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Margret x Marvin !

Фандом: Fundamental paper education Advanced Class

Создан: 19.05.2026

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PWPУпоминание инцестаРомантикаCharacter studyНецензурная лексика
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O Despertar dos Desejos Proibidos

O ar dentro do quarto parecia ter ficado subitamente mais pesado, carregado com uma eletricidade que Marvin nunca havia sentido antes. O contato anterior, o toque hesitante nos seios fartos de sua irmã mais velha, Margret, havia aberto uma porta que ele não sabia se estava pronto para atravessar, mas seu corpo respondia de uma maneira que sua mente não conseguia ignorar. Margret, com seus cabelos brancos despenteados caindo como uma cascata de neve sobre os ombros, mantinha aquele olhar malicioso, um brilho de predação e entrega que hipnotizava o irmão.

Marvin estava agora deitado no chão, o frio do piso contrastando com o calor que emanava de seu próprio rosto. O transferidor azul-claro em seu olho direito parecia refletir a luz fraca do ambiente, enquanto ele observava Margret se aproximar com passos lentos e deliberados. Ela não era apenas sua irmã; naquele momento, ela era uma força da natureza, uma presença que preenchia todo o espaço com sua autoconfiança e a promessa de prazeres desconhecidos.

— Você parece tão vulnerável aí embaixo, Marvin — disse ela, a voz saindo como um sussurro aveludado que fez os pelos da nuca dele se arrepiarem.

Ela parou diante dele, a saia curta vermelha clara balançando levemente. Com um movimento fluido e sem qualquer hesitação, Margret levou as mãos às laterais da vestimenta. Marvin sentiu a garganta secar. O mundo ao redor parecia ter desaparecido, restando apenas o som da respiração acelerada de ambos e o leve ruído do tecido deslizando pela pele dela. Quando a saia caiu ao chão, revelando as curvas generosas de seu quadril e o traseiro volumoso, Marvin soltou um suspiro contido.

A calcinha branca, justa e delicada, mal conseguia conter a exuberância de suas formas. Margret virou-se de costas para ele por um instante, inclinando o corpo para frente de maneira provocativa. A visão era avassaladora. Através do tecido fino, Marvin podia vislumbrar a promessa do que estava escondido. Ela olhou por cima do ombro, um sorriso travesso brincando em seus lábios, e fez um gesto impaciente, apontando para a peça íntima.

— O que está esperando? — perguntou ela, os olhos brilhando com uma luxúria evidente. — Eu sei que você quer ver tudo. Eu sei que você quer me sentir.

Marvin, movido por um instinto que superava qualquer lógica, estendeu as mãos trêmulas. Seus dedos tocaram o elástico da calcinha branca, contrastando com a pele escura de suas pernas. Com um puxão suave, mas decidido, ele removeu a última barreira. O que se revelou diante dele foi a visão mais íntima e proibida que ele jamais ousara imaginar: o traseiro grande e perfeito de Margret, com a pele macia e o ânus rosado e delicado exposto à luz do quarto.

O cheiro dela, uma mistura de perfume doce e o aroma natural de sua pele, invadiu os sentidos de Marvin. Ele sentiu uma urgência crescer em seu peito. Sem precisar de mais comandos, ele se aproximou, deixando que seus lábios encontrassem aquela região tão sensível. No momento em que sua língua fez o primeiro contato com o ânus rosado de Margret, um choque pareceu percorrer o corpo da irmã.

— Ah... Marvin... — gemeu ela, as mãos agarrando os próprios joelhos para se sustentar enquanto suas pernas tremiam levemente.

Marvin começou a chupar com delicadeza, explorando cada centímetro daquela intimidade com uma curiosidade voraz. Ele usava a ponta da língua para fazer movimentos circulares, alternando entre sucções suaves e toques que provocavam cócegas. O contraste entre a textura da língua dele e a sensibilidade extrema daquela área fazia Margret contorcer-se de prazer.

— Isso... continue... — murmurou ela, a voz embargada pela excitação. — Você não tem ideia do quanto eu desejei isso.

O rosto de Marvin estava quente, e ele podia sentir o coração dela batendo forte através da proximidade física. Ele intensificou os movimentos, permitindo-se perder o controle por um momento. As cócegas provocadas por seus lábios e língua faziam Margret soltar risadinhas abafadas entre os gemidos, uma mistura de diversão e desejo puro que tornava a cena ainda mais intensa.

— Você é tão bom nisso — disse Margret, virando o rosto para observá-lo, as bochechas coradas e os olhos semicerrados. — Meu irmãozinho... quem diria que você teria esse fogo todo escondido sob essa camisa listrada?

Marvin parou por um segundo, olhando para cima, encontrando o olhar dela. O transferidor em seu rosto parecia brilhar com uma intensidade nova.

— Eu só estou fazendo o que você me pediu — respondeu ele, a voz rouca. — E eu não quero parar.

— Então não pare — desafiou ela, voltando a empinar o traseiro em direção a ele. — Explore tudo. Eu sou sua agora, Marvin. Faça o que quiser comigo.

Ele voltou ao seu trabalho, mergulhando novamente naquela exploração sensorial. A cada sucção, a cada movimento de língua, Marvin sentia que estava quebrando as correntes de sua própria timidez. Margret, por sua vez, estava entregue. Ela não era mais apenas a irmã mais velha autoritária ou a figura provocadora; ela era uma mulher em busca de satisfação, encontrando-a nos lábios da única pessoa que ela realmente queria que a tocasse daquela forma.

O quarto estava mergulhado em um silêncio quebrado apenas pelos sons úmidos do contato e pelos suspiros pesados que preenchiam o ar. Marvin sentia que estava em um transe, um sonho lúcido onde as regras da Advanced Class não existiam, onde não havia réguas, transferidores ou lições de casa, apenas a pele, o calor e o desejo proibido que agora florescia plenamente entre os dois.

Margret levou uma das mãos para trás, acariciando os cabelos brancos e pretos de Marvin enquanto ele continuava. O toque dela era carinhoso, mas possessivo.

— Você é meu, Marvin — sussurrou ela, quase para si mesma. — E eu nunca vou deixar ninguém tirar você de mim.

Ele não respondeu com palavras, apenas com uma pressão maior de seus lábios, provando a ela que, naquele momento, ele pertencia inteiramente àquele desejo. A atmosfera de luxúria e intimidade continuava a crescer, prometendo que aquela noite estava apenas começando e que muitos outros segredos seriam revelados entre as sombras daquele quarto.
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