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O ultimo
Фандом: Sem fandom
Создан: 19.05.2026
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O Sangue que Alimenta o Desejo
O ar no sótão da mansão estava pesado, carregado com uma eletricidade estática que fazia os cabelos brancos de Luca se arrepiarem. Não era apenas a magia instável que sempre parecia borbulhar sob sua pele, mas algo vindo de Kael. O vampiro, que costumava ser a personificação da arrogância e do controle, estava encolhido nas sombras, com os ombros tensos e a respiração irregular.
Luca deu um passo à frente, seus olhos claros tentando perfurar a escuridão.
— Kael? O que está acontecendo? Você sumiu o dia todo.
— Vá embora, Luca — a voz de Kael soou rouca, quase um rosnado animal, desprovida de sua habitual ironia provocadora. — Agora.
— Não vou a lugar nenhum até você me dizer o que tem de errado — insistiu o jovem de dezenove anos, aproximando-se mais. — Você prometeu me ajudar com o fluxo de mana hoje, e agora está aqui agindo como se fosse explodir.
Kael levantou a cabeça bruscamente. Seus olhos, normalmente de um castanho tão escuro que pareciam negros, agora brilhavam com uma fenda avermelhada e perigosa. Suas presas estavam levemente expostas, e os dedos cravavam-se no estofado da poltrona.
— Eu disse para sair! — Kael se levantou em um borrão de movimento, parando a centímetros de Luca. O calor que emanava do corpo do rapaz era um contraste torturante com o frio que Kael sentia por dentro. — Você é burro ou apenas teimoso? Eu não estou em condições de dar aulas de magia.
Luca não recuou. Pelo contrário, ele notou o tremor nas mãos de Kael e a palidez doentia em seu rosto. O entendimento o atingiu como um soco.
— Você está com fome. Faz quanto tempo que você não se alimenta, Kael?
Kael desviou o olhar, cerrando os dentes.
— Isso não é da sua conta. Eu consigo controlar.
— Claramente não consegue — Luca deu mais um passo, diminuindo a distância entre eles até que pudesse sentir o hálito frio do vampiro. Ele levou a mão ao pescoço, puxando levemente a gola da camisa para o lado, revelando a pele alva e a marca de nascimento que era o centro de sua sensibilidade mágica. — Bebe de mim.
O corpo de Kael retesou-se violentamente. Ele soltou uma risada seca, sem humor.
— Você não tem ideia do que está oferecendo. Seu sangue não é comum, Luca. Ele carrega sua magia. Se eu começar agora, não sei se vou ter forças para parar.
— Eu confio em você — disse Luca, sua voz firme, embora seu coração estivesse martelando contra as costelas. — Você sempre me protegeu. Deixa eu ajudar você agora.
— Não seja idiota — Kael rosnou, embora seus olhos estivessem fixos na pulsação visível no pescoço do garoto. — Saia daqui antes que eu perca a cabeça.
Luca suspirou, perdendo a paciência. Ele deu um passo ousado, agarrando os pulsos de Kael e forçando-os contra o próprio peito.
— Kael, olhe para mim. Eu estou mandando. Você me ensinou que magia é intenção, não é? Minha intenção agora é que você se alimente. Pare de lutar e apenas faça.
O autocontrole de Kael, já fragilizado por dias de privação, quebrou-se. Com um som que era metade gemido e metade rosnado, ele envolveu a cintura de Luca com um braço de ferro, puxando-o para perto. O cheiro de Luca — algo como ozônio e sândalo — inundou seus sentidos, nublando qualquer resquício de razão.
Kael enterrou o rosto na curva do pescoço de Luca, inalando profundamente. Seus lábios roçaram a marca sensível, fazendo um choque elétrico percorrer a espinha do jovem mago.
— Tem certeza? — Kael murmurou contra a pele dele, um último aviso.
— Tenho — sussurrou Luca, fechando os olhos.
As presas de Kael perfuraram a carne com uma precisão cirúrgica. Luca soltou um arquejo agudo, as mãos agarrando-se aos ombros largos do vampiro. A dor inicial foi rapidamente substituída por uma onda de prazer entorpecente, um efeito colateral da saliva vampírica, mas misturado à magia de Luca, o efeito foi amplificado dez vezes.
— Ah... Kael... — Luca gemeu, sua cabeça caindo para trás.
O sangue que fluía para a garganta de Kael era como fogo líquido, doce e potente. A magia de Luca parecia cantar em suas veias, revitalizando-o instantaneamente e, ao mesmo tempo, despertando um tipo diferente de fome. Ele não queria apenas o sangue; ele queria o dono dele.
Sentindo o corpo de Luca amolecer em seus braços, Kael aprofundou a mordida. Ele sugou com mais força, sentindo as vibrações dos gemidos de Luca contra sua língua. O som era música para seus ouvidos, um convite pecaminoso que o fazia queimar.
Luca sentia-se flutuar. Sua magia, normalmente caótica, parecia estar sendo drenada e organizada pelo toque de Kael. Mas, conforme o vampiro se tornava mais ávido, o prazer tornou-se quase insuportável.
— Kael... está... — Luca tentou falar, mas as palavras se perderam quando Kael mordeu um pouco mais forte, marcando-o com possessividade.
— Hnnnngh! — Luca soltou um gemido alto, seus olhos revirando para trás enquanto suas pernas falhavam.
Kael percebeu a reação. Ele sentiu o calor emanando de Luca, ouviu o coração dele acelerar de uma forma que não era apenas medo ou fraqueza, mas excitação pura. O vampiro se afastou do pescoço dele por um segundo, os lábios sujos de rubi, e viu o estado de Luca: o rosto corado, os lábios entreabertos e o olhar perdido.
A visão foi o gatilho final. Kael não aguentou mais.
Com uma força que Luca não teve como contestar, Kael o empurrou em direção à cama que ficava no canto do sótão. Luca caiu de costas nos lençóis escuros, o impacto fazendo seus cabelos brancos se espalharem como uma aura ao redor de sua cabeça.
Antes que pudesse processar o que estava acontecendo, Kael estava sobre ele, prendendo seus pulsos acima da cabeça com apenas uma mão.
— Você não deveria ter provocado um monstro faminto, Luca — disse Kael, sua voz agora baixa e carregada de desejo carnal.
— Eu não... eu não me importo — respondeu Luca, a respiração curta, a marca em seu pescoço pulsando em sincronia com o que sentia entre as pernas.
Kael soltou um rosnado baixo e, com a mão livre, começou a abrir os botões da blusa de Luca com uma urgência selvagem. O tecido foi aberto, revelando o peito pálido e ofegante do rapaz. Kael não perdeu tempo. Ele desceu a cabeça, abocanhando um dos mamilos de Luca.
— Ah! — Luca deu um solavanco na cama, o quadril subindo instintivamente em busca de contato.
Kael alternava entre chupar com força e morder levemente, suas presas raspando a pele sensível. Ele queria marcar cada centímetro de Luca, queria que o cheiro e o gosto do garoto estivessem impregnados nele para sempre.
— Kael, por favor... — Luca implorou, sem saber exatamente o que estava pedindo, mas sentindo que sua magia estava prestes a explodir de dentro para fora se ele não tivesse mais daquele toque.
— Silêncio — ordenou Kael, subindo novamente para selar os lábios de Luca com os seus em um beijo faminto e desesperado. — Você é meu agora.
Luca não lutou. Ele se entregou ao abismo, sentindo que, pela primeira vez, não precisava controlar sua magia, pois Kael estava lá para consumi-la — e a ele também.
Luca deu um passo à frente, seus olhos claros tentando perfurar a escuridão.
— Kael? O que está acontecendo? Você sumiu o dia todo.
— Vá embora, Luca — a voz de Kael soou rouca, quase um rosnado animal, desprovida de sua habitual ironia provocadora. — Agora.
— Não vou a lugar nenhum até você me dizer o que tem de errado — insistiu o jovem de dezenove anos, aproximando-se mais. — Você prometeu me ajudar com o fluxo de mana hoje, e agora está aqui agindo como se fosse explodir.
Kael levantou a cabeça bruscamente. Seus olhos, normalmente de um castanho tão escuro que pareciam negros, agora brilhavam com uma fenda avermelhada e perigosa. Suas presas estavam levemente expostas, e os dedos cravavam-se no estofado da poltrona.
— Eu disse para sair! — Kael se levantou em um borrão de movimento, parando a centímetros de Luca. O calor que emanava do corpo do rapaz era um contraste torturante com o frio que Kael sentia por dentro. — Você é burro ou apenas teimoso? Eu não estou em condições de dar aulas de magia.
Luca não recuou. Pelo contrário, ele notou o tremor nas mãos de Kael e a palidez doentia em seu rosto. O entendimento o atingiu como um soco.
— Você está com fome. Faz quanto tempo que você não se alimenta, Kael?
Kael desviou o olhar, cerrando os dentes.
— Isso não é da sua conta. Eu consigo controlar.
— Claramente não consegue — Luca deu mais um passo, diminuindo a distância entre eles até que pudesse sentir o hálito frio do vampiro. Ele levou a mão ao pescoço, puxando levemente a gola da camisa para o lado, revelando a pele alva e a marca de nascimento que era o centro de sua sensibilidade mágica. — Bebe de mim.
O corpo de Kael retesou-se violentamente. Ele soltou uma risada seca, sem humor.
— Você não tem ideia do que está oferecendo. Seu sangue não é comum, Luca. Ele carrega sua magia. Se eu começar agora, não sei se vou ter forças para parar.
— Eu confio em você — disse Luca, sua voz firme, embora seu coração estivesse martelando contra as costelas. — Você sempre me protegeu. Deixa eu ajudar você agora.
— Não seja idiota — Kael rosnou, embora seus olhos estivessem fixos na pulsação visível no pescoço do garoto. — Saia daqui antes que eu perca a cabeça.
Luca suspirou, perdendo a paciência. Ele deu um passo ousado, agarrando os pulsos de Kael e forçando-os contra o próprio peito.
— Kael, olhe para mim. Eu estou mandando. Você me ensinou que magia é intenção, não é? Minha intenção agora é que você se alimente. Pare de lutar e apenas faça.
O autocontrole de Kael, já fragilizado por dias de privação, quebrou-se. Com um som que era metade gemido e metade rosnado, ele envolveu a cintura de Luca com um braço de ferro, puxando-o para perto. O cheiro de Luca — algo como ozônio e sândalo — inundou seus sentidos, nublando qualquer resquício de razão.
Kael enterrou o rosto na curva do pescoço de Luca, inalando profundamente. Seus lábios roçaram a marca sensível, fazendo um choque elétrico percorrer a espinha do jovem mago.
— Tem certeza? — Kael murmurou contra a pele dele, um último aviso.
— Tenho — sussurrou Luca, fechando os olhos.
As presas de Kael perfuraram a carne com uma precisão cirúrgica. Luca soltou um arquejo agudo, as mãos agarrando-se aos ombros largos do vampiro. A dor inicial foi rapidamente substituída por uma onda de prazer entorpecente, um efeito colateral da saliva vampírica, mas misturado à magia de Luca, o efeito foi amplificado dez vezes.
— Ah... Kael... — Luca gemeu, sua cabeça caindo para trás.
O sangue que fluía para a garganta de Kael era como fogo líquido, doce e potente. A magia de Luca parecia cantar em suas veias, revitalizando-o instantaneamente e, ao mesmo tempo, despertando um tipo diferente de fome. Ele não queria apenas o sangue; ele queria o dono dele.
Sentindo o corpo de Luca amolecer em seus braços, Kael aprofundou a mordida. Ele sugou com mais força, sentindo as vibrações dos gemidos de Luca contra sua língua. O som era música para seus ouvidos, um convite pecaminoso que o fazia queimar.
Luca sentia-se flutuar. Sua magia, normalmente caótica, parecia estar sendo drenada e organizada pelo toque de Kael. Mas, conforme o vampiro se tornava mais ávido, o prazer tornou-se quase insuportável.
— Kael... está... — Luca tentou falar, mas as palavras se perderam quando Kael mordeu um pouco mais forte, marcando-o com possessividade.
— Hnnnngh! — Luca soltou um gemido alto, seus olhos revirando para trás enquanto suas pernas falhavam.
Kael percebeu a reação. Ele sentiu o calor emanando de Luca, ouviu o coração dele acelerar de uma forma que não era apenas medo ou fraqueza, mas excitação pura. O vampiro se afastou do pescoço dele por um segundo, os lábios sujos de rubi, e viu o estado de Luca: o rosto corado, os lábios entreabertos e o olhar perdido.
A visão foi o gatilho final. Kael não aguentou mais.
Com uma força que Luca não teve como contestar, Kael o empurrou em direção à cama que ficava no canto do sótão. Luca caiu de costas nos lençóis escuros, o impacto fazendo seus cabelos brancos se espalharem como uma aura ao redor de sua cabeça.
Antes que pudesse processar o que estava acontecendo, Kael estava sobre ele, prendendo seus pulsos acima da cabeça com apenas uma mão.
— Você não deveria ter provocado um monstro faminto, Luca — disse Kael, sua voz agora baixa e carregada de desejo carnal.
— Eu não... eu não me importo — respondeu Luca, a respiração curta, a marca em seu pescoço pulsando em sincronia com o que sentia entre as pernas.
Kael soltou um rosnado baixo e, com a mão livre, começou a abrir os botões da blusa de Luca com uma urgência selvagem. O tecido foi aberto, revelando o peito pálido e ofegante do rapaz. Kael não perdeu tempo. Ele desceu a cabeça, abocanhando um dos mamilos de Luca.
— Ah! — Luca deu um solavanco na cama, o quadril subindo instintivamente em busca de contato.
Kael alternava entre chupar com força e morder levemente, suas presas raspando a pele sensível. Ele queria marcar cada centímetro de Luca, queria que o cheiro e o gosto do garoto estivessem impregnados nele para sempre.
— Kael, por favor... — Luca implorou, sem saber exatamente o que estava pedindo, mas sentindo que sua magia estava prestes a explodir de dentro para fora se ele não tivesse mais daquele toque.
— Silêncio — ordenou Kael, subindo novamente para selar os lábios de Luca com os seus em um beijo faminto e desesperado. — Você é meu agora.
Luca não lutou. Ele se entregou ao abismo, sentindo que, pela primeira vez, não precisava controlar sua magia, pois Kael estava lá para consumi-la — e a ele também.
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