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Miss malum x abbie
Фандом: Fundamental paper education Advanced Class
Создан: 19.05.2026
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Lição de Anatomia Maternal
O corredor da escola estava silencioso, mergulhado naquele vazio opressor que precedia o fim das aulas. Abbie caminhava com os ombros encolhidos, os dedos apertando a alça da mochila com tanta força que os nós dos dedos estavam brancos. Ele tentava, a todo custo, passar despercebido pelas sombras das paredes de papel, mas o destino tinha outros planos.
À frente dele, a figura imponente de Miss Malum surgiu, caminhando com uma elegância pesada que fazia o chão parecer vibrar sutilmente. Seus cabelos negros e espetados balançavam conforme ela se aproximava, e o pequeno broto branco no topo de sua cabeça parecia pulsar com uma energia própria. O acessório de origami, que lembrava a crosta de uma torta, cobria parte de seu rosto, conferindo-lhe um ar de mistério perigoso.
— Abbie, querido... — a voz dela era doce, mas carregada de uma densidade que o rapaz conhecia bem.
Abbie parou instantaneamente, o coração martelando contra as costelas. Ele olhou para cima, encontrando os olhos negros e semicerrados de sua mãe.
— O-oi, mamãe... eu já estava indo para casa estudar — gaguejou ele, desviando o olhar para o bolso semicircular com o logotipo da maçã cinza no avental dela.
Miss Malum soltou um suspiro longo, e o movimento fez com que seus seios, visivelmente volumosos sob a camisa malva, oscilassem de forma hipnótica. O tecido parecia lutar para conter as curvas generosas, e os botões brancos na gola pareciam estar sob uma pressão constante.
— Sabe, Abbie, é um fardo carregar tanto peso — comentou ela, aproximando-se dele até que o cheiro de maçã e papel velho o envolvesse. — Eles não param de balançar quando eu ando. É desconfortável, entende?
Abbie sentiu o rosto esquentar. Ele não sabia onde enfiar a cara.
— Eu... eu imagino que sim, mamãe — respondeu ele, a voz falhando.
Sem qualquer aviso, Miss Malum deu um passo rápido à frente. Antes que Abbie pudesse reagir, ela inclinou o corpo, projetando seus seios enormes diretamente contra o rosto do filho. O impacto foi macio, porém avassalador. Abbie foi subitamente mergulhado em um mundo de tecido malva e calor humano. Sua visão foi completamente bloqueada pela magnitude daquelas curvas, e o aroma dela se tornou a única coisa que ele conseguia processar.
O rosto de Abbie atingiu um tom de vermelho carmesim que rivalizava com a maçã no avental de Malum. Ele tentou recuar, mas as mãos dela, firmes e frias como papel, seguraram seus ombros, mantendo-o preso contra aquela barreira macia.
Miss Malum soltou uma risadinha baixa, um som que vibrou através do peito dela e ecoou diretamente nos ouvidos de Abbie. Sua expressão, antes calma, agora carregava um brilho malicioso sob o origami de treliça.
— O que foi, meu pequeno? — perguntou ela em um tom aveludado. — Por acaso está com dificuldade de respirar aí dentro?
A voz de Abbie saiu completamente abafada, um som incompreensível que se perdeu entre as dobras da camisa dela.
— Mmmff... mmm... — ele tentava dizer que precisava de ar, mas o pânico e o constrangimento o deixavam paralisado.
— Tão tímido... tão medroso — murmurou ela, sentindo a respiração quente dele através do tecido. — Mas você precisa aprender a lidar com as pressões da vida, Abbie. E eu sou a melhor professora que você poderia ter.
Ela o soltou subitamente, e Abbie cambaleou para trás, ofegante, o ar fresco do corredor parecendo gelado em contraste com o calor de antes. Ele tentou ajeitar o colete preto e a gravata, mas suas mãos tremiam incontrolavelmente.
— Venha comigo, Abbie — ordenou ela, virando-se e caminhando em direção a uma das salas de aula vazias. — A lição de hoje ainda não acabou. E eu detesto alunos que não terminam suas tarefas.
Sem escolha, Abbie a seguiu, as pernas parecendo feitas de gelatina. Ao entrarem na sala, Miss Malum trancou a porta com um estalo seco que ecoou pelo ambiente. A luz do entardecer filtrava-se pelas janelas, criando sombras longas sobre as mesas de papel.
— Deite-se no chão, Abbie — disse ela, apontando para o centro da sala.
— Mas mamãe... o que... — ele começou a protestar, mas o olhar severo dela o calou imediatamente.
Tremendo, ele se ajoelhou e depois se deitou de bruços, a bochecha encostada no chão frio e liso. Ele sentia o peso do silêncio da sala, apenas interrompido pelo som dos passos dela circulando seu corpo.
Miss Malum ajoelhou-se ao lado dele. Com movimentos lentos e deliberados, ela alcançou a bermuda branca de Abbie. O rapaz sentiu o frio do ar quando ela abriu o fecho e puxou o tecido para baixo, expondo sua pele pálida.
— Você sempre foi tão bem cuidado — comentou ela, a voz desprovida de qualquer hesitação.
Abbie enterrou o rosto nos braços cruzados, a vergonha queimando em sua alma. Ele sentiu as mãos dela afastarem o tecido completamente, revelando seu traseiro. A posição o deixava vulnerável, exposto de uma forma que ele nunca imaginou ser possível.
— Por favor... — a voz dele saiu abafada contra o chão, um sussurro de súplica que ela ignorou solenemente.
Miss Malum observou o ânus rosado do filho, um contraste nítido com a pele branca como papel. Sem aviso, ela estendeu a mão e, com uma precisão cirúrgica, enfiou um dedo ali.
O corpo de Abbie deu um solavanco violento. Um som agudo e abafado escapou de sua garganta enquanto ele pressionava a testa contra o piso. O rosto dele estava tão quente que ele sentia que poderia derreter o papel do chão.
— Shh... fique quieto — sussurrou Malum, movendo o dedo com uma calma aterrorizante. — Isso é apenas uma exploração. Um bom aluno deve conhecer cada centímetro de sua própria biologia, não concorda?
Abbie não conseguia responder. Ele estava em um estado de choque sensorial, a mente girando entre a dor da invasão e o calor da vergonha absoluta. Ele sentia cada movimento dela, cada pressão, enquanto o mundo ao seu redor se resumia ao toque frio e autoritário de sua mãe e ao cheiro persistente de maçãs que parecia agora mais sufocante do que nunca.
— Mmmff... p-para... — ele murmurou novamente contra o chão, as palavras saindo distorcidas e úmidas.
Miss Malum inclinou-se sobre ele, sua sombra cobrindo-o inteiramente, o broto em sua cabeça balançando levemente enquanto ela continuava sua "lição" particular, indiferente ao terror silencioso que consumia o filho sob suas mãos. No silêncio da sala de aula, apenas o som da respiração descompassada de Abbie e o roçar suave do tecido do avental de Malum podiam ser ouvidos.
À frente dele, a figura imponente de Miss Malum surgiu, caminhando com uma elegância pesada que fazia o chão parecer vibrar sutilmente. Seus cabelos negros e espetados balançavam conforme ela se aproximava, e o pequeno broto branco no topo de sua cabeça parecia pulsar com uma energia própria. O acessório de origami, que lembrava a crosta de uma torta, cobria parte de seu rosto, conferindo-lhe um ar de mistério perigoso.
— Abbie, querido... — a voz dela era doce, mas carregada de uma densidade que o rapaz conhecia bem.
Abbie parou instantaneamente, o coração martelando contra as costelas. Ele olhou para cima, encontrando os olhos negros e semicerrados de sua mãe.
— O-oi, mamãe... eu já estava indo para casa estudar — gaguejou ele, desviando o olhar para o bolso semicircular com o logotipo da maçã cinza no avental dela.
Miss Malum soltou um suspiro longo, e o movimento fez com que seus seios, visivelmente volumosos sob a camisa malva, oscilassem de forma hipnótica. O tecido parecia lutar para conter as curvas generosas, e os botões brancos na gola pareciam estar sob uma pressão constante.
— Sabe, Abbie, é um fardo carregar tanto peso — comentou ela, aproximando-se dele até que o cheiro de maçã e papel velho o envolvesse. — Eles não param de balançar quando eu ando. É desconfortável, entende?
Abbie sentiu o rosto esquentar. Ele não sabia onde enfiar a cara.
— Eu... eu imagino que sim, mamãe — respondeu ele, a voz falhando.
Sem qualquer aviso, Miss Malum deu um passo rápido à frente. Antes que Abbie pudesse reagir, ela inclinou o corpo, projetando seus seios enormes diretamente contra o rosto do filho. O impacto foi macio, porém avassalador. Abbie foi subitamente mergulhado em um mundo de tecido malva e calor humano. Sua visão foi completamente bloqueada pela magnitude daquelas curvas, e o aroma dela se tornou a única coisa que ele conseguia processar.
O rosto de Abbie atingiu um tom de vermelho carmesim que rivalizava com a maçã no avental de Malum. Ele tentou recuar, mas as mãos dela, firmes e frias como papel, seguraram seus ombros, mantendo-o preso contra aquela barreira macia.
Miss Malum soltou uma risadinha baixa, um som que vibrou através do peito dela e ecoou diretamente nos ouvidos de Abbie. Sua expressão, antes calma, agora carregava um brilho malicioso sob o origami de treliça.
— O que foi, meu pequeno? — perguntou ela em um tom aveludado. — Por acaso está com dificuldade de respirar aí dentro?
A voz de Abbie saiu completamente abafada, um som incompreensível que se perdeu entre as dobras da camisa dela.
— Mmmff... mmm... — ele tentava dizer que precisava de ar, mas o pânico e o constrangimento o deixavam paralisado.
— Tão tímido... tão medroso — murmurou ela, sentindo a respiração quente dele através do tecido. — Mas você precisa aprender a lidar com as pressões da vida, Abbie. E eu sou a melhor professora que você poderia ter.
Ela o soltou subitamente, e Abbie cambaleou para trás, ofegante, o ar fresco do corredor parecendo gelado em contraste com o calor de antes. Ele tentou ajeitar o colete preto e a gravata, mas suas mãos tremiam incontrolavelmente.
— Venha comigo, Abbie — ordenou ela, virando-se e caminhando em direção a uma das salas de aula vazias. — A lição de hoje ainda não acabou. E eu detesto alunos que não terminam suas tarefas.
Sem escolha, Abbie a seguiu, as pernas parecendo feitas de gelatina. Ao entrarem na sala, Miss Malum trancou a porta com um estalo seco que ecoou pelo ambiente. A luz do entardecer filtrava-se pelas janelas, criando sombras longas sobre as mesas de papel.
— Deite-se no chão, Abbie — disse ela, apontando para o centro da sala.
— Mas mamãe... o que... — ele começou a protestar, mas o olhar severo dela o calou imediatamente.
Tremendo, ele se ajoelhou e depois se deitou de bruços, a bochecha encostada no chão frio e liso. Ele sentia o peso do silêncio da sala, apenas interrompido pelo som dos passos dela circulando seu corpo.
Miss Malum ajoelhou-se ao lado dele. Com movimentos lentos e deliberados, ela alcançou a bermuda branca de Abbie. O rapaz sentiu o frio do ar quando ela abriu o fecho e puxou o tecido para baixo, expondo sua pele pálida.
— Você sempre foi tão bem cuidado — comentou ela, a voz desprovida de qualquer hesitação.
Abbie enterrou o rosto nos braços cruzados, a vergonha queimando em sua alma. Ele sentiu as mãos dela afastarem o tecido completamente, revelando seu traseiro. A posição o deixava vulnerável, exposto de uma forma que ele nunca imaginou ser possível.
— Por favor... — a voz dele saiu abafada contra o chão, um sussurro de súplica que ela ignorou solenemente.
Miss Malum observou o ânus rosado do filho, um contraste nítido com a pele branca como papel. Sem aviso, ela estendeu a mão e, com uma precisão cirúrgica, enfiou um dedo ali.
O corpo de Abbie deu um solavanco violento. Um som agudo e abafado escapou de sua garganta enquanto ele pressionava a testa contra o piso. O rosto dele estava tão quente que ele sentia que poderia derreter o papel do chão.
— Shh... fique quieto — sussurrou Malum, movendo o dedo com uma calma aterrorizante. — Isso é apenas uma exploração. Um bom aluno deve conhecer cada centímetro de sua própria biologia, não concorda?
Abbie não conseguia responder. Ele estava em um estado de choque sensorial, a mente girando entre a dor da invasão e o calor da vergonha absoluta. Ele sentia cada movimento dela, cada pressão, enquanto o mundo ao seu redor se resumia ao toque frio e autoritário de sua mãe e ao cheiro persistente de maçãs que parecia agora mais sufocante do que nunca.
— Mmmff... p-para... — ele murmurou novamente contra o chão, as palavras saindo distorcidas e úmidas.
Miss Malum inclinou-se sobre ele, sua sombra cobrindo-o inteiramente, o broto em sua cabeça balançando levemente enquanto ela continuava sua "lição" particular, indiferente ao terror silencioso que consumia o filho sob suas mãos. No silêncio da sala de aula, apenas o som da respiração descompassada de Abbie e o roçar suave do tecido do avental de Malum podiam ser ouvidos.
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