
← Назад
0 лайков
O casal de 4 pessoas
Фандом: Nenhuma
Создан: 19.03.2026
Теги
РомантикаPWPЗанавесочная историяНецензурная лексикаCharacter study
O Banquete de Felipe
A casa de Felipe, geralmente um refúgio de silêncio e rotina, estava imersa em uma atmosfera densa e carregada de desejo. O sol da tarde filtrava-se pelas cortinas da sala, mas ninguém ali estava prestando atenção ao tempo lá fora. Felipe, com seus 1,70m e seus cabelos longos espalhados pelo tapete felpudo, sentia o coração acelerado. Para alguém com autismo e déficit de atenção, o excesso de estímulos às vezes era um desafio, mas quando se tratava de seus três namorados, o estímulo era exatamente o que ele buscava. Ele amava a segurança que aqueles três homens gigantes lhe proporcionavam.
Lucas, Emanuel e Miguel formavam uma barreira de músculos, pelos e testosterona ao redor do menor. Eles eram imensos, todos com seus 1,90m de altura, contrastando drasticamente com a figura delicada de Felipe. Apesar de se identificarem como héteros no mundo lá fora, a conexão que nutriam por Felipe era uma exceção absoluta e voraz. Eles o amavam, mas também adoravam dominá-lo.
— Você está muito inquieto hoje, pequeno — comentou Lucas, ajustando os óculos no rosto enquanto observava Felipe se contorcer levemente no chão.
— Eu só... eu quero vocês — murmurou Felipe, a voz falhando um pouco. Ele adorava o toque deles, especialmente a forma como as mãos grandes e peludas de Lucas pareciam cobrir metade de seu corpo.
Lucas não esperou por uma segunda resposta. Ele se aproximou, sua presença imponente eclipsando a luz que restava. Com um movimento rápido, ele virou Felipe de bruços. O som do primeiro tapa ecoou pela sala silenciosa. Foi um golpe seco, forte, exatamente como Felipe gostava. A marca vermelha floresceu instantaneamente na pele alva de suas nádegas.
— Gosta disso, não gosta? — rosnou Lucas, sua voz grave vibrando no peito de Felipe. — Gosta de sentir o peso da minha mão.
Emanuel, com seus cabelos loiros descoloridos brilhando sob a luz da sala, aproximou-se pelo outro lado. Ele sorriu, um sorriso predatório, enquanto começava a desabotoar a calça.
— O Lucas tem razão, você está muito carente — disse Emanuel, desferindo outro tapa, desta vez do lado oposto. — Mas nós temos o remédio certo para isso.
Felipe soltou um gemido sôfrego. O impacto da dor misturado ao prazer era o que o mantinha focado, o que ancorava sua mente muitas vezes dispersa. Miguel, o mais bronzeado do trio, também se posicionou. Ele observava a cena com uma intensidade silenciosa por trás de seus óculos, a mão acariciando a própria nuca antes de se juntar ao massacre de carinhos brutos.
— Ele quer tudo, não quer, Felipe? — perguntou Miguel, sua voz sendo um sussurro perigoso perto do ouvido do namorado. — Você quer o que temos para você.
Os três homens estavam agora completamente expostos. A visão era intimidante para qualquer um, mas para Felipe, era o paraíso. Lucas, Emanuel e Miguel ostentavam membros impressionantes, de 34, 35 e 36 centímetros respectivamente, veados e pulsantes. A virilidade deles era palpável, o cheiro de suor e desejo preenchendo o ar.
— De joelhos, Felipe — ordenou Lucas, puxando o menor pelos cabelos longos com firmeza, mas sem crueldade excessiva.
Felipe obedeceu prontamente. Ele se posicionou de joelhos, olhando para cima com os olhos brilhando de expectativa. Ele se sentia pequeno, protegido e, acima de tudo, desejado. Lucas foi o primeiro a se aproximar.
— Comece por mim — disse Lucas, guiando Felipe.
Felipe abriu a boca, aceitando a enormidade de Lucas. Era um desafio físico, mas ele se dedicava com uma devoção quase religiosa. Ele fechava os olhos, concentrando-se na textura e no calor, enquanto as mãos de Emanuel e Miguel continuavam a castigar suas nádegas com tapas rítmicos e potentes que faziam seu corpo inteiro estremecer.
— Isso, garoto... come tudo — incentivou Emanuel, a mão pesada descendo mais uma vez contra a carne de Felipe. — Mostra para o Lucas o quanto você sentiu falta disso.
O ritmo aumentou. Lucas gemia baixo, sua mão livre enterrada nos cabelos de Felipe, guiando os movimentos da cabeça do menor. A tensão na sala era quase sólida. Miguel se aproximou por trás de Lucas, observando a cena de perto, sua mão apertando o ombro do amigo enquanto a outra continuava a estimular a si mesmo.
— Eu não vou aguentar muito tempo assim — avisou Lucas, a respiração ficando curta. — Ele é bom demais nisso.
— Deixe ele terminar, Lucas — disse Miguel, a voz rouca. — Ele merece cada gota.
Felipe não parava. Mesmo quando sentia que sua mandíbula começava a cansar, o prazer de ver Lucas naquele estado o impulsionava. Ele sugava com vontade, os olhos revirando quando sentiu Lucas atingir o ápice. O jato quente e abundante preencheu sua boca, e Felipe engoliu cada gota com um entusiasmo que fez Lucas soltar um rugido de satisfação.
— Meu Deus, Felipe... — Lucas ofegou, recuando levemente enquanto recuperava o fôlego, limpando o canto da boca do namorado com o polegar. — Você é inacreditável.
Mas não havia tempo para descanso. Emanuel já estava ocupando o lugar de Lucas.
— Minha vez — declarou o loiro.
Emanuel era bruto de uma forma diferente. Ele gostava do som, do impacto. Enquanto Felipe o recebia, Emanuel não parava de falar, descrevendo exatamente o que queria fazer com ele depois. Os tapas de Emanuel eram os mais fortes, deixando marcas profundas que Felipe exibiria com orgulho nos próximos dias.
— Toma tudo, Felipe. Não desperdiça nada do seu homem — ordenou Emanuel, a bacia movendo-se com urgência.
Felipe estava em transe. O déficit de atenção desaparecia nessas horas; ele estava 100% presente, focado no sabor, no calor e na sensação de ser preenchido. Quando Emanuel finalmente descarregou, foi com uma força que quase fez Felipe engasgar, mas ele se manteve firme, aceitando o "leite" de Emanuel como se fosse o néctar dos deuses.
— Isso... bom garoto — elogiou Emanuel, acariciando o rosto de Felipe enquanto se afastava, trêmulo.
Finalmente, Miguel se aproximou. Ele era o que tinha o maior calibre, e Felipe sempre sentia um frio na barriga quando chegava a vez dele. Miguel se ajoelhou na frente de Felipe, ficando quase na mesma altura, olhando-o nos olhos.
— Você está indo muito bem, amor — sussurrou Miguel. — Só falta o meu. Você consegue?
Felipe assentiu vigorosamente, os lábios brilhando com o rastro dos outros dois. Ele se lançou sobre Miguel com uma fome renovada. Miguel gemia alto, a mão grande espalmada nas costas de Felipe, sentindo a pele suada do namorado. O bronzeado de Miguel contrastava com a palidez de Felipe, criando uma imagem que Lucas e Emanuel assistiam de camarote, ainda recuperando os sentidos.
— Ele é um buraco negro — brincou Lucas, embora sua voz estivesse cheia de admiração. — Ele realmente ama isso.
— Ele ama a gente — corrigiu Emanuel, observando o esforço de Felipe para acomodar Miguel.
Miguel chegou ao seu limite rapidamente, a estimulação visual de ver Felipe tão entregue sendo o gatilho final. Ele segurou a cabeça de Felipe com as duas mãos, entregando-se completamente. O volume era impressionante, e Felipe aceitou tudo, sentindo o calor inundar sua garganta, um banquete completo vindo dos três homens que ele mais amava no mundo.
Quando terminou, Felipe caiu sentado nos calcanhares, a respiração pesada, um sorriso satisfeito e bobo no rosto. Ele olhou para os três, que agora o rodeavam, todos sentados ao seu redor no tapete.
— Satisfeito? — perguntou Miguel, limpando uma gota que escorria pelo queixo de Felipe.
— Eu amo o gosto de vocês — admitiu Felipe, a voz baixa e doce. — Quero ficar abraçado agora.
Lucas sorriu e puxou Felipe para o seu colo, enquanto Emanuel e Miguel se acomodavam aos lados, criando um ninho de corpos grandes e peludos ao redor do pequeno autista.
— Você vai ter todos os abraços do mundo, pequeno — prometeu Lucas, beijando o topo da cabeça de Felipe. — Mas amanhã, sua bunda vai estar bem dolorida.
— Eu sei — respondeu Felipe, fechando os olhos e se aninhando no peito de Lucas. — E eu mal posso esperar.
A tarde caiu e a noite chegou, mas na casa de Felipe, o tempo parecia não importar. Eles tinham um mês inteiro pela frente, e aquela era apenas a primeira de muitas vezes que Felipe provaria do amor — e do leite — de seus três gigantes favoritos. Ele se sentia seguro, amado e, pela primeira vez em muito tempo, com a mente completamente em paz, silenciada pelo prazer extremo que só Lucas, Emanuel e Miguel sabiam proporcionar.
Lucas, Emanuel e Miguel formavam uma barreira de músculos, pelos e testosterona ao redor do menor. Eles eram imensos, todos com seus 1,90m de altura, contrastando drasticamente com a figura delicada de Felipe. Apesar de se identificarem como héteros no mundo lá fora, a conexão que nutriam por Felipe era uma exceção absoluta e voraz. Eles o amavam, mas também adoravam dominá-lo.
— Você está muito inquieto hoje, pequeno — comentou Lucas, ajustando os óculos no rosto enquanto observava Felipe se contorcer levemente no chão.
— Eu só... eu quero vocês — murmurou Felipe, a voz falhando um pouco. Ele adorava o toque deles, especialmente a forma como as mãos grandes e peludas de Lucas pareciam cobrir metade de seu corpo.
Lucas não esperou por uma segunda resposta. Ele se aproximou, sua presença imponente eclipsando a luz que restava. Com um movimento rápido, ele virou Felipe de bruços. O som do primeiro tapa ecoou pela sala silenciosa. Foi um golpe seco, forte, exatamente como Felipe gostava. A marca vermelha floresceu instantaneamente na pele alva de suas nádegas.
— Gosta disso, não gosta? — rosnou Lucas, sua voz grave vibrando no peito de Felipe. — Gosta de sentir o peso da minha mão.
Emanuel, com seus cabelos loiros descoloridos brilhando sob a luz da sala, aproximou-se pelo outro lado. Ele sorriu, um sorriso predatório, enquanto começava a desabotoar a calça.
— O Lucas tem razão, você está muito carente — disse Emanuel, desferindo outro tapa, desta vez do lado oposto. — Mas nós temos o remédio certo para isso.
Felipe soltou um gemido sôfrego. O impacto da dor misturado ao prazer era o que o mantinha focado, o que ancorava sua mente muitas vezes dispersa. Miguel, o mais bronzeado do trio, também se posicionou. Ele observava a cena com uma intensidade silenciosa por trás de seus óculos, a mão acariciando a própria nuca antes de se juntar ao massacre de carinhos brutos.
— Ele quer tudo, não quer, Felipe? — perguntou Miguel, sua voz sendo um sussurro perigoso perto do ouvido do namorado. — Você quer o que temos para você.
Os três homens estavam agora completamente expostos. A visão era intimidante para qualquer um, mas para Felipe, era o paraíso. Lucas, Emanuel e Miguel ostentavam membros impressionantes, de 34, 35 e 36 centímetros respectivamente, veados e pulsantes. A virilidade deles era palpável, o cheiro de suor e desejo preenchendo o ar.
— De joelhos, Felipe — ordenou Lucas, puxando o menor pelos cabelos longos com firmeza, mas sem crueldade excessiva.
Felipe obedeceu prontamente. Ele se posicionou de joelhos, olhando para cima com os olhos brilhando de expectativa. Ele se sentia pequeno, protegido e, acima de tudo, desejado. Lucas foi o primeiro a se aproximar.
— Comece por mim — disse Lucas, guiando Felipe.
Felipe abriu a boca, aceitando a enormidade de Lucas. Era um desafio físico, mas ele se dedicava com uma devoção quase religiosa. Ele fechava os olhos, concentrando-se na textura e no calor, enquanto as mãos de Emanuel e Miguel continuavam a castigar suas nádegas com tapas rítmicos e potentes que faziam seu corpo inteiro estremecer.
— Isso, garoto... come tudo — incentivou Emanuel, a mão pesada descendo mais uma vez contra a carne de Felipe. — Mostra para o Lucas o quanto você sentiu falta disso.
O ritmo aumentou. Lucas gemia baixo, sua mão livre enterrada nos cabelos de Felipe, guiando os movimentos da cabeça do menor. A tensão na sala era quase sólida. Miguel se aproximou por trás de Lucas, observando a cena de perto, sua mão apertando o ombro do amigo enquanto a outra continuava a estimular a si mesmo.
— Eu não vou aguentar muito tempo assim — avisou Lucas, a respiração ficando curta. — Ele é bom demais nisso.
— Deixe ele terminar, Lucas — disse Miguel, a voz rouca. — Ele merece cada gota.
Felipe não parava. Mesmo quando sentia que sua mandíbula começava a cansar, o prazer de ver Lucas naquele estado o impulsionava. Ele sugava com vontade, os olhos revirando quando sentiu Lucas atingir o ápice. O jato quente e abundante preencheu sua boca, e Felipe engoliu cada gota com um entusiasmo que fez Lucas soltar um rugido de satisfação.
— Meu Deus, Felipe... — Lucas ofegou, recuando levemente enquanto recuperava o fôlego, limpando o canto da boca do namorado com o polegar. — Você é inacreditável.
Mas não havia tempo para descanso. Emanuel já estava ocupando o lugar de Lucas.
— Minha vez — declarou o loiro.
Emanuel era bruto de uma forma diferente. Ele gostava do som, do impacto. Enquanto Felipe o recebia, Emanuel não parava de falar, descrevendo exatamente o que queria fazer com ele depois. Os tapas de Emanuel eram os mais fortes, deixando marcas profundas que Felipe exibiria com orgulho nos próximos dias.
— Toma tudo, Felipe. Não desperdiça nada do seu homem — ordenou Emanuel, a bacia movendo-se com urgência.
Felipe estava em transe. O déficit de atenção desaparecia nessas horas; ele estava 100% presente, focado no sabor, no calor e na sensação de ser preenchido. Quando Emanuel finalmente descarregou, foi com uma força que quase fez Felipe engasgar, mas ele se manteve firme, aceitando o "leite" de Emanuel como se fosse o néctar dos deuses.
— Isso... bom garoto — elogiou Emanuel, acariciando o rosto de Felipe enquanto se afastava, trêmulo.
Finalmente, Miguel se aproximou. Ele era o que tinha o maior calibre, e Felipe sempre sentia um frio na barriga quando chegava a vez dele. Miguel se ajoelhou na frente de Felipe, ficando quase na mesma altura, olhando-o nos olhos.
— Você está indo muito bem, amor — sussurrou Miguel. — Só falta o meu. Você consegue?
Felipe assentiu vigorosamente, os lábios brilhando com o rastro dos outros dois. Ele se lançou sobre Miguel com uma fome renovada. Miguel gemia alto, a mão grande espalmada nas costas de Felipe, sentindo a pele suada do namorado. O bronzeado de Miguel contrastava com a palidez de Felipe, criando uma imagem que Lucas e Emanuel assistiam de camarote, ainda recuperando os sentidos.
— Ele é um buraco negro — brincou Lucas, embora sua voz estivesse cheia de admiração. — Ele realmente ama isso.
— Ele ama a gente — corrigiu Emanuel, observando o esforço de Felipe para acomodar Miguel.
Miguel chegou ao seu limite rapidamente, a estimulação visual de ver Felipe tão entregue sendo o gatilho final. Ele segurou a cabeça de Felipe com as duas mãos, entregando-se completamente. O volume era impressionante, e Felipe aceitou tudo, sentindo o calor inundar sua garganta, um banquete completo vindo dos três homens que ele mais amava no mundo.
Quando terminou, Felipe caiu sentado nos calcanhares, a respiração pesada, um sorriso satisfeito e bobo no rosto. Ele olhou para os três, que agora o rodeavam, todos sentados ao seu redor no tapete.
— Satisfeito? — perguntou Miguel, limpando uma gota que escorria pelo queixo de Felipe.
— Eu amo o gosto de vocês — admitiu Felipe, a voz baixa e doce. — Quero ficar abraçado agora.
Lucas sorriu e puxou Felipe para o seu colo, enquanto Emanuel e Miguel se acomodavam aos lados, criando um ninho de corpos grandes e peludos ao redor do pequeno autista.
— Você vai ter todos os abraços do mundo, pequeno — prometeu Lucas, beijando o topo da cabeça de Felipe. — Mas amanhã, sua bunda vai estar bem dolorida.
— Eu sei — respondeu Felipe, fechando os olhos e se aninhando no peito de Lucas. — E eu mal posso esperar.
A tarde caiu e a noite chegou, mas na casa de Felipe, o tempo parecia não importar. Eles tinham um mês inteiro pela frente, e aquela era apenas a primeira de muitas vezes que Felipe provaria do amor — e do leite — de seus três gigantes favoritos. Ele se sentia seguro, amado e, pela primeira vez em muito tempo, com a mente completamente em paz, silenciada pelo prazer extremo que só Lucas, Emanuel e Miguel sabiam proporcionar.
Хотите создать свой фанфик?
Зарегистрируйтесь на Fanfy и создавайте свои собственные истории!
Создать свой фанфик