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Virgindade

Фандом: Teen Wolf

Создан: 02.04.2026

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A Noite em que a Loba Caçou a Raposa

Stiles Stilinski nunca soube exatamente como lidar com a gravidade. Normalmente, suas pernas pareciam ter vontade própria, tropeçando em raízes de árvores ou degraus imaginários, mas naquela noite, enquanto ele subia a trepadeira que levava à janela do quarto de Angel McCall, a gravidade era o menor de seus problemas. O verdadeiro perigo era o que o esperava lá dentro.

Ele parou no parapeito, o coração martelando contra as costelas como um pássaro enjaulado. "Por que eu estou aqui?", pensou, sentindo o suor frio escorrer pela nuca. Horas antes, no vestiário da escola, após seu desabafo desesperado sobre sacrifícios virgens e a iminência da morte, Angel — a irmã mais nova de Scott, a garota que tinha o rosto de um anjo e a audácia de um demônio — tinha lhe dado um ultimato.

— Sete horas, Stiles. Na minha cama. E não ouse se atrasar, ou eu vou te caçar pelo cheiro — ela dissera, com aquele sorriso de lado que sempre o deixava sem ar.

Scott quase teve um aneurisma de ciúmes, mas o caos da cidade o chamara para longe. Agora, Stiles estava ali, olhando através do vidro. Ele considerou, por um breve segundo, pular de volta e correr para o Jeep, mas a janela se abriu antes que ele pudesse covardemente fugir.

— Vai ficar aí parado parecendo um gárgula ou vai entrar, Stiles? — A voz de Angel era pura seda, carregada de um divertimento perigoso.

Stiles tropeçou para dentro, quase caindo sobre o tapete felpudo. Ele se levantou rapidamente, limpando as mãos na calça jeans, evitando olhar diretamente para ela.

— Eu... eu estava apenas verificando a integridade estrutural do seu parapeito. Segurança em primeiro lugar, sabe? — Ele disparou, as palavras saindo em uma velocidade metralhadora. — E, honestamente, Angel, a gente não precisa fazer isso. Foi um momento de pânico no vestiário, o estresse dos sacrifícios, a adrenalina... eu posso simplesmente ir embora e a gente finge que eu nunca disse que era virgem e você nunca me convidou para... bem, para isso.

Angel fechou a janela com um clique seco e girou o trinco. Ela estava encostada na moldura, os longos cabelos castanhos caindo em ondas perfeitas sobre os ombros, o rosto idêntico ao de uma boneca de porcelana, mas com olhos que brilhavam com uma intensidade lupina. Ela usava um roupão de cetim preto curto, que mal escondia as curvas que Stiles tentava ignorar desde que ela atingira a puberdade.

— Você fala demais quando está nervoso — disse ela, dando um passo lento em direção a ele. — E você está transbordando ansiedade. Eu consigo sentir o cheiro, Stiles. Está impregnando o meu quarto.

— É o meu charme natural — retrucou ele, dando um passo para trás até que suas panturrilhas bateram na beirada da cama dela. — Olha, Angel, você é a irmã do meu melhor amigo. O Scott vai me transformar em um tapete de lobisomem se ele descobrir. Ele vai arrancar minha garganta com os dentes!

Angel soltou uma risada baixa, um som gutural que vibrou no peito de Stiles. Ela parou a poucos centímetros dele, forçando-o a olhar para cima.

— O Scott não está aqui. E eu não sou apenas a irmã dele. Eu sou a mulher que está apaixonada por você desde que você usava aparelhos e camisas de super-heróis três tamanhos maiores que você — ela sussurrou, levando a mão ao peito dele, sentindo as batidas frenéticas. — E eu decidi que hoje a sua sorte muda.

— Angel... — O nome saiu como um suspiro suplicante.

— Shh — ela interrompeu, levando o dedo aos lábios dele. — Menos sarcasmo, Stiles. Mais ação.

Com um movimento deliberado, Angel desamarrou o laço de cetim do roupão. O tecido escorregou pelos seus ombros como água, caindo no chão em um amontoado escuro. Por baixo, ela usava uma lingerie de renda preta que deixava muito pouco para a imaginação. A pele dela parecia brilhar sob a luz fraca do abajur, e Stiles sentiu o mundo girar.

— Meu Deus — ele balbuciou, os olhos arregalados. — Você... você é...

— Sou sua — completou ela, avançando.

Ela não esperou por uma resposta. Angel o empurrou suavemente pelos ombros, e Stiles caiu sentado na cama. Antes que ele pudesse processar, ela já estava montada em seu colo, as pernas envolvendo sua cintura, prendendo-o ali. A força de uma loba era evidente na forma como ela o dominava, mas o toque era de uma delicadeza torturante.

— Você está tremendo — notou ela, passando as unhas levemente pela nuca dele, fazendo-o arrepiar-se da cabeça aos pés.

— É uma reação fisiológica normal diante de uma predadora — Stiles tentou brincar, mas sua voz falhou.

Angel inclinou-se para frente, roçando o nariz no dele, os olhos brilhando em um tom levemente dourado antes de voltarem ao castanho profundo.

— Então pare de lutar contra a natureza, Stiles. Deixe a loba te pegar.

Ela selou o espaço entre eles com um beijo faminto. Não era um beijo casto; era uma reivindicação. Stiles gemeu contra a boca dela, suas mãos finalmente encontrando coragem para agarrar a cintura fina de Angel. O gosto dela era de cereja e perigo, e o calor que emanava de seu corpo começou a derreter a hesitação dele.

Angel separou o beijo apenas o suficiente para morder o lábio inferior dele, puxando-o com os dentes antes de descer para o seu pescoço.

— Angel, se você fizer isso... — Stiles arqueou as costas quando sentiu a língua dela traçar a linha de sua mandíbula — ...eu não vou conseguir parar.

— Essa é a ideia, Stiles — sussurrou ela contra a pele dele, sua respiração quente enviando choques elétricos por sua espinha.

Ela começou a desabotoar a camisa de flanela dele com uma agilidade sobrenatural. Em segundos, a peça foi descartada. Angel passou as palmas das mãos pelo peito pálido de Stiles, sentindo os músculos tensos. Ela se afastou um pouco, admirando sua "presa".

— Você é tão lindo — disse ela, a voz carregada de uma sinceridade que o desarmou completamente. — E você é meu. Só meu esta noite.

Ela voltou a beijá-lo, desta vez mais profundamente, enquanto suas mãos desciam para o cós da calça dele. Stiles estava em transe, entregue ao domínio dela. Angel o guiou para que ele se deitasse, mantendo-se por cima, controlando cada movimento, cada centímetro de contato.

Quando as roupas finalmente foram deixadas de lado, o contraste entre eles era gritante: a pele pálida e sardenta de Stiles contra a pele bronzeada e impecável de Angel. Ela se moveu sobre ele, sentindo a ereção dele pressionada contra sua coxa, e sorriu com satisfação.

— Nervoso? — perguntou ela, provocante.

— Aterrorizado. Mas da melhor maneira possível — admitiu ele, as mãos explorando as curvas das costas dela, descendo até as nádegas firmes.

Angel inclinou-se, seus seios roçando o peito dele, e começou uma trilha de beijos que descia pelo abdômen de Stiles. Ele segurou os lençóis com força, os nós dos dedos brancos, enquanto ela o explorava com uma curiosidade devota. Cada toque dela era carregado de anos de desejo reprimido, de olhares roubados e flertes que Stiles sempre tentava desviar com piadas.

— Chega de falar — disse ela, subindo novamente para encará-lo.

Ela pegou um preservativo na gaveta da mesa de cabeceira — sempre preparada, Stiles notou com um lampejo de admiração — e, após o cuidado necessário, ela se posicionou sobre ele. Angel olhou fixamente nos olhos dele, segurando suas mãos e entrelaçando seus dedos nos dele, pregando-os contra o travesseiro.

— Olhe para mim, Stiles — ordenou ela.

Ele obedeceu, hipnotizado. Quando ela desceu lentamente, unindo seus corpos, Stiles soltou um suspiro longo, o rosto contraindo-se em uma mistura de prazer e alívio. O aperto era indescritível, o calor era avassalador.

Angel começou a se mover, um ritmo lento e torturante que fazia Stiles perder o fôlego. Ela era uma força da natureza. Seus movimentos eram fluidos, poderosos, ditando a velocidade e a intensidade. Ela se arqueava, o cabelo caindo como uma cortina ao redor deles, enquanto Stiles só conseguia observar a visão angelical e pecaminosa acima dele.

— Angel... — ele arquejou, tentando elevar os quadris para encontrá-la, mas ela o pressionou de volta.

— Não — disse ela, com um sorriso predatório. — Eu comando. Apenas sinta.

Ela acelerou o ritmo, seus movimentos tornando-se mais vigorosos. O som da respiração pesada e o atrito dos corpos preenchiam o quarto silencioso. Stiles sentia que estava prestes a explodir; cada estocada dela parecia atingir o centro de sua alma. Ele soltou as mãos das dela e as levou ao rosto de Angel, puxando-a para um beijo desesperado, tentando absorver um pouco daquela energia avassaladora.

A loba nele estava despertando a fera no nerd. Stiles começou a responder com mais urgência, a passividade dando lugar a uma fome mútua. Angel soltou um gemido alto, o pescoço estendido, enquanto a intensidade do prazer a atingia.

— Stiles... agora! — ela comandou, sua voz falhando.

Eles atingiram o ápice juntos, uma explosão de sensações que fez o quarto de Beacon Hills desaparecer. Stiles sentiu como se cada célula do seu corpo estivesse vibrando, enquanto Angel se colapsava sobre o peito dele, o coração dela batendo em sincronia com o dele, rápido e selvagem.

O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som de suas respirações recuperando o fôlego. Angel enterrou o rosto no pescoço de Stiles, deixando um beijo suave ali.

— Nada mal para uma primeira vez, Stilinski — murmurou ela, a voz rouca de satisfação.

Stiles, ainda processando que o universo não tinha acabado e que ele ainda estava vivo (e muito bem, por sinal), passou o braço ao redor dela, puxando-a para mais perto sob os lençóis.

— Eu acho que... eu acho que a integridade estrutural da cama passou no teste — ele disse, recuperando seu sarcasmo, embora sua voz ainda estivesse trêmula.

Angel riu, levantando a cabeça para olhá-lo.

— Você é um idiota.

— Sou o seu idiota — corrigiu ele, criando coragem para beijar a testa dela. — E, para registro... eu acho que estou apaixonado por essa loba há muito mais tempo do que eu admitia para mim mesmo.

Angel sorriu, e desta vez não foi um sorriso de predadora, mas o de uma garota que finalmente tinha capturado o que mais desejava.

— Ótimo. Porque eu não pretendo te soltar tão cedo. E se o Scott reclamar... bem, eu mordo ele também.

Stiles riu, sentindo-se, pela primeira vez em muito tempo, completamente seguro no meio do caos sobrenatural de suas vidas. Ele tinha sobrevivido à loba, e a recompensa era muito melhor do que qualquer sacrifício virgem poderia oferecer.
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