofegou. — Perdeu o fôlego.
Benjamin soltou um riso baixo, encostando sua testa na de Scott.
— É. Acho que perdi.
— Isso quer dizer que vamos pedir pizza hoje? — Scott perguntou, recuperando o humor ácido.
Benjamin revirou os olhos, mas não soltou a cintura do loiro.
— Só se for metade frango com catupiry. Eu ainda preciso de proteína.
— Fechado, Gigante. Mas eu escolho a música.
E naquela noite, entre livros de administração e shakes de proteína, o quarto 402 encontrou finalmente o seu próprio ritmo — uma mistura perfeita de silêncio e Rock and Roll.
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