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Arcane
Фандом: Eu quero que você faça um romance lésbico em torno da série arcane, com muito sexo e tesão
Создан: 04.04.2026
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Entre a Pólvora e o Cetim
O ar de Zaun era pesado, saturado com o cheiro de ozônio e produtos químicos que queimavam o fundo da garganta, mas para Lua, aquele era o cheiro da liberdade. Ela estava agachada no topo de um duto de ventilação enferrujado, observando o movimento lá embaixo. Seus cabelos curtos, tingidos de um tom violeta profundo, balançavam levemente com a brisa tóxica. Ela ajustou as luvas de couro, sentindo o peso das adagas escondidas em suas botas. Lua era uma sombra, uma assassina de aluguel cujo nome era sussurrado com medo nos becos das Subferiferias.
Do outro lado da ponte, onde as luzes de Piltover brilhavam como diamantes falsos, Kakau ajustava o colarinho de seu uniforme azul e dourado. Ela era a imagem da disciplina: uma soldada de elite, com ombros largos e uma postura que impunha respeito. Seus cabelos ondulados caíam em cascata sobre as costas, e o uniforme, embora impecável, parecia lutar para conter as curvas generosas de seus seios, que subiam e desciam em uma respiração controlada.
Elas não deveriam se conhecer. Elas não deveriam se desejar. Mas o destino, ou talvez o caos de Runeterra, tinha planos diferentes.
— Você está atrasada, soldadinha — a voz de Lua surgiu das sombras, carregada de um sarcasmo que fez os pelos da nuca de Kakau se arrepiarem.
Kakau não se virou imediatamente. Ela manteve a mão no coldre da pistola de hextec, mas um sorriso involuntário brincou no canto de seus lábios.
— O dever não segue o horário dos criminosos, Lua — respondeu Kakau, virando-se finalmente para encarar a mulher que assombrava seus sonhos.
Lua saltou do duto com a agilidade de um felino, aterrissando a poucos centímetros de Kakau. Ela usava um top curto e calças de carga rasgadas que deixavam pouco para a imaginação. O contraste entre a armadura polida de Kakau e a pele suada e tatuada de Lua era quase insuportável.
— O dever é uma coleira muito apertada para alguém com o seu fogo — disse Lua, aproximando-se tanto que Kakau podia sentir o calor emanando de seu corpo. — Por que não deixa essa farda de lado e vem ver o que uma garota de Zaun faz no escuro?
Kakau sentiu o sangue latejar em suas veias. Ela avançou um passo, reduzindo a distância a zero. Seus seios pressionaram o peito de Lua, e a diferença de altura as colocava cara a cara.
— Você é um perigo para a ordem pública — sussurrou Kakau, sua voz descendo uma oitava, tornando-se rouca. — E eu deveria te levar agora mesmo para as celas de isolamento.
Lua soltou uma risada baixa, uma vibração que Kakau sentiu contra sua própria pele. Ela levou a mão ao rosto da soldada, traçando a linha da mandíbula com o polegar áspero.
— Então me algeme, Kakau. Eu adoraria ver você tentar me domar.
O autocontrole de Kakau se partiu como vidro. Ela agarrou a nuca de Lua, enterrando os dedos nos fios violetas, e a puxou para um beijo faminto. Não houve delicadeza; foi uma colisão de línguas e dentes, um reconhecimento de meses de tensão sexual acumulada. Lua gemeu contra a boca de Kakau, envolvendo as pernas ao redor da cintura da soldada, puxando-a para mais perto, querendo fundir seus corpos ali mesmo, no limite entre os dois mundos.
Kakau a carregou para as sombras de um armazém abandonado nas docas, onde a luz dourada de Piltover não chegava. Ela prensou Lua contra a parede de metal fria, mas o frio não durou nada diante do calor que emanava delas.
— Eu quero você desde o primeiro dia em que te vi naquele telhado — confessou Kakau, as mãos descendo para apertar as coxas de Lua. — Você é uma distração insuportável.
— E você é uma puritana deliciosa que está morrendo de vontade de pecar — provocou Lua, arqueando as costas enquanto Kakau descia os beijos pelo seu pescoço, mordendo a pele macia logo acima da clavícula.
Lua não perdeu tempo. Suas mãos hábeis começaram a abrir os fechos complicados do uniforme de Kakau. Ela queria ver o que estava escondido sob aquela fachada de ordem. Quando o corpete finalmente se abriu, revelando os seios fartos e pesados de Kakau, Lua soltou um suspiro de pura luxúria.
— Por todos os deuses de Zaun... você é perfeita — murmurou a assassina.
Ela inclinou a cabeça, capturando um dos mamilos endurecidos entre os lábios, sugando com força. Kakau soltou um grito abafado, a cabeça caindo para trás enquanto o prazer disparava pelo seu corpo como uma descarga elétrica. Suas mãos apertaram os ombros de Lua, as unhas cravando na pele suada.
— Mais... Lua, por favor — implorou a soldada, perdendo qualquer rastro de sua postura militar.
Lua deslizou a mão para baixo, por dentro das calças de Kakau, encontrando-a já completamente encharcada. Ela sorriu, um olhar predatório cruzando seu rosto.
— Olha só para você. Tão pronta para mim.
A assassina introduziu dois dedos de uma vez, movimentando-os em um ritmo frenético que fez Kakau tremer violentamente. O som da carne se encontrando e o estalo da umidade preenchiam o silêncio do armazém. Kakau estava em chamas, seu corpo agitando-se contra os dedos de Lua, buscando mais profundidade, mais atrito.
— Agora — arfou Kakau, puxando Lua para o chão coberto por algumas sacas de lona. — Eu quero sentir você.
Kakau inverteu as posições, ficando por cima. Ela despiu Lua com uma urgência selvagem, admirando as cicatrizes e tatuagens que contavam a história de uma vida de lutas. Mas ali, sob o toque de Kakau, Lua era apenas entrega. A soldada mergulhou o rosto entre as pernas de Lua, o cheiro de sexo e desejo a embriagando.
Quando a língua de Kakau encontrou o clitóris de Lua, a assassina soltou um grito que ecoou pelas vigas do teto. Kakau era metódica, usando a mesma precisão que usava em campo para levar Lua ao limite. Ela alternava entre lambidas longas e sucções intensas, enquanto seus dedos exploravam o interior apertado de Lua.
— Kakau! — Lua gritou o nome dela, as mãos puxando o cabelo ondulado da soldada. — Eu vou... eu vou quebrar!
— Quebre para mim, Lua — disse Kakau, olhando para cima com os olhos escurecidos pelo desejo. — Mostre-me como uma assassina se rende.
O orgasmo de Lua veio como uma explosão, seu corpo se arqueando violentamente enquanto as paredes internas de seu sexo pulsavam contra os dedos de Kakau. Ela não teve tempo de se recuperar, pois Kakau a puxou para cima, sentando-se e guiando Lua para o seu colo.
As duas se uniram novamente, pele contra pele, suor misturando-se. Lua começou a cavalgar sobre Kakau, o atrito de suas intimidades criando uma fricção insuportável. Cada movimento era carregado de uma necessidade desesperada de pertencer, mesmo que por apenas uma noite, ao mundo da outra.
— Você é minha — rosnou Kakau, as mãos apertando a cintura de Lua com força suficiente para deixar marcas. — Em Piltover ou em Zaun, você é minha.
— Só se você for minha também, soldada — respondeu Lua, acelerando o ritmo, os olhos fixos nos de Kakau.
O clímax as atingiu juntas, uma onda de prazer avassaladora que as deixou sem fôlego, colapsadas uma sobre a outra no chão sujo do armazém. O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som de suas respirações pesadas e pelo bater distante das máquinas da cidade baixa.
— Isso vai ser um problema — murmurou Kakau, acariciando os cabelos de Lua enquanto a segurava em seus braços.
Lua levantou a cabeça, um sorriso malicioso voltando ao seu rosto.
— Problemas são a minha especialidade, Kakau. E você parece ser o melhor tipo de confusão que eu já encontrei.
Kakau olhou para o teto, sentindo o peso de suas responsabilidades voltando, mas o calor de Lua em seu peito era mais real do que qualquer lei ou dever.
— Amanhã, eu sou a lei e você é a fugitiva — disse Kakau seriamente.
— E hoje à noite? — perguntou Lua, deslizando a mão novamente para o corpo da soldada.
Kakau sorriu, puxando-a para um novo beijo.
— Hoje à noite, não existem cidades. Só existe nós.
A escuridão de Zaun as envolveu, protegendo o segredo de uma soldada que amava o perigo e de uma assassina que encontrou paz nos braços da ordem. O romance entre elas era uma bomba relógio, mas, enquanto as luzes de Piltover brilhavam ao longe, o pavio ainda tinha muito o que queimar.
Do outro lado da ponte, onde as luzes de Piltover brilhavam como diamantes falsos, Kakau ajustava o colarinho de seu uniforme azul e dourado. Ela era a imagem da disciplina: uma soldada de elite, com ombros largos e uma postura que impunha respeito. Seus cabelos ondulados caíam em cascata sobre as costas, e o uniforme, embora impecável, parecia lutar para conter as curvas generosas de seus seios, que subiam e desciam em uma respiração controlada.
Elas não deveriam se conhecer. Elas não deveriam se desejar. Mas o destino, ou talvez o caos de Runeterra, tinha planos diferentes.
— Você está atrasada, soldadinha — a voz de Lua surgiu das sombras, carregada de um sarcasmo que fez os pelos da nuca de Kakau se arrepiarem.
Kakau não se virou imediatamente. Ela manteve a mão no coldre da pistola de hextec, mas um sorriso involuntário brincou no canto de seus lábios.
— O dever não segue o horário dos criminosos, Lua — respondeu Kakau, virando-se finalmente para encarar a mulher que assombrava seus sonhos.
Lua saltou do duto com a agilidade de um felino, aterrissando a poucos centímetros de Kakau. Ela usava um top curto e calças de carga rasgadas que deixavam pouco para a imaginação. O contraste entre a armadura polida de Kakau e a pele suada e tatuada de Lua era quase insuportável.
— O dever é uma coleira muito apertada para alguém com o seu fogo — disse Lua, aproximando-se tanto que Kakau podia sentir o calor emanando de seu corpo. — Por que não deixa essa farda de lado e vem ver o que uma garota de Zaun faz no escuro?
Kakau sentiu o sangue latejar em suas veias. Ela avançou um passo, reduzindo a distância a zero. Seus seios pressionaram o peito de Lua, e a diferença de altura as colocava cara a cara.
— Você é um perigo para a ordem pública — sussurrou Kakau, sua voz descendo uma oitava, tornando-se rouca. — E eu deveria te levar agora mesmo para as celas de isolamento.
Lua soltou uma risada baixa, uma vibração que Kakau sentiu contra sua própria pele. Ela levou a mão ao rosto da soldada, traçando a linha da mandíbula com o polegar áspero.
— Então me algeme, Kakau. Eu adoraria ver você tentar me domar.
O autocontrole de Kakau se partiu como vidro. Ela agarrou a nuca de Lua, enterrando os dedos nos fios violetas, e a puxou para um beijo faminto. Não houve delicadeza; foi uma colisão de línguas e dentes, um reconhecimento de meses de tensão sexual acumulada. Lua gemeu contra a boca de Kakau, envolvendo as pernas ao redor da cintura da soldada, puxando-a para mais perto, querendo fundir seus corpos ali mesmo, no limite entre os dois mundos.
Kakau a carregou para as sombras de um armazém abandonado nas docas, onde a luz dourada de Piltover não chegava. Ela prensou Lua contra a parede de metal fria, mas o frio não durou nada diante do calor que emanava delas.
— Eu quero você desde o primeiro dia em que te vi naquele telhado — confessou Kakau, as mãos descendo para apertar as coxas de Lua. — Você é uma distração insuportável.
— E você é uma puritana deliciosa que está morrendo de vontade de pecar — provocou Lua, arqueando as costas enquanto Kakau descia os beijos pelo seu pescoço, mordendo a pele macia logo acima da clavícula.
Lua não perdeu tempo. Suas mãos hábeis começaram a abrir os fechos complicados do uniforme de Kakau. Ela queria ver o que estava escondido sob aquela fachada de ordem. Quando o corpete finalmente se abriu, revelando os seios fartos e pesados de Kakau, Lua soltou um suspiro de pura luxúria.
— Por todos os deuses de Zaun... você é perfeita — murmurou a assassina.
Ela inclinou a cabeça, capturando um dos mamilos endurecidos entre os lábios, sugando com força. Kakau soltou um grito abafado, a cabeça caindo para trás enquanto o prazer disparava pelo seu corpo como uma descarga elétrica. Suas mãos apertaram os ombros de Lua, as unhas cravando na pele suada.
— Mais... Lua, por favor — implorou a soldada, perdendo qualquer rastro de sua postura militar.
Lua deslizou a mão para baixo, por dentro das calças de Kakau, encontrando-a já completamente encharcada. Ela sorriu, um olhar predatório cruzando seu rosto.
— Olha só para você. Tão pronta para mim.
A assassina introduziu dois dedos de uma vez, movimentando-os em um ritmo frenético que fez Kakau tremer violentamente. O som da carne se encontrando e o estalo da umidade preenchiam o silêncio do armazém. Kakau estava em chamas, seu corpo agitando-se contra os dedos de Lua, buscando mais profundidade, mais atrito.
— Agora — arfou Kakau, puxando Lua para o chão coberto por algumas sacas de lona. — Eu quero sentir você.
Kakau inverteu as posições, ficando por cima. Ela despiu Lua com uma urgência selvagem, admirando as cicatrizes e tatuagens que contavam a história de uma vida de lutas. Mas ali, sob o toque de Kakau, Lua era apenas entrega. A soldada mergulhou o rosto entre as pernas de Lua, o cheiro de sexo e desejo a embriagando.
Quando a língua de Kakau encontrou o clitóris de Lua, a assassina soltou um grito que ecoou pelas vigas do teto. Kakau era metódica, usando a mesma precisão que usava em campo para levar Lua ao limite. Ela alternava entre lambidas longas e sucções intensas, enquanto seus dedos exploravam o interior apertado de Lua.
— Kakau! — Lua gritou o nome dela, as mãos puxando o cabelo ondulado da soldada. — Eu vou... eu vou quebrar!
— Quebre para mim, Lua — disse Kakau, olhando para cima com os olhos escurecidos pelo desejo. — Mostre-me como uma assassina se rende.
O orgasmo de Lua veio como uma explosão, seu corpo se arqueando violentamente enquanto as paredes internas de seu sexo pulsavam contra os dedos de Kakau. Ela não teve tempo de se recuperar, pois Kakau a puxou para cima, sentando-se e guiando Lua para o seu colo.
As duas se uniram novamente, pele contra pele, suor misturando-se. Lua começou a cavalgar sobre Kakau, o atrito de suas intimidades criando uma fricção insuportável. Cada movimento era carregado de uma necessidade desesperada de pertencer, mesmo que por apenas uma noite, ao mundo da outra.
— Você é minha — rosnou Kakau, as mãos apertando a cintura de Lua com força suficiente para deixar marcas. — Em Piltover ou em Zaun, você é minha.
— Só se você for minha também, soldada — respondeu Lua, acelerando o ritmo, os olhos fixos nos de Kakau.
O clímax as atingiu juntas, uma onda de prazer avassaladora que as deixou sem fôlego, colapsadas uma sobre a outra no chão sujo do armazém. O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som de suas respirações pesadas e pelo bater distante das máquinas da cidade baixa.
— Isso vai ser um problema — murmurou Kakau, acariciando os cabelos de Lua enquanto a segurava em seus braços.
Lua levantou a cabeça, um sorriso malicioso voltando ao seu rosto.
— Problemas são a minha especialidade, Kakau. E você parece ser o melhor tipo de confusão que eu já encontrei.
Kakau olhou para o teto, sentindo o peso de suas responsabilidades voltando, mas o calor de Lua em seu peito era mais real do que qualquer lei ou dever.
— Amanhã, eu sou a lei e você é a fugitiva — disse Kakau seriamente.
— E hoje à noite? — perguntou Lua, deslizando a mão novamente para o corpo da soldada.
Kakau sorriu, puxando-a para um novo beijo.
— Hoje à noite, não existem cidades. Só existe nós.
A escuridão de Zaun as envolveu, protegendo o segredo de uma soldada que amava o perigo e de uma assassina que encontrou paz nos braços da ordem. O romance entre elas era uma bomba relógio, mas, enquanto as luzes de Piltover brilhavam ao longe, o pavio ainda tinha muito o que queimar.
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