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Фандом: Enhpeyn Nishimura riki

Создан: 30.12.2025

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Um Dia dos Namorados Inesquecível


O cheiro de espuma de banho e o suave aroma cítrico do sabonete ainda pairavam no ar do meu banheiro, misturados com o toque inconfundível do perfume amadeirado do Niki. Meus músculos protestavam a cada pequeno movimento, e minha mente ainda tentava processar a intensidade da noite anterior. Eu, SN, namorada do Nishimura Riki, mais conhecido como Niki do ENHYPEN, estava oficialmente exausta no dia mais romântico do ano.

A luz do sol da manhã penetrava pelas cortinas semiabertas do meu quarto, desenhando padrões dourados no carpete. O relógio digital na minha mesa de cabeceiras marcava 10:30. Era Dia dos Namorados. E eu mal conseguia levantar.

Um sorriso bobo se espalhou pelo meu rosto enquanto as memórias da noite anterior me invadiam. Niki e eu tínhamos planejado uma noite tranquila em casa para celebrar o Dia dos Namorados antecipadamente, já que a agenda dele era sempre imprevisível. Pedimos nossa comida favorita, assistimos a um filme bobo e, quando a noite começou a esfriar, a ideia de um banho quente pareceu perfeita.

"Que tal relaxarmos um pouco na banheira, SN?" ele perguntou, com aquele brilho travesso nos olhos que eu conhecia tão bem. Ele já estava tirando a camisa, revelando o abdômen definido que eu tanto amava.

Eu ri, sentindo meu coração acelerar. "Hmm, parece uma ótima ideia, Riki."

A banheira estava cheia de espuma, com a água na temperatura perfeita. Velas aromáticas criavam um ambiente suave e romântico, e uma música calma tocava baixinho no fundo. Entramos juntos, a água quente envolvendo nossos corpos, e o mundo exterior parecia desaparecer.

Niki me abraçou por trás, o queixo apoiado no meu ombro, os lábios roçando na minha pele. "Você está linda, SN," ele sussurrou, e o arrepio que percorreu minha espinha não tinha nada a ver com a temperatura da água.

Nossos beijos começaram suaves, carinhosos, mas rapidamente se aprofundaram, a paixão borbulhando entre nós como a espuma da banheira. As mãos dele exploravam cada curva do meu corpo, e as minhas se enroscavam nos seus cabelos molhados. A água agitada pelas nossas carícias, as risadas abafadas, os gemidos contidos – tudo se misturava em uma sinfonia de prazer e intimidade.

Foi selvagem, apaixonado e completamente sem fôlego. O tempo parecia parar enquanto nos perdíamos um no outro, a cada toque, a cada beijo, a cada sussurro. As bolhas da banheira estourando ao nosso redor eram as únicas testemunhas da nossa entrega total.

Quando finalmente saímos da banheira, encharcados e ofegantes, Niki me enrolou em uma toalha e me carregou até o quarto. Mas a noite ainda não tinha acabado.

"Acha que podemos aguentar mais uma rodada, SN?" ele perguntou, com um sorriso malicioso, enquanto me deitava gentilmente na cama.

Eu apenas ri, completamente rendida. "Talvez... se você for muito convincente."

E ele foi. Foi uma noite de amor intenso, daquelas que se gravam na memória.

Na manhã seguinte, no entanto, a realidade bateu. Eu estava exausta. Cada músculo do meu corpo parecia ter corrido uma maratona. Niki, por outro lado, parecia ter acordado com uma energia renovada, o que era típico dele.

"Bom dia, dorminhoca," ele disse, entrando no quarto com uma bandeja de café da manhã. O cheiro de café fresco e torradas me fez salivar. Ele já estava vestido, o cabelo ainda um pouco úmido do banho, e parecia absurdamente lindo.

"Bom dia," eu murmurei, tentando me sentar, mas gemendo com a dor.

Ele riu, um som melodioso que sempre acalmava meu coração. "Está tudo bem? Parece que você passou por um furacão."

"Você foi o furacão, Nishimura Riki," eu brinquei, mas um sorriso genuíno se formou nos meus lábios.

Ele colocou a bandeja na cama, ao meu lado, e se inclinou para me dar um beijo suave na testa. "Feliz Dia dos Namorados, meu amor."

"Feliz Dia dos Namorados," eu respondi, pegando uma torrada. "Você sabe que eu te amo, certo?"

"Eu também te amo, SN," ele disse, os olhos cheios de carinho. "E eu sei que você me ama. Especialmente depois de ontem."

Eu corei. "Você é inacreditável."

Ele me deu um beijo rápido nos lábios. "Agora, coma. Você precisa de energia. Temos um dia inteiro pela frente."

"Um dia inteiro de quê? De eu deitada aqui, me recuperando?"

Ele riu. "Não seja dramática. Eu reservei um almoço especial e depois um passeio pelo parque. Mas se você estiver realmente cansada, podemos ficar em casa e assistir a filmes."

Eu pensei por um momento. A ideia de sair me parecia um desafio olímpico, mas a ideia de passar o Dia dos Namorados deitada na cama não era exatamente o que eu queria.

"Me dê uns 30 minutos," eu disse. "Vou tomar um banho e tentar parecer uma pessoa funcional."

Niki sorriu. "Eu vou esperar você lá embaixo."

Com um suspiro, me arrastei para fora da cama. A cada passo, sentia um lembrete do quão intensa a noite tinha sido. Mas, ao mesmo tempo, um calor gostoso se espalhava pelo meu peito. Era um lembrete do amor que compartilhávamos, da paixão que nos unia.

Depois de um banho revigorante e um esforço considerável para me vestir, desci as escadas, sentindo-me um pouco mais humana. Niki estava esperando na sala, olhando pela janela. Ele se virou quando me ouviu, e um sorriso largo iluminou seu rosto.

"Pronta para o Dia dos Namorados, meu amor?" ele perguntou, estendendo a mão para mim.

Eu sorri, pegando a mão dele. "Pronta. Mas se eu começar a mancar, a culpa é sua."

Ele riu, apertando minha mão. "Eu assumo a culpa. Mas valeu a pena, não valeu?"

"Com certeza," eu sussurrei, e ele me puxou para um abraço apertado.

O almoço foi delicioso, em um restaurante charmoso que Niki havia reservado. Conversamos sobre tudo e nada, rimos, e aproveitamos cada momento juntos. A cada toque casual, a cada olhar demorado, eu sentia a conexão profunda que tínhamos.

Depois do almoço, fomos para o parque. O sol estava brilhando, e a brisa suave era refrescante. Caminhamos de mãos dadas, observando as pessoas, os casais apaixonados, as crianças brincando. Niki estava radiante, e a felicidade dele era contagiante.

"Lembra daquela vez que você me levou para andar de bicicleta no parque e eu quase caí?" eu disse, rindo.

"E eu te segurei antes que você se machucasse," ele completou, apertando minha mão. "Eu sempre vou te segurar, SN."

Nossos olhos se encontraram, e por um momento, o mundo pareceu desaparecer novamente. Havia uma promessa silenciosa em seu olhar, uma promessa de amor eterno e de cuidado.

Continuamos nossa caminhada, e então Niki parou de repente. Ele apontou para um carro estacionado um pouco mais adiante. Era o carro dele, mas estava ligeiramente diferente.

"O que é isso?" eu perguntei, curiosa.

"Surpresa," ele disse, com aquele brilho travesso nos olhos novamente.

Ao nos aproximarmos, percebi que o carro estava decorado com algumas luzes pisca-pisca e um pequeno buquê de flores no banco do passageiro. Havia também uma caixa de chocolates e um ursinho de pelúcia.

"Niki, o que é tudo isso?"

"Bom, eu queria te dar alguns presentes de Dia dos Namorados. E também... queria te levar para um lugar especial."

Ele abriu a porta do carro para mim, e eu entrei, meu coração batendo forte de emoção. Ele deu a volta e entrou no banco do motorista.

"Para onde estamos indo?"

"Para um lugar onde podemos ser só nós dois, sem preocupações."

Dirigimos por alguns minutos, e então ele estacionou em um local um pouco isolado, com uma vista deslumbrante da cidade. O sol estava começando a se pôr, pintando o céu com tons de laranja e rosa.

"Uau," eu disse, admirada. "É lindo, Niki."

"Não tão lindo quanto você," ele respondeu, e eu senti minhas bochechas corarem.

Ele me entregou as flores, os chocolates e o ursinho. "Feliz Dia dos Namorados, meu amor."

Eu o abracei forte, inalando o perfume dele. "Obrigada, Niki. Você é o melhor namorado do mundo."

Ele sorriu, e então seus olhos encontraram os meus. Aquele mesmo brilho intenso de desejo que eu tinha visto na noite anterior estava de volta.

"Sabe, SN," ele começou, a voz um pouco mais rouca. "Eu estava pensando..."

"No quê?" eu perguntei, já sabendo mais ou menos onde aquilo ia dar.

"Que o carro tem bancos de couro muito confortáveis..."

Eu ri, balançando a cabeça. "Você é inacreditável, Nishimura Riki."

"E você me ama por isso," ele disse, se inclinando para me beijar.

O beijo começou suave, mas rapidamente se tornou ardente, a paixão reacendida entre nós. As mãos dele exploravam minha cintura, e as minhas se enroscavam em seu pescoço. O espaço do carro era apertado, mas isso só aumentava a intimidade.

As janelas começaram a embaçar com a nossa respiração, e o mundo exterior desapareceu mais uma vez. Os beijos se aprofundaram, as carícias se tornaram mais ousadas. A cada toque, a cada sussurro de desejo, eu sentia meu corpo responder ao dele.

Foi uma experiência diferente da banheira. Mais apertada, mais clandestina, mas igualmente emocionante e intensa. A adrenalina de estar em um lugar público, mas ao mesmo tempo tão íntimos, só aumentava a excitação.

Nossos corpos se moviam em um ritmo próprio, a paixão nos guiando. Niki era um amante atencioso e apaixonado, sempre me levando ao limite e além. Os gemidos abafados, os suspiros ofegantes – tudo se misturava em uma dança de prazer.

Quando a última luz do sol sumiu no horizonte e as estrelas começaram a aparecer, estávamos ofegantes, mas com sorrisos satisfeitos nos rostos.

"Você é uma louca," eu sussurrei, a cabeça apoiada no ombro dele.

"E você é a minha louca," ele respondeu, beijando o topo da minha cabeça. "Eu te amo, SN."

"Eu também te amo, Riki," eu disse, sentindo meu coração transbordar de felicidade.

Ele me ajudou a me recompor, e então me levou para casa. A exaustão da noite anterior e da nova aventura no carro me atingiu em cheio.

No dia seguinte, eu mal consegui me mover. Minhas pernas estavam doloridas, meus quadris protestavam, e eu sentia como se tivesse sido atropelada por um caminhão.

Niki, por outro lado, estava radiante. Ele entrou no meu quarto com um sorriso vitorioso.

"Bom dia, meu amor," ele disse, se aproximando da cama. "Como você está se sentindo?"

"Como se eu tivesse corrido uma maratona," eu murmurei, ainda tentando processar o fato de que era o Dia dos Namorados e eu estava completamente incapacitada.

Ele riu, um som suave e melodioso. "Eu acho que você se divertiu bastante, então."

"Divertido é um eufemismo," eu disse, com um sorriso fraco. "Você é insaciável, Nishimura Riki."

"Só com você, SN," ele respondeu, e se inclinou para me dar um beijo suave nos lábios. "Feliz Dia dos Namorados atrasado. Eu juro que da próxima vez eu vou pegar mais leve."

"Mentiroso," eu brinquei, mas não pude evitar o sorriso.

Ele se deitou ao meu lado, me abraçando apertado. "Eu te amo, SN. Muito."

"Eu também te amo, Riki," eu disse, me aconchegando em seus braços.

Aquele Dia dos Namorados tinha sido tudo, menos tranquilo. Foi intenso, apaixonado, e me deixou completamente exausta. Mas cada momento, cada toque, cada beijo, valeu a pena. Porque com Niki, cada dia era uma aventura, e cada momento era uma celebração do nosso amor. E mesmo que eu mal conseguisse levantar no dia seguinte, eu não mudaria nada. Porque era o nosso jeito de amar, e era perfeito para nós.
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