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Kozoki Momosuke o garanhão insaciável
Фандом: One piece
Создан: 04.03.2026
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РомантикаДрамаДаркПсихологияСеттинг оригинального произведенияCharacter studyРевностьПурпурная прозаООС
A Sombra do Shogun e as Flores de Wano
A festa pós-Kaido em Wano era um turbilhão de cores, risos e sake. O ar, antes pesado pela tirania, agora vibrava com a liberdade recém-conquistada. Luffy, o herói de Wano, ria com a boca cheia de carne, alheio ao olhar penetrante que o observava das sombras. Kozuki Momonosuke, o jovem shogun, agora um homem adulto e belo, misturava-se à multidão, mas seus olhos não estavam na celebração, nem na glória de Luffy. Estavam fixos nas mulheres que rodeavam o Chapéu de Palha, cada uma delas uma flor exótica, um tesouro a ser cobiçado.
Yamato, a Ogre do Santuário, ria alto, os chifres vermelhos balançando enquanto ela empunhava seu kanabo em uma dança improvisada com Zoro. Nami, com seu cabelo laranja vibrante, contava moedas imaginárias enquanto flertava com Sanji. Nico Robin, enigmática e serena, observava a festa com um sorriso discreto. Boa Hancock, a imperatriz pirata, mantinha um olhar fixo em Luffy, um misto de adoração e posse. Vivi, a princesa de Alabasta, dançava com o povo de Wano, sua gentileza irradiando. Uta, a diva, cantava uma melodia alegre, sua voz encantando a todos. E Ulti, a impetuosa Tobi Roppo, brigava de brincadeira com Page One, um sorriso feroz nos lábios.
Momonosuke observava, um fogo estranho acendendo em seus olhos. Ele havia crescido em um mundo de privações, medo e humilhação. Agora, como Shogun, ele tinha poder. E aquele poder, ele percebera, podia ser usado para muito mais do que governar. Ele havia visto Luffy, o herói, o libertador. Mas ele também vira o que Luffy não via: a devoção cega dessas mulheres. E ele, Momonosuke, sentia que merecia mais. Merecia o que Luffy tinha, e muito mais. Especialmente porque ele sabia de um segredo íntimo de Luffy, um segredo que o fazia sentir-se superior. O herói, ele pensava com um sorriso malicioso, tinha uma ferramenta tão… inadequada para mulheres tão magníficas. Ele, por outro lado… ele tinha algo que podia realmente satisfazê-las.
A festa continuou por dias. Luffy, como sempre, mergulhou de cabeça na diversão, comendo e rindo até cair exausto. Era o momento perfeito para Momonosuke iniciar seu plano.
Ele começou com Ulti. A Tobi Roppo, com sua personalidade impetuosa e desafiadora, era um desafio, mas também uma oportunidade. Ela estava sempre procurando uma boa briga, uma boa emoção.
Momonosuke a abordou uma noite, quando ela estava um pouco afastada da multidão, observando Page One dormir.
– Ulti-san, – ele disse, sua voz suave, quase sedutora. – Vejo que o cansaço da batalha ainda não a atingiu.
Ulti virou-se, os olhos semicerrados.
– Arinsu? E o que você quer, Shogun-sama? Estou ocupada aqui.
– Apenas queria lhe oferecer uma bebida mais… especial. – ele estendeu uma taça de sake raro, de um tipo que apenas a família Kozuki possuía. – Dizem que ele revigora a alma e o corpo.
Ulti hesitou, a curiosidade superando sua desconfiança habitual. Ela pegou a taça e bebeu. O sake era forte, mas suave, com um sabor que ela nunca havia experimentado.
– Hmm, não é ruim, arinsu.
– Fico feliz que aprecie. – Momonosuke sorriu. – Mas tenho certeza de que há outras coisas que a Shogun pode apreciar ainda mais. Coisas que a farão esquecer a frustração de ter perdido para a piratada.
Os olhos de Ulti se estreitaram.
– O que você quer dizer com isso?
– Quero dizer que você é uma mulher de fogo, Ulti-san. E o fogo precisa ser atiçado. Luffy é um homem… simples. Ele não entende as complexidades de uma mulher como você. Ele não entende o que realmente a excitariam.
Ulti bufou.
– E você entende, arinsu?
Momonosuke deu um passo à frente, sua voz baixando para um sussurro.
– Eu entendo o poder, Ulti-san. O poder de dominar, de se entregar, de sentir. Você é uma guerreira, uma predadora. E eu posso lhe oferecer um tipo de caçada que Luffy jamais poderia.
Ele se aproximou ainda mais, e Ulti sentiu um arrepio. Não era medo, mas algo mais primordial. A presença de Momonosuke, agora adulto, era imponente. Seu corpo musculoso, sua aura de poder… era diferente do Luffy descontraído e brincalhão.
– O que você… – ela começou, mas sua voz falhou quando Momonosuke estendeu a mão e tocou seu queixo, erguendo seu rosto.
– Eu posso lhe mostrar um prazer que fará sua cabeça girar, Ulti-san. Um prazer que fará você esquecer tudo o que veio antes. Um prazer que apenas um homem como eu, com a força e a… capacidade… de um dragão, pode lhe dar.
Ulti sentiu um rubor subir pelo seu pescoço. Ela não era de se intimidar, mas a intensidade no olhar de Momonosuke, a promessa implícita em suas palavras, a desarmou. Ela nunca havia pensado em ninguém além de Kaido como um homem "forte" o suficiente para ela. Luffy, embora poderoso em batalha, parecia um menino em comparação. E Momonosuke, com sua nova forma adulta, era… diferente.
– Você está… me desafiando, arinsu? – ela perguntou, sua voz um pouco rouca.
Momonosuke sorriu, um sorriso que não alcançava seus olhos.
– Considere um convite, Ulti-san. Para uma experiência que irá redefinir o que você pensa sobre prazer.
Ele afastou a mão, a deixando com uma sensação de vazio e uma curiosidade ardente. Ulti o observou se afastar, seu coração batendo mais rápido do que o normal. A ideia de trair Luffy mal passou por sua mente. Para Ulti, o prazer e a emoção vinham em primeiro lugar. E Momonosuke havia acendido uma faísca.
Nos dias seguintes, Momonosuke continuou a tecer sua teia. Ele observava, analisava, e abordava cada mulher com uma estratégia diferente, adaptada às suas personalidades e desejos.
Para Yamato, ele apelou ao seu desejo de liberdade e aventura, mas com um toque de autoridade.
– Yamato-dono, – ele disse, em um tom respeitoso, mas firme. – Seu desejo de seguir os passos de Oden é nobre. Mas Oden também era um homem de paixões. E você, com sua força e espírito indomável, merece um parceiro que possa igualar essa paixão.
Yamato, que estava treinando com seu kanabo, parou, curiosa.
– O que você quer dizer, Momonosuke? Luffy é meu amigo, meu libertador!
– Sim, ele é. Mas ele é um homem simples. Sua paixão é pela aventura, pela comida. Ele não entende a profundidade do desejo de uma mulher como você. Oden, ele era um homem de fogo, de grande poder. E você, Yamato-dono, é a encarnação desse espírito. Você merece um homem que possa domar seu fogo, que possa queimar com você.
Ele se aproximou, seus olhos fixos nos dela.
– A força de um dragão, Yamato-dono, não está apenas na batalha. Está também na capacidade de dominar, de possuir, de dar prazer em uma escala que poucos mortais podem sequer imaginar. Você é uma mulher magnífica, Yamato-dono. E eu posso lhe oferecer uma experiência que fará você se sentir verdadeiramente viva, verdadeiramente Oden.
Yamato sentiu um calor subir por seu corpo. A comparação com Oden, a promessa de uma paixão tão avassaladora quanto a do seu ídolo, a intrigou profundamente. Ela havia se apegado a Luffy por sua liberdade, mas Momonosuke estava insinuando um tipo diferente de liberdade, uma liberdade sensual e poderosa.
A Nami, ele ofereceu joias e tesouros, e a promessa de um poder financeiro que Luffy, o aventureiro sem dinheiro, jamais poderia dar.
– Nami-san, – ele disse, mostrando-lhe um colar de pérolas raras de Wano. – Sua inteligência e beleza são incomparáveis. Mas Luffy, ele é um homem de sonhos, não de riquezas. Ele não pode lhe dar a segurança e o luxo que você merece.
Nami, sempre pragmática, olhou para o colar com interesse.
– E você pode, Shogun-sama?
– Eu posso lhe dar um reino de tesouros, Nami-san. E não apenas isso. Posso lhe dar um prazer que fará você esquecer todas as suas preocupações. Um prazer que fará você se sentir a mulher mais rica do mundo, não apenas em joias, mas em sensações.
Ele se inclinou, sua voz um sussurro.
– Luffy, ele é… pequeno em certas áreas, não é? – Nami corou, surpresa pela ousadia da pergunta. – Eu, por outro lado, tenho a capacidade de preencher cada desejo seu, de levar você a um êxtase que você nunca imaginou.
Nami, chocada e intrigada, mal sabia o que dizer. A menção do "tamanho" de Luffy a pegou de surpresa, e a promessa de Momonosuke, com sua figura imponente e sua aura de poder, era tentadora.
Para Robin, ele apelou à sua curiosidade intelectual e ao seu desejo por conhecimento e mistério.
– Nico Robin-san, – ele disse, em uma biblioteca antiga de Wano, onde ela estava estudando. – Seu intelecto é fascinante. Você busca os segredos do mundo. Mas o corpo humano também guarda seus próprios segredos, seus próprios mistérios.
Robin ergueu uma sobrancelha, seus olhos azuis fixos nele.
– E você os conhece, Shogun-sama?
– Eu conheço os segredos do prazer, Nico Robin-san. Segredos que vão além dos Poneglyphs. Segredos que podem ser desvendados através do toque, da paixão, da entrega. Luffy, ele é um homem de instinto, não de sutileza. Ele não pode desvendar os mistérios do seu corpo da mesma forma que eu posso.
Ele se sentou ao lado dela, sua proximidade a fazendo sentir um leve formigamento.
– Eu posso lhe oferecer uma experiência que expandirá sua mente e seu corpo, Nico Robin-san. Uma experiência que a fará entender um novo tipo de conhecimento, um novo tipo de poder. O poder do prazer.
Robin, sempre controlada, sentiu uma estranha agitação. A ideia de um "novo tipo de conhecimento" era sedutora. E Momonosuke, com sua beleza madura e seu olhar penetrante, era um enigma por si só.
Hancock foi a mais difícil. Sua devoção a Luffy era lendária. Mas Momonosuke sabia de sua fraqueza: seu desejo de ser a única para Luffy.
– Imperatriz Pirata Boa Hancock-sama, – ele disse, em um tom de respeito reverente. – Sua beleza é divina, sua paixão por Luffy-dono é admirável. Mas Luffy-dono… ele é um homem que ama a todos. Ele não pode lhe dar a exclusividade, a devoção total que uma mulher como você merece.
Hancock o olhou com desdém.
– Ninguém pode me dar o que Luffy-sama pode!
– Ah, mas eu posso, Imperatriz. – Momonosuke sorriu. – Eu posso lhe dar um prazer tão intenso, tão avassalador, que fará você esquecer a necessidade de qualquer outro. Um prazer que fará você se sentir a única mulher no mundo, a única digna de tal adoração.
Ele se ajoelhou, um gesto de submissão que chocou Hancock.
– Eu posso lhe oferecer uma devoção que Luffy-dono, em sua ingenuidade, jamais poderá. Eu posso lhe mostrar o que é ser verdadeiramente adorada, verdadeiramente possuída por um homem que entende a profundidade do seu desejo. E, Imperatriz, eu tenho a capacidade de fazê-la sentir-se a mulher mais desejada do mundo, de uma forma que Luffy-dono, com suas… limitações físicas, simplesmente não pode.
Hancock, apesar de sua fúria inicial, sentiu uma pontada de dúvida. A ideia de ser a "única", de ser adorada de uma forma mais… completa, era um veneno doce para sua alma.
Para Vivi, ele apelou à sua gentileza e ao seu desejo de proteger seu povo.
– Princesa Vivi-sama, – ele disse, em um tom de preocupação. – Sua devoção ao seu povo é inspiradora. Mas o mundo é um lugar cruel. E Luffy-dono, ele é um aventureiro. Ele não pode estar sempre lá para protegê-la.
Vivi o olhou, confusa.
– Eu confio em Luffy para me proteger!
– Sim, mas ele é apenas um homem. Eu, como Shogun de Wano, como um homem com o poder de um dragão, posso lhe oferecer uma proteção que Luffy-dono jamais poderia. Uma proteção que se estende não apenas ao seu corpo, mas também à sua alma.
Ele pegou a mão dela, seus olhos fixos nos dela.
– Eu posso lhe oferecer um refúgio, Princesa. Um lugar onde você se sentirá completamente segura, completamente amada. Um lugar onde você esquecerá todas as suas preocupações. E eu posso lhe dar um prazer que fará você se sentir a mulher mais protegida e desejada do mundo, um prazer que Luffy-dono, com sua… natureza desinteressada, não pode compreender.
Vivi, com sua natureza gentil, sentiu-se desconfortável, mas ao mesmo tempo intrigada pela promessa de tal segurança e prazer.
E para Uta, a diva, ele ofereceu um palco maior, uma audiência mais devota, e uma inspiração para sua música que Luffy, com sua falta de apreço pela arte, jamais poderia dar.
– Uta-san, – ele disse, após um de seus concertos. – Sua voz é um presente dos deuses. Mas Luffy-dono, ele aprecia a comida mais do que a música. Ele não entende a profundidade da sua arte, a paixão que você coloca em cada nota.
Uta baixou os olhos, uma pontada de ressentimento em seu coração. Ela amava Luffy, mas ele realmente não parecia entender sua música.
– E você entende, Shogun-sama?
– Eu entendo a arte, Uta-san. Eu entendo a paixão. Eu posso lhe oferecer um palco onde sua música será verdadeiramente apreciada, onde sua voz será celebrada como nunca antes. E eu posso lhe dar um prazer que fará sua música soar ainda mais bela, ainda mais poderosa. Um prazer que fará você esquecer todas as suas tristezas e cantar com uma alegria que você nunca experimentou. Um prazer que Luffy-dono, com sua… falta de sensibilidade artística, não pode lhe proporcionar.
Uta, que sempre buscava o reconhecimento e a conexão através de sua música, sentiu-se profundamente tocada pelas palavras de Momonosuke. A ideia de uma "nova inspiração" e de um prazer que a faria cantar com mais paixão era irresistível.
Momonosuke observava as sementes que plantara. Ele sabia que o processo seria gradual, que a lealdade delas a Luffy era forte. Mas ele também sabia que as mulheres eram criaturas de desejo, de emoção, e que Luffy, com sua inocência e suas "limitações", não podia satisfazer todas as suas necessidades. Ele, Kozuki Momonosuke, o Shogun de Wano, com seu poder e seu corpo imponente, estava prestes a colher o que havia plantado. E Luffy, o herói, o ingênuo, jamais perceberia.
Yamato, a Ogre do Santuário, ria alto, os chifres vermelhos balançando enquanto ela empunhava seu kanabo em uma dança improvisada com Zoro. Nami, com seu cabelo laranja vibrante, contava moedas imaginárias enquanto flertava com Sanji. Nico Robin, enigmática e serena, observava a festa com um sorriso discreto. Boa Hancock, a imperatriz pirata, mantinha um olhar fixo em Luffy, um misto de adoração e posse. Vivi, a princesa de Alabasta, dançava com o povo de Wano, sua gentileza irradiando. Uta, a diva, cantava uma melodia alegre, sua voz encantando a todos. E Ulti, a impetuosa Tobi Roppo, brigava de brincadeira com Page One, um sorriso feroz nos lábios.
Momonosuke observava, um fogo estranho acendendo em seus olhos. Ele havia crescido em um mundo de privações, medo e humilhação. Agora, como Shogun, ele tinha poder. E aquele poder, ele percebera, podia ser usado para muito mais do que governar. Ele havia visto Luffy, o herói, o libertador. Mas ele também vira o que Luffy não via: a devoção cega dessas mulheres. E ele, Momonosuke, sentia que merecia mais. Merecia o que Luffy tinha, e muito mais. Especialmente porque ele sabia de um segredo íntimo de Luffy, um segredo que o fazia sentir-se superior. O herói, ele pensava com um sorriso malicioso, tinha uma ferramenta tão… inadequada para mulheres tão magníficas. Ele, por outro lado… ele tinha algo que podia realmente satisfazê-las.
A festa continuou por dias. Luffy, como sempre, mergulhou de cabeça na diversão, comendo e rindo até cair exausto. Era o momento perfeito para Momonosuke iniciar seu plano.
Ele começou com Ulti. A Tobi Roppo, com sua personalidade impetuosa e desafiadora, era um desafio, mas também uma oportunidade. Ela estava sempre procurando uma boa briga, uma boa emoção.
Momonosuke a abordou uma noite, quando ela estava um pouco afastada da multidão, observando Page One dormir.
– Ulti-san, – ele disse, sua voz suave, quase sedutora. – Vejo que o cansaço da batalha ainda não a atingiu.
Ulti virou-se, os olhos semicerrados.
– Arinsu? E o que você quer, Shogun-sama? Estou ocupada aqui.
– Apenas queria lhe oferecer uma bebida mais… especial. – ele estendeu uma taça de sake raro, de um tipo que apenas a família Kozuki possuía. – Dizem que ele revigora a alma e o corpo.
Ulti hesitou, a curiosidade superando sua desconfiança habitual. Ela pegou a taça e bebeu. O sake era forte, mas suave, com um sabor que ela nunca havia experimentado.
– Hmm, não é ruim, arinsu.
– Fico feliz que aprecie. – Momonosuke sorriu. – Mas tenho certeza de que há outras coisas que a Shogun pode apreciar ainda mais. Coisas que a farão esquecer a frustração de ter perdido para a piratada.
Os olhos de Ulti se estreitaram.
– O que você quer dizer com isso?
– Quero dizer que você é uma mulher de fogo, Ulti-san. E o fogo precisa ser atiçado. Luffy é um homem… simples. Ele não entende as complexidades de uma mulher como você. Ele não entende o que realmente a excitariam.
Ulti bufou.
– E você entende, arinsu?
Momonosuke deu um passo à frente, sua voz baixando para um sussurro.
– Eu entendo o poder, Ulti-san. O poder de dominar, de se entregar, de sentir. Você é uma guerreira, uma predadora. E eu posso lhe oferecer um tipo de caçada que Luffy jamais poderia.
Ele se aproximou ainda mais, e Ulti sentiu um arrepio. Não era medo, mas algo mais primordial. A presença de Momonosuke, agora adulto, era imponente. Seu corpo musculoso, sua aura de poder… era diferente do Luffy descontraído e brincalhão.
– O que você… – ela começou, mas sua voz falhou quando Momonosuke estendeu a mão e tocou seu queixo, erguendo seu rosto.
– Eu posso lhe mostrar um prazer que fará sua cabeça girar, Ulti-san. Um prazer que fará você esquecer tudo o que veio antes. Um prazer que apenas um homem como eu, com a força e a… capacidade… de um dragão, pode lhe dar.
Ulti sentiu um rubor subir pelo seu pescoço. Ela não era de se intimidar, mas a intensidade no olhar de Momonosuke, a promessa implícita em suas palavras, a desarmou. Ela nunca havia pensado em ninguém além de Kaido como um homem "forte" o suficiente para ela. Luffy, embora poderoso em batalha, parecia um menino em comparação. E Momonosuke, com sua nova forma adulta, era… diferente.
– Você está… me desafiando, arinsu? – ela perguntou, sua voz um pouco rouca.
Momonosuke sorriu, um sorriso que não alcançava seus olhos.
– Considere um convite, Ulti-san. Para uma experiência que irá redefinir o que você pensa sobre prazer.
Ele afastou a mão, a deixando com uma sensação de vazio e uma curiosidade ardente. Ulti o observou se afastar, seu coração batendo mais rápido do que o normal. A ideia de trair Luffy mal passou por sua mente. Para Ulti, o prazer e a emoção vinham em primeiro lugar. E Momonosuke havia acendido uma faísca.
Nos dias seguintes, Momonosuke continuou a tecer sua teia. Ele observava, analisava, e abordava cada mulher com uma estratégia diferente, adaptada às suas personalidades e desejos.
Para Yamato, ele apelou ao seu desejo de liberdade e aventura, mas com um toque de autoridade.
– Yamato-dono, – ele disse, em um tom respeitoso, mas firme. – Seu desejo de seguir os passos de Oden é nobre. Mas Oden também era um homem de paixões. E você, com sua força e espírito indomável, merece um parceiro que possa igualar essa paixão.
Yamato, que estava treinando com seu kanabo, parou, curiosa.
– O que você quer dizer, Momonosuke? Luffy é meu amigo, meu libertador!
– Sim, ele é. Mas ele é um homem simples. Sua paixão é pela aventura, pela comida. Ele não entende a profundidade do desejo de uma mulher como você. Oden, ele era um homem de fogo, de grande poder. E você, Yamato-dono, é a encarnação desse espírito. Você merece um homem que possa domar seu fogo, que possa queimar com você.
Ele se aproximou, seus olhos fixos nos dela.
– A força de um dragão, Yamato-dono, não está apenas na batalha. Está também na capacidade de dominar, de possuir, de dar prazer em uma escala que poucos mortais podem sequer imaginar. Você é uma mulher magnífica, Yamato-dono. E eu posso lhe oferecer uma experiência que fará você se sentir verdadeiramente viva, verdadeiramente Oden.
Yamato sentiu um calor subir por seu corpo. A comparação com Oden, a promessa de uma paixão tão avassaladora quanto a do seu ídolo, a intrigou profundamente. Ela havia se apegado a Luffy por sua liberdade, mas Momonosuke estava insinuando um tipo diferente de liberdade, uma liberdade sensual e poderosa.
A Nami, ele ofereceu joias e tesouros, e a promessa de um poder financeiro que Luffy, o aventureiro sem dinheiro, jamais poderia dar.
– Nami-san, – ele disse, mostrando-lhe um colar de pérolas raras de Wano. – Sua inteligência e beleza são incomparáveis. Mas Luffy, ele é um homem de sonhos, não de riquezas. Ele não pode lhe dar a segurança e o luxo que você merece.
Nami, sempre pragmática, olhou para o colar com interesse.
– E você pode, Shogun-sama?
– Eu posso lhe dar um reino de tesouros, Nami-san. E não apenas isso. Posso lhe dar um prazer que fará você esquecer todas as suas preocupações. Um prazer que fará você se sentir a mulher mais rica do mundo, não apenas em joias, mas em sensações.
Ele se inclinou, sua voz um sussurro.
– Luffy, ele é… pequeno em certas áreas, não é? – Nami corou, surpresa pela ousadia da pergunta. – Eu, por outro lado, tenho a capacidade de preencher cada desejo seu, de levar você a um êxtase que você nunca imaginou.
Nami, chocada e intrigada, mal sabia o que dizer. A menção do "tamanho" de Luffy a pegou de surpresa, e a promessa de Momonosuke, com sua figura imponente e sua aura de poder, era tentadora.
Para Robin, ele apelou à sua curiosidade intelectual e ao seu desejo por conhecimento e mistério.
– Nico Robin-san, – ele disse, em uma biblioteca antiga de Wano, onde ela estava estudando. – Seu intelecto é fascinante. Você busca os segredos do mundo. Mas o corpo humano também guarda seus próprios segredos, seus próprios mistérios.
Robin ergueu uma sobrancelha, seus olhos azuis fixos nele.
– E você os conhece, Shogun-sama?
– Eu conheço os segredos do prazer, Nico Robin-san. Segredos que vão além dos Poneglyphs. Segredos que podem ser desvendados através do toque, da paixão, da entrega. Luffy, ele é um homem de instinto, não de sutileza. Ele não pode desvendar os mistérios do seu corpo da mesma forma que eu posso.
Ele se sentou ao lado dela, sua proximidade a fazendo sentir um leve formigamento.
– Eu posso lhe oferecer uma experiência que expandirá sua mente e seu corpo, Nico Robin-san. Uma experiência que a fará entender um novo tipo de conhecimento, um novo tipo de poder. O poder do prazer.
Robin, sempre controlada, sentiu uma estranha agitação. A ideia de um "novo tipo de conhecimento" era sedutora. E Momonosuke, com sua beleza madura e seu olhar penetrante, era um enigma por si só.
Hancock foi a mais difícil. Sua devoção a Luffy era lendária. Mas Momonosuke sabia de sua fraqueza: seu desejo de ser a única para Luffy.
– Imperatriz Pirata Boa Hancock-sama, – ele disse, em um tom de respeito reverente. – Sua beleza é divina, sua paixão por Luffy-dono é admirável. Mas Luffy-dono… ele é um homem que ama a todos. Ele não pode lhe dar a exclusividade, a devoção total que uma mulher como você merece.
Hancock o olhou com desdém.
– Ninguém pode me dar o que Luffy-sama pode!
– Ah, mas eu posso, Imperatriz. – Momonosuke sorriu. – Eu posso lhe dar um prazer tão intenso, tão avassalador, que fará você esquecer a necessidade de qualquer outro. Um prazer que fará você se sentir a única mulher no mundo, a única digna de tal adoração.
Ele se ajoelhou, um gesto de submissão que chocou Hancock.
– Eu posso lhe oferecer uma devoção que Luffy-dono, em sua ingenuidade, jamais poderá. Eu posso lhe mostrar o que é ser verdadeiramente adorada, verdadeiramente possuída por um homem que entende a profundidade do seu desejo. E, Imperatriz, eu tenho a capacidade de fazê-la sentir-se a mulher mais desejada do mundo, de uma forma que Luffy-dono, com suas… limitações físicas, simplesmente não pode.
Hancock, apesar de sua fúria inicial, sentiu uma pontada de dúvida. A ideia de ser a "única", de ser adorada de uma forma mais… completa, era um veneno doce para sua alma.
Para Vivi, ele apelou à sua gentileza e ao seu desejo de proteger seu povo.
– Princesa Vivi-sama, – ele disse, em um tom de preocupação. – Sua devoção ao seu povo é inspiradora. Mas o mundo é um lugar cruel. E Luffy-dono, ele é um aventureiro. Ele não pode estar sempre lá para protegê-la.
Vivi o olhou, confusa.
– Eu confio em Luffy para me proteger!
– Sim, mas ele é apenas um homem. Eu, como Shogun de Wano, como um homem com o poder de um dragão, posso lhe oferecer uma proteção que Luffy-dono jamais poderia. Uma proteção que se estende não apenas ao seu corpo, mas também à sua alma.
Ele pegou a mão dela, seus olhos fixos nos dela.
– Eu posso lhe oferecer um refúgio, Princesa. Um lugar onde você se sentirá completamente segura, completamente amada. Um lugar onde você esquecerá todas as suas preocupações. E eu posso lhe dar um prazer que fará você se sentir a mulher mais protegida e desejada do mundo, um prazer que Luffy-dono, com sua… natureza desinteressada, não pode compreender.
Vivi, com sua natureza gentil, sentiu-se desconfortável, mas ao mesmo tempo intrigada pela promessa de tal segurança e prazer.
E para Uta, a diva, ele ofereceu um palco maior, uma audiência mais devota, e uma inspiração para sua música que Luffy, com sua falta de apreço pela arte, jamais poderia dar.
– Uta-san, – ele disse, após um de seus concertos. – Sua voz é um presente dos deuses. Mas Luffy-dono, ele aprecia a comida mais do que a música. Ele não entende a profundidade da sua arte, a paixão que você coloca em cada nota.
Uta baixou os olhos, uma pontada de ressentimento em seu coração. Ela amava Luffy, mas ele realmente não parecia entender sua música.
– E você entende, Shogun-sama?
– Eu entendo a arte, Uta-san. Eu entendo a paixão. Eu posso lhe oferecer um palco onde sua música será verdadeiramente apreciada, onde sua voz será celebrada como nunca antes. E eu posso lhe dar um prazer que fará sua música soar ainda mais bela, ainda mais poderosa. Um prazer que fará você esquecer todas as suas tristezas e cantar com uma alegria que você nunca experimentou. Um prazer que Luffy-dono, com sua… falta de sensibilidade artística, não pode lhe proporcionar.
Uta, que sempre buscava o reconhecimento e a conexão através de sua música, sentiu-se profundamente tocada pelas palavras de Momonosuke. A ideia de uma "nova inspiração" e de um prazer que a faria cantar com mais paixão era irresistível.
Momonosuke observava as sementes que plantara. Ele sabia que o processo seria gradual, que a lealdade delas a Luffy era forte. Mas ele também sabia que as mulheres eram criaturas de desejo, de emoção, e que Luffy, com sua inocência e suas "limitações", não podia satisfazer todas as suas necessidades. Ele, Kozuki Momonosuke, o Shogun de Wano, com seu poder e seu corpo imponente, estava prestes a colher o que havia plantado. E Luffy, o herói, o ingênuo, jamais perceberia.
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