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Margret e Marvin crianças !
Фандом: Fundamental paper education Advanced Class
Создан: 19.05.2026
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O Desafio das Sombras na Residência Branca
O silêncio na residência era absoluto, quebrado apenas pelo som rítmico do relógio de parede. Marvin e Margret estavam sozinhos. A luz da tarde filtrava-se pelas janelas, iluminando as partículas de poeira que dançavam no ar. Margret, com seus cabelos brancos despenteados e o laço que lembrava uma tesoura, brincava distraidamente com a barra de sua blusa vermelha listrada. Ao seu lado, Marvin ajustava o transferidor azul-claro sobre o olho direito, uma peça que se tornara parte de sua identidade tanto quanto o cabelo mesclado.
De repente, a temperatura da sala caiu drasticamente. As sombras nos cantos da sala começaram a se alongar e a se contorcer, ganhando uma densidade antinatural. Uma presença opressiva manifestou-se no centro do recinto. Lord Hanzel surgiu da escuridão, sua figura imponente e demoníaca emanando uma aura de violência contida. Suas garras altas refletiam a pouca luz restante, e seus olhos fixaram-se nos dois irmãos com uma intensidade perturbadora.
Margret soltou um arquejo de susto e imediatamente se escondeu atrás das costas de Marvin, agarrando-se ao tecido azul de sua blusa. Marvin, embora sentisse o tremor nas mãos, não recuou. Seus olhos buscaram desesperadamente qualquer coisa que pudesse servir de defesa. Sobre a mesa de centro, ele avistou uma colher de metal. Com um movimento rápido, ele a empunhou, apontando-a para a entidade colossal à sua frente.
— Fique longe dela! — exclamou Marvin, a voz falhando levemente, mas mantendo a postura defensiva.
Lord Hanzel soltou uma risada grave que pareceu vibrar nas paredes da casa. Ele não parecia intimidado pelo utensílio doméstico nas mãos do menino. O demônio deu um passo à frente, diminuindo a distância entre eles.
— Um protetor corajoso — comentou Hanzel, sua voz carregada de um tom sombrio. — Mas eu não vim aqui para um combate físico comum. Eu vim propor um desafio.
Marvin franziu o cenho, sem baixar a colher.
— Que tipo de desafio? — perguntou ele, mantendo Margret protegida atrás de si.
Hanzel inclinou a cabeça, um sorriso cruel cruzando sua face. Ele então proferiu termos que os dois irmãos mal compreendiam em sua totalidade, mas cujo peso e intenção eram claros. Ele propôs um desafio de natureza íntima e invasiva, algo que violava a inocência daquele ambiente.
Ao ouvirem as palavras do demônio, o rosto de Marvin e Margret tingiu-se instantaneamente de um vermelho profundo. O choque e o medo paralisaram seus movimentos.
— O que você está dizendo? — Margret murmurou, a voz trêmula, apertando ainda mais a blusa do irmão.
O demônio não deu espaço para recusas. A atmosfera tornou-se densa, e a vontade da entidade começou a se impor sobre a realidade física dos dois jovens. O que se seguiu foi uma sequência de eventos orquestrados pela força avassaladora de Hanzel, que utilizou seu poder para subjugar a resistência dos irmãos e impor sua vontade através de atos de natureza carnal e invasiva.
O tempo pareceu se dilatar enquanto a presença de Hanzel dominava o espaço. A resistência inicial de Marvin e Margret foi suplantada pela força bruta e pela natureza sobrenatural do demônio, que utilizou sua estatura e seus atributos para conduzir o desafio que havia proposto.
Horas depois, o silêncio retornou à sala, mas era um silêncio diferente, carregado de exaustão e choque. Marvin e Margret estavam sentados no chão, encostados na base do sofá. Ambos estavam visivelmente suados, os cabelos brancos de Margret ainda mais desarrumados do que o normal.
A respiração de Marvin era pesada e irregular. Ele olhava para o vazio, o transferidor azul levemente deslocado. Margret mantinha o olhar baixo, as mãos repousando inertes sobre a saia. O impacto das ações de Lord Hanzel era visível em seus corpos e em suas expressões, que misturavam um prazer involuntário e puramente físico com o terror absoluto do que haviam acabado de vivenciar.
Os vestígios do ato cometido pelo demônio eram evidentes. O sêmen escorria de seus corpos, marcando o resultado final da interação imposta por Hanzel com seu membro de proporções anômalas. Eles estavam marcados pela experiência, tanto física quanto psicologicamente.
Longe dali, a presença de Lord Hanzel havia se dissipado, deixando para trás apenas o rastro de sua passagem violenta e a memória de um desafio que os dois irmãos jamais esqueceriam. Na sala agora escura, Marvin estendeu a mão trêmula e tocou o ombro de Margret, um gesto silencioso de reconhecimento da provação mútua que haviam enfrentado.
De repente, a temperatura da sala caiu drasticamente. As sombras nos cantos da sala começaram a se alongar e a se contorcer, ganhando uma densidade antinatural. Uma presença opressiva manifestou-se no centro do recinto. Lord Hanzel surgiu da escuridão, sua figura imponente e demoníaca emanando uma aura de violência contida. Suas garras altas refletiam a pouca luz restante, e seus olhos fixaram-se nos dois irmãos com uma intensidade perturbadora.
Margret soltou um arquejo de susto e imediatamente se escondeu atrás das costas de Marvin, agarrando-se ao tecido azul de sua blusa. Marvin, embora sentisse o tremor nas mãos, não recuou. Seus olhos buscaram desesperadamente qualquer coisa que pudesse servir de defesa. Sobre a mesa de centro, ele avistou uma colher de metal. Com um movimento rápido, ele a empunhou, apontando-a para a entidade colossal à sua frente.
— Fique longe dela! — exclamou Marvin, a voz falhando levemente, mas mantendo a postura defensiva.
Lord Hanzel soltou uma risada grave que pareceu vibrar nas paredes da casa. Ele não parecia intimidado pelo utensílio doméstico nas mãos do menino. O demônio deu um passo à frente, diminuindo a distância entre eles.
— Um protetor corajoso — comentou Hanzel, sua voz carregada de um tom sombrio. — Mas eu não vim aqui para um combate físico comum. Eu vim propor um desafio.
Marvin franziu o cenho, sem baixar a colher.
— Que tipo de desafio? — perguntou ele, mantendo Margret protegida atrás de si.
Hanzel inclinou a cabeça, um sorriso cruel cruzando sua face. Ele então proferiu termos que os dois irmãos mal compreendiam em sua totalidade, mas cujo peso e intenção eram claros. Ele propôs um desafio de natureza íntima e invasiva, algo que violava a inocência daquele ambiente.
Ao ouvirem as palavras do demônio, o rosto de Marvin e Margret tingiu-se instantaneamente de um vermelho profundo. O choque e o medo paralisaram seus movimentos.
— O que você está dizendo? — Margret murmurou, a voz trêmula, apertando ainda mais a blusa do irmão.
O demônio não deu espaço para recusas. A atmosfera tornou-se densa, e a vontade da entidade começou a se impor sobre a realidade física dos dois jovens. O que se seguiu foi uma sequência de eventos orquestrados pela força avassaladora de Hanzel, que utilizou seu poder para subjugar a resistência dos irmãos e impor sua vontade através de atos de natureza carnal e invasiva.
O tempo pareceu se dilatar enquanto a presença de Hanzel dominava o espaço. A resistência inicial de Marvin e Margret foi suplantada pela força bruta e pela natureza sobrenatural do demônio, que utilizou sua estatura e seus atributos para conduzir o desafio que havia proposto.
Horas depois, o silêncio retornou à sala, mas era um silêncio diferente, carregado de exaustão e choque. Marvin e Margret estavam sentados no chão, encostados na base do sofá. Ambos estavam visivelmente suados, os cabelos brancos de Margret ainda mais desarrumados do que o normal.
A respiração de Marvin era pesada e irregular. Ele olhava para o vazio, o transferidor azul levemente deslocado. Margret mantinha o olhar baixo, as mãos repousando inertes sobre a saia. O impacto das ações de Lord Hanzel era visível em seus corpos e em suas expressões, que misturavam um prazer involuntário e puramente físico com o terror absoluto do que haviam acabado de vivenciar.
Os vestígios do ato cometido pelo demônio eram evidentes. O sêmen escorria de seus corpos, marcando o resultado final da interação imposta por Hanzel com seu membro de proporções anômalas. Eles estavam marcados pela experiência, tanto física quanto psicologicamente.
Longe dali, a presença de Lord Hanzel havia se dissipado, deixando para trás apenas o rastro de sua passagem violenta e a memória de um desafio que os dois irmãos jamais esqueceriam. Na sala agora escura, Marvin estendeu a mão trêmula e tocou o ombro de Margret, um gesto silencioso de reconhecimento da provação mútua que haviam enfrentado.
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