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Enimes to lover

Фандом: Bts

Создан: 04.03.2026

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РомантикаНецензурная лексикаДрамаРеализмЗанавесочная историяCharacter study
Содержание

Intenso Desejo Proibido

A tensão entre Jeon Jungkook e Angeline Jones era palpável, um fio invisível e eletrizante que se estendia por cada cômodo do set de filmagem, cada ensaio, cada aparição pública. Para o mundo, eles eram rivais, dois talentos brilhantes que, por algum motivo, não conseguiam coexistir sem faíscas. Para eles, era um jogo. Um jogo perigoso, cheio de provocações e olhares carregados de um desejo que ambos se esforçavam para esconder, até de si mesmos.

Naquela noite, a máscara estava prestes a cair. O BTS havia acabado de encerrar mais um show esgotado em Seul. A energia no backstage ainda vibrava, mas Jungkook, após cumprimentar os fãs e trocar algumas palavras com os membros, sentia-se estranhamente inquieto. Seus olhos, quase que por reflexo, buscavam os dela. Angeline, a coreógrafa que havia se tornado uma estrela por direito próprio, estava encostada numa parede, conversando animadamente com um dos dançarinos. Seus cabelos negros caíam em ondas sobre os ombros nus, e o suor, fruto da performance intensa, dava um brilho sexy à sua pele.

Jungkook sentiu um calor familiar subir por seu corpo. Ele odiava como ela o afetava. Odiava a forma como sua voz soava rouca quando ele a provocava, odiava o tremor em suas mãos quando ela se aproximava demais, odiava o fato de que, por trás de toda a animosidade pública, ele a desejava com uma intensidade que o assustava.

— Jungkook-ah, você vem para a after-party? — perguntou J-Hope, com um sorriso largo.

Jungkook balançou a cabeça, forçando um sorriso. — Acho que vou direto para o dormitório. Estou exausto.

J-Hope franziu a testa, mas não insistiu. Ele sabia que Jungkook, às vezes, preferia o silêncio e a solidão. O que ele não sabia, nem ninguém, era que a solidão de Jungkook era frequentemente preenchida por pensamentos de Angeline.

Enquanto os outros membros se dispersavam, Jungkook viu Angeline se despedir do dançarino. Seus olhos se encontraram por um breve segundo, e um choque elétrico percorreu o ar entre eles. Ninguém mais parecia notar. Era o segredo deles, a linguagem silenciosa que só eles entendiam.

Ele esperou, disfarçadamente, que ela estivesse sozinha. Quando ela começou a guardar suas coisas em uma bolsa, ele se aproximou, fingindo indiferença.

— Bela performance, Jones — ele disse, com um tom que beirava o sarcasmo.

Angeline levantou a cabeça, um brilho desafiador em seus olhos escuros. — E você, Jeon? Não foi tão ruim para um amador.

A provocação habitual. Jungkook sentiu um sorriso involuntário em seus lábios. — Amador? Eu acabei de encher um estádio, Jones.

— Com a ajuda dos outros seis, não é? — ela retrucou, fechando a bolsa com um estalo.

Ele se aproximou mais, invadindo seu espaço pessoal. O perfume dela, uma mistura de suor, lavanda e algo indescritivelmente dela, atingiu suas narinas, atordoando-o. — E você, Jones? Não foi tão ruim para uma coreógrafa que pensa que pode cantar.

Ela riu, uma risada baixa e rouca que fez um arrepio percorrer sua espinha. — E você, Jeon? Não foi tão ruim para um idol que pensa que pode dançar.

Os olhos dela faiscavam, e o jogo estava em seu auge. Mas desta vez, havia algo diferente. Uma urgência, uma necessidade que estava se tornando impossível de ignorar.

— Você está suada, Jones — ele murmurou, seus olhos percorrendo o pescoço dela, onde pequenas gotas de suor brilhavam.

— E você, Jeon, está me olhando demais — ela respondeu, a voz perigosamente baixa.

O ar entre eles ficou mais denso, quase sufocante. Jungkook estendeu a mão, e por um momento, Angeline pensou que ele a tocaria. Mas ele apenas pegou um pequeno floco de confete que havia caído em seu cabelo.

— Você tem confete no cabelo — ele disse, a voz mais rouca do que o normal.

Os dedos dele roçaram seu cabelo, e um choque percorreu seu corpo. Ela prendeu a respiração, sentindo o calor da pele dele.

— Obrigada — ela sussurrou, a voz quase inaudível.

Jungkook queria beijá-la ali mesmo, no meio do backstage barulhento, com dezenas de pessoas passando. Ele queria calar aquela boca atrevida com a sua, sentir o gosto dela, a textura de seus lábios. Mas ele não podia. Não ainda.

Ele se afastou um passo, quebrando o feitiço. — Bem, Jones. Tenha uma boa noite.

— Você também, Jeon — ela respondeu, a voz um pouco trêmula.

Eles se separaram, cada um seguindo seu caminho, mas a conexão entre eles permanecia, um laço invisível que os puxava um para o outro.

Jungkook dirigiu-se ao seu carro particular, que o esperava. Em vez de ir para o dormitório, ele instruiu o motorista a levá-lo para um local discreto, um apartamento que ele havia comprado há alguns anos e que usava como refúgio. Ele sabia que Angeline tinha um apartamento semelhante. Era a forma deles de ter um pouco de privacidade em meio à loucura de suas vidas.

Enquanto o carro avançava pelas ruas de Seul, Jungkook pegou seu celular. Ele digitou uma mensagem rápida para Angeline: "Meu lugar. Em 30 minutos."

Ele não esperou por uma resposta. Ele sabia que ela viria. Ela sempre vinha.

Angeline, por sua vez, estava a caminho de seu próprio apartamento quando a mensagem de Jungkook chegou. Um sorriso malicioso se formou em seus lábios. Ele era tão previsível. E ela adorava isso.

Ela respondeu com um simples "Ok" e alterou o destino de seu táxi. Seu coração batia mais rápido, uma mistura de nervosismo e excitação. O jogo deles estava prestes a mudar.

Quando Angeline chegou ao apartamento de Jungkook, a porta estava destrancada. Ela entrou, o silêncio do lugar a envolvendo. As luzes estavam baixas, criando uma atmosfera íntima. O cheiro dele – uma mistura de almíscar, couro e algo que era puramente Jungkook – preencheu seus sentidos.

Ela o encontrou na sala de estar, de pé ao lado da janela, olhando para a cidade iluminada. Ele estava sem a camisa do show, vestindo apenas uma camiseta preta que delineava seus músculos.

— Você veio — ele disse, sem se virar.

— Você sabia que eu viria — ela respondeu, a voz um pouco mais suave do que o habitual.

Ele se virou, e seus olhos se encontraram. A tensão entre eles era quase palpável, mais forte do que nunca. Não havia mais provocações, apenas uma necessidade crua e inegável.

Jungkook deu um passo em sua direção, depois outro, até que estivessem a poucos centímetros um do outro. Angeline podia sentir o calor do corpo dele, o cheiro dele, a batida forte de seu coração.

— Eu te odeio, Jones — ele murmurou, a voz rouca.

— E eu te odeio, Jeon — ela respondeu, os olhos faiscando.

E então, ele a beijou.

Foi um beijo faminto, urgente, cheio de todo o desejo reprimido que eles haviam guardado por tanto tempo. Os lábios dele eram macios e firmes, e ele a beijava com uma intensidade que a fez tremer. Angeline respondeu com a mesma paixão, seus braços envolvendo o pescoço dele, puxando-o para mais perto.

Suas línguas se encontraram, dançando em uma sinfonia de desejo. O beijo se aprofundou, se tornando mais voraz, mais necessitado. Jungkook gemeu em sua boca, suas mãos descendo para a cintura dela, apertando-a contra ele.

Ela podia sentir a dureza dele contra seu corpo, e um arrepio percorreu sua espinha. O desejo era uma chama ardente em seu ventre, queimando-a de dentro para fora.

Ele a levantou sem esforço, e ela envolveu as pernas em sua cintura, o beijo não se quebrando por um segundo. Ele a carregou para o quarto, seus lábios ainda presos aos dela.

No quarto, ele a deitou suavemente na cama, sem quebrar o contato. Seus lábios se separaram por um momento, apenas o suficiente para que eles pudessem ofegar por ar.

— Eu quero você, Angeline — ele sussurrou, a voz rouca de desejo.

— Eu também quero você, Jungkook — ela respondeu, seus olhos escuros brilhando com paixão.

Ele a beijou novamente, suas mãos descendo para a barra de sua blusa. Ele a puxou para cima, e Angeline o ajudou a tirá-la, seus olhos nunca deixando os dele.

Quando a blusa estava no chão, ele tirou a própria camiseta, revelando seu torso musculoso e perfeitamente esculpido. Angeline traçou os dedos pelos músculos do abdômen dele, sentindo o calor e a força de seu corpo.

Ele gemeu, e então a beijou novamente, seus lábios descendo para o pescoço dela, deixando um rastro de beijos e mordidas leves que a fizeram suspirar.

— Você me deixa louco, Angeline — ele murmurou, sua boca encontrando a pele macia de seu ombro.

Ela arqueou as costas, sentindo seu corpo se acender sob o toque dele. — Você também me deixa louca, Jungkook.

Ele desceu mais, os lábios beijando seu colo, sua respiração quente em sua pele. As mãos dele desceram para o fecho de seu sutiã, e com um clique suave, ele se abriu.

Angeline sentiu um arrepio enquanto ele empurrava o sutiã para o lado, revelando seus seios. Os olhos dele se fixaram neles, e ela sentiu um rubor subir por seu rosto.

— Você é linda — ele sussurrou, e então ele se inclinou, sua boca encontrando um de seus mamilos, sugando-o suavemente.

Angeline ofegou, suas mãos se agarrando aos cabelos dele, puxando-o para mais perto. O prazer era avassalador, uma onda que a varreu de cima a baixo.

Ele alternou entre os dois seios, beijando e sugando, fazendo-a gemer de puro prazer. Suas mãos desceram para a barra de sua calça, e ela o ajudou a tirá-la.

Quando ela estava apenas de calcinha, ele se afastou um pouco, seus olhos percorrendo seu corpo com uma intensidade que a fez desejar mais.

— Você é perfeita — ele murmurou, e então ele tirou a própria cueca, revelando sua ereção pulsante.

Angeline sentiu um calor se espalhar por seu ventre, um desejo ardente que a consumia.

Ele se posicionou entre as pernas dela, e ela sentiu a ponta quente dele roçar sua intimidade. Ela soltou um suspiro, seus quadris se movendo instintivamente.

— Pronta? — ele perguntou, a voz rouca.

— Mais do que pronta — ela respondeu, seus olhos fixos nos dele.

Ele entrou nela suavemente, e Angeline soltou um gemido de prazer. Ele era grande, e ela sentiu seu corpo se esticar para acomodá-lo.

Ele esperou um momento, dando-lhe tempo para se ajustar, e então ele começou a se mover, lentamente no início, depois com mais força e ritmo.

Angeline gemeu, suas pernas envolvendo a cintura dele, puxando-o para mais perto. O prazer era indescritível, uma sinfonia de sensações que a levava para as alturas.

Eles se moveram em um ritmo antigo, seus corpos se encaixando perfeitamente. Os gemidos dela se misturavam aos dele, preenchendo o quarto com o som de sua paixão.

Ele a beijou novamente, seus lábios se encontrando em um beijo profundo e molhado. Suas línguas dançavam, enquanto seus corpos se moviam em um ritmo cada vez mais rápido.

Angeline sentia a onda crescendo dentro dela, o prazer se intensificando a cada estocada. Ela apertou os olhos, o rosto contorcido em êxtase.

— Jungkook! — ela gritou, seu corpo arqueando quando o orgasmo a atingiu, uma explosão de prazer que a sacudiu de cima a baixo.

Ele gemeu o nome dela, sua própria voz rouca de desejo, e então ele a seguiu, seu corpo tremendo enquanto ele se derramava dentro dela.

Eles ficaram ali, ofegantes, seus corpos ainda conectados, o suor brilhando em suas peles. O coração de Jungkook batia forte contra o dela, e Angeline podia sentir o calor dele, a força dele, a paixão dele.

Ele a beijou suavemente na testa. — Eu te amo, Angeline — ele sussurrou, a voz cheia de emoção.

Angeline abriu os olhos, um sorriso suave em seus lábios. — Eu também te amo, Jungkook.

As palavras, ditas em meio ao êxtase do pós-sexo, eram um bálsamo para suas almas atormentadas. Por trás de toda a animosidade pública, de todo o jogo de gato e rato, havia um amor profundo e inegável que os unia.

Eles se abraçaram, seus corpos entrelaçados, sentindo o calor um do outro. Naquele momento, nada mais importava. Não havia mais rivalidades, nem provocações, nem o mundo exterior. Havia apenas eles, e o amor proibido que os unia.

Jungkook se afastou um pouco, olhando para ela com um brilho nos olhos. — Então, o que fazemos agora? O mundo ainda pensa que nos odiamos.

Angeline riu, um som suave e melodioso. — Deixe-os pensar. É mais divertido assim.

Ele sorriu, beijando-a novamente. — Eu concordo. Mas, por enquanto, você é só minha.

— E você é só meu — ela respondeu, puxando-o para mais um beijo, um beijo que prometia mais noites de desejo intenso e amor proibido. A guerra entre eles era apenas um disfarce, uma farsa elaborada para esconder o amor avassalador que sentiam um pelo outro. E, por enquanto, eles estavam perfeitamente felizes em manter seu segredo.
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