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A escuridão da noite
Фандом: Marvel
Создан: 11.03.2026
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O Cruzamento dos Mundos
A noite em Gotham era uma sinfonia de sirenes e sombras. Batman, uma figura monolítica contra o horizonte iluminado pela lua, observava a cidade do alto de um arranha-céu. Seus olhos brancos, por trás da máscara, escaneavam as ruas, cada movimento um possível indício de desordem. Havia algo no ar, uma tensão palpável que ia além do usual caos de Gotham. Relatos de anomalias dimensionais e de pessoas com habilidades estranhas surgiam em várias metrópoles, e Gotham não era exceção.
Enquanto descia para investigar um roubo a banco que parecia ter sido realizado por alguém com superforça, seus sensores captaram uma energia estranha, uma assinatura que não se encaixava em nenhum dos perfis criminosos conhecidos. Era quase como se a própria realidade estivesse… instável.
No banco, as portas do cofre estavam arrancadas como papel. Nenhuma impressão digital, nenhuma testemunha que pudesse descrever algo além de um borrão vermelho e azul. Batman analisou as marcas no chão, os padrões de destruição. Era força sobre-humana, sem dúvida, mas com uma agilidade que sugeria algo mais.
De repente, um estrondo vindo de um beco próximo. Batman, sem hesitar, seguiu o som. O que encontrou foi inusitado. Um jovem, vestido em um traje azul e vermelho com um emblema de aranha no peito, estava enroscado em uma teia pegajosa, preso a uma parede. Ao seu redor, três homens musculosos, com tatuagens de dragão no pescoço, lutavam para se libertar da mesma substância.
"Ugh, isso é constrangedor", o jovem resmungou, tentando se soltar. "Eu juro que não sou tão desajeitado normalmente. É que… bem, Gotham é um pouco diferente de Nova York."
Batman pousou silenciosamente. Os homens, ao vê-lo, empalideceram. Um deles, o que parecia ser o líder, tentou sacar uma faca, mas a mão do Cavaleiro das Trevas o interceptou antes mesmo que ele pudesse terminar o movimento. Com movimentos precisos e eficientes, Batman neutralizou os três criminosos, amarrando-os com cabos que pareciam surgir do nada.
O jovem na teia observava, os olhos por trás da máscara de aranha arregalados. "Uau. Você é rápido. E… intimidante. Tipo, muito intimidante. Você é o Batman, certo? O cara-morcego? Eu ouvi falar de você. Na verdade, pensei que fosse uma lenda urbana. Mas aqui está você, em carne e osso… e capa."
Batman ignorou o monólogo, aproximando-se do jovem. "Quem é você?" Sua voz era grave, sem emoção.
"Ah, certo! Desculpe. Sou o Homem-Aranha. Prazer em conhecê-lo!" O Homem-Aranha estendeu uma mão, ainda preso à parede. "Bem, mais ou menos. Não posso apertar sua mão agora, mas a intenção é o que vale, não é?"
Batman olhou para a teia. Era forte, elástica. "De onde você veio?"
"Um pouco longe. Uma longa história, envolve um experimento que deu errado, um portal dimensional e uma queda espetacular em um beco de Gotham", Homem-Aranha explicou, com um tom de voz que misturava nervosismo e um certo humor. "Estou tentando voltar para casa. E, uh, no caminho, vi esses caras tentando explodir o caixa eletrônico. Não pude evitar."
Batman, sem dizer uma palavra, sacou um de seus batarangs, afiado o suficiente para cortar a teia. O Homem-Aranha caiu no chão com um baque, mas se recuperou rapidamente, agilidade impressionante para um jovem que parecia ter acabado de cair de uma altura considerável.
"Obrigado! Essa teia é boa para prender bandidos, não para me soltar", ele riu. "Então, você é o Batman. Muito legal. Você tem muitos gadgets? Eu adoro gadgets. Tenho meus atiradores de teia, claro, mas os seus parecem muito mais… sombrios. E os seus músculos? Você treina muito, né? Tipo, muito mesmo. Eu também treino, mas não sou tão… volumoso. Você é tipo um tanque com capa."
Batman o ignorou novamente, voltando sua atenção para os bandidos amarrados. "Você viu mais alguém?"
"Não, só esses caras. Mas, tipo, a cidade é enorme. E eu sinto uma coisa estranha no ar. Tipo, meu sentido aranha está formigando mais do que o normal. Não é só perigo, é… diferente. Como se eu estivesse em um lugar que não deveria estar."
Enquanto o Homem-Aranha falava, uma explosão distante sacudiu a noite. Uma torre de rádio, no distrito comercial, estava em chamas.
"Parece que Gotham tem mais problemas do que o normal esta noite", Batman observou, já se preparando para se mover.
"Eu posso ajudar! Sou bom em apagar incêndios. E em parar vilões. E em… bem, em ser amigável. Eu acho." O Homem-Aranha disparou uma teia e se impulsionou para o alto, seguindo Batman. "Então, qual é o plano? Você tem um plano? Você sempre tem um plano, não é? É o Batman!"
Ao chegarem à torre de rádio, a cena era ainda mais caótica. Pessoas corriam em pânico enquanto as chamas lambiam a estrutura metálica. No topo, uma figura vestida de verde e roxo, com um sorriso insano, parecia estar se divertindo com a destruição. O Coringa.
"Ora, ora, Batman! Que prazer vê-lo! E você trouxe um amiguinho novo! Um palhaço de circo, talvez? Ou um super-herói com problemas de autoestima?" O Coringa gargalhou, sua voz ecoando pela noite. "Estou apenas dando um toque especial a Gotham. Um pouco de fogo, um pouco de caos… é a minha obra-prima!"
"Coringa", Batman rosnou, sua voz carregada de fúria.
"Ah, e ele tem um amiguinho novo! O azul e vermelho! Que fofo! Será que ele aguenta uma piada?" O Coringa sacou uma arma estranha, que disparava um gás verde.
"Essa não", Homem-Aranha murmurou. "Esse cara me dá arrepios. E meu sentido aranha está gritando agora!"
Enquanto Batman se preparava para confrontar o Coringa, um brilho intenso surgiu no céu. Uma figura voou em direção à torre em chamas, rápida como um raio. Era um homem alto, com um traje azul e vermelho e uma capa esvoaçante. Seu emblema era um "S" estilizado. Super-Homem.
"Batman! O que está acontecendo aqui?" A voz do Super-Homem era poderosa, mas cheia de preocupação. Seus olhos varreram a cena, analisando os danos e as pessoas em perigo.
"Super-Homem", Batman reconheceu, a surpresa em sua voz quase imperceptível. "Coringa. E um novo jogador." Ele gesticulou para o Homem-Aranha.
"Outro?" Super-Homem piscou, um leve sorriso surgindo em seu rosto. "Parece que Gotham está atraindo mais do que o normal ultimamente." Ele então se virou para o Homem-Aranha. "Prazer em conhecê-lo. Sou o Super-Homem."
"Uau! O Super-Homem! Você é real! Eu juro que pensei que fosse uma lenda também! E você voa! E é super forte! E… você é muito gentil. Isso é legal. Eu sou o Homem-Aranha. E, bem, eu também sou real, aparentemente. E estou um pouco perdido." Homem-Aranha estava visivelmente animado, seu nervosismo se misturando com o entusiasmo de encontrar dois dos maiores heróis que ele já tinha ouvido falar em quadrinhos.
O Coringa, vendo a chegada do Super-Homem, simplesmente gargalhou ainda mais alto. "Ora, ora, a festa está ficando animada! O menino-morcego, o escoteiro voador e o… o que é você, amiguinho? Uma aranha gigante em miniatura? Que delícia! Mais brinquedos para o Coringa brincar!"
Ele ativou um dispositivo que começou a sobrecarregar a torre de rádio, ameaçando derrubá-la completamente.
"Temos que parar isso!" Super-Homem declarou, já se preparando para voar em direção ao Coringa.
"Não! A estrutura está instável. Se você atacar diretamente, pode derrubar tudo e causar mais baixas", Batman advertiu. "Temos que desativar o dispositivo sem agravar o dano."
"Eu consigo subir lá rapidamente e desativar a bomba!" Homem-Aranha exclamou, já disparando uma teia e escalando a torre com uma velocidade impressionante. "Eu sou bom com fios e circuitos, acredite ou não!"
"Ele é rápido", Super-Homem observou, impressionado.
"E barulhento", Batman acrescentou, um leve tom de aborrecimento em sua voz.
Enquanto Homem-Aranha escalava, o Coringa disparou mais gás do riso em sua direção. Homem-Aranha, com seus sentidos aguçados, desviou habilmente, mas o gás começou a se espalhar.
"Isso é… uh… cheiroso. Mas não de um jeito bom!" Homem-Aranha gritou, cobrindo a boca e o nariz com a mão enluvada.
Super-Homem voou para o alto, usando sua super-respiração para dispersar o gás, protegendo os civis abaixo. Batman, por sua vez, já estava no encalço do Coringa, usando seus batarangs para desativar as armadilhas que o vilão havia espalhado pela torre.
Homem-Aranha alcançou o dispositivo do Coringa. Era uma bomba complexa, com fios coloridos e um temporizador piscando em vermelho. "Okay, fios… vermelho ou azul? Sempre um dilema! Hmm, Coringa é um cara do caos, então… talvez o verde? Não, isso é muito óbvio. Argh!"
"O fio azul", Batman comunicou pelo comunicador, sua voz calma e precisa. "É o circuito de sobrecarga. Corte-o."
"Como você sabe?" Homem-Aranha perguntou, mas já estava pegando o fio azul. "Não importa! Confiando em você, morcego!" Com um rápido movimento, ele cortou o fio. O temporizador parou. A torre parou de tremer.
"Ufa! Por pouco! Eu sabia que eu era bom nisso!" Homem-Aranha comemorou, soltando um suspiro de alívio.
O Coringa, vendo seu plano frustrado, soltou um grito de raiva. "Não! Meu caos! Meu espetáculo! Vocês sempre estragam a diversão, não é? Sempre!" Ele tentou escapar, mas Batman e Super-Homem já estavam lá.
Super-Homem o interceptou no ar, segurando-o pelas costas, enquanto Batman o desarmava de todos os seus gadgets. O Coringa, derrotado, apenas riu, uma risada gutural e insana que ecoou na noite.
"Que noite! Primeiro, eu caio em outra dimensão, depois encontro o Batman e o Super-Homem, e a gente para o Coringa de explodir uma torre de rádio! Isso é tipo, a melhor terça-feira de todas!" Homem-Aranha desceu da torre com a mesma agilidade com que subiu.
Batman se aproximou, sua expressão inalterada. "Você é de outro universo, você disse?"
"Sim! Eu acho que sim. Eu estava lutando contra o Dr. Octopus, e ele tinha uma máquina que… bem, fez um buraco no espaço-tempo. E aqui estou eu! Em Gotham! Que é muito legal, mas eu preciso voltar para casa. A Tia May deve estar preocupada."
Super-Homem se juntou a eles, deixando o Coringa amarrado e esperando a polícia de Gotham. "Anomalias dimensionais… isso explica o que o Lex Luthor estava investigando. Ele mencionou picos de energia interdimensional. Parece que não era apenas mais um de seus esquemas."
"Lex Luthor? Tipo, o careca superinteligente e malvado que odeia você?" Homem-Aranha perguntou, os olhos por trás da máscara se arregalando. "Caramba, o meu universo tem só o Dr. Octopus, o Duende Verde e o Venom. Vocês têm um elenco de vilões muito mais… diversificado por aqui!"
Batman ligou para Gordon, informando-o da situação e da prisão do Coringa. "Precisamos entender como você veio parar aqui e como podemos te mandar de volta."
"Eu posso ajudar com isso", Super-Homem ofereceu. "Minha Fortaleza da Solidão tem alguns equipamentos que podem detectar e talvez até replicar energias interdimensionais. Além disso, o Dr. Hamilton pode ter alguma teoria."
"Fortaleza da Solidão? Tipo, um castelo de gelo no meio do nada? Isso é tão legal! Vocês têm mesmo tudo!" Homem-Aranha estava em êxtase.
Batman olhou para o Homem-Aranha, então para o Super-Homem. "Ele pode ser… útil." Para Batman, "útil" era o maior elogio.
"Eu posso ser útil! Eu juro! Eu sou bom em lutar contra vilões, e em fazer piadas, e em… uh… ser o amigão da vizinhança! Mesmo que essa vizinhança seja uma dimensão diferente!" Homem-Aranha sorriu, mesmo que ninguém pudesse ver seu rosto.
Enquanto os três heróis se preparavam para deixar a cena, uma sensação estranha pairava no ar. A noite em Gotham, que começou com o usual caos, havia se transformado em algo muito maior. Um encontro de mundos, um cruzamento de destinos. E, de alguma forma, a presença do Homem-Aranha, com seu otimismo e humor inabaláveis, trazia uma leveza inesperada para a sombria Gotham.
"Então, qual é o próximo passo, rapazes?" Homem-Aranha perguntou, olhando para Batman e Super-Homem. "Uma festa do pijama na Batcaverna? Ou talvez um tour pela Fortaleza da Solidão? Eu juro que não vou tocar em nada… a menos que seja um botão muito brilhante."
Batman apenas suspirou, um som quase inaudível. Super-Homem sorriu. Parecia que o universo estava prestes a ficar muito mais interessante. E barulhento.
Enquanto descia para investigar um roubo a banco que parecia ter sido realizado por alguém com superforça, seus sensores captaram uma energia estranha, uma assinatura que não se encaixava em nenhum dos perfis criminosos conhecidos. Era quase como se a própria realidade estivesse… instável.
No banco, as portas do cofre estavam arrancadas como papel. Nenhuma impressão digital, nenhuma testemunha que pudesse descrever algo além de um borrão vermelho e azul. Batman analisou as marcas no chão, os padrões de destruição. Era força sobre-humana, sem dúvida, mas com uma agilidade que sugeria algo mais.
De repente, um estrondo vindo de um beco próximo. Batman, sem hesitar, seguiu o som. O que encontrou foi inusitado. Um jovem, vestido em um traje azul e vermelho com um emblema de aranha no peito, estava enroscado em uma teia pegajosa, preso a uma parede. Ao seu redor, três homens musculosos, com tatuagens de dragão no pescoço, lutavam para se libertar da mesma substância.
"Ugh, isso é constrangedor", o jovem resmungou, tentando se soltar. "Eu juro que não sou tão desajeitado normalmente. É que… bem, Gotham é um pouco diferente de Nova York."
Batman pousou silenciosamente. Os homens, ao vê-lo, empalideceram. Um deles, o que parecia ser o líder, tentou sacar uma faca, mas a mão do Cavaleiro das Trevas o interceptou antes mesmo que ele pudesse terminar o movimento. Com movimentos precisos e eficientes, Batman neutralizou os três criminosos, amarrando-os com cabos que pareciam surgir do nada.
O jovem na teia observava, os olhos por trás da máscara de aranha arregalados. "Uau. Você é rápido. E… intimidante. Tipo, muito intimidante. Você é o Batman, certo? O cara-morcego? Eu ouvi falar de você. Na verdade, pensei que fosse uma lenda urbana. Mas aqui está você, em carne e osso… e capa."
Batman ignorou o monólogo, aproximando-se do jovem. "Quem é você?" Sua voz era grave, sem emoção.
"Ah, certo! Desculpe. Sou o Homem-Aranha. Prazer em conhecê-lo!" O Homem-Aranha estendeu uma mão, ainda preso à parede. "Bem, mais ou menos. Não posso apertar sua mão agora, mas a intenção é o que vale, não é?"
Batman olhou para a teia. Era forte, elástica. "De onde você veio?"
"Um pouco longe. Uma longa história, envolve um experimento que deu errado, um portal dimensional e uma queda espetacular em um beco de Gotham", Homem-Aranha explicou, com um tom de voz que misturava nervosismo e um certo humor. "Estou tentando voltar para casa. E, uh, no caminho, vi esses caras tentando explodir o caixa eletrônico. Não pude evitar."
Batman, sem dizer uma palavra, sacou um de seus batarangs, afiado o suficiente para cortar a teia. O Homem-Aranha caiu no chão com um baque, mas se recuperou rapidamente, agilidade impressionante para um jovem que parecia ter acabado de cair de uma altura considerável.
"Obrigado! Essa teia é boa para prender bandidos, não para me soltar", ele riu. "Então, você é o Batman. Muito legal. Você tem muitos gadgets? Eu adoro gadgets. Tenho meus atiradores de teia, claro, mas os seus parecem muito mais… sombrios. E os seus músculos? Você treina muito, né? Tipo, muito mesmo. Eu também treino, mas não sou tão… volumoso. Você é tipo um tanque com capa."
Batman o ignorou novamente, voltando sua atenção para os bandidos amarrados. "Você viu mais alguém?"
"Não, só esses caras. Mas, tipo, a cidade é enorme. E eu sinto uma coisa estranha no ar. Tipo, meu sentido aranha está formigando mais do que o normal. Não é só perigo, é… diferente. Como se eu estivesse em um lugar que não deveria estar."
Enquanto o Homem-Aranha falava, uma explosão distante sacudiu a noite. Uma torre de rádio, no distrito comercial, estava em chamas.
"Parece que Gotham tem mais problemas do que o normal esta noite", Batman observou, já se preparando para se mover.
"Eu posso ajudar! Sou bom em apagar incêndios. E em parar vilões. E em… bem, em ser amigável. Eu acho." O Homem-Aranha disparou uma teia e se impulsionou para o alto, seguindo Batman. "Então, qual é o plano? Você tem um plano? Você sempre tem um plano, não é? É o Batman!"
Ao chegarem à torre de rádio, a cena era ainda mais caótica. Pessoas corriam em pânico enquanto as chamas lambiam a estrutura metálica. No topo, uma figura vestida de verde e roxo, com um sorriso insano, parecia estar se divertindo com a destruição. O Coringa.
"Ora, ora, Batman! Que prazer vê-lo! E você trouxe um amiguinho novo! Um palhaço de circo, talvez? Ou um super-herói com problemas de autoestima?" O Coringa gargalhou, sua voz ecoando pela noite. "Estou apenas dando um toque especial a Gotham. Um pouco de fogo, um pouco de caos… é a minha obra-prima!"
"Coringa", Batman rosnou, sua voz carregada de fúria.
"Ah, e ele tem um amiguinho novo! O azul e vermelho! Que fofo! Será que ele aguenta uma piada?" O Coringa sacou uma arma estranha, que disparava um gás verde.
"Essa não", Homem-Aranha murmurou. "Esse cara me dá arrepios. E meu sentido aranha está gritando agora!"
Enquanto Batman se preparava para confrontar o Coringa, um brilho intenso surgiu no céu. Uma figura voou em direção à torre em chamas, rápida como um raio. Era um homem alto, com um traje azul e vermelho e uma capa esvoaçante. Seu emblema era um "S" estilizado. Super-Homem.
"Batman! O que está acontecendo aqui?" A voz do Super-Homem era poderosa, mas cheia de preocupação. Seus olhos varreram a cena, analisando os danos e as pessoas em perigo.
"Super-Homem", Batman reconheceu, a surpresa em sua voz quase imperceptível. "Coringa. E um novo jogador." Ele gesticulou para o Homem-Aranha.
"Outro?" Super-Homem piscou, um leve sorriso surgindo em seu rosto. "Parece que Gotham está atraindo mais do que o normal ultimamente." Ele então se virou para o Homem-Aranha. "Prazer em conhecê-lo. Sou o Super-Homem."
"Uau! O Super-Homem! Você é real! Eu juro que pensei que fosse uma lenda também! E você voa! E é super forte! E… você é muito gentil. Isso é legal. Eu sou o Homem-Aranha. E, bem, eu também sou real, aparentemente. E estou um pouco perdido." Homem-Aranha estava visivelmente animado, seu nervosismo se misturando com o entusiasmo de encontrar dois dos maiores heróis que ele já tinha ouvido falar em quadrinhos.
O Coringa, vendo a chegada do Super-Homem, simplesmente gargalhou ainda mais alto. "Ora, ora, a festa está ficando animada! O menino-morcego, o escoteiro voador e o… o que é você, amiguinho? Uma aranha gigante em miniatura? Que delícia! Mais brinquedos para o Coringa brincar!"
Ele ativou um dispositivo que começou a sobrecarregar a torre de rádio, ameaçando derrubá-la completamente.
"Temos que parar isso!" Super-Homem declarou, já se preparando para voar em direção ao Coringa.
"Não! A estrutura está instável. Se você atacar diretamente, pode derrubar tudo e causar mais baixas", Batman advertiu. "Temos que desativar o dispositivo sem agravar o dano."
"Eu consigo subir lá rapidamente e desativar a bomba!" Homem-Aranha exclamou, já disparando uma teia e escalando a torre com uma velocidade impressionante. "Eu sou bom com fios e circuitos, acredite ou não!"
"Ele é rápido", Super-Homem observou, impressionado.
"E barulhento", Batman acrescentou, um leve tom de aborrecimento em sua voz.
Enquanto Homem-Aranha escalava, o Coringa disparou mais gás do riso em sua direção. Homem-Aranha, com seus sentidos aguçados, desviou habilmente, mas o gás começou a se espalhar.
"Isso é… uh… cheiroso. Mas não de um jeito bom!" Homem-Aranha gritou, cobrindo a boca e o nariz com a mão enluvada.
Super-Homem voou para o alto, usando sua super-respiração para dispersar o gás, protegendo os civis abaixo. Batman, por sua vez, já estava no encalço do Coringa, usando seus batarangs para desativar as armadilhas que o vilão havia espalhado pela torre.
Homem-Aranha alcançou o dispositivo do Coringa. Era uma bomba complexa, com fios coloridos e um temporizador piscando em vermelho. "Okay, fios… vermelho ou azul? Sempre um dilema! Hmm, Coringa é um cara do caos, então… talvez o verde? Não, isso é muito óbvio. Argh!"
"O fio azul", Batman comunicou pelo comunicador, sua voz calma e precisa. "É o circuito de sobrecarga. Corte-o."
"Como você sabe?" Homem-Aranha perguntou, mas já estava pegando o fio azul. "Não importa! Confiando em você, morcego!" Com um rápido movimento, ele cortou o fio. O temporizador parou. A torre parou de tremer.
"Ufa! Por pouco! Eu sabia que eu era bom nisso!" Homem-Aranha comemorou, soltando um suspiro de alívio.
O Coringa, vendo seu plano frustrado, soltou um grito de raiva. "Não! Meu caos! Meu espetáculo! Vocês sempre estragam a diversão, não é? Sempre!" Ele tentou escapar, mas Batman e Super-Homem já estavam lá.
Super-Homem o interceptou no ar, segurando-o pelas costas, enquanto Batman o desarmava de todos os seus gadgets. O Coringa, derrotado, apenas riu, uma risada gutural e insana que ecoou na noite.
"Que noite! Primeiro, eu caio em outra dimensão, depois encontro o Batman e o Super-Homem, e a gente para o Coringa de explodir uma torre de rádio! Isso é tipo, a melhor terça-feira de todas!" Homem-Aranha desceu da torre com a mesma agilidade com que subiu.
Batman se aproximou, sua expressão inalterada. "Você é de outro universo, você disse?"
"Sim! Eu acho que sim. Eu estava lutando contra o Dr. Octopus, e ele tinha uma máquina que… bem, fez um buraco no espaço-tempo. E aqui estou eu! Em Gotham! Que é muito legal, mas eu preciso voltar para casa. A Tia May deve estar preocupada."
Super-Homem se juntou a eles, deixando o Coringa amarrado e esperando a polícia de Gotham. "Anomalias dimensionais… isso explica o que o Lex Luthor estava investigando. Ele mencionou picos de energia interdimensional. Parece que não era apenas mais um de seus esquemas."
"Lex Luthor? Tipo, o careca superinteligente e malvado que odeia você?" Homem-Aranha perguntou, os olhos por trás da máscara se arregalando. "Caramba, o meu universo tem só o Dr. Octopus, o Duende Verde e o Venom. Vocês têm um elenco de vilões muito mais… diversificado por aqui!"
Batman ligou para Gordon, informando-o da situação e da prisão do Coringa. "Precisamos entender como você veio parar aqui e como podemos te mandar de volta."
"Eu posso ajudar com isso", Super-Homem ofereceu. "Minha Fortaleza da Solidão tem alguns equipamentos que podem detectar e talvez até replicar energias interdimensionais. Além disso, o Dr. Hamilton pode ter alguma teoria."
"Fortaleza da Solidão? Tipo, um castelo de gelo no meio do nada? Isso é tão legal! Vocês têm mesmo tudo!" Homem-Aranha estava em êxtase.
Batman olhou para o Homem-Aranha, então para o Super-Homem. "Ele pode ser… útil." Para Batman, "útil" era o maior elogio.
"Eu posso ser útil! Eu juro! Eu sou bom em lutar contra vilões, e em fazer piadas, e em… uh… ser o amigão da vizinhança! Mesmo que essa vizinhança seja uma dimensão diferente!" Homem-Aranha sorriu, mesmo que ninguém pudesse ver seu rosto.
Enquanto os três heróis se preparavam para deixar a cena, uma sensação estranha pairava no ar. A noite em Gotham, que começou com o usual caos, havia se transformado em algo muito maior. Um encontro de mundos, um cruzamento de destinos. E, de alguma forma, a presença do Homem-Aranha, com seu otimismo e humor inabaláveis, trazia uma leveza inesperada para a sombria Gotham.
"Então, qual é o próximo passo, rapazes?" Homem-Aranha perguntou, olhando para Batman e Super-Homem. "Uma festa do pijama na Batcaverna? Ou talvez um tour pela Fortaleza da Solidão? Eu juro que não vou tocar em nada… a menos que seja um botão muito brilhante."
Batman apenas suspirou, um som quase inaudível. Super-Homem sorriu. Parecia que o universo estava prestes a ficar muito mais interessante. E barulhento.
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