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Jinbei e chopper

Фандом: One Piece

Создан: 07.07.2026

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O Pouso Macio do Cavaleiro do Mar

O sol da tarde brilhava intensamente sobre o convés do Thousand Sunny, refletindo-se nas águas cristalinas do Novo Mundo. Era um daqueles raros momentos de paz absoluta, onde o único som era o ranger suave da madeira do navio e o bater das ondas contra o casco. A maioria da tripulação estava ocupada com suas próprias tarefas ou tirando uma soneca em algum canto sombreado, mas na área do convés principal, uma cena de pura ternura estava prestes a se desenrolar.

Jinbe, o imponente timoneiro do bando, estava sentado encostado na amurada, aproveitando a brisa marinha. Sua presença sempre trazia uma aura de segurança e calma para o navio, mas com Chopper, essa seriedade se transformava em algo muito mais doce. Para o pequeno médico, Jinbe não era apenas o mestre do Karatê Tritão; ele era como um porto seguro, um "paizão" gigante e fofinho.

— Jinbe! Jinbe! — gritou Chopper, correndo pelo convés com suas patinhas fazendo um som rítmico na madeira.

O tritão abriu um de seus olhos e sorriu ao ver a pequena rena se aproximando. Chopper parecia uma bola de pelos saltitante, com os olhos brilhando de animação.

— Olá, pequeno médico — disse Jinbe com sua voz profunda e ressonante. — O que traz você aqui com tanta pressa? Alguma emergência médica ou apenas excesso de energia?

Chopper parou bem na frente dele, ofegante, mas com um sorriso de orelha a orelha.

— Eu terminei de organizar os remédios! — exclamou ele, pulando no colo de Jinbe. — Agora eu quero brincar! Sua barriga parece tão confortável hoje, Jinbe!

Jinbe soltou uma risada calorosa que fez seu peito vibrar. Ele adorava como Chopper se sentia à vontade com ele. Sem hesitar, o tritão estufou sua barriga grande e azul, que era firme, mas incrivelmente macia ao toque, especialmente para alguém do tamanho de Chopper.

— Ah, é mesmo? — Jinbe perguntou, dando tapinhas em seu próprio abdômen. — Então venha aqui. Sinta o poder do conforto do Cavaleiro do Mar.

Chopper não perdeu tempo. Ele mergulhou de cabeça na barriga de Jinbe, rindo enquanto era "rebatido" pela elasticidade natural do corpo do tritão. O médico começou a escalar a barriga de Jinbe como se fosse uma montanha macia, afundando seus cascos e pelos na pele fria e reconfortante do amigo.

— É como um marshmallow gigante! — Chopper riu, rolando de um lado para o outro. — Jinbe, você é o melhor travesseiro do mundo inteiro!

— Fico feliz em ser útil para o seu descanso, Chopper — respondeu Jinbe, envolvendo o pequeno com seus braços largos e fortes, dando-lhe um abraço apertado contra sua barriga. — Mas cuidado para não pegar no sono antes da hora do lanche do Sanji.

Eles ficaram ali por algum tempo, imersos em brincadeiras bobas. Jinbe fazia ondas com sua barriga, movendo os músculos abdominais para fazer Chopper "surfar" em cima dele, enquanto a rena soltava gargalhadas cristalinas que ecoavam pelo navio. No entanto, o espírito brincalhão de Jinbe decidiu subir de nível.

— Chopper — disse Jinbe com um tom misterioso, embora houvesse um brilho travesso em seus olhos. — Você sabe o que acontece quando uma montanha decide se sentar?

Chopper parou de rolar e olhou para cima, curioso, inclinando a cabeça para o lado.

— Uma montanha se sentar? Mas montanhas não sentam, Jinbe. Elas ficam paradas.

— Ah, mas esta montanha aqui é especial — Jinbe disse, começando a se levantar lentamente, enquanto Chopper escorregava para o chão do convés.

Jinbe ficou de pé, sua estatura imponente projetando uma sombra amigável sobre a pequena rena. Chopper olhava para cima, esperando para ver qual seria a próxima brincadeira. O tritão então se virou de costas, olhando por cima do ombro com um sorriso largo.

— Prepare-se, Chopper! — avisou Jinbe. — O ataque do "Assento de Tritão" está chegando!

Chopper arregalou os olhos, mas não de medo, e sim de pura empolgação. Ele se deitou de costas no gramado do convés, esticando as patinhas para cima.

— Pode vir! Eu aguento! — desafiou a rena, rindo.

Com uma agilidade surpreendente para o seu tamanho, Jinbe começou a descer lentamente. Ele não ia realmente colocar todo o seu peso sobre o pequeno amigo, é claro, mas a ideia era criar aquela sensação de ser "esmagado" por uma nuvem gigante de azul.

— Lá vou eu! — anunciou Jinbe.

Lentamente, a parte posterior de Jinbe — seu bumbum grande e firme — começou a descer em direção a Chopper. O médico soltou um guincho de alegria ao ver aquela "massa" azul se aproximando. Quando o contato finalmente aconteceu, foi como se Chopper tivesse sido engolido por uma almofada gigante.

— Wahhh! — Chopper exclamou, sua voz abafada pelo corpo de Jinbe. — É tão pesado e tão fofinho ao mesmo tempo!

Jinbe sentou-se completamente, mas mantendo a maior parte do peso apoiada em suas próprias pernas para não machucar Chopper. Ele sentia o pequeno se mexer lá embaixo, tentando encontrar uma saída ou apenas se acomodando no calor do corpo do tritão.

— E agora, Chopper? — perguntou Jinbe, rindo. — Como o médico vai escapar dessa armadilha pesada?

— Eu... eu estou preso! — Chopper brincou, sua voz saindo de algum lugar sob Jinbe. — Socorro! O timoneiro sentou em mim! É o fim da medicina como a conhecemos!

Jinbe soltou uma gargalhada ruidosa, sentindo as cócegas que os pelos de Chopper faziam em sua pele. Ele começou a balançar levemente de um lado para o outro, mantendo Chopper "preso" sob seu assento macio.

— Sinta o peso da justiça! — brincou Jinbe. — Ou melhor, sinta o peso de quem comeu demais no jantar do Sanji ontem à noite!

— Está muito quentinho aqui embaixo! — Chopper conseguiu dizer, saindo com a cabeça por entre as pernas de Jinbe, com o chapéu meio torto. — Parece que eu estou dentro de uma caverna feita de Jinbe!

Jinbe olhou para baixo e viu a carinha fofa de Chopper aparecendo. Ele não resistiu e se inclinou para trás, pegando a rena e puxando-a para cima, sentando-a em seu colo novamente enquanto ele mesmo continuava sentado no chão.

— Você é muito valente, Chopper — disse Jinbe, limpando uma pequena lágrima de riso do canto do olho. — Poucos piratas no mundo sobreviveriam a um ataque direto do meu bumbum.

Chopper inflou o peito, tentando parecer durão, apesar de estar coberto de fiapos do tapete de grama do Sunny.

— Eu sou um monstro, esqueceu? — Ele tentou fazer uma pose heróica, mas logo voltou a abraçar a barriga de Jinbe. — Mas acho que prefiro ser o seu travesseiro do que o seu alvo.

— E você será sempre o meu pequeno companheiro preferido — Jinbe respondeu, passando sua mão enorme pela cabeça de Chopper, entre os chifres. — Sabe, às vezes a vida no mar é muito dura. Ter esses momentos com você me lembra por que lutamos tanto para proteger este bando.

Chopper olhou para cima, os olhos grandes e úmidos de emoção. Ele sempre se sentia tão pequeno em um mundo de gigantes, mas com Jinbe, ele se sentia importante, cuidado e, acima de tudo, amado.

— Jinbe... — começou Chopper com a voz embargada. — Você é o melhor paizão que um médico poderia ter.

Jinbe sentiu um calor no peito que não tinha nada a ver com o sol. Ele puxou Chopper para mais um abraço, apertando-o contra sua barriga grande e protetora.

— E você é o melhor filho que um timoneiro poderia desejar — sussurrou Jinbe.

Eles ficaram ali por mais algum tempo, a rena descansando a cabeça no abdômen macio do tritão, enquanto Jinbe observava o horizonte, protegendo o sono do pequeno médico com sua presença imponente. No Sunny, a família não era definida pelo sangue, mas por momentos como aquele: onde um guerreiro lendário podia simplesmente sentar-se no chão e brincar de ser uma montanha para uma rena que sonhava em curar o mundo.

De repente, a voz de Luffy ecoou da proa do navio:

— Ei! O que vocês estão fazendo aí? É uma festa de abraços e ninguém me convidou?

Chopper levantou a cabeça rapidamente, rindo.

— O Jinbe tentou me esmagar, Luffy! Mas eu sobrevivi!

Luffy correu em direção a eles com um sorriso imenso.

— O quê? Eu também quero ser esmagado pelo Jinbe! Vai, Jinbe! Senta em mim também!

Jinbe olhou para o seu capitão e depois para Chopper, balançando a cabeça com um sorriso resignado.

— Receio que o Sunny não aguente tanto peso se eu começar a sentar em todo mundo — brincou Jinbe. — Mas acho que há espaço para mais um abraço.

Luffy não esperou e se jogou sobre os dois, esticando seus braços de borracha para envolver Jinbe e Chopper em um emaranhado de risadas e afeto. Ali, no meio do oceano, cercados por perigos e mistérios, eles encontraram o maior tesouro de todos: o calor de uma família que sabia que, não importa o quão grande fosse o peso do mundo, eles sempre teriam um ao outro para amortecer a queda.

E Jinbe, com sua barriga grande e seu coração ainda maior, continuou sendo o pilar — e o assento mais confortável — daquele bando de sonhadores.

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