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Romance em mato
Фандом: Mato no Slave
Создан: 20.02.2026
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O Despertar do Dragão e a Sombra de um Novo Amor
O ar na sala de reuniões da Sétima Divisão estava denso, pesado com a tensão que emanava de Kyoka Uzen. Seus olhos, geralmente um farol de determinação, agora irradiavam uma frieza cortante, fixos em Yuuki Wakura.
"Você é um estorvo, Yuuki," ela proferiu, a voz baixa, mas carregada de uma autoridade inquestionável. "Sua inabilidade de controlar o poder do escravo tem colocado a todos em risco. Não há lugar para fraqueza em minhas fileiras."
Yuuki, que até então havia suportado as repreensões com a cabeça baixa, sentiu algo se romper dentro de si. As palavras de Kyoka, afiadas como lâminas, perfuraram sua determinação. Ele sempre se esforçou, sempre tentou ser útil, mas parecia que nunca era o suficiente. Uma onda de frustração e raiva, há muito reprimida, começou a borbulhar.
"Estorvo?" ele retrucou, erguendo a cabeça, seus olhos castanhos queimando com uma intensidade incomum. "Eu me arrisco, luto ao lado de vocês! E é assim que você me agradece?"
A discussão escalou rapidamente. Kyoka, inflexível em sua visão pragmática, não cedia. Yuuki, ferido e sentindo-se traído, não conseguia mais conter a torrente de emoções. As palavras voavam, cada uma mais dolorosa que a anterior, até que um silêncio pesado se instalou, cortado apenas pela respiração ofegante de Yuuki.
De repente, uma sensação estranha percorreu seu corpo. Era como se algo em seu interior estivesse se expandindo, uma energia inexplorada despertando. Seus músculos se contraíram involuntariamente, e uma aura invisível, mas palpável, começou a emanar dele.
Kyoka, por um breve instante, recuou. Seus olhos, treinados para detectar anomalias no poder, arregalaram-se ligeiramente. Aquilo não era o poder do escravo, não da forma que ela conhecia.
Yuuki sentiu um formigamento nas mãos, uma força bruta pulsando em suas veias. Ele cerrou os punhos, e a pele de seus braços e mãos, por um breve momento, adquiriu uma tonalidade escura, dura como aço. Era o Haki do Armamento, um eco distante de um velho marinheiro que quebrava montanhas com os punhos.
Ao mesmo tempo, seus sentidos se aguçaram. Ele podia sentir as intenções de Kyoka, a hesitação por trás de sua fachada dura. Podia prever o próximo movimento dela, a leve contração em seus músculos antes mesmo que ela pensasse em se mover. O Haki da Observação, uma visão preditiva que rivalizava com a de um pirata que via o futuro, se manifestava.
E então, o mais impressionante: uma onda de pressão invisível, mas avassaladora, irrompeu de Yuuki. Os objetos na sala tremeram levemente, e Kyoka, apesar de sua força, sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Era o Haki do Rei, uma manifestação rara de vontade que subjugava os mais fracos.
Kyoka o encarou, seus olhos arregalados de surpresa e um toque de... medo? Mas a frustração de Yuuki era grande demais para se importar com a reação dela. Ele se virou e saiu da sala, a porta batendo ruidosamente atrás de si, deixando Kyoka sozinha com suas dúvidas e um novo e desconhecido poder.
Ele vagou pelos corredores da base, a mente um turbilhão. A discussão com Kyoka, o despertar súbito de seus poderes... tudo era demais para processar. Ele precisava de um lugar para pensar, para entender o que estava acontecendo com ele.
Foi então que a encontrou. Fubuki Azuma, a líder da Nona Divisão, estava encostada em uma parede, observando-o com uma expressão ilegível. Seus olhos, geralmente sérios e observadores, carregavam um brilho de curiosidade e talvez, apenas talvez, algo mais.
"Problemas na Sétima Divisão, Yuuki-kun?" ela perguntou, sua voz suave, mas com uma autoridade subjacente.
Yuuki hesitou, mas a gentileza em sua voz o encorajou. Ele desabafou, contando sobre a discussão com Kyoka, a sensação de não ser valorizado, e o despertar repentino de seus poderes.
Fubuki ouviu atentamente, sem interromper. Quando ele terminou, ela se aproximou, colocando uma mão gentil em seu ombro. "Kyoka tem um jeito... direto de ser. Ela se preocupa com a segurança de sua divisão, mas às vezes esquece que as palavras podem ferir."
"Mas eu não sou um estorvo," Yuuki murmurou, a voz embargada.
"Não, você não é," Fubuki afirmou com firmeza. "Você é um ativo valioso, Yuuki. E esses novos poderes... eles são extraordinários." Ela o observou com um brilho nos olhos. "A Nona Divisão está sempre de portas abertas para quem busca um lugar para crescer e ser valorizado. Se você quiser um novo começo, um lugar onde possa desenvolver seu potencial sem ser julgado, eu o acolho."
A proposta de Fubuki foi como um bálsamo para a alma ferida de Yuuki. Ele a olhou, a gratidão enchendo seus olhos. "Eu... eu aceito."
E assim, Yuuki Wakura encontrou um novo lar na Nona Divisão. Fubuki, com sua seriedade e simpatia, tornou-se sua mentora e, gradualmente, muito mais. Ela o ajudou a controlar seus novos poderes, a entender as nuances do Haki do Armamento, da Observação e do Rei. Sob sua orientação, Yuuki floresceu, tornando-se mais forte, mais confiante.
Os dias se transformaram em semanas, e a proximidade entre Yuuki e Fubuki se aprofundou. As sessões de treinamento se estendiam por horas, pontuadas por risadas e conversas profundas. Eles compartilhavam refeições, segredos e sonhos. A tensão sexual, sutil no início, tornou-se inegável.
Uma noite, após um treinamento exaustivo, eles estavam sozinhos no dojo da Nona Divisão. O ar estava carregado com a eletricidade de suas emoções não ditas. Fubuki o observou, seus olhos penetrantes suavizados por uma ternura incomum.
"Você tem se esforçado muito, Yuuki," ela disse, sua voz quase um sussurro.
"Graças a você, Fubuki-san," ele respondeu, seus olhos fixos nos dela. O apelido "Fubuki-san" pareceu se dissolver no ar, substituído por um "Fubuki" mais íntimo em seus pensamentos.
Ela se aproximou, a distância entre eles diminuindo a cada passo. O coração de Yuuki batia forte em seu peito. Seus olhos se encontraram, e um entendimento tácito passou entre eles.
"Você é mais do que um escravo, Yuuki," ela disse, a mão dela erguendo-se para tocar seu rosto. Seu toque era suave, mas carregado de uma intensidade que o fez tremer. "Você é um homem extraordinário."
Ele não pôde resistir. Seus lábios encontraram os dela, um beijo hesitante no início, que rapidamente se aprofundou em um turbilhão de paixão e desejo. O dojo, antes um local de treinamento, tornou-se um santuário para o despertar de um novo amor. As roupas foram descartadas apressadamente, e os gemidos suaves se misturaram ao som de seus corações acelerados. A noite foi consumida pela entrega mútua, corpos entrelaçados em um ritmo ancestral, as emoções fluindo livremente entre eles.
Enquanto isso, a notoriedade de Yuuki crescia. Seus novos poderes o tornavam um oponente formidável, e a Nona Divisão, sob a liderança de Fubuki e com a força crescente de Yuuki, começou a se destacar.
As lutas contra os Oito Deuses do Trovão se tornaram mais frequentes e mais intensas. Yuuki, com seu Haki do Armamento, era capaz de desviar e quebrar ataques que antes o teriam aniquilado. Seu Haki da Observação o permitia prever os movimentos dos Deuses, coordenando-se com Fubuki em um balé mortal de ataque e defesa. E seu Haki do Rei, embora ainda em desenvolvimento, ocasionalmente irrompia, atordoando os inimigos mais fracos e abrindo caminho para os golpes decisivos de Fubuki.
Em uma dessas batalhas, contra um dos Deuses do Trovão mais brutais, Yuuki se viu encurralado. O Deus do Trovão, imbuído de eletricidade, lançou um ataque devastador. No último instante, Yuuki ativou seu Haki do Armamento em seus braços, quebrando a eletricidade e absorvendo parte do impacto. Ao mesmo tempo, seu Haki da Observação previu um contra-ataque do Deus, e ele se moveu, esquivando-se por um triz. Com um grito de guerra, ele desferiu um soco imbuído de Haki do Armamento, replicando a força destrutiva dos golpes do lendário Garp, atingindo o Deus do Trovão com uma força avassaladora que o jogou para trás. Fubuki, vendo a abertura, finalizou o inimigo com um golpe preciso de sua arma.
A notícia das proezas de Yuuki e da Nona Divisão chegou aos ouvidos da Comandante Ren, a líder geral das Divisões Anti-Demônios. Ren, uma mulher orgulhosa e manipuladora, que escondia sua natureza por trás de um sorriso alegre, viu em Yuuki uma nova ferramenta potencial.
Ela se aproximou de Yuuki em várias ocasiões, sempre com um sorriso radiante e palavras de encorajamento. "Yuuki-kun, você tem sido notável! Sua força é um trunfo para todos nós. Eu sempre soube que você tinha um potencial incrível."
Yuuki, no entanto, não era facilmente enganado. O Haki da Observação o permitia ver através das intenções superficiais de Ren, detectando a manipulação e o cálculo por trás de seus elogios. Ele a tratava com respeito, mas mantinha uma distância cautelosa, suas respostas sempre educadas, mas evasivas.
Ren tentou isolá-lo de Fubuki, sugerindo que ele passasse mais tempo com sua própria divisão para "aprimorar suas habilidades". Ela ofereceu-lhe missões de alto perfil, esperando que o sucesso o inebriasse e o fizesse esquecer sua lealdade à Nona Divisão. Mas Yuuki permaneceu firme. Ele era leal a Fubuki, não apenas como sua líder, mas como a mulher que o acolheu e o amou.
As tentativas de Ren falhavam miseravelmente, cada uma delas reforçando a determinação de Yuuki em permanecer ao lado de Fubuki. Ele não seria uma peça no jogo de poder de ninguém.
Enquanto isso, Kyoka Uzen observava de longe. O arrependimento crescia em seu coração a cada notícia das vitórias de Yuuki. Ela via a força que ele havia adquirido, a confiança que irradiava, a parceria inquebrável que ele formava com Fubuki. As palavras duras que ela havia proferido, a rejeição que ele havia sofrido, agora a assombravam.
Ela se lembrava daquele dia na sala de reuniões, do brilho nos olhos de Yuuki, da pressão invisível que ele havia liberado. Ela havia dispensado aquilo como um surto emocional, mas agora, com os relatos de seus novos poderes, ela sabia que havia cometido um erro grave.
Kyoka se viu sozinha, a amargura de seu julgamento errado corroendo-a. Ela havia perdido um aliado valioso, um potencial extraordinário, e o empurrado para os braços de outra líder. A imagem de Yuuki e Fubuki, trabalhando em perfeita sincronia nas batalhas, era um lembrete constante de seu erro.
Em um dia chuvoso, Kyoka decidiu confrontar Fubuki. Ela a encontrou no jardim da base, meditando em silêncio.
"Fubuki," Kyoka disse, sua voz mais suave do que o habitual.
Fubuki abriu os olhos, encarando sua colega com sua expressão habitual. "Kyoka. O que a traz aqui?"
"Eu... eu preciso falar sobre Yuuki," Kyoka começou, a dificuldade em suas palavras evidente. "Eu cometi um erro. Fui dura demais, injusta. Eu não vi o potencial que ele tinha, e agora... ele se tornou tão forte."
Fubuki a observou, sem emoção aparente. "Yuuki encontrou seu lugar na Nona Divisão. Ele está feliz aqui. E ele é amado." A última frase foi dita com uma intensidade que não deixou dúvidas sobre a natureza de seu relacionamento com Yuuki.
Kyoka sentiu uma pontada de inveja, mas também um reconhecimento da verdade. "Eu sei. E eu me arrependo. Eu o afastei. Eu o perdi para você."
Fubuki não respondeu diretamente. Em vez disso, ela disse: "Yuuki é um homem de grande coração, Kyoka. Ele se importa com as pessoas. Se você realmente se arrepende, talvez um dia ele possa perdoá-la. Mas ele nunca esquecerá o que aconteceu."
Kyoka acenou com a cabeça, a chuva se misturando com as lágrimas não derramadas em seus olhos. Ela sabia que a estrada para a redenção seria longa e difícil, se é que existia. A perda de Yuuki era um fardo que ela teria que carregar.
Enquanto isso, Yuuki e Fubuki continuavam a fortalecer não apenas a Nona Divisão, mas também seu próprio laço. A cada batalha superada, a cada desafio enfrentado, o amor entre eles se aprofundava. Yuuki havia encontrado não apenas um propósito, mas também um lar e uma família com Fubuki. Ele era o escravo da Nona Divisão, mas também era o amado de sua líder, e juntos, eles estavam prontos para enfrentar qualquer ameaça que viesse. O despertar do dragão dentro dele havia trazido não apenas poder, mas também um novo e inesperado amor.
"Você é um estorvo, Yuuki," ela proferiu, a voz baixa, mas carregada de uma autoridade inquestionável. "Sua inabilidade de controlar o poder do escravo tem colocado a todos em risco. Não há lugar para fraqueza em minhas fileiras."
Yuuki, que até então havia suportado as repreensões com a cabeça baixa, sentiu algo se romper dentro de si. As palavras de Kyoka, afiadas como lâminas, perfuraram sua determinação. Ele sempre se esforçou, sempre tentou ser útil, mas parecia que nunca era o suficiente. Uma onda de frustração e raiva, há muito reprimida, começou a borbulhar.
"Estorvo?" ele retrucou, erguendo a cabeça, seus olhos castanhos queimando com uma intensidade incomum. "Eu me arrisco, luto ao lado de vocês! E é assim que você me agradece?"
A discussão escalou rapidamente. Kyoka, inflexível em sua visão pragmática, não cedia. Yuuki, ferido e sentindo-se traído, não conseguia mais conter a torrente de emoções. As palavras voavam, cada uma mais dolorosa que a anterior, até que um silêncio pesado se instalou, cortado apenas pela respiração ofegante de Yuuki.
De repente, uma sensação estranha percorreu seu corpo. Era como se algo em seu interior estivesse se expandindo, uma energia inexplorada despertando. Seus músculos se contraíram involuntariamente, e uma aura invisível, mas palpável, começou a emanar dele.
Kyoka, por um breve instante, recuou. Seus olhos, treinados para detectar anomalias no poder, arregalaram-se ligeiramente. Aquilo não era o poder do escravo, não da forma que ela conhecia.
Yuuki sentiu um formigamento nas mãos, uma força bruta pulsando em suas veias. Ele cerrou os punhos, e a pele de seus braços e mãos, por um breve momento, adquiriu uma tonalidade escura, dura como aço. Era o Haki do Armamento, um eco distante de um velho marinheiro que quebrava montanhas com os punhos.
Ao mesmo tempo, seus sentidos se aguçaram. Ele podia sentir as intenções de Kyoka, a hesitação por trás de sua fachada dura. Podia prever o próximo movimento dela, a leve contração em seus músculos antes mesmo que ela pensasse em se mover. O Haki da Observação, uma visão preditiva que rivalizava com a de um pirata que via o futuro, se manifestava.
E então, o mais impressionante: uma onda de pressão invisível, mas avassaladora, irrompeu de Yuuki. Os objetos na sala tremeram levemente, e Kyoka, apesar de sua força, sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Era o Haki do Rei, uma manifestação rara de vontade que subjugava os mais fracos.
Kyoka o encarou, seus olhos arregalados de surpresa e um toque de... medo? Mas a frustração de Yuuki era grande demais para se importar com a reação dela. Ele se virou e saiu da sala, a porta batendo ruidosamente atrás de si, deixando Kyoka sozinha com suas dúvidas e um novo e desconhecido poder.
Ele vagou pelos corredores da base, a mente um turbilhão. A discussão com Kyoka, o despertar súbito de seus poderes... tudo era demais para processar. Ele precisava de um lugar para pensar, para entender o que estava acontecendo com ele.
Foi então que a encontrou. Fubuki Azuma, a líder da Nona Divisão, estava encostada em uma parede, observando-o com uma expressão ilegível. Seus olhos, geralmente sérios e observadores, carregavam um brilho de curiosidade e talvez, apenas talvez, algo mais.
"Problemas na Sétima Divisão, Yuuki-kun?" ela perguntou, sua voz suave, mas com uma autoridade subjacente.
Yuuki hesitou, mas a gentileza em sua voz o encorajou. Ele desabafou, contando sobre a discussão com Kyoka, a sensação de não ser valorizado, e o despertar repentino de seus poderes.
Fubuki ouviu atentamente, sem interromper. Quando ele terminou, ela se aproximou, colocando uma mão gentil em seu ombro. "Kyoka tem um jeito... direto de ser. Ela se preocupa com a segurança de sua divisão, mas às vezes esquece que as palavras podem ferir."
"Mas eu não sou um estorvo," Yuuki murmurou, a voz embargada.
"Não, você não é," Fubuki afirmou com firmeza. "Você é um ativo valioso, Yuuki. E esses novos poderes... eles são extraordinários." Ela o observou com um brilho nos olhos. "A Nona Divisão está sempre de portas abertas para quem busca um lugar para crescer e ser valorizado. Se você quiser um novo começo, um lugar onde possa desenvolver seu potencial sem ser julgado, eu o acolho."
A proposta de Fubuki foi como um bálsamo para a alma ferida de Yuuki. Ele a olhou, a gratidão enchendo seus olhos. "Eu... eu aceito."
E assim, Yuuki Wakura encontrou um novo lar na Nona Divisão. Fubuki, com sua seriedade e simpatia, tornou-se sua mentora e, gradualmente, muito mais. Ela o ajudou a controlar seus novos poderes, a entender as nuances do Haki do Armamento, da Observação e do Rei. Sob sua orientação, Yuuki floresceu, tornando-se mais forte, mais confiante.
Os dias se transformaram em semanas, e a proximidade entre Yuuki e Fubuki se aprofundou. As sessões de treinamento se estendiam por horas, pontuadas por risadas e conversas profundas. Eles compartilhavam refeições, segredos e sonhos. A tensão sexual, sutil no início, tornou-se inegável.
Uma noite, após um treinamento exaustivo, eles estavam sozinhos no dojo da Nona Divisão. O ar estava carregado com a eletricidade de suas emoções não ditas. Fubuki o observou, seus olhos penetrantes suavizados por uma ternura incomum.
"Você tem se esforçado muito, Yuuki," ela disse, sua voz quase um sussurro.
"Graças a você, Fubuki-san," ele respondeu, seus olhos fixos nos dela. O apelido "Fubuki-san" pareceu se dissolver no ar, substituído por um "Fubuki" mais íntimo em seus pensamentos.
Ela se aproximou, a distância entre eles diminuindo a cada passo. O coração de Yuuki batia forte em seu peito. Seus olhos se encontraram, e um entendimento tácito passou entre eles.
"Você é mais do que um escravo, Yuuki," ela disse, a mão dela erguendo-se para tocar seu rosto. Seu toque era suave, mas carregado de uma intensidade que o fez tremer. "Você é um homem extraordinário."
Ele não pôde resistir. Seus lábios encontraram os dela, um beijo hesitante no início, que rapidamente se aprofundou em um turbilhão de paixão e desejo. O dojo, antes um local de treinamento, tornou-se um santuário para o despertar de um novo amor. As roupas foram descartadas apressadamente, e os gemidos suaves se misturaram ao som de seus corações acelerados. A noite foi consumida pela entrega mútua, corpos entrelaçados em um ritmo ancestral, as emoções fluindo livremente entre eles.
Enquanto isso, a notoriedade de Yuuki crescia. Seus novos poderes o tornavam um oponente formidável, e a Nona Divisão, sob a liderança de Fubuki e com a força crescente de Yuuki, começou a se destacar.
As lutas contra os Oito Deuses do Trovão se tornaram mais frequentes e mais intensas. Yuuki, com seu Haki do Armamento, era capaz de desviar e quebrar ataques que antes o teriam aniquilado. Seu Haki da Observação o permitia prever os movimentos dos Deuses, coordenando-se com Fubuki em um balé mortal de ataque e defesa. E seu Haki do Rei, embora ainda em desenvolvimento, ocasionalmente irrompia, atordoando os inimigos mais fracos e abrindo caminho para os golpes decisivos de Fubuki.
Em uma dessas batalhas, contra um dos Deuses do Trovão mais brutais, Yuuki se viu encurralado. O Deus do Trovão, imbuído de eletricidade, lançou um ataque devastador. No último instante, Yuuki ativou seu Haki do Armamento em seus braços, quebrando a eletricidade e absorvendo parte do impacto. Ao mesmo tempo, seu Haki da Observação previu um contra-ataque do Deus, e ele se moveu, esquivando-se por um triz. Com um grito de guerra, ele desferiu um soco imbuído de Haki do Armamento, replicando a força destrutiva dos golpes do lendário Garp, atingindo o Deus do Trovão com uma força avassaladora que o jogou para trás. Fubuki, vendo a abertura, finalizou o inimigo com um golpe preciso de sua arma.
A notícia das proezas de Yuuki e da Nona Divisão chegou aos ouvidos da Comandante Ren, a líder geral das Divisões Anti-Demônios. Ren, uma mulher orgulhosa e manipuladora, que escondia sua natureza por trás de um sorriso alegre, viu em Yuuki uma nova ferramenta potencial.
Ela se aproximou de Yuuki em várias ocasiões, sempre com um sorriso radiante e palavras de encorajamento. "Yuuki-kun, você tem sido notável! Sua força é um trunfo para todos nós. Eu sempre soube que você tinha um potencial incrível."
Yuuki, no entanto, não era facilmente enganado. O Haki da Observação o permitia ver através das intenções superficiais de Ren, detectando a manipulação e o cálculo por trás de seus elogios. Ele a tratava com respeito, mas mantinha uma distância cautelosa, suas respostas sempre educadas, mas evasivas.
Ren tentou isolá-lo de Fubuki, sugerindo que ele passasse mais tempo com sua própria divisão para "aprimorar suas habilidades". Ela ofereceu-lhe missões de alto perfil, esperando que o sucesso o inebriasse e o fizesse esquecer sua lealdade à Nona Divisão. Mas Yuuki permaneceu firme. Ele era leal a Fubuki, não apenas como sua líder, mas como a mulher que o acolheu e o amou.
As tentativas de Ren falhavam miseravelmente, cada uma delas reforçando a determinação de Yuuki em permanecer ao lado de Fubuki. Ele não seria uma peça no jogo de poder de ninguém.
Enquanto isso, Kyoka Uzen observava de longe. O arrependimento crescia em seu coração a cada notícia das vitórias de Yuuki. Ela via a força que ele havia adquirido, a confiança que irradiava, a parceria inquebrável que ele formava com Fubuki. As palavras duras que ela havia proferido, a rejeição que ele havia sofrido, agora a assombravam.
Ela se lembrava daquele dia na sala de reuniões, do brilho nos olhos de Yuuki, da pressão invisível que ele havia liberado. Ela havia dispensado aquilo como um surto emocional, mas agora, com os relatos de seus novos poderes, ela sabia que havia cometido um erro grave.
Kyoka se viu sozinha, a amargura de seu julgamento errado corroendo-a. Ela havia perdido um aliado valioso, um potencial extraordinário, e o empurrado para os braços de outra líder. A imagem de Yuuki e Fubuki, trabalhando em perfeita sincronia nas batalhas, era um lembrete constante de seu erro.
Em um dia chuvoso, Kyoka decidiu confrontar Fubuki. Ela a encontrou no jardim da base, meditando em silêncio.
"Fubuki," Kyoka disse, sua voz mais suave do que o habitual.
Fubuki abriu os olhos, encarando sua colega com sua expressão habitual. "Kyoka. O que a traz aqui?"
"Eu... eu preciso falar sobre Yuuki," Kyoka começou, a dificuldade em suas palavras evidente. "Eu cometi um erro. Fui dura demais, injusta. Eu não vi o potencial que ele tinha, e agora... ele se tornou tão forte."
Fubuki a observou, sem emoção aparente. "Yuuki encontrou seu lugar na Nona Divisão. Ele está feliz aqui. E ele é amado." A última frase foi dita com uma intensidade que não deixou dúvidas sobre a natureza de seu relacionamento com Yuuki.
Kyoka sentiu uma pontada de inveja, mas também um reconhecimento da verdade. "Eu sei. E eu me arrependo. Eu o afastei. Eu o perdi para você."
Fubuki não respondeu diretamente. Em vez disso, ela disse: "Yuuki é um homem de grande coração, Kyoka. Ele se importa com as pessoas. Se você realmente se arrepende, talvez um dia ele possa perdoá-la. Mas ele nunca esquecerá o que aconteceu."
Kyoka acenou com a cabeça, a chuva se misturando com as lágrimas não derramadas em seus olhos. Ela sabia que a estrada para a redenção seria longa e difícil, se é que existia. A perda de Yuuki era um fardo que ela teria que carregar.
Enquanto isso, Yuuki e Fubuki continuavam a fortalecer não apenas a Nona Divisão, mas também seu próprio laço. A cada batalha superada, a cada desafio enfrentado, o amor entre eles se aprofundava. Yuuki havia encontrado não apenas um propósito, mas também um lar e uma família com Fubuki. Ele era o escravo da Nona Divisão, mas também era o amado de sua líder, e juntos, eles estavam prontos para enfrentar qualquer ameaça que viesse. O despertar do dragão dentro dele havia trazido não apenas poder, mas também um novo e inesperado amor.
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