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A última rosa branca de sangue petrova darry
Фандом: It capítulo 2 e série tvd
Создан: 05.04.2026
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O Sorriso de Derry e o Sangue das Petrova
A placa de metal enferrujado balançava ao sabor do vento, rangendo como um aviso que ninguém no SUV preto parecia disposto a ouvir: "Bem-vindos a Derry". Para qualquer turista comum, era apenas uma cidade pitoresca no Maine. Para o grupo de Mystic Falls, era o refúgio perfeito de híbridos, originais e dramas sobrenaturais que pareciam persegui-los em Virgínia.
Melissa Laurent encostou a cabeça no vidro da janela, observando as árvores densas que margeavam a estrada. Ela era a imagem perfeita de Elena Gilbert em sua fase mais radiante, mas com um toque de perigo que a duplicata original nunca possuiu. Seus cabelos, escuros como a meia-noite e moldados em ondas impecáveis que lembravam Katherine Pierce, caíam sobre os ombros de sua jaqueta de couro vermelho vibrante.
— Melissa, você está muito quieta. Isso é sinal de que está planejando um assassinato ou apenas entediada? — Caroline Forbes perguntou do banco de trás, ajeitando a bolsa com o perfeccionismo de sempre.
Melissa deu um sorriso de lado, um brilho de diversão em seus olhos escuros.
— Apenas apreciando o silêncio, Care. Em Mystic Falls, a essa hora, alguém já teria tentado nos sacrificar em um altar de carvalho branco.
— Ela tem razão — concordou Bonnie Bennett, que estava sentada ao lado de Caroline. A bruxa parecia exausta, mas havia um alívio visível em seus ombros. — Derry parece... neutra. Não sinto nenhuma magia antiga tentando me usar como canal.
Damon Salvatore, que dirigia o veículo com uma imprudência calculada, soltou uma risada seca.
— Neutra? Essa cidade cheira a mofo e segredos guardados por gente que usa suéter de tricô no verão. É o lugar perfeito para umas férias.
Stefan, no banco do passageiro, trocou um olhar preocupado com Elena, que estava sentada entre Caroline e Bonnie. A semelhança entre Elena e Melissa era desconcertante para qualquer um que não as conhecesse intimamente. Enquanto Elena exalava uma suavidade melancólica, Melissa era uma explosão de cores fortes e uma confiança que beirava a arrogância. A transformação em vampira tinha sido o divisor de águas para Melissa; ela deixou de ser a garota mimada que reclamava de unhas quebradas para se tornar uma predadora que abraçava sua imortalidade com um prazer quase pecaminoso.
— O que ninguém sabia — nem mesmo Melissa — era que sua linhagem era mais profunda do que um simples erro genético. Ela não era apenas uma Laurent adotada. O sangue que corria em suas veias mortas pertencia a Amara Petrova, e seu pai... seu pai era algo que a humanidade havia esquecido de temer. Pennywise, a Entidade, e Amara haviam cruzado caminhos em um lapso temporal de magia e loucura, e Melissa fora o resultado, transferida para o útero de uma mulher humana por um feitiço de preservação idêntico ao que salvou as gêmeas Saltzman.
O carro parou em frente a um casarão vitoriano alugado na Rua Neibolt. A estrutura era imponente, mas havia algo de errado com a luz que incidia sobre as tábuas de madeira.
— Lar, doce lar — anunciou Damon, saltando do carro. — Quem quer o quarto que não tem cheiro de cadáver?
Melissa saiu do carro, sentindo o salto de sua bota estalar contra o asfalto. Ela respirou fundo. O ar em Derry era pesado, úmido.
— Que lugar charmoso — comentou Melissa, ajustando a gola de sua blusa verde-esmeralda. — Parece o cenário de um filme de terror dos anos 80.
— Não comece, Mel — pediu Elena, saindo do carro logo atrás. — Viemos para descansar. Sem sarcasmo, sem caça, sem problemas.
— Eu sou uma vampira, Elena. O descanso é para os mortos... ah, espera, nós somos os mortos. — Melissa piscou para a "irmã" e começou a caminhar em direção à entrada da casa.
Enquanto os outros descarregavam as malas, Melissa parou no degrau da varanda. Seus sentidos de vampira, aguçados e precisos, captaram algo. Não era o cheiro de sangue, nem o som de um coração batendo. Era uma risada. Uma risada baixa, gutural, que parecia vir de dentro dos bueiros da rua.
Ela se virou bruscamente, seus olhos varrendo a calçada deserta.
— Algum problema? — Stefan apareceu ao lado dela, sempre o protetor.
— Você ouviu isso? — perguntou ela, a voz perdendo um pouco da ironia habitual.
— Ouvi o Damon reclamando que a internet aqui é lenta. Por quê?
Melissa franziu a testa, voltando a olhar para o bueiro na esquina.
— Nada. Deve ser o vento.
— O vento não costuma rir, Melissa — disse Stefan, observando-a com atenção.
— Talvez em Derry o vento tenha senso de humor — ela retrucou, recuperando a compostura e entrando na casa.
Lá dentro, a decoração era opressiva. Papéis de parede florais descascados e móveis cobertos de poeira. Caroline já estava organizando um cronograma de limpeza, enquanto Bonnie explorava a cozinha.
— Eu vou dar uma volta — anunciou Melissa, antes mesmo de deixar sua mala no quarto.
— Agora? — Elena perguntou, preocupada. — Acabamos de chegar.
— Preciso de ar fresco. E, honestamente, o senso estético da Caroline está começando a me dar urticária. Vejo vocês no jantar.
Melissa não esperou resposta. Ela saiu pela porta dos fundos e começou a caminhar pela vizinhança. O sol estava começando a se pôr, tingindo o céu de Derry com tons de laranja e roxo que combinavam perfeitamente com seu estilo vibrante.
Ela caminhou até um parque próximo, onde um canal de água corria silenciosamente. Enquanto caminhava, ela sentiu uma presença. Alguém a estava observando. Mas não era a vigilância de um caçador de vampiros, nem o olhar lascivo de um humano. Era algo... familiar.
— Você tem o rosto dela — uma voz ecoou debaixo de uma ponte de madeira.
Melissa parou instantaneamente. Suas presas desceram e suas veias sob os olhos saltaram, a face de vampira emergindo em um aviso silencioso.
— Quem está aí? — ela exigiu, sua voz firme e perigosa.
Das sombras da ponte, um balão vermelho flutuou para cima, balançando suavemente no ar parado. Atrás dele, uma figura começou a se materializar. Não era um monstro, a princípio. Era um homem alto, de traços aristocráticos, mas com olhos que brilhavam com uma luz amarela doentia.
— Amara era mais... resiliente — disse a figura. — Mas você... você tem o fogo dela. E o meu apetite.
Melissa sentiu um calafrio que não tinha nada a ver com a temperatura. Como vampira, ela deveria ser o topo da cadeia alimentar, mas diante daquela presença, ela se sentia pequena.
— Eu não sei de quem você está falando — sibilou ela, preparando-se para atacar. — Mas se não sair do meu caminho, eu vou arrancar seu coração e mostrá-lo para você antes de você morrer.
O homem — ou a coisa — soltou uma gargalhada que fez os pássaros voarem das árvores próximas.
— Tão brava. Tão cheia de vida para alguém que já morreu. — Ele deu um passo à frente, e por um segundo, Melissa viu a imagem de um palhaço distorcido refletida nas pupilas dele. — Você não é uma Laurent, Melissa. Você é um segredo guardado em uma caixa de carne e sangue.
— O que você quer? — ela perguntou, sentindo uma dor de cabeça súbita, como se memórias que não eram dela estivessem tentando romper uma barragem em sua mente.
— Eu quero ver o que acontece quando a duplicata mais bonita de todas descobre que seu pai não é um homem, mas o Medo em si.
Com um estalo, o balão vermelho estourou. O som foi como um tiro de canhão. Melissa piscou, e a figura havia sumido. O parque estava deserto novamente.
Ela respirou fundo, tentando acalmar o coração que, embora morto, parecia martelar contra as costelas. Ela limpou o rosto, forçando a face humana a voltar ao lugar.
— Melissa? — A voz de Damon veio de trás dela. Ele havia seguido seu rastro. — Você está bem? Ouviu o barulho?
Ela se virou para o amigo, o sorriso cínico voltando ao rosto como uma máscara perfeitamente ajustada.
— Foi só um balão, Damon. Alguma criança deve ter perdido a festa.
Damon arqueou uma sobrancelha, olhando para os restos de borracha vermelha no chão.
— Você está pálida. Bem, mais pálida que o normal.
— É a iluminação de Derry. É péssima para a minha pele — ela respondeu, passando por ele e caminhando de volta para a casa. — Vamos. Caroline provavelmente já fez uma lista de regras para o uso do banheiro e eu preciso de um drink.
Damon a observou se afastar. Ele conhecia Melissa melhor do que a maioria. Ela estava mentindo. Mas em Derry, as mentiras pareciam ser a única coisa que mantinha as pessoas vivas.
Enquanto voltavam, Melissa sentiu o peso do segredo que acabara de encontrar. Ela viera para Derry em busca de férias, mas algo no fundo de sua alma — a parte que pertencia a Amara e ao monstro que a gerou — sabia que as férias tinham acabado antes mesmo de começarem.
Naquela noite, enquanto Mystic Falls parecia um sonho distante, Melissa Laurent olhou-se no espelho. Suas roupas eram escuras, seu estilo era de uma vilã de contos de fadas, mas seus olhos... seus olhos brilharam por um breve segundo com a mesma luz amarela que vira sob a ponte.
— Que comece o jogo, papai — sussurrou ela para o reflexo, um sorriso cruel curvando seus lábios.
Derry não sabia o que a esperava. Os perdedores podiam ter enfrentado a Coisa antes, mas eles nunca tiveram uma Petrova com sede de sangue ao seu lado.
Melissa Laurent encostou a cabeça no vidro da janela, observando as árvores densas que margeavam a estrada. Ela era a imagem perfeita de Elena Gilbert em sua fase mais radiante, mas com um toque de perigo que a duplicata original nunca possuiu. Seus cabelos, escuros como a meia-noite e moldados em ondas impecáveis que lembravam Katherine Pierce, caíam sobre os ombros de sua jaqueta de couro vermelho vibrante.
— Melissa, você está muito quieta. Isso é sinal de que está planejando um assassinato ou apenas entediada? — Caroline Forbes perguntou do banco de trás, ajeitando a bolsa com o perfeccionismo de sempre.
Melissa deu um sorriso de lado, um brilho de diversão em seus olhos escuros.
— Apenas apreciando o silêncio, Care. Em Mystic Falls, a essa hora, alguém já teria tentado nos sacrificar em um altar de carvalho branco.
— Ela tem razão — concordou Bonnie Bennett, que estava sentada ao lado de Caroline. A bruxa parecia exausta, mas havia um alívio visível em seus ombros. — Derry parece... neutra. Não sinto nenhuma magia antiga tentando me usar como canal.
Damon Salvatore, que dirigia o veículo com uma imprudência calculada, soltou uma risada seca.
— Neutra? Essa cidade cheira a mofo e segredos guardados por gente que usa suéter de tricô no verão. É o lugar perfeito para umas férias.
Stefan, no banco do passageiro, trocou um olhar preocupado com Elena, que estava sentada entre Caroline e Bonnie. A semelhança entre Elena e Melissa era desconcertante para qualquer um que não as conhecesse intimamente. Enquanto Elena exalava uma suavidade melancólica, Melissa era uma explosão de cores fortes e uma confiança que beirava a arrogância. A transformação em vampira tinha sido o divisor de águas para Melissa; ela deixou de ser a garota mimada que reclamava de unhas quebradas para se tornar uma predadora que abraçava sua imortalidade com um prazer quase pecaminoso.
— O que ninguém sabia — nem mesmo Melissa — era que sua linhagem era mais profunda do que um simples erro genético. Ela não era apenas uma Laurent adotada. O sangue que corria em suas veias mortas pertencia a Amara Petrova, e seu pai... seu pai era algo que a humanidade havia esquecido de temer. Pennywise, a Entidade, e Amara haviam cruzado caminhos em um lapso temporal de magia e loucura, e Melissa fora o resultado, transferida para o útero de uma mulher humana por um feitiço de preservação idêntico ao que salvou as gêmeas Saltzman.
O carro parou em frente a um casarão vitoriano alugado na Rua Neibolt. A estrutura era imponente, mas havia algo de errado com a luz que incidia sobre as tábuas de madeira.
— Lar, doce lar — anunciou Damon, saltando do carro. — Quem quer o quarto que não tem cheiro de cadáver?
Melissa saiu do carro, sentindo o salto de sua bota estalar contra o asfalto. Ela respirou fundo. O ar em Derry era pesado, úmido.
— Que lugar charmoso — comentou Melissa, ajustando a gola de sua blusa verde-esmeralda. — Parece o cenário de um filme de terror dos anos 80.
— Não comece, Mel — pediu Elena, saindo do carro logo atrás. — Viemos para descansar. Sem sarcasmo, sem caça, sem problemas.
— Eu sou uma vampira, Elena. O descanso é para os mortos... ah, espera, nós somos os mortos. — Melissa piscou para a "irmã" e começou a caminhar em direção à entrada da casa.
Enquanto os outros descarregavam as malas, Melissa parou no degrau da varanda. Seus sentidos de vampira, aguçados e precisos, captaram algo. Não era o cheiro de sangue, nem o som de um coração batendo. Era uma risada. Uma risada baixa, gutural, que parecia vir de dentro dos bueiros da rua.
Ela se virou bruscamente, seus olhos varrendo a calçada deserta.
— Algum problema? — Stefan apareceu ao lado dela, sempre o protetor.
— Você ouviu isso? — perguntou ela, a voz perdendo um pouco da ironia habitual.
— Ouvi o Damon reclamando que a internet aqui é lenta. Por quê?
Melissa franziu a testa, voltando a olhar para o bueiro na esquina.
— Nada. Deve ser o vento.
— O vento não costuma rir, Melissa — disse Stefan, observando-a com atenção.
— Talvez em Derry o vento tenha senso de humor — ela retrucou, recuperando a compostura e entrando na casa.
Lá dentro, a decoração era opressiva. Papéis de parede florais descascados e móveis cobertos de poeira. Caroline já estava organizando um cronograma de limpeza, enquanto Bonnie explorava a cozinha.
— Eu vou dar uma volta — anunciou Melissa, antes mesmo de deixar sua mala no quarto.
— Agora? — Elena perguntou, preocupada. — Acabamos de chegar.
— Preciso de ar fresco. E, honestamente, o senso estético da Caroline está começando a me dar urticária. Vejo vocês no jantar.
Melissa não esperou resposta. Ela saiu pela porta dos fundos e começou a caminhar pela vizinhança. O sol estava começando a se pôr, tingindo o céu de Derry com tons de laranja e roxo que combinavam perfeitamente com seu estilo vibrante.
Ela caminhou até um parque próximo, onde um canal de água corria silenciosamente. Enquanto caminhava, ela sentiu uma presença. Alguém a estava observando. Mas não era a vigilância de um caçador de vampiros, nem o olhar lascivo de um humano. Era algo... familiar.
— Você tem o rosto dela — uma voz ecoou debaixo de uma ponte de madeira.
Melissa parou instantaneamente. Suas presas desceram e suas veias sob os olhos saltaram, a face de vampira emergindo em um aviso silencioso.
— Quem está aí? — ela exigiu, sua voz firme e perigosa.
Das sombras da ponte, um balão vermelho flutuou para cima, balançando suavemente no ar parado. Atrás dele, uma figura começou a se materializar. Não era um monstro, a princípio. Era um homem alto, de traços aristocráticos, mas com olhos que brilhavam com uma luz amarela doentia.
— Amara era mais... resiliente — disse a figura. — Mas você... você tem o fogo dela. E o meu apetite.
Melissa sentiu um calafrio que não tinha nada a ver com a temperatura. Como vampira, ela deveria ser o topo da cadeia alimentar, mas diante daquela presença, ela se sentia pequena.
— Eu não sei de quem você está falando — sibilou ela, preparando-se para atacar. — Mas se não sair do meu caminho, eu vou arrancar seu coração e mostrá-lo para você antes de você morrer.
O homem — ou a coisa — soltou uma gargalhada que fez os pássaros voarem das árvores próximas.
— Tão brava. Tão cheia de vida para alguém que já morreu. — Ele deu um passo à frente, e por um segundo, Melissa viu a imagem de um palhaço distorcido refletida nas pupilas dele. — Você não é uma Laurent, Melissa. Você é um segredo guardado em uma caixa de carne e sangue.
— O que você quer? — ela perguntou, sentindo uma dor de cabeça súbita, como se memórias que não eram dela estivessem tentando romper uma barragem em sua mente.
— Eu quero ver o que acontece quando a duplicata mais bonita de todas descobre que seu pai não é um homem, mas o Medo em si.
Com um estalo, o balão vermelho estourou. O som foi como um tiro de canhão. Melissa piscou, e a figura havia sumido. O parque estava deserto novamente.
Ela respirou fundo, tentando acalmar o coração que, embora morto, parecia martelar contra as costelas. Ela limpou o rosto, forçando a face humana a voltar ao lugar.
— Melissa? — A voz de Damon veio de trás dela. Ele havia seguido seu rastro. — Você está bem? Ouviu o barulho?
Ela se virou para o amigo, o sorriso cínico voltando ao rosto como uma máscara perfeitamente ajustada.
— Foi só um balão, Damon. Alguma criança deve ter perdido a festa.
Damon arqueou uma sobrancelha, olhando para os restos de borracha vermelha no chão.
— Você está pálida. Bem, mais pálida que o normal.
— É a iluminação de Derry. É péssima para a minha pele — ela respondeu, passando por ele e caminhando de volta para a casa. — Vamos. Caroline provavelmente já fez uma lista de regras para o uso do banheiro e eu preciso de um drink.
Damon a observou se afastar. Ele conhecia Melissa melhor do que a maioria. Ela estava mentindo. Mas em Derry, as mentiras pareciam ser a única coisa que mantinha as pessoas vivas.
Enquanto voltavam, Melissa sentiu o peso do segredo que acabara de encontrar. Ela viera para Derry em busca de férias, mas algo no fundo de sua alma — a parte que pertencia a Amara e ao monstro que a gerou — sabia que as férias tinham acabado antes mesmo de começarem.
Naquela noite, enquanto Mystic Falls parecia um sonho distante, Melissa Laurent olhou-se no espelho. Suas roupas eram escuras, seu estilo era de uma vilã de contos de fadas, mas seus olhos... seus olhos brilharam por um breve segundo com a mesma luz amarela que vira sob a ponte.
— Que comece o jogo, papai — sussurrou ela para o reflexo, um sorriso cruel curvando seus lábios.
Derry não sabia o que a esperava. Os perdedores podiam ter enfrentado a Coisa antes, mas eles nunca tiveram uma Petrova com sede de sangue ao seu lado.
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